sábado, 22 de janeiro de 2011

As doenças dos corpos internos



A insistência, por parte dos estudos gnósticos, em afirmar que o trabalho sobre si mesmo, a depuração de nossa psique de todos os chamados defeitos psicológicos – ou Ego – é a condição sine qua non para a aquisição da saúde perfeita, da longevidade e de uma qualidade de vida ideal para atingirmos a autêntica felicidade. Essa depuração cria condições de um equilíbrio estável dos nossos Corpos Internos (etérico, astral, mental e causal). Esses Corpos, quando em desequilíbrio, vibram num estado que chamamos comumente de “Doença”.
É do mundo das emoções e da mente onde se origina a maioria das enfermidades, loucuras e doenças existentes hoje. Acredita-se que as grandes guerras mundiais, as pavorosas epidemias, as grandes obsessões e taras que infestam ciclicamente o mundo são unicamente as consequências materiais dos estados interiores, resultados de uma série de poluições mentais que vemos na atualidade:
Falsa educação, músicas desarmônicas, mensagens subliminares absurdas, manchetes negativistas, sexualidade desenfreada, programas de tevê infestados de violência, gerando entre outras coisas o desrespeito a valores universalmente aceitos, como a família, a fraternidade, o livre-arbítrio etc.
Sem dogmatismos ou falso moralismo, acreditamos sinceramente que os atributos espirituais do ser humano são os verdadeiros alimentos para uma sociedade mais justa e perfeita.
Afirma-se que quando se gera coletivamente um estado emocional negativo, essa vibração é recolhida pelas dimensões superiores da Natureza. E quando as circunstâncias cósmicas e telúricas permitirem, essa energia armazenada retorna, desce, inexoravelmente ao mundo físico, aos que a geraram, criando assim os chamados Carmas individuais, coletivos, nacionais e até mesmo os planetários. Exatamente como a umidade que é recolhida nos céus e depois de certo tempo cai em bendita chuva ou terríveis inundações…
Quando o ser humano viola as leis das causas naturais, essa violação é devolvida na forma de catástrofes, enfermidades, terremotos, morte e desolação. Por isso dissemos que o homem é um Deus em potencial. Ele tem o poder de criar ou destruir a si mesmo e a seu ambiente.
No mundo interior do homem ocorre o mesmo que no exterior. Quando leis são violadas, formas de agir e sentir são erroneamente manifestadas, ocorrem as chamadas enfermidades kármicas(desta e/ou de vidas anteriores). Aclaramos:
Doenças do Corpo Causal: Graves danos no corpo (ou da Vontade) podem produzir o Karmaduro, o chamado karma inegociável, além de enfermidades como a Aids, a arterosclerose, gota, males cardíacos e outros desequilíbrios da sociedade contemporânea.
Doenças do Corpo Mental: Um mental mal trabalhado em desequilíbrio pode gerar desde loucuras, cretinices, idiotias e outras doenças mentais, até insônias, anemias, cistites, ciática, raquitismo, enxaquecas, dores de cabeça crônicas etc.
Doenças do Corpo Astral: O astral normalmente é o campeão na produção e distribuição de enfermidades. Ali podem ser gerados desde os simples abcessos às bronquites, o bócio, alguns problemas cardíacos, câncer, diabetes, nefrites (rins), gangrenas, gastrites e úlceras gástricas, gripes, malária, hemorroidas, tuberculoses etc.
Doenças do Corpo Etérico/Vital: Já as doenças originárias no corpo etérico (vital) são bastante interessantes de se analisar. Por ser contraparte energética do corpo físico, o etérico atua principalmente nos sistemas nervoso e imunológico: Irritações, alergias diversas, calvície, hiperidrose, convulsões, conjuntivites, epilepsia, diarreia, varizes etc.
Quanto às doenças eminentemente kármicas, ou seja, geradas por atos e/ou emoções negativas em passadas encarnações, podemos citar:
- A ira desenfreada gera a cegueira
- A mentira contumaz cria deformidades físicas horríveis
- O abuso da maravilhosa energia sexual é um dos causadores do câncer e da difteria
- O medo e a insegurança geram rins e corações débeis
- A ansiedade descontrolada e o ateísmo afetam os pulmões, além de induzir à malária, ao raquitismo e à tuberculose
- A inveja debilita o estômago, os intestinos e o sangue
- A luxúria ataca o cérebro, a memória, os olhos e debilita a vontade
- O ódio enferma o fígado e o coração
- A gula enferma a garganta, o estômago, o fígado, o pâncreas (diabetes)
- O medo e o egoísmo transtornam o cérebro, a mente, o coração, o estômago, o fígado e os sistemas circulatório e respiratório
- A tuberculose é o fruto do abuso no ateísmo e diversos vícios, e na violação das leis divinas e naturais
- A cólera produz a paralisia parcial do sistema capilar…

Diz-se: “Está vermelho de ira, branco de raiva… Tudo é sinônimo da supressão temporal da ação de grande motor da circulação, e tais perturbações influem seriamente no coração e no espírito.
Isso se deve a que nossos pensamentos, emoções e atitudes atraem átomos e energias inferiores que danificam nossos corpos internos, repercutindo no corpo físico da próxima encarnação (ou Retorno).
Significa que na próxima vida o código genético terá mais ou menos dificuldades em responder às ordens harmonizantes dos átomos divinos do Íntimo.
Enfim, demos uma pequena mostra de como nossa vida “moderna” e sedentária tem nos levado ao aumento dos volumes dos livros de catalogação de doenças das faculdades de medicina.
Graças a Deus não existem doenças incuráveis (com exceção do chamado Karmaduro ou Kamaduro), pois negar qualquer possibilidade de cura é negar a misericórdia do próprio Deus, fonte do princípio universal da Vida.
A grande mensagem dos grandes mestres-magos é da urgente necessidade de nosso retorno ao Jardim do Éden primordial, a Mãe Natureza. Ali, com certeza, seremos agraciados com seus mais belos frutos, como a saúde, a prosperidade verdadeira, a singeleza.
Quando retornarmos ao “suave jugo” e à simplicidade dos seres espirituais que nos rodeiam, teremos então encontrado a verdadeira fonte da eterna juventude e felicidade.
Com as práticas e dicas ensinadas no GnosisOnline, realizaremos verdadeiros trabalhos de cura, harmonia e magia para nós mesmos e para nossos semelhantes. Tudo isso baseados na simples observação dos rituais vivos e dinâmicos do Cosmo vivo.

Desalinhamento dos Corpos Internos

Mens sana in corpore sano; mente são em corpo são, é o que diziam os antigos… Uma vida interna saudável geral carmas positivos na vida, e quanto mais equilibrada for nossa vida, mais luminosos e saudáveis serão nossos corpos internos, refletindo no mundo físico grande vigor, saúde, potência sexual e equilíbrio mental.
Quando há algum abuso, seja de que natureza for, podem-se produzir rasgos, choques, rupturas das células sutis dos corpos internos, ocasionando doenças gravíssimas. Esses danos podem ter diversas causas: ambiente onde se concentram energias deletérias (muito estudadas pelo Feng Shui), larvas astrais, entidades negativas do astral (elementais trabalhados pela magia negra, magos negros, espíritos obsessores, energia de inveja de encarnados etc.), notícias muito negativas etc.
Essas causas podem gerar os seguintes distúrbios: Um grave dano no corpo mental ao transmitir-se reflexamente ao cérebro físico produz a loucura. A desconexão entre o corpo astral e o mental ocasiona loucura furiosa. Se não há ajuste entre o astral e o etérico, produz-se o idiota ou o cretino.

ra

Oração gnóstica de cura

Os Mestres da Santa Igreja Gnóstica concorrem ao leito dos enfermos para curá-los. Há uma Oração Gnóstica que todo enfermo deve pronunciar para pedir ajuda aos Mestres. Ei-la aqui:


“Tu, Logos Solar, emanação ígnea, Cristo em substância e consciência, vida potente pela qual tudo avança, vem até mim, e penetra-me, ilumina-me, banha-me, transpassa-me, e desperta em meu Ser todas essas substâncias que tanto são parte de ti quanto de mim mesmo.
Força universal e cósmica, energia misteriosa, eu te conjuro. Vem a mim, remedia minha aflição, cura-me de todo mal e afasta este sofrimento para que eu tenha Harmonia, Paz e Saúde.
Peço, por teu Sagrado Nome, que os Mistérios e a Igreja Gnóstica me ensinaram, para que faças vibrar comigo todos os Mistérios deste plano e de planos superiores, e que essas forças reunidas consigam o milagre da minha cura.
Que assim seja.”


Retirado do livro Tratado de Medicina oculta e Magia Prática, de Samael Aun Weor

O FENÓMENO DE Poltergeister

Poltergeister

Apesar das pesquisas científicas a respeito do fenômeno poltergeist encontrarem algumas dificuldades - especialmente devido a natureza do fenômeno – já e possível contar com alguns avanços e elaboração de teorias a respeito dos mecanismos envolvidos nos casos, o que anima algumas empresas importantes a investir na pesquisa.

Era 1948. No Jardim Europa, São Paulo, uma família teve sua residência assolada dias e dias por várias chuvas de pedras que se atiravam contra a casa, quebrando vidraças e provocando muitos estragos. A polícia foi chamada. Vizinhos foram interrogados. As investigações não conseguiram dar conta de explicar a ocorrência dos estranhos fenômenos. Além das pedras, dentro da casa objetos desapareciam e reapareciam em lugares inusitados, como fotos de família que apareceram dentro do vaso sanitário. Peças de roupas apareciam retalhadas.



Final da década de 1970, início da década de 1980. No bairro de Pirituba, São Paulo, uma família se via assustada com eventos estranhos que ocorriam em sua residência. A modesta casa, que sempre fora extremamente limpa e bem cuidada, começou a sofrer ataques constantes de tijolos e terra. Sem que houvesse qualquer dano no telhado, eles se “atiravam” dentro dos cômodos, como se materializassem no ar, provocando muita sujeira e estragos nos móveis comprados com tanto sacrifício. Na cozinha, como se não bastassem esses ataques, pratos e xícaras “teimavam” em não permanecer dentro do armário, lançando-se ao chão, como se uma grande força os impulsionasse para fora das prateleiras. Por vezes, a luz do banheiro se acendia sem que ninguém estivesse naquele cômodo. Os fios elétricos que percorriam os caibros do telhado sem forro do quarto apareceram picados, como se alguém tivesse utilizado uma faca para fazê-lo.


Em 1983, num bairro da periferia de São Paulo, um casal e seus três filhos (um menino de 12 anos e duas meninas, uma de 8 e a outra de 3 anos de idade) ficaram perplexos diante de estranhos eventos que aconteciam em sua residência. As cortinas se balançavam, chegando por vezes até o teto, mesmo quando as janelas e portas estavam completamente fechadas; certo local da casa apresentava temperatura sensivelmente mais fria do que os outros cômodos; alguns objetos se moviam como se tivessem vida própria.

Os trechos das histórias contadas brevemente acima não são fruto de ficção. Trata-se de fatos narrados pelos pesquisadores que investigaram tais casos ou pelas próprias pessoas que vivenciaram essas experiências bizarras. São eventos típicos que compõem os chamados casos poltergeist.

OS EVENTOS POLTERGEIST
(do alemão polter = barulhento; geist = espírito), começaram a ser assim chamados sistematicamente por Martinho Lutero (1483-1546) durante a Reforma Protestante para designar determinados eventos que, segundo se acreditava religiosa e popularmente, seriam provocados por espíritos desencarnados ou até mesmo por demônios. Esses eventos consistiriam em ocorrências físicas extra-motoras, ou seja, sem que, à primeira vista, fosse identificada alguma causa natural ou conhecida para que esses eventos acontecessem: movimentação e/ou ruptura “espontânea” de objetos; chuva de pedras ou tijolos sobre uma casa ou em um determinado ambiente fechado; aparecimento espontâneo de água e/ou fogo; aparecimento de fezes em alimentos; correntes de ar; acender, e apagar de luzes, tudo isso de forma misteriosa aos olhos das pessoas que observam essas ocorrências.


Por se tratar de eventos de características tão extraordinárias, é comum que à primeira vista se atribua uma causa sobrenatural a esses “fenômenos”. Diferentes grupos culturais podem utilizar diversas denominações e explicações populares e particulares para esses eventos. No Brasil, as pessoas comumente chamam o local onde os poltergeists ocorrem de casas ou locais mal-assombradas. Principalmente na zona rural, os poltergeists podem ser atribuídos a figuras folclóricas, como o Saci-Perere, que viveria pelas florestas e fazendas fazendo traquinagens com animais e pessoas. Na zona urbana, as interpretações mais freqüentes se voltam para a crença numa suposta ação de espíritos ou entidades, por influência das religiões afro-brasileiras e do espiritismo kardecista.
 

Julgar que se conheça a causa desses eventos apenas por sua aparência, ou seja, pelo modo estranho e sugestivamente sobrenatural com que ocorrem, é algo comum às religiões. No campo científico, cientistas tentam descobrir se esses eventos de fato ocorrem em determinadas situações e, a partir daí, o modo de funcionamento dessas ocorrências. Será que existem facetas das forças conhecidas da física ainda não devidamente entendidas, que seriam as responsáveis pelos poltergeists em dadas circunstâncias? Ou haveria alguma força física ainda não conhecida que estaria envolvida nesses episódios? Questões cruciais que pesquisadores psi tentam resolver oficialmente há mais de um século.

HÁ REGISTROS DE RELATOS DE CASOS poltergeist desde os tempos mais remotos até o presente. Esses relatos foram registrados de diferentes formas, sendo alguns mais detalhados e precisos que outros; uns se referem a casos mais pitorescos e extensos, outros a casos “menos fantásticos” e de curta duração. Mas certamente não há qualquer relato que fale de certos eventos que o cinema nos apresenta. Há que se levar em conta que os filmes muitas vezes exageram nos efeitos poltergeist.
Cientistas têm se interessado pelo estudo desses casos, uma vez que eles são narrados insistentemente ao longo da história. Apesar de raros, esses eventos parecem acontecer com mais freqüência do que se imagina. Uma coletânea feita pelos pesquisadores Hereward Carrington (1880-1959) e Nandor Fodor (1895-1964), publicada em 1953 (Haunted People: The Story of Poltergeists Down the Centuries), traz registros de ocorrências poltergeist desde 355 a.C. Na literatura especializada, ainda há vários relatos associados a supostos místicos, santos e vítimas de bruxaria. Desde o século 9, não há um século que deixe de contar com pelo menos um registro de caso do tipo poltergeist.
Até o século 18, acreditava-se que os chamados eventos poltergeist fossem provocados por entes espirituais, fadas, bruxas e pelo diabo. Do século 17 há notícias de algumas pesquisas rudimentares, porém conduzidas seriamente, acerca dessas ocorrências. No entanto, devido à forte influência da Igreja Católica Apostólica Romana, nessa época, a grande preocupação social no Ocidente era o combate à bruxaria, à possessão diabólica e ao envolvimento com espíritos. Dessa forma, pouca importância se dava às ocorrências físicas propriamente ditas, enfatizando-se primordialmente a discussão de questões religiosas.
Nos séculos 18 e 19, o declínio da bruxaria, o desenvolvimento do mesmerismo (técnica de cura criada pelo médico vienense Franz Anton Mesmer (1734-1815), baseada na existência do “magnetismo animal” realizada por meio de imposição de mãos e de ímãs) e do espiritismo kardecista, entre outros fatores, levaram a uma abordagem de pesquisa mais científica dos poltergeists. Várias ocorrências desse tipo foram descritas detalhadamente e publicadas. Alguns investigadores se hospedavam nas casas em que se davam os eventos para observar o ambiente sob condições controladas, a fim de evitar fraudes.





O SÉCULO 19 APRESENTOU DOIS TIPOS DE INTERPRETAÇÃO para as ocorrências poltergeist: um sobrenaturalista e outro naturalista. As interpretações sobrenaturalistas, principalmente de cunho espírita ou espiritualista, responsabilizavam espíritos de mortos e/ou seres elementais não-humanizados pelos assim chamados eventos poltergeist. Por sua vez, as interpretações naturalistas buscavam na ciência explicações naturais para aqueles eventos. Era comum levantar a hipótese de que a eletricidade seria a causadora daqueles “misteriosos” fenômenos físicos, porque as propriedades dessa forma de energia eram pouco entendidas. Em algumas circunstâncias, atribuía-se a causa dos poltergeists a energias psíquicas ou magnéticas do corpo humano. A não-atribuição apenas de explicações sobrenaturalistas aos poltergeists contribuiu para um importante avanço nas pesquisas.


Para alguns pesquisadores dos séculos 19 e 20, os poltergeists nunca passaram de fraudes bem montadas. Especialmente no início do século 20, debateu-se exaustivamente a respeito desse assunto. Porém, pesquisadores observaram que há casos em que realmente parece haver algum tipo de interferência ambiental não-fraudulenta e aparentemente extra-motora que provocaria os eventos poltergeist. Assim, surgiram teorias que tentam explicar cientificamente como se daria essa intervenção.


Uma das primeiras observações feitas foi a de que as ocorrências poltergeist parecem estar ligadas à presença de determinada pessoa que habita ou freqüenta o local dos eventos. Ainda não há consenso sobre como denominar essa pessoa, mas, principalmente desde o início da década de 1990, opta-se por chamá-la de “agente” ou “sujeito” poltergeist.


O século 20 foi marcado pelas especulações e interpretações psicodinâmicas dos poltergeists à luz da psicologia e da psicanálise.


Na década de 1920, o pesquisador Carrington propôs que os poltergeists seriam produzidos por uma espécie de energia irradiada do corpo do agente no período da puberdade, quando as energias sexuais estão em “ebulição” em seus organismos. Possivelmente, vem daí o “mito” de que sempre há um adolescente envolvido ou responsável pelos poltergeists. Essa teoria de Carrington se aplicaria a muitos casos, mas não a todos, uma vez que, apesar de aparentemente haver uma tendência para que o agente seja um adolescente, a história registra casos em que o suposto agente não se encontra na adolescência, sendo por vezes bastante idoso.


