quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

VOCÊ É A CAUSA DE TUDO



PORQUE FICAMOS DOENTE?

A cada dia que passa nós vamos descobrindo mais sobre o funcionamento da natureza. Desta vez é nosso corpo e a tentativa de responder a perguntas intrigantes, como:

 
 
 
Porque ficamos doentes? Ou mesmo: Porque um câncer se instala em nossa perna e não em nosso braço? Ou ainda: Porque uma forma de doença e não outra? Ou Porque agora em minha vida, quando tudo parecia bem?

Ao longo da trajetória das ciências médicas, muito pouco se tem conseguido. A Psicossomática ainda parece engatinhar. Mesmo a medicina paralela, não convencional e alternativa, parece ter muitos problemas para entender ou explicar estas questões.

VOCÊ É A CAUSA DE TUDO

A grande maioria das pessoas atribui à sorte, ao azar, ao acaso ou a um poder superior a causa e o comando de tudo que lhes acontece na vida. Com isso, jamais procuram verificar a verdade sobre os fatos. Elas preferem optar por uma atitude conformista ou comodista, alimentando uma postura interna de vítimas que as faz sentirem-se “coitada”. Ficam hipnotizadas pela idéia de impotência diante de certos acontecimentos que consideram difíceis e sobre os quais não querem ter nenhum controle ou responsabilidade.

É comum, nas situações dolorosas que afetam a elas mesmas ou os outros, as pessoas se acovardem, em vez de resistirem com coragem e determinação. Quando não compreendem a causa de certos acontecimentos catastróficos, alguns justificam seu comodismo com frases como: “Deus ou o destino quis assim” ou “Não aconteceu porque não era para ser”. Outros preferem se revoltar a procurar desvendar a verdadeira realidade dos fatos.

Reagir com comodismo ou revolta é preservar uma atitude de vítima. O “vitimismo” é sem dúvida o maior empecilho ao progresso da humanidade. Será que você também pensa assim?
Acredita que sorte, azar, acidentes, dramas, alegrias, enfim, as coisas que acontecem em sua vida são independentes de sua vontade? Considera que o acaso provoca as situações ruins?

Imagina que existe algo movimentando sua vida e que você mesmo não tem participação alguma? Pensa que seus problemas são causados pela inveja dos outros ou pelo destino e não por sua condição interna?

Pensar dessa maneira causa-lhe complicações e sofrimentos que reprimem a expressão de vida. Aquele que se julga vítima acredita que está no mundo para sofrer, aquele que pensa assim, teria de concordar que está deixando a direção de sua vida nas mãos de outros, ou que nos mínimo está sendo omisso e displicente. Alimentar pensamentos dessa ordem não lhe permitirá usar seu poder de transformar os acontecimentos desagradáveis e edificar uma vida melhor.

De modo geral, o ser humano crê na fatalidade, no acaso e na negligência. Quando “acidentes” acontecem, as pessoas imediatamente definem as situações, sem dar a chance de perceber se há uma outra forma de encarar os fatos.

Explicar algo classificado como fatalidade não é uma tarefa fácil. Compreender o que está por trás de um acontecimento ruim exige certa predisposição a acatar o novo e abandonar os conceitos impregnados na humanidade. Um acidente parece sempre algo inexplicável, e o acaso um mistério agindo aleatoriamente.

Pensar desse modo é o mesmo que considerar que o NADA pode fazer tudo, como realizar feitos extraordinários, provocar acidentes, promover sua demissão do emprego, fundir o motor de seu carro, causar uma infestação de cupins em sua casa e uma série de outros males que o rodeiam. Olhar a vida por essa óptica é acreditar que somos vítimas dos mecanismos naturais. A idéia de sermos vítimas das fatalidades não é a melhor concepção de vida.

É inaceitável crer que um ser superior governe tudo como um tirano ou mesmo que é o acaso que provoca todos os contratemos na vidas das pessoas. Assim também não se pode acreditar que a natureza é desordenada a ponto de cometer alguns lapsos em seus intrincados mecanismos de funcionamento. A natureza é sábia, portanto para toda ação há sempre uma causa, mesmo quando nossa inteligência não consegue alcançar o acontecimento do processos da vida.

Quem segue sua intuição e busca uma outra explicação dos acontecimento, rompendo com a concepção do acaso e da injustiça, acaba encontrando as respostas para as ocorrências desagradáveis. Experimente desafiar a idéia de fatalidade e busque a consciência das verdadeiras causas. Não acredite cegamente no que lhe foi passado. Procure obter um vivência prática, observe as sensações de seu corpo, dê vazão à intuição. Esse procedimento possibilita desvendar a realidade dos acontecimentos.

O “vitimismo” é uma forma infantil de lidar com os fatos. De que modo então poderemos compreender os acidentes e as situações problemáticas ou maravilhosas, se não cremos mais no acaso, se não responsabilizamos os outros, tampouco as atribuímos à vontade divina ou aos imperativos da vida? Qual a explicação plausível para o que acontece de bom ou prejudicial em nossa vida? A resposta é: VOCÊ CAUSA TUDO! É O CENTRO DE SUA VIDA E SENHOR (A) DE SEU PRÓPRIO DESTINO. “A mente tem diferentes níveis, mas não tem limites”.