É bom que se diga também que há uma “crença” difundida de que, em geral, os agentes poltergeist são do sexo feminino. No entanto, William Roll verificou, através de um levantamento de dados publicado em 1977, que a porcentagem de supostos agentes do sexo masculino e do sexo feminino é equilibrada, apresentando uma leve tendência, sem importância estatística, para a incidência de agentes do sexo feminino. O fato da porcentagem de mulheres ser um pouco superior à de homens pode se dever, por exemplo, às proporções de homens e mulheres na população em geral à época da ocorrência dos casos. De qualquer forma, essa questão relacionada ao sexo e à idade dos agentes ainda carece de mais pesquisas e maior aprofundamento.

NA DÉCADA DE 1930, O POLTERGEIST ERA tratado como um “hóspede indesejado”, não exatamente como algo independente do agente, mas como fruto de uma psicopatologia. De acordo com essa idéia, o agente poltergeist estaria sofrendo de uma espécie de doença, de desequilíbrio que causaria os fenômenos. Essa idéia ainda é defendida por alguns, mas ela não tem fundamentos na prática. As pesquisas mostram que não há correlação direta entre doença física ou mental e a ocorrência de eventos poltergeists. Assim, qualquer pessoa, sã ou doente, pode potencialmente se tornar um agente poltergeist, em determinadas circunstâncias.


Na década de 1940, o psicólogo britânico John Layard propôs que os poltergeists proveriam “uma forma dissimulada de alívio e, assim, uma função curativa para conflitos reprimidos”. Portanto, a ocorrência dos fenômenos se daria como uma válvula de escape para essas tensões que são muitas vezes reprimidas “para manter as aparências”. É como se a agressividade de uma pessoa se projetasse de alguma forma no ambiente, provocando os eventos já descritos. No entanto, as pessoas envolvidas geralmente não se dão conta de sua participação nos fatos.


A partir de então, a hipótese de envolvimento do ser humano vivo nas ocorrências poltergeist por meio de uma interação mental direta com o ambiente começou a ganhar mais força. Estabelecia-se, assim, a chamada teoria psicocinética psicológica para explicar os poltergeists. A partir do final da década de 50, foi proposta uma nova denominação para os poltergeist: psicocinesia recorrente espontânea ou RSPK (do inglês recurrent spontaneous psychokinesis). Psicocinesia se refere à ação mental direta, sem mediação física conhecida, sobre o ambiente (do grego psique = mente; kinese = movimento).


Os termos “recorrente” e “espontânea” são utilizados respectivamente porque as ocorrências se repetem por determinado período de tempo e de forma não controlada. Portanto, de acordo com essa teoria – que continua sendo aperfeiçoada e discutida pelos pesquisadores – como já foi brevemente dito, os poltergeists seriam eventos físicos que teriam íntima ligação com o contexto em que eles se dão. Assim, suponhamos, numa família em que há um conflito religioso, por exemplo, objetos religiosos podem ser afetados (Bíblias que se rasgam, terços e imagens religiosas que se movimentam por si só, etc.). Ou em um escritório onde há problemas de relacionamento entre colegas de trabalho, são afetados objetos pessoais ou de uso primordialmente de uma determinada pessoa envolvida nesses conflitos.

UM QUESTIONAMENTO que comumente se faz acerca dessa explicação é: se todos nós temos problemas, por que não somos, a todo momento, bombardeados por eventos de tipo poltergeist? Infelizmente, a resposta é: ainda não sabemos. Aparentemente, determinadas pessoas lançam mão desse tipo de recurso para externalizar suas angústias e expressar sua agressividade, reprimidos devido a circunstâncias. Os poltergeists, então, teriam duas funções: alívio de tensão e comunicação ou expressão de conteúdos internos reprimidos, sendo esta última talvez a função mais fundamental.


Explicando melhor: assim como certas pessoas buscam alívio para seu estresse e tensões praticando algum esporte, outras inconscientemente provocariam certos efeitos poltergeist. Mas não provocariam o poltergeist de forma caótica. Esses fenômenos têm uma lógica intrínseca, que diz respeito ao contexto, à situação vivida por aquela pessoa e pelo grupo em que ela está inserida. Nesse sentido, os poltergeists funcionam de modo semelhante ao mecanismo dos sonhos descrito por Freud.


Como disse em minha tese de doutoramento que estuda os poltergeists enquanto linguagem: “De acordo com o ponto de vista freudiano, o sonho serviria como um modo inconsciente de realização de desejos e/ou satisfação de necessidades que nem sempre podem ser realizadas ou satisfeitas por questões sociais, culturais ou circunstanciais. (...) Os casos poltergeist analisados nos mostram que os fenômenos poltergeist, assim como os sonhos, também seriam meios de realizar e expressar desejos e necessidades. Mas os poltergeists parecem dar um passo além dos sonhos. Enquanto o sonho é uma metáfora mental de desejos e necessidades e/ou de sua realização/satisfação, o poltergeist parece ser a grande metáfora corporificada de uma crise ou a realização efetiva de um desejo de agressão, por exemplo. Os fenômenos poltergeist são externos, observáveis, compartilhados, portanto, são sociais. Os sonhos, por sua vez, só se tornam sociais quando se transformam em narrativas. Somente quando contados a outras pessoas é que os sonhos são compartilhados em alguma medida. Enquanto isso, o poltergeist, sendo fruto da dinâmica psicossocial de um grupo, somente pode acontecer de forma compartilhada. E é social também porque parece ser um modo de tentar resolver algo que ocorre nesse ambiente”.


Portanto, os poltergeists funcionam como uma linguagem. Essa conclusão tem respaldo no fato de que quando os problemas que envolvem determinada família ou grupo que vivencia um poltergeist são identificados e verbalizados, ou seja, as pessoas conversam sobre seus descontentamentos e colocam os pingos nos “is”, os fenômenos tendem a diminuir e cessar por completo. Assim sendo, os poltergeists seriam um meio de expressão, uma linguagem metafórica por meio da qual determinados indivíduos expressam desejos, necessidades e agressividade quando essa expressão é reprimida por causa da cultura, das convenções sociais etc. Havendo a possibilidade de falar a respeito de suas angústias, ou seja, de trocar essa linguagem metafórica pela linguagem verbal, pela conversa, pelo diálogo, os fenômenos cessam.

OS POLTERGEIST CUMPREM SEU PAPEL de linguagem porque acabam por promover, de uma forma ou de outra, a resolução dos problemas que o motivaram. Ou seja, os problemas são comunicados metaforicamente por meio das ocorrências que “forçam” uma reflexão sobre essas questões.


Pessoas identificadas como agentes poltergeist comumente não se reconhecem como tais, mas aos poucos acabam por identificar as ocorrências com seus desejos e necessidades. Esse reconhecimento e o aprender a lidar com essas angústias auxiliam também na cessação dos fenômenos.


É importante lembrar que existem, de fato, muitos eventos fraudulentos que imitam os poltergeists. Essas fraudes podem ocorrer por vários motivos: alguém que tenta chamar a atenção ou assustar as pessoas com as quais convive, por exemplo. De qualquer forma, as fraudes e os chamados eventos poltergeist genuínos parecem seguir a mesma lógica: expressão de algo interno reprimido. Um idoso ou um adolescente que de propósito forja eventos de efeitos semelhantes ao poltergeist podem ter a mesma motivação que seria válida para uma outra situação em que se daria um caso poltergeist propriamente dito. Dessa forma, casos poltergeists, genuínos ou não, se comportam, se estruturam como uma linguagem, compartilham de uma mesma lógica e provocam efeitos, no mínimo, semelhantes. O estudo dessa lógica e dos efeitos comuns certamente pode auxiliar na compreensão não só dos casos poltergeists em si, mas também do ser humano, em última instância.


Para além das características pessoais de personalidade das pessoas envolvidas – que foram detectadas por meio de testes psicológicos cuja eficácia é questionável – há também questões ambientais importantes que têm sido estudadas. A partir da década de 1960, pesquisadores como Hans Bender (1907-1991) passaram a utilizar instrumentos nas investigações para detectar, no local das ocorrências, vibrações, energia eletrostática, sons e mudanças de temperatura. Atualmente, William Roll e outros pesquisadores de poltergeists, como Andrew Nichols e Michaeleen Maher, continuam a utilizar tecnologia moderna nas pesquisas de campo. Além disso, estudos, principalmente os realizados pelo pesquisador Michael Persinger, investigam a correlação entre a atividade geomagnética da Terra e a incidência de ocorrências poltergeist.


Alguns poucos estudos fisiológicos também têm sido realizados a fim de tentar descobrir se os chamados agentes poltergeist teriam alguma característica fisiológica específica que os faria propensos a desencadear os fenômenos, mas ainda não foram encontrados resultados significativos.


A chave para uma compreensão mais abrangente dos poltergeists ainda não foi encontrada. Parece haver uma conexão entre aspectos psicológicos, físicos e talvez fisiológicos que, em dadas circunstâncias, propiciam essas ocorrências.
 
A investigação científica dos poltergeists tem andado a passos lentos devido às dificuldades de pesquisa, resultantes das peculiaridades desses eventos e dos obstáculos enfrentados pelos pesquisadores. Apesar de todas essas dificuldades, as muitas centenas de relatos de poltergeists registrados ao longo da história da humanidade, especialmente nos três últimos séculos, fornecem dados que dão pistas acerca das condições e facilitação dessas ocorrências, e já é possível contar com alguns avanços e teorias a respeito dos mecanismos nelas envolvidos.


Esses avanços animam algumas importantes empresas a investirem no estudo da possível aplicação do potencial psicocinético humano. Pesquisas experimentais são financiadas com a finalidade de descobrir meios de dominar a gravidade e levitar objetos, acender e apagar as luzes com a força do pensamento e coisas desse tipo. A AT&T, a Sony Corporation e outras empresas japonesas de telecomunicações, além da Fundação Bial, de Porto, Portugal, mantida por uma importante indústria farmacêutica, já investiram milhões em pesquisas com o objetivo de descobrir algo nesse sentido.


No Brasil, há poucas investigações científicas de casos poltergeist brasileiros divulgadas. A maioria dos livros e trabalhos que tratam do assunto apresentam tendências religiosas, principalmente espíritas ou católicas, antiespiritismo. Mas uma nova geração de pesquisadores está se interessando pelo tema, com promessas de novas pesquisas sem o envolvimento de crenças e dogmatismos.


Fátima Regina Machado é Mestre em Ciências da Religião (PUC-SP), Doutora em Comunicação e Semiótica (PUC-SP) e Coordenadora do Inter Psi (www.interpsi.cjb.net).

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

VOCÊ É A CAUSA DE TUDO



PORQUE FICAMOS DOENTE?

A cada dia que passa nós vamos descobrindo mais sobre o funcionamento da natureza. Desta vez é nosso corpo e a tentativa de responder a perguntas intrigantes, como:

 
 
 
Porque ficamos doentes? Ou mesmo: Porque um câncer se instala em nossa perna e não em nosso braço? Ou ainda: Porque uma forma de doença e não outra? Ou Porque agora em minha vida, quando tudo parecia bem?

Ao longo da trajetória das ciências médicas, muito pouco se tem conseguido. A Psicossomática ainda parece engatinhar. Mesmo a medicina paralela, não convencional e alternativa, parece ter muitos problemas para entender ou explicar estas questões.

VOCÊ É A CAUSA DE TUDO

A grande maioria das pessoas atribui à sorte, ao azar, ao acaso ou a um poder superior a causa e o comando de tudo que lhes acontece na vida. Com isso, jamais procuram verificar a verdade sobre os fatos. Elas preferem optar por uma atitude conformista ou comodista, alimentando uma postura interna de vítimas que as faz sentirem-se “coitada”. Ficam hipnotizadas pela idéia de impotência diante de certos acontecimentos que consideram difíceis e sobre os quais não querem ter nenhum controle ou responsabilidade.

É comum, nas situações dolorosas que afetam a elas mesmas ou os outros, as pessoas se acovardem, em vez de resistirem com coragem e determinação. Quando não compreendem a causa de certos acontecimentos catastróficos, alguns justificam seu comodismo com frases como: “Deus ou o destino quis assim” ou “Não aconteceu porque não era para ser”. Outros preferem se revoltar a procurar desvendar a verdadeira realidade dos fatos.

Reagir com comodismo ou revolta é preservar uma atitude de vítima. O “vitimismo” é sem dúvida o maior empecilho ao progresso da humanidade. Será que você também pensa assim?
Acredita que sorte, azar, acidentes, dramas, alegrias, enfim, as coisas que acontecem em sua vida são independentes de sua vontade? Considera que o acaso provoca as situações ruins?

Imagina que existe algo movimentando sua vida e que você mesmo não tem participação alguma? Pensa que seus problemas são causados pela inveja dos outros ou pelo destino e não por sua condição interna?

Pensar dessa maneira causa-lhe complicações e sofrimentos que reprimem a expressão de vida. Aquele que se julga vítima acredita que está no mundo para sofrer, aquele que pensa assim, teria de concordar que está deixando a direção de sua vida nas mãos de outros, ou que nos mínimo está sendo omisso e displicente. Alimentar pensamentos dessa ordem não lhe permitirá usar seu poder de transformar os acontecimentos desagradáveis e edificar uma vida melhor.

De modo geral, o ser humano crê na fatalidade, no acaso e na negligência. Quando “acidentes” acontecem, as pessoas imediatamente definem as situações, sem dar a chance de perceber se há uma outra forma de encarar os fatos.

Explicar algo classificado como fatalidade não é uma tarefa fácil. Compreender o que está por trás de um acontecimento ruim exige certa predisposição a acatar o novo e abandonar os conceitos impregnados na humanidade. Um acidente parece sempre algo inexplicável, e o acaso um mistério agindo aleatoriamente.

Pensar desse modo é o mesmo que considerar que o NADA pode fazer tudo, como realizar feitos extraordinários, provocar acidentes, promover sua demissão do emprego, fundir o motor de seu carro, causar uma infestação de cupins em sua casa e uma série de outros males que o rodeiam. Olhar a vida por essa óptica é acreditar que somos vítimas dos mecanismos naturais. A idéia de sermos vítimas das fatalidades não é a melhor concepção de vida.

É inaceitável crer que um ser superior governe tudo como um tirano ou mesmo que é o acaso que provoca todos os contratemos na vidas das pessoas. Assim também não se pode acreditar que a natureza é desordenada a ponto de cometer alguns lapsos em seus intrincados mecanismos de funcionamento. A natureza é sábia, portanto para toda ação há sempre uma causa, mesmo quando nossa inteligência não consegue alcançar o acontecimento do processos da vida.

Quem segue sua intuição e busca uma outra explicação dos acontecimento, rompendo com a concepção do acaso e da injustiça, acaba encontrando as respostas para as ocorrências desagradáveis. Experimente desafiar a idéia de fatalidade e busque a consciência das verdadeiras causas. Não acredite cegamente no que lhe foi passado. Procure obter um vivência prática, observe as sensações de seu corpo, dê vazão à intuição. Esse procedimento possibilita desvendar a realidade dos acontecimentos.

O “vitimismo” é uma forma infantil de lidar com os fatos. De que modo então poderemos compreender os acidentes e as situações problemáticas ou maravilhosas, se não cremos mais no acaso, se não responsabilizamos os outros, tampouco as atribuímos à vontade divina ou aos imperativos da vida? Qual a explicação plausível para o que acontece de bom ou prejudicial em nossa vida? A resposta é: VOCÊ CAUSA TUDO! É O CENTRO DE SUA VIDA E SENHOR (A) DE SEU PRÓPRIO DESTINO. “A mente tem diferentes níveis, mas não tem limites”.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

VIDA APÓS A MORTE -uma experiência impressionante de quase morte





Mellen-Thomas Benedict é um artista que sobreviveu a uma experiência de quase-morte em 1982. Ele permaneceu morto por mais de uma hora e meia após ter morrido de câncer. Na hora de sua morte ele saiu do corpo e foi para a luz. Ele estava curioso a respeito do universo, e foi levado pra longe, para as profundezas remotas da existência e além, para o vazio energético do nada que existe por detrás do Big Bang.
Durante a sua experiência, ele absorveu uma quantidade enorme de informações sobre a reencarnação. Por causa da sua experiência de quase-morte, ele trouxe de volta descobertas científicas. O Sr. Benedict tem estado profundamente envolvido com os mecanismos de comunicação celular e pesquisas sobre o relacionamento entre a luz e a vida que se chama Biologia Quântica.
O Sr. Benedict descobriu que as células vivas respondem muito rapidamente à estimulação de luz, e isto resulta entre outras coisas, numa cura de alta velocidade. Ele é um pesquisador, inventor e palestrante, que tem seis patentes nos Estados Unidos.
 O seu livro excelente intitulado The Near-Death Experience: A Reader publicado pela Routledge, Nova York, em 1996, é altamente recomendável.

Sobre a experiência de Mellen, Dr. Ken Ring ressaltou, "Sua história é uma das mais extraordinárias dentro da extensa pesquisa que tenho feito sobre experiências de quase-morte".

Leia e tire as suas conclusões: 

Em 1982 eu morri de um câncer terminal. A doença era inoperável, e todos os tipos de quimioterapia que me davam me faziam vegetar cada vez mais. Os médicos me deram de seis a oito meses de vida. Eu fui um obstinado por informações nos anos 70, e me tornei cada vez mais desanimado por causa da crise nuclear, da crise ecológica e esses assuntos. E, por não ter uma base espiritual, eu passei a acreditar que a natureza havia cometido um engano, e que nós provavelmente éramos um organismo canceroso no planeta. Eu não via nenhuma saída para os problemas que tínhamos criado para nós mesmos e para o planeta. E enxergava todos os humanos como sendo câncer, já que era isso que eu tinha. Foi isso que me matou. Cuidado com a sua visão do mundo. Ela pode voltar para você, especialmente se for uma visão de mundo negativa. Eu tinha uma visão gravemente negativa. Isto foi o que me conduziu à morte. Eu tentei vários métodos alternativos de cura, mas nada ajudou.


Então eu decidi que isto ficaria apenas entre eu e Deus. Na verdade eu nunca havia encarado Deus antes, nem lidado com Ele. Eu não tinha nenhuma espiritualidade na época, mas eu comecei uma jornada para aprender espiritualidade e curas alternativas. Eu li tudo o que pude e me agarrei ao assunto, porque eu não queria ter uma surpresa quando chegasse do outro lado. Comecei a ler sobre várias religiões e filosofias. Tudo era muito interessante e me deu uma esperança de que havia alguma coisa do outro lado.

Por outro lado, eu era um artista liberal que fazia vitrais, e não possuía assistência médica. Então, todas as minhas economias se foram do dia para noite nos exames médicos. Enfrentei os médicos sem nenhum tipo de seguro. Eu não queria que a minha família se afundasse financeiramente, e decidi lidar com isso sozinho.

Eu não tinha dores constantes, mas apagava de vez em quando. Fiquei de um jeito que nem me atrevia a dirigir, e eventualmente ia parar no hospital. Eu contratei minha própria enfermeira. E fui abençoado por este anjo, que ficou junto comigo na fase terminal. Eu durei cerca de dezoito meses. Não quis tomar muitos remédios, para ficar o mais consciente possível. E comecei a ter tanta dor, que isso era a única coisa que eu tinha na consciência, felizmente por poucos dias de cada vez.

Eu me lembro de acordar um dia em casa por volta das 4:30 da manhã, sabendo que estava acabado. Este era o dia em que eu ia morrer. Então eu chamei uns amigos para me despedir. Eu acordei minha enfermeira e disse a ela. Eu tinha um acordo particular com ela de que ela deixaria meu corpo morto sozinho por umas seis horas, porque eu tinha lido que muitas coisas interessantes acontecem quando você morre. Eu voltei a dormir. A próxima coisa que eu lembro é o começo de uma típica experiência quase-morte.

Subitamente eu estava totalmente consciente e de pé, mas meu corpo estava na cama. Tinha uma escuridão a minha volta. A experiência de estar fora do corpo foi mais vívida do que as experiências ordinárias. Foi tão vívida que eu podia ver cada cômoda da casa, eu podia ver o topo da casa, eu podia ver em volta da casa, eu podia ver em baixo da casa.

Tinha uma luz brilhando. Eu me virei para ela. A luz era muito similar com o que muitas outras pessoas haviam descrito nas suas experiências quase-morte. A Luz é magnífica. É tangível; você pode senti-la. É atraente; você quer ir para ela da mesma forma como você iria para os braços da sua mãe ou do seu pai ideais.

Na medida em que eu fui me movendo para a luz, eu senti intuitivamente que se eu fosse até lá eu estaria morto.

Então na medida em que eu ia me movendo para a luz eu disse, "Por favor, espere um pouco, espere um segundo. Eu quero refletir sobre isto; eu gostaria de conversar com você antes de ir".

Para a minha surpresa, toda a experiência parou naquele ponto. Você está sim no controle de sua experiência quase-morte. Isto não é como um passeio na montanha-russa. Então meu pedido foi honrado e eu tive algumas conversas com a luz.

A luz estava sempre se transformando em figuras como Jesus, Buda, Krishna, mandalas (http://www.near-death.com/archetypal.html), imagens arquetípicas e simbólicas.

Eu perguntei a ela, "o que está acontecendo aqui? Por favor, luz, esclareça-me. Eu realmente quero saber a verdade sobre esta situação".

Eu não tenho palavras exatas para dizer, porque foi um tipo de telepatia. A luz respondeu. A informação que foi transferida a mim foi que as suas crenças dão forma ao tipo de feedback que você obtém diante da luz. Se você for Budista ou Católico ou Fundamentalista, você terá um feedback relacionado com o que você acredita. Você tem uma chance de olhar e examinar as coisas, mas a maioria das pessoas não fazem isso.

Enquanto a luz se revelava para mim, eu me dei conta que o que eu realmente estava vendo era uma matriz de nosso Eu Superior. O que eu posso dizer é que aquilo se transformou em uma matriz, uma mandala de almas humanas, e o que eu percebi foi que o que nós chamamos de Eu Superior em cada um de nós, é na verdade uma matriz. E é também um canal condutor para a Fonte; cada um de nós vem diretamente de lá, como uma experiência direta da Fonte. Todos temos um Eu Superior, ou uma parte além-alma. Ela se revelou para mim na sua forma mais verdadeira. A única forma que eu encontrei para descrever isso é o que o Eu Superior é como um canal. Ele não parece um canal, mas é uma conexão direta com a Fonte que todos nós temos. Nós estamos diretamente conectados com a fonte.

A luz estava me mostrando a matriz do Eu Superior. E ficou bem claro para mim que todos os Eus Superiores estão conectados como um ser só, todos os humanos estão conectados como um ser só, nós somos na verdade o mesmo ser, diferentes aspectos do mesmo ser. Independente de religiões. Este foi o meu feedback. E eu vi a mandala de seres humanos. É a coisa mais linda que eu já vi. Eu fui até ela e foi simplesmente magnífico, avassalador. Era como se todo o amor que você sempre quis estivesse ali. Aquele tipo de amor que cura, que cicatriza, que regenera.

Enquanto eu pedia que a luz continuasse explicando, eu entendi o que é a matriz do Eu Superior. Nós temos uma rede em volta do planeta onde todos os Eus Superiores estão conectados. É como uma grande companhia, um nível de energia sutil que está próximo, o nível espiritual, pode-se dizer.

Então, após uns minutos, eu pedi por mais esclarecimento. Eu realmente queria saber sobre o universo, e eu estava pronto para saber naquele momento.

Eu disse, "Estou pronto, pode me levar".

Então a luz virou a coisa mais linda que eu já vi até hoje: a mandala de almas humanas neste planeta.

E eu com a minha visão negativa sobre o que aconteceu no planeta.

Conforme eu pedia para luz a continuar me esclarecendo, eu vi nessa mandala como nós somos lindos na nossa essência, no nosso núcleo. Nós somos as mais lindas criações. A alma humana, a matriz humana da quais todos fazemos parte é absolutamente fantástica, requintada, exótica, tudo. Eu não tenho palavras suficientes para expressar como este instante mudou a minha visão do ser humano.

E disse, "Oh, Deus, eu não sabia o quanto somos belos".

Em qualquer nível, alto ou baixo, em qualquer forma que você esteja, você é a criação mais linda sim.

Eu fiquei atônito ao perceber que não existe nada de mau em nenhuma alma.

E disse, "Como pode ser?"

E a resposta foi que nenhuma alma era ruim por natureza. As coisas terríveis que acontecem com as pessoas podem levá-las a fazer coisas ruins, mas suas almas não são más. O que todas as pessoas buscam, e o que as sustenta é o amor, a luz me disse. O que distorce as pessoas é a falta de amor.

As revelações vindas da luz pareciam não ter fim, e então eu perguntei, "Isto quer dizer que a raça humana será salva?"

E a Grande Luz falou, ao som de um tipo de toque de trombetas e com uma chuva de luzes espiraladas, "Lembre-se disso e nunca esqueça; você salva, redime e cura a si mesmo. Você sempre pôde fazer isto. Você sempre poderá. Você foi criado com este poder, desde antes do começo do mundo."

Naquele momento eu fui até mais longe. Eu entendi que NÓS JÁ FOMOS SALVOS, e nós nos salvamos porque fomos feitos para a auto-correção, assim como o resto do universo de Deus. Este é o porquê da segunda vinda.

Eu agradeci à Luz de Deus com todo o meu coração. A melhor coisa que eu pude dizer foram estas palavras simples de agradecimento pleno:

"Oh Deus amado, Universo querido, amado Ser Superior, eu amo a minha vida."

A luz parecia respirar em mim ainda mais profundamente. Era como se a luz estivesse me absorvendo completamente. O amor que a luz é, até esse dia, é algo indescritível. Eu penetrei em uma outra realidade, mais profunda que a anterior, e percebi algo muito, muito maior. Era um fluxo de luz, vasto e repleto, no meio do coração da vida. Eu perguntei o que era aquilo.

A luz respondeu, "Este é o RIO DA VIDA. Beba desta água manancial para satisfazer o seu coração".

E assim fiz eu. Tomei um grande gole e depois mais um. Beber da própria vida! Eu fiquei em êxtase.

E então a luz disse, "Você deseja algo."

A luz sabia tudo sobre mim, todo passado, presente e futuro.

"Sim!" eu sussurrei.

Eu pedi para ver o resto do universo; além do nosso sistema solar, além de toda a ilusão humana. A luz então me disse que eu poderia ir com o Rio. Eu fui, e fui carregado através da luz para o fim do túnel. Eu senti e ouvi uma série de estrondos sonoros muito suaves. Que enxurrada!

De repente, eu parecia estar sendo lançado para fora do planeta no rio da vida. Eu vi a Terra voar para longe. O sistema solar, com todo seu esplendor passou por mim a toda velocidade e desapareceu. Mais rápido que a velocidade da luz, eu voei através do centro da galáxia, absorvendo cada vez mais conhecimento. Eu aprendi que esta galáxia, e todo o universo, estão abarrotados das mais variadas espécies de VIDA. Eu vi muitos mundos. A boa notícia é que não estamos sós neste universo!

Conforme eu viajava por este fluxo de consciência através do centro da galáxia, o fluxo estava se expandindo em imponentes ondas fractais de energia. Os super-conglomerados de galáxias com toda sua sabedoria ancestral passaram por mim. Aquilo foi uma maravilha inimaginável! Eu realmente estava como uma criança maravilhada; um bebê no mundo da fantasia!

Parece que todas as criações do universo passavam voando por mim e desapareciam num ponto de luz. Quase que imediatamente uma segunda luz apareceu. Ela vinha de todos os lados, e era bem diferente; uma luz composta de mais do que todas as freqüências no universo.

E novamente eu senti e ouvi um monte de estrondos sonoros suaves. Minha consciência ou meu ser, estavam se expandindo para todo o universo holográfico e para além dele.

Conforme eu passava pela segunda luz, eu me dei conta de que eu tinha transcendido a verdade. Estas são as melhores palavras que eu encontrei, mas vou tentar explicar melhor. Conforme eu passava pela segunda luz, eu me expandi além da primeira luz. Eu me encontrei num profundo estado de quietude, além de todo e qualquer silêncio. Eu pude ver ou perceber o ETERNO, além do infinito. Eu era o vazio. Eu estava na pré-criação, antes do Big Bang. Eu ultrapassei o começo do tempo - a primeira palavra - a primeira vibração. Eu estava no centro da criação. Eu senti como se eu estivesse tocando a face de Deus. Não foi um sentimento religioso. Eu estava simplesmente em harmonia com a vida absoluta e com a consciência.

Quando eu digo que eu pude ver ou perceber o eterno, eu quero dizer que eu pude vivenciar toda criação se gerando. Não tinha começo nem fim. Este é um pensamento que desafia a mente não? Os cientistas vêem o Big Bang como um único episódio que criou o universo. Eu vi que o Big Bang é apenas um de um número infinito de Big Bangs que criam universos infinita e simultaneamente. A única imagem que chega um pouco perto disso, em termos humanos, seriam aquelas criadas pelos supercomputadores que usam equações geométricas fractais.

Os povos ancestrais sabiam disso. Eles diziam que a Mente de Deus criava universos novos periodicamente, através da expiração, e des-criava (de-creating) outros universos através da inspiração. Estes períodos, ou épocas eram chamados de Yugas. A ciência moderna chama de Big Bang. Eu estava na consciência pura e absoluta. Eu podia ver ou perceber todos os Big Bangs ou Yugas criando e des-criando a si próprios. Na mesma hora eu entrei neles todos simultaneamente. Eu vi que toda e qualquer parte da criação tem o poder de criar. É muito difícil tentar explicar isso. Eu ainda não tenho palavras.

Depois do meu regresso eu fiquei anos assimilando a experiência do vazio. E o que eu posso dizer é que o vazio é ao mesmo tempo menos do que nada e mais do que tudo que existe. O vazio é o zero absoluto; o caos formando todas as possibilidades. É a consciência absoluta, ainda mais do que a inteligência universal.

Onde está o vazio? Eu sei. Está dentro e fora de tudo. Você, neste momento, enquanto vive, está sempre dentro e fora do vazio simultaneamente. Você não precisa ir a lugar algum nem morrer para chegar lá. O vazio é o vácuo ou o nada entre todas as manifestações físicas. O ESPAÇO entre átomos e seus componentes. A ciência moderna começou a estudar esse espaço entre tudo. Eles chamam isso de Ponto Zero (http://www.calphysics.org/zpe.html). Sempre que eles tentaram mensurá-lo, chegavam à conclusão que não tinham instrumentos com escalas compatíveis, que seriam infinitas, por assim dizer. Existe muito mais 'Ponto Zero' no seu próprio corpo e no universo do que qualquer outra coisa!

O que os místicos chamam de vazio não é vazio. É cheio de energia, uma energia diferente, que criou tudo o que somos. Tudo desde o Big Bang é vibração, desde a primeira palavra, que é a primeira vibração.

O "Eu Sou" bíblico realmente tem um ponto de interrogação depois.

"Eu Sou? O que Sou Eu?"

Então a criação é Deus explorando a Si Mesmo através de tudo o que se possa imaginar, numa contínua e infinita exploração por meio de cada um de nós. Através de cada fio de cabelo da sua cabeça, através de cada folha, em cada árvore, através de cada átomo, Deus está explorando a Si Mesmo, o grande "Eu Sou". Eu comecei a enxergar que tudo o que é, é o Eu (Self), literalmente; o seu Eu (your Self), o meu Eu (my Self). Tudo é o grande Eu. É por isso que até quando uma folha cai Deus sabe. Isto é porque onde quer que você esteja, este é o centro do universo. Em qualquer lugar que qualquer átomo estiver este é o centro do universo. Deus está lá e Deus está no vazio.

Enquanto eu estava explorando o vazio e todos os yugas ou criações, eu estava totalmente fora das nossas concepções de tempo e espaço. E eu descobri, nesse estado expandido, que a criação é puramente consciência absoluta, ou Deus, vindo para a experiência da vida que conhecemos. O vazio em si é destituído de experiência. Ele é pré-vida, antes da primeira vibração. A Mente de Deus é mais do que vida e morte. Portanto existe muitas coisas além de vida e morte para se experimentar no universo!

Eu estava no vazio e estava consciente de tudo o que já foi criado. Era como enxergar com os olhos de Deus. De repente eu não era mais eu. A única coisa que eu posso dizer é que eu estava vendo com os olhos de Deus. E subitamente eu soube o porquê de cada átomo, e pude enxergar tudo.

O interessante foi que eu fui para o vazio e eu voltei com o entendimento de que Deus não está lá. Deus está aqui. É isso. Então a busca constante da raça humana de ir para fora para achar Deus... Deus deu tudo para nós, tudo está aqui, é aqui que está. E o que nós estamos vivendo agora é a exploração de Deus sobre Si mesmo em nós. As pessoas estão tão ocupadas tentando se tornar Deus que elas deveriam entender que nós já somos Deus e Deus está se tornando nós. É exatamente isso.

Quando eu entendi isso, eu já estava satisfeito com o vazio, e queria retornar a esta criação, ou yuga. Parecia a coisa mais natural a ser feita.

Então eu de repente voltei pela segunda luz, ou Big Bang, e escutei mais alguns estrondos. Eu vim pelo rio da consciência de volta por toda a criação, que passeio! Os super conglomerados de galáxias passaram por mim me dando ainda mais insights. Eu passei pelo centro da nossa galáxia, que é um buraco negro. Buracos negros são os grandes processadores ou recicladores do universo. Você sabe o que tem do outro lado de um buraco negro? Somos nós; nossa galáxia; que foi reprocessada de um outro universo.

Na sua configuração energética total, a galáxia parecia uma fantástica cidade de luzes. Toda energia deste lado do Big Bang é luz. Cada sub-átomo, átomo, estrela, planeta, até a própria consciência é feita de luz e tem uma freqüência e/ou partícula. Luz é uma coisa viva. Tudo é feito de luz, até as pedras. Então tudo está vivo. Tudo é feito da luz de Deus; tudo é muito inteligente.

Conforme eu vinha pelo rio, eventualmente eu avistava uma luz enorme vindo. Eu sabia que era a primeira luz; a matriz do Eu Superior do nosso sistema solar. Então o sistema solar inteiro apareceu na luz, acompanhado de um daqueles estrondos suaves.

Eu vi que o sistema solar no qual vivemos é o nosso maior corpo. Este é o nosso corpo local e somos muito maiores do que imaginamos. Eu vi que o sistema solar é o nosso corpo. Eu sou uma parte dele, e a terra é um grande ser criado que somos nós, e nós somos a parte dela que sabe que é assim. Mas nós somos apenas uma parte dela. Nós não somos tudo, mas somos uma parte que sabe que é assim.

Eu pude vislumbrar toda a energia que esse sistema solar gera, e esse é um show de luzes inacreditável! Eu pude escutar a Música das Esferas, (http://www.stampscapes.com/hand1.html). Nosso sistema solar, assim como todos os corpos celestes, gera uma matriz única de luz, som e energias vibracionais. Civilizações avançadas de outros sistemas estelares podem localizar vida no universo na forma que a conhecemos pela vibração ou padrão matricial. Como em uma brincadeira de crianças. As crianças da terra (seres humanos) produzem um som abundante neste momento, como crianças brincando no quintal do universo.