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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

VOCÊ É A CAUSA DE TUDO



PORQUE FICAMOS DOENTE?

A cada dia que passa nós vamos descobrindo mais sobre o funcionamento da natureza. Desta vez é nosso corpo e a tentativa de responder a perguntas intrigantes, como:

 
 
 
Porque ficamos doentes? Ou mesmo: Porque um câncer se instala em nossa perna e não em nosso braço? Ou ainda: Porque uma forma de doença e não outra? Ou Porque agora em minha vida, quando tudo parecia bem?

Ao longo da trajetória das ciências médicas, muito pouco se tem conseguido. A Psicossomática ainda parece engatinhar. Mesmo a medicina paralela, não convencional e alternativa, parece ter muitos problemas para entender ou explicar estas questões.

VOCÊ É A CAUSA DE TUDO

A grande maioria das pessoas atribui à sorte, ao azar, ao acaso ou a um poder superior a causa e o comando de tudo que lhes acontece na vida. Com isso, jamais procuram verificar a verdade sobre os fatos. Elas preferem optar por uma atitude conformista ou comodista, alimentando uma postura interna de vítimas que as faz sentirem-se “coitada”. Ficam hipnotizadas pela idéia de impotência diante de certos acontecimentos que consideram difíceis e sobre os quais não querem ter nenhum controle ou responsabilidade.

É comum, nas situações dolorosas que afetam a elas mesmas ou os outros, as pessoas se acovardem, em vez de resistirem com coragem e determinação. Quando não compreendem a causa de certos acontecimentos catastróficos, alguns justificam seu comodismo com frases como: “Deus ou o destino quis assim” ou “Não aconteceu porque não era para ser”. Outros preferem se revoltar a procurar desvendar a verdadeira realidade dos fatos.

Reagir com comodismo ou revolta é preservar uma atitude de vítima. O “vitimismo” é sem dúvida o maior empecilho ao progresso da humanidade. Será que você também pensa assim?
Acredita que sorte, azar, acidentes, dramas, alegrias, enfim, as coisas que acontecem em sua vida são independentes de sua vontade? Considera que o acaso provoca as situações ruins?

Imagina que existe algo movimentando sua vida e que você mesmo não tem participação alguma? Pensa que seus problemas são causados pela inveja dos outros ou pelo destino e não por sua condição interna?

Pensar dessa maneira causa-lhe complicações e sofrimentos que reprimem a expressão de vida. Aquele que se julga vítima acredita que está no mundo para sofrer, aquele que pensa assim, teria de concordar que está deixando a direção de sua vida nas mãos de outros, ou que nos mínimo está sendo omisso e displicente. Alimentar pensamentos dessa ordem não lhe permitirá usar seu poder de transformar os acontecimentos desagradáveis e edificar uma vida melhor.

De modo geral, o ser humano crê na fatalidade, no acaso e na negligência. Quando “acidentes” acontecem, as pessoas imediatamente definem as situações, sem dar a chance de perceber se há uma outra forma de encarar os fatos.

Explicar algo classificado como fatalidade não é uma tarefa fácil. Compreender o que está por trás de um acontecimento ruim exige certa predisposição a acatar o novo e abandonar os conceitos impregnados na humanidade. Um acidente parece sempre algo inexplicável, e o acaso um mistério agindo aleatoriamente.

Pensar desse modo é o mesmo que considerar que o NADA pode fazer tudo, como realizar feitos extraordinários, provocar acidentes, promover sua demissão do emprego, fundir o motor de seu carro, causar uma infestação de cupins em sua casa e uma série de outros males que o rodeiam. Olhar a vida por essa óptica é acreditar que somos vítimas dos mecanismos naturais. A idéia de sermos vítimas das fatalidades não é a melhor concepção de vida.

É inaceitável crer que um ser superior governe tudo como um tirano ou mesmo que é o acaso que provoca todos os contratemos na vidas das pessoas. Assim também não se pode acreditar que a natureza é desordenada a ponto de cometer alguns lapsos em seus intrincados mecanismos de funcionamento. A natureza é sábia, portanto para toda ação há sempre uma causa, mesmo quando nossa inteligência não consegue alcançar o acontecimento do processos da vida.

Quem segue sua intuição e busca uma outra explicação dos acontecimento, rompendo com a concepção do acaso e da injustiça, acaba encontrando as respostas para as ocorrências desagradáveis. Experimente desafiar a idéia de fatalidade e busque a consciência das verdadeiras causas. Não acredite cegamente no que lhe foi passado. Procure obter um vivência prática, observe as sensações de seu corpo, dê vazão à intuição. Esse procedimento possibilita desvendar a realidade dos acontecimentos.

O “vitimismo” é uma forma infantil de lidar com os fatos. De que modo então poderemos compreender os acidentes e as situações problemáticas ou maravilhosas, se não cremos mais no acaso, se não responsabilizamos os outros, tampouco as atribuímos à vontade divina ou aos imperativos da vida? Qual a explicação plausível para o que acontece de bom ou prejudicial em nossa vida? A resposta é: VOCÊ CAUSA TUDO! É O CENTRO DE SUA VIDA E SENHOR (A) DE SEU PRÓPRIO DESTINO. “A mente tem diferentes níveis, mas não tem limites”.

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