Eu fui pelo rio até o centro da luz. Senti-me abraçado por ela conforme ela ia me levando para dentro de sua respiração novamente, seguido por mais um estrondo.

Eu estava na grande luz de amor com o rio da vida fluindo através de mim. E tenho que dizer de novo, esta é a luz mais amorosa e sem julgamentos que existe. É o pai-mãe ideal para a sua criança.

"E agora?" eu me perguntei.

A luz me explicou que não existe morte; somos seres imortais. Nós já estivemos vivos desde sempre. Eu compreendi que fazemos parte de um sistema vivo que se recicla eternamente. Ninguém me disse que eu tinha que voltar. Eu simplesmente soube que eu voltaria. Era natural, a partir do que eu tinha visto.

Eu não sei quanto tempo eu fiquei com a luz, em tempo humano. Mas chegou um momento em que eu percebi que todas as minhas perguntas tinham sido respondidas do outro lado, de verdade. Todas as minhas perguntas tinham sido respondidas. Cada ser humano tem uma vida diferente, e perguntas diferentes. Algumas de nossas perguntas são universais, mas cada um de nós explora isso a que chamamos vida de uma forma própria. E assim é com todas as formas de vida, de montanhas até cada folha em cada árvore.

E isso é muito importante para o resto de nós neste universo. Porque tudo contribui para a Grande Figura, a totalidade da vida. Nós somos literalmente Deus explorando a Si Mesmo na dança infinita da vida. A peculiaridade de cada um contribui com toda a existência.

Enquanto eu retornava para o ciclo da vida, nem passou pela minha mente, e também ninguém me disse, que eu retornaria para o mesmo corpo. E também nem importava. Eu tinha total confiança na luz e no processo da vida. Conforme o rio se fundiu com a grande luz, eu pedi para nunca esquecer as revelações e as sensações do que eu tinha aprendido do outro lado.

Eu ouvi um "Sim". Foi como um beijo na minha alma.

Então eu fui conduzido de volta pela luz na realidade vibratória novamente. O processo inteiro se reverteu, até com mais informação sendo passada para mim. Eu voltei para casa, e eu estava tendo lições sobre os mecanismos da reencarnação. Eu estava obtendo respostas para todas aquelas pequenas perguntas que eu tinha:

"Como isto funciona? Como aquilo funciona?" Eu sabia que eu reencarnaria.

A terra é um grande processador de energia, e a consciência individual desenvolve-se a partir do interior de cada um. Eu pensei em mim como um humano pela primeira vez, e fiquei feliz por sê-lo. Depois de tudo o que eu vi, eu já ficaria feliz em ser um átomo no universo. Um átomo. Imagine ser a parte humana de Deus... Essa é a bênção mais fantástica. É uma benção que está muito além da maior expectativa do que uma benção pode ser. Para cada um de nós, ser a parte humana dessa experiência é algo imponente, magnífico. Cada um de nós, independentemente de onde estivermos, com problemas ou não, é uma benção para o planeta, onde estivermos.

Então eu passei pelo processo de reencarnação esperando ser um bebê em algum lugar. Mas eu estava recebendo um ensinamento sobre como a identidade individual e a consciência se desenvolvem. E eu reencarnei de volta neste corpo.

Eu fiquei tão surpreso quando eu abri meus olhos. E não sei por que, porque eu já tinha entendido isso, mas ainda assim foi uma surpresa estar de volta neste corpo, de volta no meu quarto, com alguém se debulhando em lágrimas por cima de mim. Era minha enfermeira. Ela desistiu uma hora e meia após me encontrar morto. Ela teve certeza de que eu estava morto; todos os sinais de morte estavam lá - e eu já estava ficando enrijecido. Não sabemos há quanto tempo eu estava morto, mas sabemos que se passou uma hora e meia desde que eu fui encontrado. Ela tinha respeitado o meu desejo de deixar meu corpo recém-falecido a sós por umas horas, o máximo que ela pudesse. Nós tínhamos um estetoscópio amplificado e muitas maneiras de checar as funções vitais do corpo para ver o que estava acontecendo. Ela pode verificar que eu estava morto mesmo.

Não foi uma experiência de quase-morte. Eu experenciei a morte por no mínimo uma hora e meia. Ela me encontrou morto e olhou o estetoscópio, a pressão arterial e o monitor cardíaco por uma hora e meia. Daí eu acordei e vi luz do lado de fora. Eu tentei levantar para ir até ela, mas eu caí da cama. Ela ouviu o barulho, entrou correndo e me viu no chão.

Quando me recuperei eu estava muito surpreso e ainda atônito sobre o que tinha acontecido comigo. No começo toda a memória da viagem que eu fiz não estava lá. Eu continuava escorregando para fora deste mundo e continuava perguntando, "será que estou vivo?" Este mundo parecia mais um sonho do que o de lá.

Em três dias eu estava me sentindo normal novamente, com mais clareza, embora de uma maneira que eu nunca tinha me sentido antes. Minha lembrança da viagem voltou um pouco depois. Eu não conseguia ver mais nada de errado com os seres humanos como eu via antes. Antes disso tudo eu costumava julgar muito. Eu achava que muitas pessoas eram problemáticas, na verdade todos eram problemáticos, menos eu. Mas eu curei tudo isso.

Cerca de três meses depois, um amigo me falou que eu deveria fazer exames, e assim eu fiz. Eu estava me sentindo muito bem, mas fiquei com medo de ter más notícias.

Eu me lembro do médico na clínica olhando para os exames de antes e de depois, dizendo, "Bem, você não tem nada".

Eu disse, "Verdade? Isto é um milagre?"

Ele disse, "Não, essas coisas acontecem, e são chamadas de remissões espontâneas".

Ele não se impressionou. Mas foi um milagre, e eu me impressionei, mesmo se ninguém mais o fizesse.

O mistério da vida tem muito pouco a ver com inteligência. O universo não é um processo intelectual mesmo. O intelecto ajuda; é brilhante, mas agora é só com isso que a gente processa, ao invés de nossos corações e a parte mais sábia de nós.

O centro da terra é um grande transmutador de energia, como vemos em filmes sobre o campo magnético da terra. Esse é nosso ciclo, atraindo almas reencarnadas de volta e completando novamente o ciclo. Um sinal de que você está atingindo o nível humano é quando você começa a desenvolver uma consciência individual. Os animais tem uma alma grupal, e eles reencarnam em grupos de almas. Um veado será um veado para sempre. Mas ao se tornar um humano, não importa se um humano deformado ou um gênio, mostra que você está no caminho do desenvolvimento de uma consciência individual. Isto faz parte da consciência de grupo a qual chamamos humanidade.

Eu vi que as raças são conglomerados de personalidades. Nações como França, Alemanha e a China têm cada uma a sua personalidade. Cidades tem personalidades, elas têm grupos de almas que atraem certas pessoas. Famílias têm grupo de almas. A personalidade individual está se desenvolvendo como ramificações de um fractal: a alma grupal se explora na nossa individualidade. As diferentes questões que cada um de nós tem são muito importantes. Esta é a forma pela qual a Mente de Deus explora a si mesma - através de você. Então faça as suas perguntas, realize as suas pesquisas. Você encontrará o seu Eu e encontrará Deus neste Eu, porque só existe o Eu.

Mais do que isto, eu comecei a ver que cada um de nós, humanos, somos almas-gêmeas (http://www.near-death.com/experiences/experts101.html). Nós somos parte da mesma alma, que se fragmenta (fractaling) (http://math.rice.edu/~lanius/frac/) em diversas e criativas direções, mas ainda é a mesma alma.

Agora quando eu olho pra qualquer ser humano eu vejo uma alma-gêmea, minha alma gêmea, aquela que eu sempre procurei. Além disso, a maior alma-gêmea que você irá encontrar é você mesmo. Somos todos masculinos e femininos. Nós vivemos isso no útero e nos estágios de reencarnação. Se você está procurando por uma alma-gêmea definitiva fora de você, pode ser que você não encontre, ela não está lá. Assim como Deus não está "lá". Deus está aqui. Não procure Deus fora. Procure Deus aqui. Olhe para o seu Eu. Comece pelo maior caso de amor que você jamais teve... Com você mesmo. A partir daí você passará a amar tudo.

Eu fiz uma descida ao que vocês chamariam de inferno, e foi muito surpreendente. Eu não encontrei satã ou o mal. Minha descida ao inferno foi uma descida à miséria humana, à ignorância e escuridão do não-saber dentro de cada um. Parecia uma eternidade de miséria. Mas cada uma das milhões de almas a minha volta tinham uma pequena estrela de luz sempre disponível. Mas ninguém parecia prestar atenção nela. Eles estavam consumidos pela sua própria dor, trauma e miséria. Mas, após o que parecia uma eternidade, eu comecei a buscar aquela luz, como uma criança pedindo a ajuda dos pais. Então a luz se abriu formando um túnel que veio direto para mim e me isolou daquele medo e daquela dor. Isto é o que o inferno realmente é.

Então o que estamos fazendo é aprender a dar as mãos, e nos unir. As portas de saída do inferno estão abertas agora. Nós vamos nos unir, dar as mãos e sair do inferno juntos.

A luz veio para mim e se transformou em um enorme anjo dourado. Eu disse, "você é o anjo da morte?".

Ele expressou para mim que ele era minha alma superior, minha matriz do Eu Superior, uma parte super-antiga de nossos seres. Então eu fui levado para a luz.

Em breve nossa ciência irá quantificar o espírito. Não será maravilhoso? Estão aparecendo aparelhos que são sensíveis à energia sutil ou espiritual. Os físicos utilizam os aceleradores de partículas para esmagar átomos e ver do que eles são feitos. Eles chegaram aos quarks e charms, e tudo mais. Bom, um dia eles chegarão àquilo que mantém tudo isso junto e eles serão obrigados a chamar isso de... Deus. Com os aceleradores de partículas, eles não apenas vêem o que está aqui, mas eles estão criando partículas. Graças a Deus a maioria delas tem vida curta de milisegundos e nanosegundos. Nós apenas estamos começando a entender que nós também estamos criando, conforme caminhamos.

Como eu vi a eternidade, eu vim para uma realidade na qual existe um ponto em que passamos todo o conhecimento e começamos a criar o próximo fractal. Temos o poder de criar conforme vamos explorando. E isso é Deus expandindo seu ser através de nós.

Desde o meu retorno eu venho experimentando a luz espontaneamente, e eu aprendi como ir para aquele espaço quase que em qualquer hora na minha meditação. Cada um de vocês pode fazer isso. Já está no seu equipamento, você já está capacitado.

O corpo é a luz mais maravilhosa que existe. O corpo é um universo de uma luz incrível. O Espírito não está nos forçando a dissolver o corpo. Não é isso que está acontecendo. Pare de tentar se tornar Deus; Deus está se tornando você. Aqui.

A mente é como uma criança correndo pelo universo, exigindo e pensando que ela criou o mundo. Mas eu pergunto para a mente:

"O que a sua mãe tinha a ver com isso?"

Este é o próximo nível de consciência espiritual. Ah, minha mãe! De repente você desiste do ego, porque você não é a única alma do universo.

Uma das perguntas que eu fiz para a luz foi, "o que é o céu?".

Eu ganhei de presente um tour por todos os céus que foram criados: os Nirvanas, os Campos da Fartura, todos. Eu passei por eles. Eles são formas-pensamento que nós criamos. Nós não vamos realmente para o céu; nós somos reprocessados. Mas seja o que quer que criemos, nós deixamos uma parte de nós lá. É real, mas não é a alma toda.

Eu vi o céu cristão. Espera-se que seja um lugar lindo, e você fica na frente do trono, venerando eternamente. Eu tentei. É chato! Isso é tudo que iremos fazer? É infantil demais. Eu não pretendo ofender ninguém. Alguns céus são bem interessantes, e outros são muito chatos. Eu achei os céus dos povos ancestrais mais interessantes, como o dos índios norte-americanos, os Campos da Fartura. Os egípcios têm céus fantásticos. E assim por diante. Existem tantos deles... Em cada um deles tem um fractal que é sua interpretação particular, a não ser que você faça parte do grupo de almas que acredita apenas no Deus daquela religião particular. Estamos muito juntos, no mesmo estádio de baseball. Mas mesmo assim, cada um é um pouco diferente. Tem uma parte sua que você deixa ali. Morte é vida, não é céu.

Eu perguntei para Deus, "Qual é a melhor religião do planeta? Qual está certa?".

E a mente de Deus disse, com muito amor, "Eu não me importo".

Isto foi uma graça incrível. Isto significa que nós somos seres que nos importamos.

Mas o Deus poderoso de todas as estrelas nos diz, "Não importa em qual religião você está".

Elas vêm e vão, elas mudam. O Budismo não esteve aqui sempre, o Catolicismo não esteve aqui sempre, e todos eles estão prestes a ficar mais iluminados. Mais luz está vindo para todos os sistemas agora. Haverá uma reforma na espiritualidade que será tão dramática quanto à reforma protestante. Vai ter um monte de gente brigando por causa disso, uma religião contra a próxima, acreditando que só ela está certa.

Todo mundo pensa que é dono de Deus, as religiões e filosofias, especialmente as religiões, porque elas formam grandes organizações acerca de sua filosofia. Quando Deus disse "Eu não me importo", eu entendi imediatamente que é para a gente se importar. É importante, porque somos os 'cuidadores'. Importa para nós e isso que é importante. O que temos é uma equação de energia na espiritualidade. Em última instância Deus não importa se você é Protestante, Budista ou seja lá o que for. Isto é apenas uma faceta do todo. Eu adoraria que todas as religiões entendessem isso e deixassem os outros Serem. Não é o fim das religiões, mas nós estamos falando do mesmo Deus. Viva e deixe viver. Cada um tem um ponto de vista diferente. E todos adicionam algo ao grande quadro; todos são importantes.

Eu fui para o outro lado com um monte de medos sobre lixo tóxico, mísseis nucleares, explosão demográfica, florestas tropicais. E voltei amando cada problema. Amo a radioatividade. Amo aquela nuvem em forma de cogumelo, esta é a mandala mais sagrada que nós manifestamos até agora, como um arquétipo. Esta nuvem, mais do que qualquer religião ou filosofia na terra, nos levou de repente para um outro nível de consciência, todos juntos. O fato de sabermos que nós podemos explodir o planeta 50 ou 500 vezes, nos fez finalmente perceber que estamos todos unidos neste momento. Por um período eles tem que explodir mais bombas para que entendamos. Até que comecemos a dizer, "Nós não precisamos mais disso".

Neste momento estamos no mundo mais seguro que já existiu, e ele vai ficar ainda mais seguro. Então eu voltei amando a radioatividade, porque ela nos uniu. Essas coisas são muito grandiosas. Como Peter Russel (http://www.peterussell.com/index2.php) diria, estes problemas agora são do "tamanho da alma." Você tem respostas do tamanho da alma? SIM!

A devastação das florestas tropicais vai diminuir, e em cinqüenta anos haverá mais árvores no planeta, como há muito tempo não vemos. Se você gosta de ecologia; você é aquela parte do sistema que está se tornado consciente. Vá com tudo, mas não fique deprimido. Isto é uma parte de um todo maior.

A terra está num processo de domesticação dela mesma. E nunca mais será um lugar tão selvagem como já foi no passado. Haverá lugares selvagens lindos, reservas onde a natureza será vicejante. Jardins e reservas serão a coisa do futuro. O aumento da população estará se aproximando de um alcance ótimo o suficiente para causar uma mudança na consciência. E esta mudança de consciência irá alterar política, dinheiro, energia.

O que acontece quando sonhamos? Somos seres multidimensionais. Podemos acessar estas outras dimensões através dos sonhos lúcidos. Na verdade, o universo é o sonho de Deus. Uma das coisas que eu vi é que os humanos são um grão no planeta que é um grão na galáxia que por sua vez é um grão. Estes são sistemas gigantes, e nós estamos em um tipo de sistema mediano. Mas os seres humanos já são legendários em todo o cosmos da consciência. O pequenino ser humano da Terra/ Gaia é legendário. Um dos motivos de sermos legendários é o fato de sonharmos. Nós somos sonhadores legendários. De fato, todo o cosmos tem buscado o significado da vida, o significado de tudo. E foi o pequeno sonhador que veio com a melhor resposta de todas. Nós sonhamos e criamos isso. Sonhos são importantes.

Depois de morrer e voltar, eu realmente respeito à vida e a morte. Nas nossas experiências com o DNA, nós devemos ter aberto a porta de um grande segredo. Em breve será possível viver o quanto quisermos viver neste corpo. Depois de viver uns 150 anos mais ou menos, existirá uma sensação intuitiva da alma que fará você querer mudar de canal. Viver para sempre em um corpo não é tão criativo quanto a reencarnação, como transferir energia para este fantástico vórtice de energia que nós estamos. Nós iremos na verdade ver a sabedoria da vida e da morte, e aproveitá-la.

Nós já vivemos desde sempre, assim como estamos vivos agora. Este corpo que você está usando vive desde sempre. Ele vem de um infindável rio da vida, e vai de volta ao Big Bang e além. Este corpo dá vida à próxima vida, na energia densa e na sutil. Este corpo já vive desde sempre.

"Nós vamos nos unir, dar as mãos e sair do inferno juntos".

Mellen-Thomas Benedict

(tradução de Cris Boog)



RETIRADO DO SITE - CASA ÍNDIGO - http://www.casa-indigo.com/artigos/quase_morte.asp

Tarot de OSHO clik

Se gosta de ERVAS e ESPECIARIAS CLIK

Se lhe interessa a NOVA ERA Clik

sábado, 22 de janeiro de 2011

As doenças dos corpos internos



A insistência, por parte dos estudos gnósticos, em afirmar que o trabalho sobre si mesmo, a depuração de nossa psique de todos os chamados defeitos psicológicos – ou Ego – é a condição sine qua non para a aquisição da saúde perfeita, da longevidade e de uma qualidade de vida ideal para atingirmos a autêntica felicidade. Essa depuração cria condições de um equilíbrio estável dos nossos Corpos Internos (etérico, astral, mental e causal). Esses Corpos, quando em desequilíbrio, vibram num estado que chamamos comumente de “Doença”.
É do mundo das emoções e da mente onde se origina a maioria das enfermidades, loucuras e doenças existentes hoje. Acredita-se que as grandes guerras mundiais, as pavorosas epidemias, as grandes obsessões e taras que infestam ciclicamente o mundo são unicamente as consequências materiais dos estados interiores, resultados de uma série de poluições mentais que vemos na atualidade:
Falsa educação, músicas desarmônicas, mensagens subliminares absurdas, manchetes negativistas, sexualidade desenfreada, programas de tevê infestados de violência, gerando entre outras coisas o desrespeito a valores universalmente aceitos, como a família, a fraternidade, o livre-arbítrio etc.
Sem dogmatismos ou falso moralismo, acreditamos sinceramente que os atributos espirituais do ser humano são os verdadeiros alimentos para uma sociedade mais justa e perfeita.
Afirma-se que quando se gera coletivamente um estado emocional negativo, essa vibração é recolhida pelas dimensões superiores da Natureza. E quando as circunstâncias cósmicas e telúricas permitirem, essa energia armazenada retorna, desce, inexoravelmente ao mundo físico, aos que a geraram, criando assim os chamados Carmas individuais, coletivos, nacionais e até mesmo os planetários. Exatamente como a umidade que é recolhida nos céus e depois de certo tempo cai em bendita chuva ou terríveis inundações…
Quando o ser humano viola as leis das causas naturais, essa violação é devolvida na forma de catástrofes, enfermidades, terremotos, morte e desolação. Por isso dissemos que o homem é um Deus em potencial. Ele tem o poder de criar ou destruir a si mesmo e a seu ambiente.
No mundo interior do homem ocorre o mesmo que no exterior. Quando leis são violadas, formas de agir e sentir são erroneamente manifestadas, ocorrem as chamadas enfermidades kármicas(desta e/ou de vidas anteriores). Aclaramos:
Doenças do Corpo Causal: Graves danos no corpo (ou da Vontade) podem produzir o Karmaduro, o chamado karma inegociável, além de enfermidades como a Aids, a arterosclerose, gota, males cardíacos e outros desequilíbrios da sociedade contemporânea.
Doenças do Corpo Mental: Um mental mal trabalhado em desequilíbrio pode gerar desde loucuras, cretinices, idiotias e outras doenças mentais, até insônias, anemias, cistites, ciática, raquitismo, enxaquecas, dores de cabeça crônicas etc.
Doenças do Corpo Astral: O astral normalmente é o campeão na produção e distribuição de enfermidades. Ali podem ser gerados desde os simples abcessos às bronquites, o bócio, alguns problemas cardíacos, câncer, diabetes, nefrites (rins), gangrenas, gastrites e úlceras gástricas, gripes, malária, hemorroidas, tuberculoses etc.
Doenças do Corpo Etérico/Vital: Já as doenças originárias no corpo etérico (vital) são bastante interessantes de se analisar. Por ser contraparte energética do corpo físico, o etérico atua principalmente nos sistemas nervoso e imunológico: Irritações, alergias diversas, calvície, hiperidrose, convulsões, conjuntivites, epilepsia, diarreia, varizes etc.
Quanto às doenças eminentemente kármicas, ou seja, geradas por atos e/ou emoções negativas em passadas encarnações, podemos citar:
- A ira desenfreada gera a cegueira
- A mentira contumaz cria deformidades físicas horríveis
- O abuso da maravilhosa energia sexual é um dos causadores do câncer e da difteria
- O medo e a insegurança geram rins e corações débeis
- A ansiedade descontrolada e o ateísmo afetam os pulmões, além de induzir à malária, ao raquitismo e à tuberculose
- A inveja debilita o estômago, os intestinos e o sangue
- A luxúria ataca o cérebro, a memória, os olhos e debilita a vontade
- O ódio enferma o fígado e o coração
- A gula enferma a garganta, o estômago, o fígado, o pâncreas (diabetes)
- O medo e o egoísmo transtornam o cérebro, a mente, o coração, o estômago, o fígado e os sistemas circulatório e respiratório
- A tuberculose é o fruto do abuso no ateísmo e diversos vícios, e na violação das leis divinas e naturais
- A cólera produz a paralisia parcial do sistema capilar…

Diz-se: “Está vermelho de ira, branco de raiva… Tudo é sinônimo da supressão temporal da ação de grande motor da circulação, e tais perturbações influem seriamente no coração e no espírito.
Isso se deve a que nossos pensamentos, emoções e atitudes atraem átomos e energias inferiores que danificam nossos corpos internos, repercutindo no corpo físico da próxima encarnação (ou Retorno).
Significa que na próxima vida o código genético terá mais ou menos dificuldades em responder às ordens harmonizantes dos átomos divinos do Íntimo.
Enfim, demos uma pequena mostra de como nossa vida “moderna” e sedentária tem nos levado ao aumento dos volumes dos livros de catalogação de doenças das faculdades de medicina.
Graças a Deus não existem doenças incuráveis (com exceção do chamado Karmaduro ou Kamaduro), pois negar qualquer possibilidade de cura é negar a misericórdia do próprio Deus, fonte do princípio universal da Vida.
A grande mensagem dos grandes mestres-magos é da urgente necessidade de nosso retorno ao Jardim do Éden primordial, a Mãe Natureza. Ali, com certeza, seremos agraciados com seus mais belos frutos, como a saúde, a prosperidade verdadeira, a singeleza.
Quando retornarmos ao “suave jugo” e à simplicidade dos seres espirituais que nos rodeiam, teremos então encontrado a verdadeira fonte da eterna juventude e felicidade.
Com as práticas e dicas ensinadas no GnosisOnline, realizaremos verdadeiros trabalhos de cura, harmonia e magia para nós mesmos e para nossos semelhantes. Tudo isso baseados na simples observação dos rituais vivos e dinâmicos do Cosmo vivo.

Desalinhamento dos Corpos Internos

Mens sana in corpore sano; mente são em corpo são, é o que diziam os antigos… Uma vida interna saudável geral carmas positivos na vida, e quanto mais equilibrada for nossa vida, mais luminosos e saudáveis serão nossos corpos internos, refletindo no mundo físico grande vigor, saúde, potência sexual e equilíbrio mental.
Quando há algum abuso, seja de que natureza for, podem-se produzir rasgos, choques, rupturas das células sutis dos corpos internos, ocasionando doenças gravíssimas. Esses danos podem ter diversas causas: ambiente onde se concentram energias deletérias (muito estudadas pelo Feng Shui), larvas astrais, entidades negativas do astral (elementais trabalhados pela magia negra, magos negros, espíritos obsessores, energia de inveja de encarnados etc.), notícias muito negativas etc.
Essas causas podem gerar os seguintes distúrbios: Um grave dano no corpo mental ao transmitir-se reflexamente ao cérebro físico produz a loucura. A desconexão entre o corpo astral e o mental ocasiona loucura furiosa. Se não há ajuste entre o astral e o etérico, produz-se o idiota ou o cretino.

ra

Oração gnóstica de cura

Os Mestres da Santa Igreja Gnóstica concorrem ao leito dos enfermos para curá-los. Há uma Oração Gnóstica que todo enfermo deve pronunciar para pedir ajuda aos Mestres. Ei-la aqui:


“Tu, Logos Solar, emanação ígnea, Cristo em substância e consciência, vida potente pela qual tudo avança, vem até mim, e penetra-me, ilumina-me, banha-me, transpassa-me, e desperta em meu Ser todas essas substâncias que tanto são parte de ti quanto de mim mesmo.
Força universal e cósmica, energia misteriosa, eu te conjuro. Vem a mim, remedia minha aflição, cura-me de todo mal e afasta este sofrimento para que eu tenha Harmonia, Paz e Saúde.
Peço, por teu Sagrado Nome, que os Mistérios e a Igreja Gnóstica me ensinaram, para que faças vibrar comigo todos os Mistérios deste plano e de planos superiores, e que essas forças reunidas consigam o milagre da minha cura.
Que assim seja.”


Retirado do livro Tratado de Medicina oculta e Magia Prática, de Samael Aun Weor

O FENÓMENO DE Poltergeister

Poltergeister

Apesar das pesquisas científicas a respeito do fenômeno poltergeist encontrarem algumas dificuldades - especialmente devido a natureza do fenômeno – já e possível contar com alguns avanços e elaboração de teorias a respeito dos mecanismos envolvidos nos casos, o que anima algumas empresas importantes a investir na pesquisa.

Era 1948. No Jardim Europa, São Paulo, uma família teve sua residência assolada dias e dias por várias chuvas de pedras que se atiravam contra a casa, quebrando vidraças e provocando muitos estragos. A polícia foi chamada. Vizinhos foram interrogados. As investigações não conseguiram dar conta de explicar a ocorrência dos estranhos fenômenos. Além das pedras, dentro da casa objetos desapareciam e reapareciam em lugares inusitados, como fotos de família que apareceram dentro do vaso sanitário. Peças de roupas apareciam retalhadas.



Final da década de 1970, início da década de 1980. No bairro de Pirituba, São Paulo, uma família se via assustada com eventos estranhos que ocorriam em sua residência. A modesta casa, que sempre fora extremamente limpa e bem cuidada, começou a sofrer ataques constantes de tijolos e terra. Sem que houvesse qualquer dano no telhado, eles se “atiravam” dentro dos cômodos, como se materializassem no ar, provocando muita sujeira e estragos nos móveis comprados com tanto sacrifício. Na cozinha, como se não bastassem esses ataques, pratos e xícaras “teimavam” em não permanecer dentro do armário, lançando-se ao chão, como se uma grande força os impulsionasse para fora das prateleiras. Por vezes, a luz do banheiro se acendia sem que ninguém estivesse naquele cômodo. Os fios elétricos que percorriam os caibros do telhado sem forro do quarto apareceram picados, como se alguém tivesse utilizado uma faca para fazê-lo.


Em 1983, num bairro da periferia de São Paulo, um casal e seus três filhos (um menino de 12 anos e duas meninas, uma de 8 e a outra de 3 anos de idade) ficaram perplexos diante de estranhos eventos que aconteciam em sua residência. As cortinas se balançavam, chegando por vezes até o teto, mesmo quando as janelas e portas estavam completamente fechadas; certo local da casa apresentava temperatura sensivelmente mais fria do que os outros cômodos; alguns objetos se moviam como se tivessem vida própria.

Os trechos das histórias contadas brevemente acima não são fruto de ficção. Trata-se de fatos narrados pelos pesquisadores que investigaram tais casos ou pelas próprias pessoas que vivenciaram essas experiências bizarras. São eventos típicos que compõem os chamados casos poltergeist.

OS EVENTOS POLTERGEIST
(do alemão polter = barulhento; geist = espírito), começaram a ser assim chamados sistematicamente por Martinho Lutero (1483-1546) durante a Reforma Protestante para designar determinados eventos que, segundo se acreditava religiosa e popularmente, seriam provocados por espíritos desencarnados ou até mesmo por demônios. Esses eventos consistiriam em ocorrências físicas extra-motoras, ou seja, sem que, à primeira vista, fosse identificada alguma causa natural ou conhecida para que esses eventos acontecessem: movimentação e/ou ruptura “espontânea” de objetos; chuva de pedras ou tijolos sobre uma casa ou em um determinado ambiente fechado; aparecimento espontâneo de água e/ou fogo; aparecimento de fezes em alimentos; correntes de ar; acender, e apagar de luzes, tudo isso de forma misteriosa aos olhos das pessoas que observam essas ocorrências.


Por se tratar de eventos de características tão extraordinárias, é comum que à primeira vista se atribua uma causa sobrenatural a esses “fenômenos”. Diferentes grupos culturais podem utilizar diversas denominações e explicações populares e particulares para esses eventos. No Brasil, as pessoas comumente chamam o local onde os poltergeists ocorrem de casas ou locais mal-assombradas. Principalmente na zona rural, os poltergeists podem ser atribuídos a figuras folclóricas, como o Saci-Perere, que viveria pelas florestas e fazendas fazendo traquinagens com animais e pessoas. Na zona urbana, as interpretações mais freqüentes se voltam para a crença numa suposta ação de espíritos ou entidades, por influência das religiões afro-brasileiras e do espiritismo kardecista.
 

Julgar que se conheça a causa desses eventos apenas por sua aparência, ou seja, pelo modo estranho e sugestivamente sobrenatural com que ocorrem, é algo comum às religiões. No campo científico, cientistas tentam descobrir se esses eventos de fato ocorrem em determinadas situações e, a partir daí, o modo de funcionamento dessas ocorrências. Será que existem facetas das forças conhecidas da física ainda não devidamente entendidas, que seriam as responsáveis pelos poltergeists em dadas circunstâncias? Ou haveria alguma força física ainda não conhecida que estaria envolvida nesses episódios? Questões cruciais que pesquisadores psi tentam resolver oficialmente há mais de um século.

HÁ REGISTROS DE RELATOS DE CASOS poltergeist desde os tempos mais remotos até o presente. Esses relatos foram registrados de diferentes formas, sendo alguns mais detalhados e precisos que outros; uns se referem a casos mais pitorescos e extensos, outros a casos “menos fantásticos” e de curta duração. Mas certamente não há qualquer relato que fale de certos eventos que o cinema nos apresenta. Há que se levar em conta que os filmes muitas vezes exageram nos efeitos poltergeist.
Cientistas têm se interessado pelo estudo desses casos, uma vez que eles são narrados insistentemente ao longo da história. Apesar de raros, esses eventos parecem acontecer com mais freqüência do que se imagina. Uma coletânea feita pelos pesquisadores Hereward Carrington (1880-1959) e Nandor Fodor (1895-1964), publicada em 1953 (Haunted People: The Story of Poltergeists Down the Centuries), traz registros de ocorrências poltergeist desde 355 a.C. Na literatura especializada, ainda há vários relatos associados a supostos místicos, santos e vítimas de bruxaria. Desde o século 9, não há um século que deixe de contar com pelo menos um registro de caso do tipo poltergeist.
Até o século 18, acreditava-se que os chamados eventos poltergeist fossem provocados por entes espirituais, fadas, bruxas e pelo diabo. Do século 17 há notícias de algumas pesquisas rudimentares, porém conduzidas seriamente, acerca dessas ocorrências. No entanto, devido à forte influência da Igreja Católica Apostólica Romana, nessa época, a grande preocupação social no Ocidente era o combate à bruxaria, à possessão diabólica e ao envolvimento com espíritos. Dessa forma, pouca importância se dava às ocorrências físicas propriamente ditas, enfatizando-se primordialmente a discussão de questões religiosas.
Nos séculos 18 e 19, o declínio da bruxaria, o desenvolvimento do mesmerismo (técnica de cura criada pelo médico vienense Franz Anton Mesmer (1734-1815), baseada na existência do “magnetismo animal” realizada por meio de imposição de mãos e de ímãs) e do espiritismo kardecista, entre outros fatores, levaram a uma abordagem de pesquisa mais científica dos poltergeists. Várias ocorrências desse tipo foram descritas detalhadamente e publicadas. Alguns investigadores se hospedavam nas casas em que se davam os eventos para observar o ambiente sob condições controladas, a fim de evitar fraudes.





O SÉCULO 19 APRESENTOU DOIS TIPOS DE INTERPRETAÇÃO para as ocorrências poltergeist: um sobrenaturalista e outro naturalista. As interpretações sobrenaturalistas, principalmente de cunho espírita ou espiritualista, responsabilizavam espíritos de mortos e/ou seres elementais não-humanizados pelos assim chamados eventos poltergeist. Por sua vez, as interpretações naturalistas buscavam na ciência explicações naturais para aqueles eventos. Era comum levantar a hipótese de que a eletricidade seria a causadora daqueles “misteriosos” fenômenos físicos, porque as propriedades dessa forma de energia eram pouco entendidas. Em algumas circunstâncias, atribuía-se a causa dos poltergeists a energias psíquicas ou magnéticas do corpo humano. A não-atribuição apenas de explicações sobrenaturalistas aos poltergeists contribuiu para um importante avanço nas pesquisas.


Para alguns pesquisadores dos séculos 19 e 20, os poltergeists nunca passaram de fraudes bem montadas. Especialmente no início do século 20, debateu-se exaustivamente a respeito desse assunto. Porém, pesquisadores observaram que há casos em que realmente parece haver algum tipo de interferência ambiental não-fraudulenta e aparentemente extra-motora que provocaria os eventos poltergeist. Assim, surgiram teorias que tentam explicar cientificamente como se daria essa intervenção.


Uma das primeiras observações feitas foi a de que as ocorrências poltergeist parecem estar ligadas à presença de determinada pessoa que habita ou freqüenta o local dos eventos. Ainda não há consenso sobre como denominar essa pessoa, mas, principalmente desde o início da década de 1990, opta-se por chamá-la de “agente” ou “sujeito” poltergeist.


O século 20 foi marcado pelas especulações e interpretações psicodinâmicas dos poltergeists à luz da psicologia e da psicanálise.


Na década de 1920, o pesquisador Carrington propôs que os poltergeists seriam produzidos por uma espécie de energia irradiada do corpo do agente no período da puberdade, quando as energias sexuais estão em “ebulição” em seus organismos. Possivelmente, vem daí o “mito” de que sempre há um adolescente envolvido ou responsável pelos poltergeists. Essa teoria de Carrington se aplicaria a muitos casos, mas não a todos, uma vez que, apesar de aparentemente haver uma tendência para que o agente seja um adolescente, a história registra casos em que o suposto agente não se encontra na adolescência, sendo por vezes bastante idoso.


É bom que se diga também que há uma “crença” difundida de que, em geral, os agentes poltergeist são do sexo feminino. No entanto, William Roll verificou, através de um levantamento de dados publicado em 1977, que a porcentagem de supostos agentes do sexo masculino e do sexo feminino é equilibrada, apresentando uma leve tendência, sem importância estatística, para a incidência de agentes do sexo feminino. O fato da porcentagem de mulheres ser um pouco superior à de homens pode se dever, por exemplo, às proporções de homens e mulheres na população em geral à época da ocorrência dos casos. De qualquer forma, essa questão relacionada ao sexo e à idade dos agentes ainda carece de mais pesquisas e maior aprofundamento.

NA DÉCADA DE 1930, O POLTERGEIST ERA tratado como um “hóspede indesejado”, não exatamente como algo independente do agente, mas como fruto de uma psicopatologia. De acordo com essa idéia, o agente poltergeist estaria sofrendo de uma espécie de doença, de desequilíbrio que causaria os fenômenos. Essa idéia ainda é defendida por alguns, mas ela não tem fundamentos na prática. As pesquisas mostram que não há correlação direta entre doença física ou mental e a ocorrência de eventos poltergeists. Assim, qualquer pessoa, sã ou doente, pode potencialmente se tornar um agente poltergeist, em determinadas circunstâncias.


Na década de 1940, o psicólogo britânico John Layard propôs que os poltergeists proveriam “uma forma dissimulada de alívio e, assim, uma função curativa para conflitos reprimidos”. Portanto, a ocorrência dos fenômenos se daria como uma válvula de escape para essas tensões que são muitas vezes reprimidas “para manter as aparências”. É como se a agressividade de uma pessoa se projetasse de alguma forma no ambiente, provocando os eventos já descritos. No entanto, as pessoas envolvidas geralmente não se dão conta de sua participação nos fatos.


A partir de então, a hipótese de envolvimento do ser humano vivo nas ocorrências poltergeist por meio de uma interação mental direta com o ambiente começou a ganhar mais força. Estabelecia-se, assim, a chamada teoria psicocinética psicológica para explicar os poltergeists. A partir do final da década de 50, foi proposta uma nova denominação para os poltergeist: psicocinesia recorrente espontânea ou RSPK (do inglês recurrent spontaneous psychokinesis). Psicocinesia se refere à ação mental direta, sem mediação física conhecida, sobre o ambiente (do grego psique = mente; kinese = movimento).


Os termos “recorrente” e “espontânea” são utilizados respectivamente porque as ocorrências se repetem por determinado período de tempo e de forma não controlada. Portanto, de acordo com essa teoria – que continua sendo aperfeiçoada e discutida pelos pesquisadores – como já foi brevemente dito, os poltergeists seriam eventos físicos que teriam íntima ligação com o contexto em que eles se dão. Assim, suponhamos, numa família em que há um conflito religioso, por exemplo, objetos religiosos podem ser afetados (Bíblias que se rasgam, terços e imagens religiosas que se movimentam por si só, etc.). Ou em um escritório onde há problemas de relacionamento entre colegas de trabalho, são afetados objetos pessoais ou de uso primordialmente de uma determinada pessoa envolvida nesses conflitos.

UM QUESTIONAMENTO que comumente se faz acerca dessa explicação é: se todos nós temos problemas, por que não somos, a todo momento, bombardeados por eventos de tipo poltergeist? Infelizmente, a resposta é: ainda não sabemos. Aparentemente, determinadas pessoas lançam mão desse tipo de recurso para externalizar suas angústias e expressar sua agressividade, reprimidos devido a circunstâncias. Os poltergeists, então, teriam duas funções: alívio de tensão e comunicação ou expressão de conteúdos internos reprimidos, sendo esta última talvez a função mais fundamental.


Explicando melhor: assim como certas pessoas buscam alívio para seu estresse e tensões praticando algum esporte, outras inconscientemente provocariam certos efeitos poltergeist. Mas não provocariam o poltergeist de forma caótica. Esses fenômenos têm uma lógica intrínseca, que diz respeito ao contexto, à situação vivida por aquela pessoa e pelo grupo em que ela está inserida. Nesse sentido, os poltergeists funcionam de modo semelhante ao mecanismo dos sonhos descrito por Freud.


Como disse em minha tese de doutoramento que estuda os poltergeists enquanto linguagem: “De acordo com o ponto de vista freudiano, o sonho serviria como um modo inconsciente de realização de desejos e/ou satisfação de necessidades que nem sempre podem ser realizadas ou satisfeitas por questões sociais, culturais ou circunstanciais. (...) Os casos poltergeist analisados nos mostram que os fenômenos poltergeist, assim como os sonhos, também seriam meios de realizar e expressar desejos e necessidades. Mas os poltergeists parecem dar um passo além dos sonhos. Enquanto o sonho é uma metáfora mental de desejos e necessidades e/ou de sua realização/satisfação, o poltergeist parece ser a grande metáfora corporificada de uma crise ou a realização efetiva de um desejo de agressão, por exemplo. Os fenômenos poltergeist são externos, observáveis, compartilhados, portanto, são sociais. Os sonhos, por sua vez, só se tornam sociais quando se transformam em narrativas. Somente quando contados a outras pessoas é que os sonhos são compartilhados em alguma medida. Enquanto isso, o poltergeist, sendo fruto da dinâmica psicossocial de um grupo, somente pode acontecer de forma compartilhada. E é social também porque parece ser um modo de tentar resolver algo que ocorre nesse ambiente”.


Portanto, os poltergeists funcionam como uma linguagem. Essa conclusão tem respaldo no fato de que quando os problemas que envolvem determinada família ou grupo que vivencia um poltergeist são identificados e verbalizados, ou seja, as pessoas conversam sobre seus descontentamentos e colocam os pingos nos “is”, os fenômenos tendem a diminuir e cessar por completo. Assim sendo, os poltergeists seriam um meio de expressão, uma linguagem metafórica por meio da qual determinados indivíduos expressam desejos, necessidades e agressividade quando essa expressão é reprimida por causa da cultura, das convenções sociais etc. Havendo a possibilidade de falar a respeito de suas angústias, ou seja, de trocar essa linguagem metafórica pela linguagem verbal, pela conversa, pelo diálogo, os fenômenos cessam.

OS POLTERGEIST CUMPREM SEU PAPEL de linguagem porque acabam por promover, de uma forma ou de outra, a resolução dos problemas que o motivaram. Ou seja, os problemas são comunicados metaforicamente por meio das ocorrências que “forçam” uma reflexão sobre essas questões.


Pessoas identificadas como agentes poltergeist comumente não se reconhecem como tais, mas aos poucos acabam por identificar as ocorrências com seus desejos e necessidades. Esse reconhecimento e o aprender a lidar com essas angústias auxiliam também na cessação dos fenômenos.


É importante lembrar que existem, de fato, muitos eventos fraudulentos que imitam os poltergeists. Essas fraudes podem ocorrer por vários motivos: alguém que tenta chamar a atenção ou assustar as pessoas com as quais convive, por exemplo. De qualquer forma, as fraudes e os chamados eventos poltergeist genuínos parecem seguir a mesma lógica: expressão de algo interno reprimido. Um idoso ou um adolescente que de propósito forja eventos de efeitos semelhantes ao poltergeist podem ter a mesma motivação que seria válida para uma outra situação em que se daria um caso poltergeist propriamente dito. Dessa forma, casos poltergeists, genuínos ou não, se comportam, se estruturam como uma linguagem, compartilham de uma mesma lógica e provocam efeitos, no mínimo, semelhantes. O estudo dessa lógica e dos efeitos comuns certamente pode auxiliar na compreensão não só dos casos poltergeists em si, mas também do ser humano, em última instância.


Para além das características pessoais de personalidade das pessoas envolvidas – que foram detectadas por meio de testes psicológicos cuja eficácia é questionável – há também questões ambientais importantes que têm sido estudadas. A partir da década de 1960, pesquisadores como Hans Bender (1907-1991) passaram a utilizar instrumentos nas investigações para detectar, no local das ocorrências, vibrações, energia eletrostática, sons e mudanças de temperatura. Atualmente, William Roll e outros pesquisadores de poltergeists, como Andrew Nichols e Michaeleen Maher, continuam a utilizar tecnologia moderna nas pesquisas de campo. Além disso, estudos, principalmente os realizados pelo pesquisador Michael Persinger, investigam a correlação entre a atividade geomagnética da Terra e a incidência de ocorrências poltergeist.


Alguns poucos estudos fisiológicos também têm sido realizados a fim de tentar descobrir se os chamados agentes poltergeist teriam alguma característica fisiológica específica que os faria propensos a desencadear os fenômenos, mas ainda não foram encontrados resultados significativos.


A chave para uma compreensão mais abrangente dos poltergeists ainda não foi encontrada. Parece haver uma conexão entre aspectos psicológicos, físicos e talvez fisiológicos que, em dadas circunstâncias, propiciam essas ocorrências.
 
A investigação científica dos poltergeists tem andado a passos lentos devido às dificuldades de pesquisa, resultantes das peculiaridades desses eventos e dos obstáculos enfrentados pelos pesquisadores. Apesar de todas essas dificuldades, as muitas centenas de relatos de poltergeists registrados ao longo da história da humanidade, especialmente nos três últimos séculos, fornecem dados que dão pistas acerca das condições e facilitação dessas ocorrências, e já é possível contar com alguns avanços e teorias a respeito dos mecanismos nelas envolvidos.


Esses avanços animam algumas importantes empresas a investirem no estudo da possível aplicação do potencial psicocinético humano. Pesquisas experimentais são financiadas com a finalidade de descobrir meios de dominar a gravidade e levitar objetos, acender e apagar as luzes com a força do pensamento e coisas desse tipo. A AT&T, a Sony Corporation e outras empresas japonesas de telecomunicações, além da Fundação Bial, de Porto, Portugal, mantida por uma importante indústria farmacêutica, já investiram milhões em pesquisas com o objetivo de descobrir algo nesse sentido.


No Brasil, há poucas investigações científicas de casos poltergeist brasileiros divulgadas. A maioria dos livros e trabalhos que tratam do assunto apresentam tendências religiosas, principalmente espíritas ou católicas, antiespiritismo. Mas uma nova geração de pesquisadores está se interessando pelo tema, com promessas de novas pesquisas sem o envolvimento de crenças e dogmatismos.


Fátima Regina Machado é Mestre em Ciências da Religião (PUC-SP), Doutora em Comunicação e Semiótica (PUC-SP) e Coordenadora do Inter Psi (www.interpsi.cjb.net).

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

VOCÊ É A CAUSA DE TUDO



PORQUE FICAMOS DOENTE?

A cada dia que passa nós vamos descobrindo mais sobre o funcionamento da natureza. Desta vez é nosso corpo e a tentativa de responder a perguntas intrigantes, como:

 
 
 
Porque ficamos doentes? Ou mesmo: Porque um câncer se instala em nossa perna e não em nosso braço? Ou ainda: Porque uma forma de doença e não outra? Ou Porque agora em minha vida, quando tudo parecia bem?

Ao longo da trajetória das ciências médicas, muito pouco se tem conseguido. A Psicossomática ainda parece engatinhar. Mesmo a medicina paralela, não convencional e alternativa, parece ter muitos problemas para entender ou explicar estas questões.

VOCÊ É A CAUSA DE TUDO

A grande maioria das pessoas atribui à sorte, ao azar, ao acaso ou a um poder superior a causa e o comando de tudo que lhes acontece na vida. Com isso, jamais procuram verificar a verdade sobre os fatos. Elas preferem optar por uma atitude conformista ou comodista, alimentando uma postura interna de vítimas que as faz sentirem-se “coitada”. Ficam hipnotizadas pela idéia de impotência diante de certos acontecimentos que consideram difíceis e sobre os quais não querem ter nenhum controle ou responsabilidade.

É comum, nas situações dolorosas que afetam a elas mesmas ou os outros, as pessoas se acovardem, em vez de resistirem com coragem e determinação. Quando não compreendem a causa de certos acontecimentos catastróficos, alguns justificam seu comodismo com frases como: “Deus ou o destino quis assim” ou “Não aconteceu porque não era para ser”. Outros preferem se revoltar a procurar desvendar a verdadeira realidade dos fatos.

Reagir com comodismo ou revolta é preservar uma atitude de vítima. O “vitimismo” é sem dúvida o maior empecilho ao progresso da humanidade. Será que você também pensa assim?
Acredita que sorte, azar, acidentes, dramas, alegrias, enfim, as coisas que acontecem em sua vida são independentes de sua vontade? Considera que o acaso provoca as situações ruins?

Imagina que existe algo movimentando sua vida e que você mesmo não tem participação alguma? Pensa que seus problemas são causados pela inveja dos outros ou pelo destino e não por sua condição interna?

Pensar dessa maneira causa-lhe complicações e sofrimentos que reprimem a expressão de vida. Aquele que se julga vítima acredita que está no mundo para sofrer, aquele que pensa assim, teria de concordar que está deixando a direção de sua vida nas mãos de outros, ou que nos mínimo está sendo omisso e displicente. Alimentar pensamentos dessa ordem não lhe permitirá usar seu poder de transformar os acontecimentos desagradáveis e edificar uma vida melhor.

De modo geral, o ser humano crê na fatalidade, no acaso e na negligência. Quando “acidentes” acontecem, as pessoas imediatamente definem as situações, sem dar a chance de perceber se há uma outra forma de encarar os fatos.

Explicar algo classificado como fatalidade não é uma tarefa fácil. Compreender o que está por trás de um acontecimento ruim exige certa predisposição a acatar o novo e abandonar os conceitos impregnados na humanidade. Um acidente parece sempre algo inexplicável, e o acaso um mistério agindo aleatoriamente.

Pensar desse modo é o mesmo que considerar que o NADA pode fazer tudo, como realizar feitos extraordinários, provocar acidentes, promover sua demissão do emprego, fundir o motor de seu carro, causar uma infestação de cupins em sua casa e uma série de outros males que o rodeiam. Olhar a vida por essa óptica é acreditar que somos vítimas dos mecanismos naturais. A idéia de sermos vítimas das fatalidades não é a melhor concepção de vida.

É inaceitável crer que um ser superior governe tudo como um tirano ou mesmo que é o acaso que provoca todos os contratemos na vidas das pessoas. Assim também não se pode acreditar que a natureza é desordenada a ponto de cometer alguns lapsos em seus intrincados mecanismos de funcionamento. A natureza é sábia, portanto para toda ação há sempre uma causa, mesmo quando nossa inteligência não consegue alcançar o acontecimento do processos da vida.

Quem segue sua intuição e busca uma outra explicação dos acontecimento, rompendo com a concepção do acaso e da injustiça, acaba encontrando as respostas para as ocorrências desagradáveis. Experimente desafiar a idéia de fatalidade e busque a consciência das verdadeiras causas. Não acredite cegamente no que lhe foi passado. Procure obter um vivência prática, observe as sensações de seu corpo, dê vazão à intuição. Esse procedimento possibilita desvendar a realidade dos acontecimentos.

O “vitimismo” é uma forma infantil de lidar com os fatos. De que modo então poderemos compreender os acidentes e as situações problemáticas ou maravilhosas, se não cremos mais no acaso, se não responsabilizamos os outros, tampouco as atribuímos à vontade divina ou aos imperativos da vida? Qual a explicação plausível para o que acontece de bom ou prejudicial em nossa vida? A resposta é: VOCÊ CAUSA TUDO! É O CENTRO DE SUA VIDA E SENHOR (A) DE SEU PRÓPRIO DESTINO. “A mente tem diferentes níveis, mas não tem limites”.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

VIDA APÓS A MORTE -uma experiência impressionante de quase morte





Mellen-Thomas Benedict é um artista que sobreviveu a uma experiência de quase-morte em 1982. Ele permaneceu morto por mais de uma hora e meia após ter morrido de câncer. Na hora de sua morte ele saiu do corpo e foi para a luz. Ele estava curioso a respeito do universo, e foi levado pra longe, para as profundezas remotas da existência e além, para o vazio energético do nada que existe por detrás do Big Bang.
Durante a sua experiência, ele absorveu uma quantidade enorme de informações sobre a reencarnação. Por causa da sua experiência de quase-morte, ele trouxe de volta descobertas científicas. O Sr. Benedict tem estado profundamente envolvido com os mecanismos de comunicação celular e pesquisas sobre o relacionamento entre a luz e a vida que se chama Biologia Quântica.
O Sr. Benedict descobriu que as células vivas respondem muito rapidamente à estimulação de luz, e isto resulta entre outras coisas, numa cura de alta velocidade. Ele é um pesquisador, inventor e palestrante, que tem seis patentes nos Estados Unidos.
 O seu livro excelente intitulado The Near-Death Experience: A Reader publicado pela Routledge, Nova York, em 1996, é altamente recomendável.

Sobre a experiência de Mellen, Dr. Ken Ring ressaltou, "Sua história é uma das mais extraordinárias dentro da extensa pesquisa que tenho feito sobre experiências de quase-morte".

Leia e tire as suas conclusões: 

Em 1982 eu morri de um câncer terminal. A doença era inoperável, e todos os tipos de quimioterapia que me davam me faziam vegetar cada vez mais. Os médicos me deram de seis a oito meses de vida. Eu fui um obstinado por informações nos anos 70, e me tornei cada vez mais desanimado por causa da crise nuclear, da crise ecológica e esses assuntos. E, por não ter uma base espiritual, eu passei a acreditar que a natureza havia cometido um engano, e que nós provavelmente éramos um organismo canceroso no planeta. Eu não via nenhuma saída para os problemas que tínhamos criado para nós mesmos e para o planeta. E enxergava todos os humanos como sendo câncer, já que era isso que eu tinha. Foi isso que me matou. Cuidado com a sua visão do mundo. Ela pode voltar para você, especialmente se for uma visão de mundo negativa. Eu tinha uma visão gravemente negativa. Isto foi o que me conduziu à morte. Eu tentei vários métodos alternativos de cura, mas nada ajudou.


Então eu decidi que isto ficaria apenas entre eu e Deus. Na verdade eu nunca havia encarado Deus antes, nem lidado com Ele. Eu não tinha nenhuma espiritualidade na época, mas eu comecei uma jornada para aprender espiritualidade e curas alternativas. Eu li tudo o que pude e me agarrei ao assunto, porque eu não queria ter uma surpresa quando chegasse do outro lado. Comecei a ler sobre várias religiões e filosofias. Tudo era muito interessante e me deu uma esperança de que havia alguma coisa do outro lado.

Por outro lado, eu era um artista liberal que fazia vitrais, e não possuía assistência médica. Então, todas as minhas economias se foram do dia para noite nos exames médicos. Enfrentei os médicos sem nenhum tipo de seguro. Eu não queria que a minha família se afundasse financeiramente, e decidi lidar com isso sozinho.

Eu não tinha dores constantes, mas apagava de vez em quando. Fiquei de um jeito que nem me atrevia a dirigir, e eventualmente ia parar no hospital. Eu contratei minha própria enfermeira. E fui abençoado por este anjo, que ficou junto comigo na fase terminal. Eu durei cerca de dezoito meses. Não quis tomar muitos remédios, para ficar o mais consciente possível. E comecei a ter tanta dor, que isso era a única coisa que eu tinha na consciência, felizmente por poucos dias de cada vez.

Eu me lembro de acordar um dia em casa por volta das 4:30 da manhã, sabendo que estava acabado. Este era o dia em que eu ia morrer. Então eu chamei uns amigos para me despedir. Eu acordei minha enfermeira e disse a ela. Eu tinha um acordo particular com ela de que ela deixaria meu corpo morto sozinho por umas seis horas, porque eu tinha lido que muitas coisas interessantes acontecem quando você morre. Eu voltei a dormir. A próxima coisa que eu lembro é o começo de uma típica experiência quase-morte.

Subitamente eu estava totalmente consciente e de pé, mas meu corpo estava na cama. Tinha uma escuridão a minha volta. A experiência de estar fora do corpo foi mais vívida do que as experiências ordinárias. Foi tão vívida que eu podia ver cada cômoda da casa, eu podia ver o topo da casa, eu podia ver em volta da casa, eu podia ver em baixo da casa.

Tinha uma luz brilhando. Eu me virei para ela. A luz era muito similar com o que muitas outras pessoas haviam descrito nas suas experiências quase-morte. A Luz é magnífica. É tangível; você pode senti-la. É atraente; você quer ir para ela da mesma forma como você iria para os braços da sua mãe ou do seu pai ideais.

Na medida em que eu fui me movendo para a luz, eu senti intuitivamente que se eu fosse até lá eu estaria morto.

Então na medida em que eu ia me movendo para a luz eu disse, "Por favor, espere um pouco, espere um segundo. Eu quero refletir sobre isto; eu gostaria de conversar com você antes de ir".

Para a minha surpresa, toda a experiência parou naquele ponto. Você está sim no controle de sua experiência quase-morte. Isto não é como um passeio na montanha-russa. Então meu pedido foi honrado e eu tive algumas conversas com a luz.

A luz estava sempre se transformando em figuras como Jesus, Buda, Krishna, mandalas (http://www.near-death.com/archetypal.html), imagens arquetípicas e simbólicas.

Eu perguntei a ela, "o que está acontecendo aqui? Por favor, luz, esclareça-me. Eu realmente quero saber a verdade sobre esta situação".

Eu não tenho palavras exatas para dizer, porque foi um tipo de telepatia. A luz respondeu. A informação que foi transferida a mim foi que as suas crenças dão forma ao tipo de feedback que você obtém diante da luz. Se você for Budista ou Católico ou Fundamentalista, você terá um feedback relacionado com o que você acredita. Você tem uma chance de olhar e examinar as coisas, mas a maioria das pessoas não fazem isso.

Enquanto a luz se revelava para mim, eu me dei conta que o que eu realmente estava vendo era uma matriz de nosso Eu Superior. O que eu posso dizer é que aquilo se transformou em uma matriz, uma mandala de almas humanas, e o que eu percebi foi que o que nós chamamos de Eu Superior em cada um de nós, é na verdade uma matriz. E é também um canal condutor para a Fonte; cada um de nós vem diretamente de lá, como uma experiência direta da Fonte. Todos temos um Eu Superior, ou uma parte além-alma. Ela se revelou para mim na sua forma mais verdadeira. A única forma que eu encontrei para descrever isso é o que o Eu Superior é como um canal. Ele não parece um canal, mas é uma conexão direta com a Fonte que todos nós temos. Nós estamos diretamente conectados com a fonte.

A luz estava me mostrando a matriz do Eu Superior. E ficou bem claro para mim que todos os Eus Superiores estão conectados como um ser só, todos os humanos estão conectados como um ser só, nós somos na verdade o mesmo ser, diferentes aspectos do mesmo ser. Independente de religiões. Este foi o meu feedback. E eu vi a mandala de seres humanos. É a coisa mais linda que eu já vi. Eu fui até ela e foi simplesmente magnífico, avassalador. Era como se todo o amor que você sempre quis estivesse ali. Aquele tipo de amor que cura, que cicatriza, que regenera.

Enquanto eu pedia que a luz continuasse explicando, eu entendi o que é a matriz do Eu Superior. Nós temos uma rede em volta do planeta onde todos os Eus Superiores estão conectados. É como uma grande companhia, um nível de energia sutil que está próximo, o nível espiritual, pode-se dizer.

Então, após uns minutos, eu pedi por mais esclarecimento. Eu realmente queria saber sobre o universo, e eu estava pronto para saber naquele momento.

Eu disse, "Estou pronto, pode me levar".

Então a luz virou a coisa mais linda que eu já vi até hoje: a mandala de almas humanas neste planeta.

E eu com a minha visão negativa sobre o que aconteceu no planeta.

Conforme eu pedia para luz a continuar me esclarecendo, eu vi nessa mandala como nós somos lindos na nossa essência, no nosso núcleo. Nós somos as mais lindas criações. A alma humana, a matriz humana da quais todos fazemos parte é absolutamente fantástica, requintada, exótica, tudo. Eu não tenho palavras suficientes para expressar como este instante mudou a minha visão do ser humano.

E disse, "Oh, Deus, eu não sabia o quanto somos belos".

Em qualquer nível, alto ou baixo, em qualquer forma que você esteja, você é a criação mais linda sim.

Eu fiquei atônito ao perceber que não existe nada de mau em nenhuma alma.

E disse, "Como pode ser?"

E a resposta foi que nenhuma alma era ruim por natureza. As coisas terríveis que acontecem com as pessoas podem levá-las a fazer coisas ruins, mas suas almas não são más. O que todas as pessoas buscam, e o que as sustenta é o amor, a luz me disse. O que distorce as pessoas é a falta de amor.

As revelações vindas da luz pareciam não ter fim, e então eu perguntei, "Isto quer dizer que a raça humana será salva?"

E a Grande Luz falou, ao som de um tipo de toque de trombetas e com uma chuva de luzes espiraladas, "Lembre-se disso e nunca esqueça; você salva, redime e cura a si mesmo. Você sempre pôde fazer isto. Você sempre poderá. Você foi criado com este poder, desde antes do começo do mundo."

Naquele momento eu fui até mais longe. Eu entendi que NÓS JÁ FOMOS SALVOS, e nós nos salvamos porque fomos feitos para a auto-correção, assim como o resto do universo de Deus. Este é o porquê da segunda vinda.

Eu agradeci à Luz de Deus com todo o meu coração. A melhor coisa que eu pude dizer foram estas palavras simples de agradecimento pleno:

"Oh Deus amado, Universo querido, amado Ser Superior, eu amo a minha vida."

A luz parecia respirar em mim ainda mais profundamente. Era como se a luz estivesse me absorvendo completamente. O amor que a luz é, até esse dia, é algo indescritível. Eu penetrei em uma outra realidade, mais profunda que a anterior, e percebi algo muito, muito maior. Era um fluxo de luz, vasto e repleto, no meio do coração da vida. Eu perguntei o que era aquilo.

A luz respondeu, "Este é o RIO DA VIDA. Beba desta água manancial para satisfazer o seu coração".

E assim fiz eu. Tomei um grande gole e depois mais um. Beber da própria vida! Eu fiquei em êxtase.

E então a luz disse, "Você deseja algo."

A luz sabia tudo sobre mim, todo passado, presente e futuro.

"Sim!" eu sussurrei.

Eu pedi para ver o resto do universo; além do nosso sistema solar, além de toda a ilusão humana. A luz então me disse que eu poderia ir com o Rio. Eu fui, e fui carregado através da luz para o fim do túnel. Eu senti e ouvi uma série de estrondos sonoros muito suaves. Que enxurrada!

De repente, eu parecia estar sendo lançado para fora do planeta no rio da vida. Eu vi a Terra voar para longe. O sistema solar, com todo seu esplendor passou por mim a toda velocidade e desapareceu. Mais rápido que a velocidade da luz, eu voei através do centro da galáxia, absorvendo cada vez mais conhecimento. Eu aprendi que esta galáxia, e todo o universo, estão abarrotados das mais variadas espécies de VIDA. Eu vi muitos mundos. A boa notícia é que não estamos sós neste universo!

Conforme eu viajava por este fluxo de consciência através do centro da galáxia, o fluxo estava se expandindo em imponentes ondas fractais de energia. Os super-conglomerados de galáxias com toda sua sabedoria ancestral passaram por mim. Aquilo foi uma maravilha inimaginável! Eu realmente estava como uma criança maravilhada; um bebê no mundo da fantasia!

Parece que todas as criações do universo passavam voando por mim e desapareciam num ponto de luz. Quase que imediatamente uma segunda luz apareceu. Ela vinha de todos os lados, e era bem diferente; uma luz composta de mais do que todas as freqüências no universo.

E novamente eu senti e ouvi um monte de estrondos sonoros suaves. Minha consciência ou meu ser, estavam se expandindo para todo o universo holográfico e para além dele.

Conforme eu passava pela segunda luz, eu me dei conta de que eu tinha transcendido a verdade. Estas são as melhores palavras que eu encontrei, mas vou tentar explicar melhor. Conforme eu passava pela segunda luz, eu me expandi além da primeira luz. Eu me encontrei num profundo estado de quietude, além de todo e qualquer silêncio. Eu pude ver ou perceber o ETERNO, além do infinito. Eu era o vazio. Eu estava na pré-criação, antes do Big Bang. Eu ultrapassei o começo do tempo - a primeira palavra - a primeira vibração. Eu estava no centro da criação. Eu senti como se eu estivesse tocando a face de Deus. Não foi um sentimento religioso. Eu estava simplesmente em harmonia com a vida absoluta e com a consciência.

Quando eu digo que eu pude ver ou perceber o eterno, eu quero dizer que eu pude vivenciar toda criação se gerando. Não tinha começo nem fim. Este é um pensamento que desafia a mente não? Os cientistas vêem o Big Bang como um único episódio que criou o universo. Eu vi que o Big Bang é apenas um de um número infinito de Big Bangs que criam universos infinita e simultaneamente. A única imagem que chega um pouco perto disso, em termos humanos, seriam aquelas criadas pelos supercomputadores que usam equações geométricas fractais.

Os povos ancestrais sabiam disso. Eles diziam que a Mente de Deus criava universos novos periodicamente, através da expiração, e des-criava (de-creating) outros universos através da inspiração. Estes períodos, ou épocas eram chamados de Yugas. A ciência moderna chama de Big Bang. Eu estava na consciência pura e absoluta. Eu podia ver ou perceber todos os Big Bangs ou Yugas criando e des-criando a si próprios. Na mesma hora eu entrei neles todos simultaneamente. Eu vi que toda e qualquer parte da criação tem o poder de criar. É muito difícil tentar explicar isso. Eu ainda não tenho palavras.

Depois do meu regresso eu fiquei anos assimilando a experiência do vazio. E o que eu posso dizer é que o vazio é ao mesmo tempo menos do que nada e mais do que tudo que existe. O vazio é o zero absoluto; o caos formando todas as possibilidades. É a consciência absoluta, ainda mais do que a inteligência universal.

Onde está o vazio? Eu sei. Está dentro e fora de tudo. Você, neste momento, enquanto vive, está sempre dentro e fora do vazio simultaneamente. Você não precisa ir a lugar algum nem morrer para chegar lá. O vazio é o vácuo ou o nada entre todas as manifestações físicas. O ESPAÇO entre átomos e seus componentes. A ciência moderna começou a estudar esse espaço entre tudo. Eles chamam isso de Ponto Zero (http://www.calphysics.org/zpe.html). Sempre que eles tentaram mensurá-lo, chegavam à conclusão que não tinham instrumentos com escalas compatíveis, que seriam infinitas, por assim dizer. Existe muito mais 'Ponto Zero' no seu próprio corpo e no universo do que qualquer outra coisa!

O que os místicos chamam de vazio não é vazio. É cheio de energia, uma energia diferente, que criou tudo o que somos. Tudo desde o Big Bang é vibração, desde a primeira palavra, que é a primeira vibração.

O "Eu Sou" bíblico realmente tem um ponto de interrogação depois.

"Eu Sou? O que Sou Eu?"

Então a criação é Deus explorando a Si Mesmo através de tudo o que se possa imaginar, numa contínua e infinita exploração por meio de cada um de nós. Através de cada fio de cabelo da sua cabeça, através de cada folha, em cada árvore, através de cada átomo, Deus está explorando a Si Mesmo, o grande "Eu Sou". Eu comecei a enxergar que tudo o que é, é o Eu (Self), literalmente; o seu Eu (your Self), o meu Eu (my Self). Tudo é o grande Eu. É por isso que até quando uma folha cai Deus sabe. Isto é porque onde quer que você esteja, este é o centro do universo. Em qualquer lugar que qualquer átomo estiver este é o centro do universo. Deus está lá e Deus está no vazio.

Enquanto eu estava explorando o vazio e todos os yugas ou criações, eu estava totalmente fora das nossas concepções de tempo e espaço. E eu descobri, nesse estado expandido, que a criação é puramente consciência absoluta, ou Deus, vindo para a experiência da vida que conhecemos. O vazio em si é destituído de experiência. Ele é pré-vida, antes da primeira vibração. A Mente de Deus é mais do que vida e morte. Portanto existe muitas coisas além de vida e morte para se experimentar no universo!

Eu estava no vazio e estava consciente de tudo o que já foi criado. Era como enxergar com os olhos de Deus. De repente eu não era mais eu. A única coisa que eu posso dizer é que eu estava vendo com os olhos de Deus. E subitamente eu soube o porquê de cada átomo, e pude enxergar tudo.

O interessante foi que eu fui para o vazio e eu voltei com o entendimento de que Deus não está lá. Deus está aqui. É isso. Então a busca constante da raça humana de ir para fora para achar Deus... Deus deu tudo para nós, tudo está aqui, é aqui que está. E o que nós estamos vivendo agora é a exploração de Deus sobre Si mesmo em nós. As pessoas estão tão ocupadas tentando se tornar Deus que elas deveriam entender que nós já somos Deus e Deus está se tornando nós. É exatamente isso.

Quando eu entendi isso, eu já estava satisfeito com o vazio, e queria retornar a esta criação, ou yuga. Parecia a coisa mais natural a ser feita.

Então eu de repente voltei pela segunda luz, ou Big Bang, e escutei mais alguns estrondos. Eu vim pelo rio da consciência de volta por toda a criação, que passeio! Os super conglomerados de galáxias passaram por mim me dando ainda mais insights. Eu passei pelo centro da nossa galáxia, que é um buraco negro. Buracos negros são os grandes processadores ou recicladores do universo. Você sabe o que tem do outro lado de um buraco negro? Somos nós; nossa galáxia; que foi reprocessada de um outro universo.

Na sua configuração energética total, a galáxia parecia uma fantástica cidade de luzes. Toda energia deste lado do Big Bang é luz. Cada sub-átomo, átomo, estrela, planeta, até a própria consciência é feita de luz e tem uma freqüência e/ou partícula. Luz é uma coisa viva. Tudo é feito de luz, até as pedras. Então tudo está vivo. Tudo é feito da luz de Deus; tudo é muito inteligente.

Conforme eu vinha pelo rio, eventualmente eu avistava uma luz enorme vindo. Eu sabia que era a primeira luz; a matriz do Eu Superior do nosso sistema solar. Então o sistema solar inteiro apareceu na luz, acompanhado de um daqueles estrondos suaves.

Eu vi que o sistema solar no qual vivemos é o nosso maior corpo. Este é o nosso corpo local e somos muito maiores do que imaginamos. Eu vi que o sistema solar é o nosso corpo. Eu sou uma parte dele, e a terra é um grande ser criado que somos nós, e nós somos a parte dela que sabe que é assim. Mas nós somos apenas uma parte dela. Nós não somos tudo, mas somos uma parte que sabe que é assim.

Eu pude vislumbrar toda a energia que esse sistema solar gera, e esse é um show de luzes inacreditável! Eu pude escutar a Música das Esferas, (http://www.stampscapes.com/hand1.html). Nosso sistema solar, assim como todos os corpos celestes, gera uma matriz única de luz, som e energias vibracionais. Civilizações avançadas de outros sistemas estelares podem localizar vida no universo na forma que a conhecemos pela vibração ou padrão matricial. Como em uma brincadeira de crianças. As crianças da terra (seres humanos) produzem um som abundante neste momento, como crianças brincando no quintal do universo.

Eu fui pelo rio até o centro da luz. Senti-me abraçado por ela conforme ela ia me levando para dentro de sua respiração novamente, seguido por mais um estrondo.

Eu estava na grande luz de amor com o rio da vida fluindo através de mim. E tenho que dizer de novo, esta é a luz mais amorosa e sem julgamentos que existe. É o pai-mãe ideal para a sua criança.

"E agora?" eu me perguntei.

A luz me explicou que não existe morte; somos seres imortais. Nós já estivemos vivos desde sempre. Eu compreendi que fazemos parte de um sistema vivo que se recicla eternamente. Ninguém me disse que eu tinha que voltar. Eu simplesmente soube que eu voltaria. Era natural, a partir do que eu tinha visto.

Eu não sei quanto tempo eu fiquei com a luz, em tempo humano. Mas chegou um momento em que eu percebi que todas as minhas perguntas tinham sido respondidas do outro lado, de verdade. Todas as minhas perguntas tinham sido respondidas. Cada ser humano tem uma vida diferente, e perguntas diferentes. Algumas de nossas perguntas são universais, mas cada um de nós explora isso a que chamamos vida de uma forma própria. E assim é com todas as formas de vida, de montanhas até cada folha em cada árvore.

E isso é muito importante para o resto de nós neste universo. Porque tudo contribui para a Grande Figura, a totalidade da vida. Nós somos literalmente Deus explorando a Si Mesmo na dança infinita da vida. A peculiaridade de cada um contribui com toda a existência.

Enquanto eu retornava para o ciclo da vida, nem passou pela minha mente, e também ninguém me disse, que eu retornaria para o mesmo corpo. E também nem importava. Eu tinha total confiança na luz e no processo da vida. Conforme o rio se fundiu com a grande luz, eu pedi para nunca esquecer as revelações e as sensações do que eu tinha aprendido do outro lado.

Eu ouvi um "Sim". Foi como um beijo na minha alma.

Então eu fui conduzido de volta pela luz na realidade vibratória novamente. O processo inteiro se reverteu, até com mais informação sendo passada para mim. Eu voltei para casa, e eu estava tendo lições sobre os mecanismos da reencarnação. Eu estava obtendo respostas para todas aquelas pequenas perguntas que eu tinha:

"Como isto funciona? Como aquilo funciona?" Eu sabia que eu reencarnaria.

A terra é um grande processador de energia, e a consciência individual desenvolve-se a partir do interior de cada um. Eu pensei em mim como um humano pela primeira vez, e fiquei feliz por sê-lo. Depois de tudo o que eu vi, eu já ficaria feliz em ser um átomo no universo. Um átomo. Imagine ser a parte humana de Deus... Essa é a bênção mais fantástica. É uma benção que está muito além da maior expectativa do que uma benção pode ser. Para cada um de nós, ser a parte humana dessa experiência é algo imponente, magnífico. Cada um de nós, independentemente de onde estivermos, com problemas ou não, é uma benção para o planeta, onde estivermos.

Então eu passei pelo processo de reencarnação esperando ser um bebê em algum lugar. Mas eu estava recebendo um ensinamento sobre como a identidade individual e a consciência se desenvolvem. E eu reencarnei de volta neste corpo.

Eu fiquei tão surpreso quando eu abri meus olhos. E não sei por que, porque eu já tinha entendido isso, mas ainda assim foi uma surpresa estar de volta neste corpo, de volta no meu quarto, com alguém se debulhando em lágrimas por cima de mim. Era minha enfermeira. Ela desistiu uma hora e meia após me encontrar morto. Ela teve certeza de que eu estava morto; todos os sinais de morte estavam lá - e eu já estava ficando enrijecido. Não sabemos há quanto tempo eu estava morto, mas sabemos que se passou uma hora e meia desde que eu fui encontrado. Ela tinha respeitado o meu desejo de deixar meu corpo recém-falecido a sós por umas horas, o máximo que ela pudesse. Nós tínhamos um estetoscópio amplificado e muitas maneiras de checar as funções vitais do corpo para ver o que estava acontecendo. Ela pode verificar que eu estava morto mesmo.

Não foi uma experiência de quase-morte. Eu experenciei a morte por no mínimo uma hora e meia. Ela me encontrou morto e olhou o estetoscópio, a pressão arterial e o monitor cardíaco por uma hora e meia. Daí eu acordei e vi luz do lado de fora. Eu tentei levantar para ir até ela, mas eu caí da cama. Ela ouviu o barulho, entrou correndo e me viu no chão.

Quando me recuperei eu estava muito surpreso e ainda atônito sobre o que tinha acontecido comigo. No começo toda a memória da viagem que eu fiz não estava lá. Eu continuava escorregando para fora deste mundo e continuava perguntando, "será que estou vivo?" Este mundo parecia mais um sonho do que o de lá.

Em três dias eu estava me sentindo normal novamente, com mais clareza, embora de uma maneira que eu nunca tinha me sentido antes. Minha lembrança da viagem voltou um pouco depois. Eu não conseguia ver mais nada de errado com os seres humanos como eu via antes. Antes disso tudo eu costumava julgar muito. Eu achava que muitas pessoas eram problemáticas, na verdade todos eram problemáticos, menos eu. Mas eu curei tudo isso.

Cerca de três meses depois, um amigo me falou que eu deveria fazer exames, e assim eu fiz. Eu estava me sentindo muito bem, mas fiquei com medo de ter más notícias.

Eu me lembro do médico na clínica olhando para os exames de antes e de depois, dizendo, "Bem, você não tem nada".

Eu disse, "Verdade? Isto é um milagre?"

Ele disse, "Não, essas coisas acontecem, e são chamadas de remissões espontâneas".

Ele não se impressionou. Mas foi um milagre, e eu me impressionei, mesmo se ninguém mais o fizesse.

O mistério da vida tem muito pouco a ver com inteligência. O universo não é um processo intelectual mesmo. O intelecto ajuda; é brilhante, mas agora é só com isso que a gente processa, ao invés de nossos corações e a parte mais sábia de nós.

O centro da terra é um grande transmutador de energia, como vemos em filmes sobre o campo magnético da terra. Esse é nosso ciclo, atraindo almas reencarnadas de volta e completando novamente o ciclo. Um sinal de que você está atingindo o nível humano é quando você começa a desenvolver uma consciência individual. Os animais tem uma alma grupal, e eles reencarnam em grupos de almas. Um veado será um veado para sempre. Mas ao se tornar um humano, não importa se um humano deformado ou um gênio, mostra que você está no caminho do desenvolvimento de uma consciência individual. Isto faz parte da consciência de grupo a qual chamamos humanidade.

Eu vi que as raças são conglomerados de personalidades. Nações como França, Alemanha e a China têm cada uma a sua personalidade. Cidades tem personalidades, elas têm grupos de almas que atraem certas pessoas. Famílias têm grupo de almas. A personalidade individual está se desenvolvendo como ramificações de um fractal: a alma grupal se explora na nossa individualidade. As diferentes questões que cada um de nós tem são muito importantes. Esta é a forma pela qual a Mente de Deus explora a si mesma - através de você. Então faça as suas perguntas, realize as suas pesquisas. Você encontrará o seu Eu e encontrará Deus neste Eu, porque só existe o Eu.

Mais do que isto, eu comecei a ver que cada um de nós, humanos, somos almas-gêmeas (http://www.near-death.com/experiences/experts101.html). Nós somos parte da mesma alma, que se fragmenta (fractaling) (http://math.rice.edu/~lanius/frac/) em diversas e criativas direções, mas ainda é a mesma alma.

Agora quando eu olho pra qualquer ser humano eu vejo uma alma-gêmea, minha alma gêmea, aquela que eu sempre procurei. Além disso, a maior alma-gêmea que você irá encontrar é você mesmo. Somos todos masculinos e femininos. Nós vivemos isso no útero e nos estágios de reencarnação. Se você está procurando por uma alma-gêmea definitiva fora de você, pode ser que você não encontre, ela não está lá. Assim como Deus não está "lá". Deus está aqui. Não procure Deus fora. Procure Deus aqui. Olhe para o seu Eu. Comece pelo maior caso de amor que você jamais teve... Com você mesmo. A partir daí você passará a amar tudo.

Eu fiz uma descida ao que vocês chamariam de inferno, e foi muito surpreendente. Eu não encontrei satã ou o mal. Minha descida ao inferno foi uma descida à miséria humana, à ignorância e escuridão do não-saber dentro de cada um. Parecia uma eternidade de miséria. Mas cada uma das milhões de almas a minha volta tinham uma pequena estrela de luz sempre disponível. Mas ninguém parecia prestar atenção nela. Eles estavam consumidos pela sua própria dor, trauma e miséria. Mas, após o que parecia uma eternidade, eu comecei a buscar aquela luz, como uma criança pedindo a ajuda dos pais. Então a luz se abriu formando um túnel que veio direto para mim e me isolou daquele medo e daquela dor. Isto é o que o inferno realmente é.

Então o que estamos fazendo é aprender a dar as mãos, e nos unir. As portas de saída do inferno estão abertas agora. Nós vamos nos unir, dar as mãos e sair do inferno juntos.

A luz veio para mim e se transformou em um enorme anjo dourado. Eu disse, "você é o anjo da morte?".

Ele expressou para mim que ele era minha alma superior, minha matriz do Eu Superior, uma parte super-antiga de nossos seres. Então eu fui levado para a luz.

Em breve nossa ciência irá quantificar o espírito. Não será maravilhoso? Estão aparecendo aparelhos que são sensíveis à energia sutil ou espiritual. Os físicos utilizam os aceleradores de partículas para esmagar átomos e ver do que eles são feitos. Eles chegaram aos quarks e charms, e tudo mais. Bom, um dia eles chegarão àquilo que mantém tudo isso junto e eles serão obrigados a chamar isso de... Deus. Com os aceleradores de partículas, eles não apenas vêem o que está aqui, mas eles estão criando partículas. Graças a Deus a maioria delas tem vida curta de milisegundos e nanosegundos. Nós apenas estamos começando a entender que nós também estamos criando, conforme caminhamos.

Como eu vi a eternidade, eu vim para uma realidade na qual existe um ponto em que passamos todo o conhecimento e começamos a criar o próximo fractal. Temos o poder de criar conforme vamos explorando. E isso é Deus expandindo seu ser através de nós.

Desde o meu retorno eu venho experimentando a luz espontaneamente, e eu aprendi como ir para aquele espaço quase que em qualquer hora na minha meditação. Cada um de vocês pode fazer isso. Já está no seu equipamento, você já está capacitado.

O corpo é a luz mais maravilhosa que existe. O corpo é um universo de uma luz incrível. O Espírito não está nos forçando a dissolver o corpo. Não é isso que está acontecendo. Pare de tentar se tornar Deus; Deus está se tornando você. Aqui.

A mente é como uma criança correndo pelo universo, exigindo e pensando que ela criou o mundo. Mas eu pergunto para a mente:

"O que a sua mãe tinha a ver com isso?"

Este é o próximo nível de consciência espiritual. Ah, minha mãe! De repente você desiste do ego, porque você não é a única alma do universo.

Uma das perguntas que eu fiz para a luz foi, "o que é o céu?".

Eu ganhei de presente um tour por todos os céus que foram criados: os Nirvanas, os Campos da Fartura, todos. Eu passei por eles. Eles são formas-pensamento que nós criamos. Nós não vamos realmente para o céu; nós somos reprocessados. Mas seja o que quer que criemos, nós deixamos uma parte de nós lá. É real, mas não é a alma toda.

Eu vi o céu cristão. Espera-se que seja um lugar lindo, e você fica na frente do trono, venerando eternamente. Eu tentei. É chato! Isso é tudo que iremos fazer? É infantil demais. Eu não pretendo ofender ninguém. Alguns céus são bem interessantes, e outros são muito chatos. Eu achei os céus dos povos ancestrais mais interessantes, como o dos índios norte-americanos, os Campos da Fartura. Os egípcios têm céus fantásticos. E assim por diante. Existem tantos deles... Em cada um deles tem um fractal que é sua interpretação particular, a não ser que você faça parte do grupo de almas que acredita apenas no Deus daquela religião particular. Estamos muito juntos, no mesmo estádio de baseball. Mas mesmo assim, cada um é um pouco diferente. Tem uma parte sua que você deixa ali. Morte é vida, não é céu.

Eu perguntei para Deus, "Qual é a melhor religião do planeta? Qual está certa?".

E a mente de Deus disse, com muito amor, "Eu não me importo".

Isto foi uma graça incrível. Isto significa que nós somos seres que nos importamos.

Mas o Deus poderoso de todas as estrelas nos diz, "Não importa em qual religião você está".

Elas vêm e vão, elas mudam. O Budismo não esteve aqui sempre, o Catolicismo não esteve aqui sempre, e todos eles estão prestes a ficar mais iluminados. Mais luz está vindo para todos os sistemas agora. Haverá uma reforma na espiritualidade que será tão dramática quanto à reforma protestante. Vai ter um monte de gente brigando por causa disso, uma religião contra a próxima, acreditando que só ela está certa.

Todo mundo pensa que é dono de Deus, as religiões e filosofias, especialmente as religiões, porque elas formam grandes organizações acerca de sua filosofia. Quando Deus disse "Eu não me importo", eu entendi imediatamente que é para a gente se importar. É importante, porque somos os 'cuidadores'. Importa para nós e isso que é importante. O que temos é uma equação de energia na espiritualidade. Em última instância Deus não importa se você é Protestante, Budista ou seja lá o que for. Isto é apenas uma faceta do todo. Eu adoraria que todas as religiões entendessem isso e deixassem os outros Serem. Não é o fim das religiões, mas nós estamos falando do mesmo Deus. Viva e deixe viver. Cada um tem um ponto de vista diferente. E todos adicionam algo ao grande quadro; todos são importantes.

Eu fui para o outro lado com um monte de medos sobre lixo tóxico, mísseis nucleares, explosão demográfica, florestas tropicais. E voltei amando cada problema. Amo a radioatividade. Amo aquela nuvem em forma de cogumelo, esta é a mandala mais sagrada que nós manifestamos até agora, como um arquétipo. Esta nuvem, mais do que qualquer religião ou filosofia na terra, nos levou de repente para um outro nível de consciência, todos juntos. O fato de sabermos que nós podemos explodir o planeta 50 ou 500 vezes, nos fez finalmente perceber que estamos todos unidos neste momento. Por um período eles tem que explodir mais bombas para que entendamos. Até que comecemos a dizer, "Nós não precisamos mais disso".

Neste momento estamos no mundo mais seguro que já existiu, e ele vai ficar ainda mais seguro. Então eu voltei amando a radioatividade, porque ela nos uniu. Essas coisas são muito grandiosas. Como Peter Russel (http://www.peterussell.com/index2.php) diria, estes problemas agora são do "tamanho da alma." Você tem respostas do tamanho da alma? SIM!

A devastação das florestas tropicais vai diminuir, e em cinqüenta anos haverá mais árvores no planeta, como há muito tempo não vemos. Se você gosta de ecologia; você é aquela parte do sistema que está se tornado consciente. Vá com tudo, mas não fique deprimido. Isto é uma parte de um todo maior.

A terra está num processo de domesticação dela mesma. E nunca mais será um lugar tão selvagem como já foi no passado. Haverá lugares selvagens lindos, reservas onde a natureza será vicejante. Jardins e reservas serão a coisa do futuro. O aumento da população estará se aproximando de um alcance ótimo o suficiente para causar uma mudança na consciência. E esta mudança de consciência irá alterar política, dinheiro, energia.

O que acontece quando sonhamos? Somos seres multidimensionais. Podemos acessar estas outras dimensões através dos sonhos lúcidos. Na verdade, o universo é o sonho de Deus. Uma das coisas que eu vi é que os humanos são um grão no planeta que é um grão na galáxia que por sua vez é um grão. Estes são sistemas gigantes, e nós estamos em um tipo de sistema mediano. Mas os seres humanos já são legendários em todo o cosmos da consciência. O pequenino ser humano da Terra/ Gaia é legendário. Um dos motivos de sermos legendários é o fato de sonharmos. Nós somos sonhadores legendários. De fato, todo o cosmos tem buscado o significado da vida, o significado de tudo. E foi o pequeno sonhador que veio com a melhor resposta de todas. Nós sonhamos e criamos isso. Sonhos são importantes.

Depois de morrer e voltar, eu realmente respeito à vida e a morte. Nas nossas experiências com o DNA, nós devemos ter aberto a porta de um grande segredo. Em breve será possível viver o quanto quisermos viver neste corpo. Depois de viver uns 150 anos mais ou menos, existirá uma sensação intuitiva da alma que fará você querer mudar de canal. Viver para sempre em um corpo não é tão criativo quanto a reencarnação, como transferir energia para este fantástico vórtice de energia que nós estamos. Nós iremos na verdade ver a sabedoria da vida e da morte, e aproveitá-la.

Nós já vivemos desde sempre, assim como estamos vivos agora. Este corpo que você está usando vive desde sempre. Ele vem de um infindável rio da vida, e vai de volta ao Big Bang e além. Este corpo dá vida à próxima vida, na energia densa e na sutil. Este corpo já vive desde sempre.

"Nós vamos nos unir, dar as mãos e sair do inferno juntos".

Mellen-Thomas Benedict

(tradução de Cris Boog)



RETIRADO DO SITE - CASA ÍNDIGO - http://www.casa-indigo.com/artigos/quase_morte.asp

Caclule seu bioritmo - CLICK

TAROT DA CRUZ - Clik P/JOGAR

DIVULGANDO O LIVRO DE MARIA ALICE CERQUEIRA

Livro: "DOIS JOVENS EM BUSCA DA FELICIDADE " de uma amiga visite seu blog- clique na imagem

Livros grátis para download - todos os géneros

Blog Ebooks Grátis

Reflexão surpresa - clik

Reflexão surpresa - clik
de: SIMONE: Auto-ajuda

Acenda a sua vela

Acenda a sua vela
clik na imagem: