quarta-feira, 12 de outubro de 2011

OS TEXTOS DE SETH E A FÍSICA


 
Esse fenômeno ocorreu, sem dúvida, entre 1875 e 1890, quando Helena Petrovna Blavatsky escreveu A Doutrina Secreta. Outra parte foi realizada por Alice Bailey, que, entre 1919 e 1949, escreveu uma série de livros transmitidos telepaticamente por um certo mestre Djual Khul, conhecido como “o tibetano”. O conteúdo dos livros é apresentado como uma doutrina que esse “tibetano” teria recebido de uma fonte superior. A própria Alice Bailey explica em sua autobiografia, como escrevia seus livros: “Tinha de escrever em períodos regulares. Os livros foram ditados de forma precisa e clara, transmitidos palavra por palavra, de tal modo que  podia dizer que ouvia uma voz pronunciando as palavras.”
 
Um exemplo recente de textos transmitidos por uma inteligência extraterrestre são os chamados textos Seth, recebidos pela médium americana Jane Roberts.
 
Numa tarde de outono de 1963, Jane Roberts, jovem autora que publicara pouco antes seu primeiro livro, sentou-se para escrever uns poemas. Ela mesma conta o que aconteceu a partir daí:
   “De repente, surgiu na minha cabeça, com uma tremenda força, uma avalanche fantástica de idéias novas e radicais. Eu estava em contato com uma força de tremenda energia. Parecia que o mundo físico era fino como papel, escondendo dimensões infinitas de realidade. De repente essa coisa foi jogada através daquele papel, e ouvi o som de uma coisa sendo rasgada.”
 
Sua mão começou a escrever sem parar, e, quando ela voltou a seu estado normal de percepção, descobriu que fizera um monte de anotações sobre idéias que lhe eram desconhecidas e que tinham um título: O Universo Físico Como Construção de Uma Idéia.
 
 Mais tarde, essas idéias foram ampliadas por seu inspirador, Seth, enquanto Jane Roberts estava em transe e seu marido anotava o que ela dizia. Logo Seth começou a se manifestar  como uma personalidade independente e forte, e o casal passou a  organizar, duas vezes por semana, sessões onde Seth pudesse transmitir suas idéias.
 
Rob, marido de Jane, contou que quando ela estava em contato com Seth, sua voz ficava mais grave e seus gestos mais masculinos. Seth, porém, explicou que se manifestava daquela maneira para facilitar a comunicação. "Eu me transformo em algo que é mais fácil de ser compreendido e aceito", disse Seth. Explicou ainda que a personalidade é multidimensional, isto é, cada indivíduo também existe em outros planos e dimensões. Uma identidade completa, então, é bem mais que o simples "eu" com o qual no identificamos normalmente.
 
Seth chamava Jane de Ruburt e falava dela como se ela fosse um homem, apesar de saber que aqui, na Terra, ela era uma mulher. Mas, explicou o ser, Jane é somente um fragmento de uma personalidade total da qual Ruburt é outro fragmento – o fragmento  que Seth achava mais apropriado para servir como canal de comunicação.
 
Eugene Barnard, psicólogo da Universidade do Estado da Carolina do Norte (EUA), participou de uma das sessões e teve uma longa conversa com Seth, descrevendo assim o que sentiu: “A melhor descrição que posso dar daquela noite é que foi para mim uma conversa deliciosa, maravilhosa, com uma pessoa ou inteligência, seja o que for, cujo intelecto e conhecimento estão bem acima dos meus. Não sei qual a explicação que um psicólogo ocidental daria a esse fenômeno, mas não acho que Jane Roberts e Seth sejam a mesma personalidade ou a mesma pessoa, ou ainda diferentes faces da mesma pessoa ou da mesma personalidade.”
O próprio Seth entende como é difícil para nós, seres humanos, entendermos e aceitarmos a existência de seres não físicos: " Se eu conseguir convencer vocês da realidade de minha personalidade independente", disse ele certa vez, "então ficarei satisfeito. Não sou uma personalidade secundária, não faço a mínima questão de dominar a vida de Ruburt nem espero que ela se submeta. Não sou uma parte reprimida da identidade de Ruburt."Essa declaração foi feita durante uma palestra de Seth para um grupo de estudantes de psicologia. Nessa ocasião ele comentou: "Tanto faz para mim se vocês me consideram um produto do subconsciente, mas essa é uma observação totalmente incorreta. Se vocês acham que sou uma parte prolongada e inconsciente da personalidade de Ruburt, então precisam admitir que este inconsciente é clarividente e telepático, já que demonstrei ser clarividente e telepático. Então Ruburt também os possui."  
 
EXERCITANDO O OLHO INTERIOR
 
E Seth disse mais: "Tive muitas profissões e Ruburt não se lembra de nenhuma delas. Não sou a imagem paternal de Ruburt nem a figura masculina que se esconde no fundo do espírito feminino. Sou simplesmente uma entidade composta  de essência energética que não mais assume a materialização numa forma física. Não fui gerado artificialmente através de hipnose, nem alguém mexeu artificialmente com a personalidade de Ruburt. Não houve histeria; Ruburt me permite usar seu sistema nervoso sob condições bastante controladas. Ele não me deu permissão para usar seu corpo como bem entendesse nem gostaria que fosse assim. Tenho mais o que fazer."  
Tudo isso dá uma idéia clara da personalidade de Seth: ele é bem informado, argumenta com clareza e lógica e parece se divertir com as explicações psicológicas criadas pelo homem para algo que de outro modo não poderia aceitar. Enquanto isso, Seth diz apenas, de si mesmo: "Sou simplesmente uma personalidade composta de essência energética que não se manifesta mais na forma física."
 
Mas Seth não é um espírito, apesar de admitir que já viveu outras vidas e teve um corpo físico em vidas anteriores. De qualquer forma, o que realmente parece interessar a Seth – tanto que ele tenta transmitir esse conceito em todos os seus contatos – é que todas as realidades, físicas ou não, são criações do espírito ou da consciência.
 
Como diz o próprio Seth: “Vocês acham que os objetos têm uma existência independente de vocês. Não entendem que eles são a manifestação física de seu próprio ‘eu’ psíquico. Nós, por outro lado, sabemos muito bem que somos nós mesmos que criamos nossa própria realidade, e por isso nós a fazemos com tremenda alegria e dedicação criativa. No meu ambiente vocês iriam sentir-se  totalmente perdidos, iriam achá-lo uma confusão sem nexo, sem ligação entre as coisas.”
 
A função de Seth (como a própria entidade o diz) é a de um professor, e ele a exerce tanto na nossa realidade quanto em outras, utilizando-se sempre da parte apropriada da sua entidade e ensinando as mesmas coisas da forma que considera ser a melhor.
 
Assim, para transmitir seus ensinamentos ao nosso mundo ele escreveu um livro. Ou melhor, ditou-o através de Jane Roberts. Em 1970, esse livro foi publicado com o titulo The Seth Material ( “O Relatório Seth” aproximadamente), onde Roberts descreve como Seth surgiu e cita vários de seus ensinamentos.
 
Naquele mesmo ano de 1970, Seth avisou que iria escrever outro livro. Primeiramente, então, estabeleceu um esquema para os capítulos; depois, durante dezoito meses, ditou o texto. Quando pronto o livro, somou 500 páginas; foi publicado em 1972, sob o título Seth Speaks (Seth Fala), e nele são desenvolvidos temas com uma lógica impressionante e grande autoridade.
 
No prólogo do livro, o próprio Seth diz: Toda a sua atenção se encontra concentrada de um modo bastante especial num ponto que você chama de realidade. Mas, em redor, de todos os lados, existem outras realidades, ignoradas ou rejeitadas por você, que assim apaga todos os estímulos irradiados por elas. Há uma razão para isso, mas você mesmo tem que descobri-la. Quero abrir seu olho interior.”
 
Muitos leitores dos livros se convenceram da realidade da existência, do valor dos ensinamentos e da existência de Seth independente de seu canal. É como afirma Seth: “Personalidades que não existem não escrevem livros.” 

  
(fonte:  uma antiga revista Planeta - 1981?)

O Material Seth





"Quando o servidor está pronto o serviço aparece.''

" Vocês criam sua própria realidade de acordo com suas crenças. A vocês pertence a energia criativa que constrói seu mundo. Não há limitações ao self além daquelas em que vocês acreditam".
 
" Seu meio-ambiente é o reflexo físico de seus pensamentos, emoções e crenças, tornado visível". (Seth)

Em 1963, a norte-americana Jane Roberts e seu marido Robert Butts estavam fazendo experimentos com um tabuleiro Ouija, quando uma personalidade que se denominou "Seth" começou a transmitir-lhes mensagens. Em pouco tempo, Jane estava facilmente entrando em transe e canalizando Seth.

Durante mais de 15 anos, por sugestão de Seth, eles devotaram todas as segundas e quartas-feiras a sessões privadas, em um total de mais de 1500 sessões. Jane também iniciou classes públicas nesse período, para auxiliar outras pessoas a explorar sua Percepção Extra-Sensorial (PES), e eventualmente começou a entrar em transe durante essas classes. As classes continuaram até 1975, quando Jane e Rob passaram a devotar tempo integral á transcrição das sessões com Seth e aos livros que delas resultaram.

As primeiras experiências de Jane foram originalmente publicadas no livro "The Seth Material" (1966), que já trazia o germe das idéias de Seth, as quais compõem um verdadeiro sistema filosófico / metafísico, posteriormente desenvolvido através de cerca de vinte volumes, sendo que sete destes foram ditados diretamente por Seth, e dois publicados postumamente por Robert Butts após o falecimento de Jane em 1984. Estes ensinamentos são atualmente conhecidos globalmente como "Material Seth" por seus estudiosos.
" Se você não gosta de seu mundo, então examine suas próprias expectativas sobre ele. Cada pensamento, de um modo ou de outro, é materializado por você. (...) Se vocês não estão satisfeitos com o estado de seu mundo, são vocês que precisam mudar, individual e coletivamente. Esta é a única forma de efetivar uma mudança." (Seth)

O Material Seth possui grande consistência lógica, e sua validação cresce a cada dia, enquanto milhares de pessoas em todo o mundo lêem e aplicam as idéias nele contidas em seu cotidiano e trocam experiências através de grupos de estudo e sites na internet. Os ensinamentos de Seth - que, embora estruturados em um padrão particular a Seth e Jane Roberts, ecoam aspectos do misticismo oriental e da física moderna - destacam-se igualmente por sua extrema originalidade, havendo influenciado, direta ou indiretamente, diversos escritores e filósofos da Nova Era como Richard Bach, Deepak Chopra, Fred Alan Wolf e Norman Friedman, entre outros.

Em seus livros, Seth discorre sobre inúmeros tópicos, abrangendo uma vasta gama de assuntos, desde o exame de experiências fora-do-corpo, vidas passadas e realidades alternativas, passando pelo estudo da natureza do tempo-espaço e da realidade física, e nossa capacidade de entendê-la e, principalmente, modificá-la.

" Você cria a sua própria realidade" é essencialmente o motto do Material Seth - cujo tema central e unificador pode ser denominado "Criação Consciente". Um dos principais postulados da criação consciente é o de que a consciência é primária, o que significa que toda a matéria - nossos cérebros, corpos e toda a realidade física - é criada e mantida por nossas consciências, individual e coletivamente.

Em outras palavras, nós vivemos em um universo consciente, que por definição contém ordens múltiplas de consciência, percepção, e memória que não estão limitadas somente aos seres humanos. Toda a matéria e energia contêm suas próprias e distintas gestaltes de consciência, desde as partículas subatômicas até planetas, galáxias e "Tudo o que Existe" ("All That Is", na expressão utilizada por Seth).

Segundo Seth, a consciência humana é mantida por um "self" original, ou alma, que existe simultaneamente "dentro" e "fora" da realidade física. Então nosso "eu-egóico", ou nosso sentido primário de identidade, sobrevive a morte física e continua a se desenvolver e a crescer em outras estruturas de consciência. O nosso universo físico familiar é somente uma entre infinitas estruturas de consciência. Nossas almas são por natureza multidimensionais, existindo em vários lugares e épocas, constantemente procurando novas experiências criativas.

A Material Seth se encontra em algum lugar entre a ciência e a religião, aproximando-se daquilo que se denomina de Filosofia Perene. Ela inclui aspectos das tradições místicas estabelecidas do Oriente e do Ocidente encontradas em escritos tais como o Tao Te Ching, o Bhagavad-Gita, o Livro Tibetano dos Mortos, a poesia de Rumi, a Cabala, e partes da Bíblia. Essas tradições sempre compreenderam que a experiência mística é a tradução de um estado de consciência transcendente, que não se limita aos 5 sentidos físicos. A principal diferença entre as idéias de Seth e as idéias encontradas na filosofia perene é o contexto cultural moderno e a linguagem atual do primeiro.

O Material Seth enfatiza a importância de termos nossas próprias experiências de expansão da consciência, ao invés de confiarmos cegamente nas experiências e palavras de terceiros. É só através da experiência pessoal que podemos identificar as muitas crenças e sistemas de crenças que abraçamos. Aprendendo como a nossa percepção, desejos, intenções, imaginação, expectativas, e as emoções filtradas pelos nossos sistema de crenças influenciam as nossas criações diariamente, podemos começar a entender as varias maneiras pelas quais nós criamos a nossa própria realidade.

Os ensinamentos de Seth são extremamente úteis no processo de identificar e trabalhar com nossas crenças. Desta forma, Seth nos lembra que somos todos co-criadores. Cada um de nós tem a responsabilidade de buscar respostas com a mente aberta, combinando o lado racional (cético) e o lado intuitivo (imaginativo), na busca de verdades pessoais. O seu rico corpo de trabalho oferece uma importante fundamentação conceitual e instrumentos que qualquer pessoa pode utilizar para explorar a natureza da realidade no contexto de suas próprias experiências.

Infelizmente, não é do nosso conhecimento que qualquer dos livros de Jane Roberts e Seth tenha sido editado em nosso país, apesar dos mesmos haverem vendido milhares de cópias nas décadas de 70 e 80 e continuarem em catálogo nos Estados Unidos, havendo sido traduzidos em diversas línguas. Esperamos que este breve artigo introdutório, e outros que venham a lhe seguir, possam despertar o interesse pelo Material Seth e contribuir para sua difusão.

Por: Silvia Rawicz

A Matrix em que estamos inseridos - demais ....

terça-feira, 11 de outubro de 2011

A Grande DOR

heii,

consegues ver, consegues sentir?

 a dor de uma criança maltratrada, por egoismo extremo?




a dor de um ser maestro da vida, abandonado ?



a fome, que mata, todos os dia, no nosso planeta, quando temos a mesa cheia, e não queremos mais?




as guerras, em nome de !DEUS??, de um bocado de terra mais, de um adicionar de poder ?? e a dor dos inocentes, que enganados, em nome da Pátria, sofrem? 




não vê, não lhe toca a alma sua, as atrocidades inflingidas aos amimais, outros seres que diferem de nós mas que apenas querem viver,  apenas isso e nada mais ?




os mendigos, sem rumo, sem esperança, de uma mão amiga e familiar, esmurecendo e morrendo aos poucos??





Os "viciados", que são marginalizados por todos os "bons e correctos"??, que apenas conseguiram fugir da sua dor interna dessa maneira?



a dor infringida ao "sexo Fraco", sem piedade nem rancor, pelos seres denominados "sexo forte"??, numa tentativa cobarde de demostração de "superioridade"??????





agora, compreendo a dor que sinto dentro, que me mata, é a dor deles mesmos, junta, que se  incorpora, que clama chorando por um momento de paz apenas, um momento de amor e união, num grito de desesperança onde o seu sonho maior, perdido e frustrado, era apenas saber e sentir que não veio aqui a este mundo para perder...

Analuz

ancorada



ancorada, nas horas que passam, intermináveis

sentindo-me perdida, no tempo que passa

o tempo que sinto irreal, como uma massa permanente carregando para baixo

cada vez mais baixo, fazendo-me tocar a escuridão mais imunda, que reconheço dentro em mim

e fico aguardando,

dando passos largos, mas que percebo, apenas me recuam

neste mar enebriado e tortuoso que sinto a vida minha

e procuro, alvitro, demando,

uma nova chance de retornar ao que sempre fui

alma livre, subtil, e incontornável ...

e apenas, encontro, uma roda, que roda e roda e roda e não me faz sair do que sinto

o que me mata, segundo a segundo, milésimas de segundo,

e o que mais dói

não conseguir reconhecer, o que me mata dentro ....

não há caminhos, reconheço, e a escuridão da noite se faz no dia, de luz

luz que não consigo alcançar, nem quando me olho no espelho, nos meus olhos, luz da alma...

e procuro, e grito, a quem me ouça, mas não me ouve, mais uma chance

de conseguir viver, conviver

comigo mesma ....


ANALUZ


domingo, 9 de outubro de 2011

Tarot de OSHO clik

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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

OS TEXTOS DE SETH E A FÍSICA


 
Esse fenômeno ocorreu, sem dúvida, entre 1875 e 1890, quando Helena Petrovna Blavatsky escreveu A Doutrina Secreta. Outra parte foi realizada por Alice Bailey, que, entre 1919 e 1949, escreveu uma série de livros transmitidos telepaticamente por um certo mestre Djual Khul, conhecido como “o tibetano”. O conteúdo dos livros é apresentado como uma doutrina que esse “tibetano” teria recebido de uma fonte superior. A própria Alice Bailey explica em sua autobiografia, como escrevia seus livros: “Tinha de escrever em períodos regulares. Os livros foram ditados de forma precisa e clara, transmitidos palavra por palavra, de tal modo que  podia dizer que ouvia uma voz pronunciando as palavras.”
 
Um exemplo recente de textos transmitidos por uma inteligência extraterrestre são os chamados textos Seth, recebidos pela médium americana Jane Roberts.
 
Numa tarde de outono de 1963, Jane Roberts, jovem autora que publicara pouco antes seu primeiro livro, sentou-se para escrever uns poemas. Ela mesma conta o que aconteceu a partir daí:
   “De repente, surgiu na minha cabeça, com uma tremenda força, uma avalanche fantástica de idéias novas e radicais. Eu estava em contato com uma força de tremenda energia. Parecia que o mundo físico era fino como papel, escondendo dimensões infinitas de realidade. De repente essa coisa foi jogada através daquele papel, e ouvi o som de uma coisa sendo rasgada.”
 
Sua mão começou a escrever sem parar, e, quando ela voltou a seu estado normal de percepção, descobriu que fizera um monte de anotações sobre idéias que lhe eram desconhecidas e que tinham um título: O Universo Físico Como Construção de Uma Idéia.
 
 Mais tarde, essas idéias foram ampliadas por seu inspirador, Seth, enquanto Jane Roberts estava em transe e seu marido anotava o que ela dizia. Logo Seth começou a se manifestar  como uma personalidade independente e forte, e o casal passou a  organizar, duas vezes por semana, sessões onde Seth pudesse transmitir suas idéias.
 
Rob, marido de Jane, contou que quando ela estava em contato com Seth, sua voz ficava mais grave e seus gestos mais masculinos. Seth, porém, explicou que se manifestava daquela maneira para facilitar a comunicação. "Eu me transformo em algo que é mais fácil de ser compreendido e aceito", disse Seth. Explicou ainda que a personalidade é multidimensional, isto é, cada indivíduo também existe em outros planos e dimensões. Uma identidade completa, então, é bem mais que o simples "eu" com o qual no identificamos normalmente.
 
Seth chamava Jane de Ruburt e falava dela como se ela fosse um homem, apesar de saber que aqui, na Terra, ela era uma mulher. Mas, explicou o ser, Jane é somente um fragmento de uma personalidade total da qual Ruburt é outro fragmento – o fragmento  que Seth achava mais apropriado para servir como canal de comunicação.
 
Eugene Barnard, psicólogo da Universidade do Estado da Carolina do Norte (EUA), participou de uma das sessões e teve uma longa conversa com Seth, descrevendo assim o que sentiu: “A melhor descrição que posso dar daquela noite é que foi para mim uma conversa deliciosa, maravilhosa, com uma pessoa ou inteligência, seja o que for, cujo intelecto e conhecimento estão bem acima dos meus. Não sei qual a explicação que um psicólogo ocidental daria a esse fenômeno, mas não acho que Jane Roberts e Seth sejam a mesma personalidade ou a mesma pessoa, ou ainda diferentes faces da mesma pessoa ou da mesma personalidade.”
O próprio Seth entende como é difícil para nós, seres humanos, entendermos e aceitarmos a existência de seres não físicos: " Se eu conseguir convencer vocês da realidade de minha personalidade independente", disse ele certa vez, "então ficarei satisfeito. Não sou uma personalidade secundária, não faço a mínima questão de dominar a vida de Ruburt nem espero que ela se submeta. Não sou uma parte reprimida da identidade de Ruburt."Essa declaração foi feita durante uma palestra de Seth para um grupo de estudantes de psicologia. Nessa ocasião ele comentou: "Tanto faz para mim se vocês me consideram um produto do subconsciente, mas essa é uma observação totalmente incorreta. Se vocês acham que sou uma parte prolongada e inconsciente da personalidade de Ruburt, então precisam admitir que este inconsciente é clarividente e telepático, já que demonstrei ser clarividente e telepático. Então Ruburt também os possui."  
 
EXERCITANDO O OLHO INTERIOR
 
E Seth disse mais: "Tive muitas profissões e Ruburt não se lembra de nenhuma delas. Não sou a imagem paternal de Ruburt nem a figura masculina que se esconde no fundo do espírito feminino. Sou simplesmente uma entidade composta  de essência energética que não mais assume a materialização numa forma física. Não fui gerado artificialmente através de hipnose, nem alguém mexeu artificialmente com a personalidade de Ruburt. Não houve histeria; Ruburt me permite usar seu sistema nervoso sob condições bastante controladas. Ele não me deu permissão para usar seu corpo como bem entendesse nem gostaria que fosse assim. Tenho mais o que fazer."  
Tudo isso dá uma idéia clara da personalidade de Seth: ele é bem informado, argumenta com clareza e lógica e parece se divertir com as explicações psicológicas criadas pelo homem para algo que de outro modo não poderia aceitar. Enquanto isso, Seth diz apenas, de si mesmo: "Sou simplesmente uma personalidade composta de essência energética que não se manifesta mais na forma física."
 
Mas Seth não é um espírito, apesar de admitir que já viveu outras vidas e teve um corpo físico em vidas anteriores. De qualquer forma, o que realmente parece interessar a Seth – tanto que ele tenta transmitir esse conceito em todos os seus contatos – é que todas as realidades, físicas ou não, são criações do espírito ou da consciência.
 
Como diz o próprio Seth: “Vocês acham que os objetos têm uma existência independente de vocês. Não entendem que eles são a manifestação física de seu próprio ‘eu’ psíquico. Nós, por outro lado, sabemos muito bem que somos nós mesmos que criamos nossa própria realidade, e por isso nós a fazemos com tremenda alegria e dedicação criativa. No meu ambiente vocês iriam sentir-se  totalmente perdidos, iriam achá-lo uma confusão sem nexo, sem ligação entre as coisas.”
 
A função de Seth (como a própria entidade o diz) é a de um professor, e ele a exerce tanto na nossa realidade quanto em outras, utilizando-se sempre da parte apropriada da sua entidade e ensinando as mesmas coisas da forma que considera ser a melhor.
 
Assim, para transmitir seus ensinamentos ao nosso mundo ele escreveu um livro. Ou melhor, ditou-o através de Jane Roberts. Em 1970, esse livro foi publicado com o titulo The Seth Material ( “O Relatório Seth” aproximadamente), onde Roberts descreve como Seth surgiu e cita vários de seus ensinamentos.
 
Naquele mesmo ano de 1970, Seth avisou que iria escrever outro livro. Primeiramente, então, estabeleceu um esquema para os capítulos; depois, durante dezoito meses, ditou o texto. Quando pronto o livro, somou 500 páginas; foi publicado em 1972, sob o título Seth Speaks (Seth Fala), e nele são desenvolvidos temas com uma lógica impressionante e grande autoridade.
 
No prólogo do livro, o próprio Seth diz: Toda a sua atenção se encontra concentrada de um modo bastante especial num ponto que você chama de realidade. Mas, em redor, de todos os lados, existem outras realidades, ignoradas ou rejeitadas por você, que assim apaga todos os estímulos irradiados por elas. Há uma razão para isso, mas você mesmo tem que descobri-la. Quero abrir seu olho interior.”
 
Muitos leitores dos livros se convenceram da realidade da existência, do valor dos ensinamentos e da existência de Seth independente de seu canal. É como afirma Seth: “Personalidades que não existem não escrevem livros.” 

  
(fonte:  uma antiga revista Planeta - 1981?)

O Material Seth





"Quando o servidor está pronto o serviço aparece.''

" Vocês criam sua própria realidade de acordo com suas crenças. A vocês pertence a energia criativa que constrói seu mundo. Não há limitações ao self além daquelas em que vocês acreditam".
 
" Seu meio-ambiente é o reflexo físico de seus pensamentos, emoções e crenças, tornado visível". (Seth)

Em 1963, a norte-americana Jane Roberts e seu marido Robert Butts estavam fazendo experimentos com um tabuleiro Ouija, quando uma personalidade que se denominou "Seth" começou a transmitir-lhes mensagens. Em pouco tempo, Jane estava facilmente entrando em transe e canalizando Seth.

Durante mais de 15 anos, por sugestão de Seth, eles devotaram todas as segundas e quartas-feiras a sessões privadas, em um total de mais de 1500 sessões. Jane também iniciou classes públicas nesse período, para auxiliar outras pessoas a explorar sua Percepção Extra-Sensorial (PES), e eventualmente começou a entrar em transe durante essas classes. As classes continuaram até 1975, quando Jane e Rob passaram a devotar tempo integral á transcrição das sessões com Seth e aos livros que delas resultaram.

As primeiras experiências de Jane foram originalmente publicadas no livro "The Seth Material" (1966), que já trazia o germe das idéias de Seth, as quais compõem um verdadeiro sistema filosófico / metafísico, posteriormente desenvolvido através de cerca de vinte volumes, sendo que sete destes foram ditados diretamente por Seth, e dois publicados postumamente por Robert Butts após o falecimento de Jane em 1984. Estes ensinamentos são atualmente conhecidos globalmente como "Material Seth" por seus estudiosos.
" Se você não gosta de seu mundo, então examine suas próprias expectativas sobre ele. Cada pensamento, de um modo ou de outro, é materializado por você. (...) Se vocês não estão satisfeitos com o estado de seu mundo, são vocês que precisam mudar, individual e coletivamente. Esta é a única forma de efetivar uma mudança." (Seth)

O Material Seth possui grande consistência lógica, e sua validação cresce a cada dia, enquanto milhares de pessoas em todo o mundo lêem e aplicam as idéias nele contidas em seu cotidiano e trocam experiências através de grupos de estudo e sites na internet. Os ensinamentos de Seth - que, embora estruturados em um padrão particular a Seth e Jane Roberts, ecoam aspectos do misticismo oriental e da física moderna - destacam-se igualmente por sua extrema originalidade, havendo influenciado, direta ou indiretamente, diversos escritores e filósofos da Nova Era como Richard Bach, Deepak Chopra, Fred Alan Wolf e Norman Friedman, entre outros.

Em seus livros, Seth discorre sobre inúmeros tópicos, abrangendo uma vasta gama de assuntos, desde o exame de experiências fora-do-corpo, vidas passadas e realidades alternativas, passando pelo estudo da natureza do tempo-espaço e da realidade física, e nossa capacidade de entendê-la e, principalmente, modificá-la.

" Você cria a sua própria realidade" é essencialmente o motto do Material Seth - cujo tema central e unificador pode ser denominado "Criação Consciente". Um dos principais postulados da criação consciente é o de que a consciência é primária, o que significa que toda a matéria - nossos cérebros, corpos e toda a realidade física - é criada e mantida por nossas consciências, individual e coletivamente.

Em outras palavras, nós vivemos em um universo consciente, que por definição contém ordens múltiplas de consciência, percepção, e memória que não estão limitadas somente aos seres humanos. Toda a matéria e energia contêm suas próprias e distintas gestaltes de consciência, desde as partículas subatômicas até planetas, galáxias e "Tudo o que Existe" ("All That Is", na expressão utilizada por Seth).

Segundo Seth, a consciência humana é mantida por um "self" original, ou alma, que existe simultaneamente "dentro" e "fora" da realidade física. Então nosso "eu-egóico", ou nosso sentido primário de identidade, sobrevive a morte física e continua a se desenvolver e a crescer em outras estruturas de consciência. O nosso universo físico familiar é somente uma entre infinitas estruturas de consciência. Nossas almas são por natureza multidimensionais, existindo em vários lugares e épocas, constantemente procurando novas experiências criativas.

A Material Seth se encontra em algum lugar entre a ciência e a religião, aproximando-se daquilo que se denomina de Filosofia Perene. Ela inclui aspectos das tradições místicas estabelecidas do Oriente e do Ocidente encontradas em escritos tais como o Tao Te Ching, o Bhagavad-Gita, o Livro Tibetano dos Mortos, a poesia de Rumi, a Cabala, e partes da Bíblia. Essas tradições sempre compreenderam que a experiência mística é a tradução de um estado de consciência transcendente, que não se limita aos 5 sentidos físicos. A principal diferença entre as idéias de Seth e as idéias encontradas na filosofia perene é o contexto cultural moderno e a linguagem atual do primeiro.

O Material Seth enfatiza a importância de termos nossas próprias experiências de expansão da consciência, ao invés de confiarmos cegamente nas experiências e palavras de terceiros. É só através da experiência pessoal que podemos identificar as muitas crenças e sistemas de crenças que abraçamos. Aprendendo como a nossa percepção, desejos, intenções, imaginação, expectativas, e as emoções filtradas pelos nossos sistema de crenças influenciam as nossas criações diariamente, podemos começar a entender as varias maneiras pelas quais nós criamos a nossa própria realidade.

Os ensinamentos de Seth são extremamente úteis no processo de identificar e trabalhar com nossas crenças. Desta forma, Seth nos lembra que somos todos co-criadores. Cada um de nós tem a responsabilidade de buscar respostas com a mente aberta, combinando o lado racional (cético) e o lado intuitivo (imaginativo), na busca de verdades pessoais. O seu rico corpo de trabalho oferece uma importante fundamentação conceitual e instrumentos que qualquer pessoa pode utilizar para explorar a natureza da realidade no contexto de suas próprias experiências.

Infelizmente, não é do nosso conhecimento que qualquer dos livros de Jane Roberts e Seth tenha sido editado em nosso país, apesar dos mesmos haverem vendido milhares de cópias nas décadas de 70 e 80 e continuarem em catálogo nos Estados Unidos, havendo sido traduzidos em diversas línguas. Esperamos que este breve artigo introdutório, e outros que venham a lhe seguir, possam despertar o interesse pelo Material Seth e contribuir para sua difusão.

Por: Silvia Rawicz

A Matrix em que estamos inseridos - demais ....

terça-feira, 11 de outubro de 2011

A Grande DOR

heii,

consegues ver, consegues sentir?

 a dor de uma criança maltratrada, por egoismo extremo?




a dor de um ser maestro da vida, abandonado ?



a fome, que mata, todos os dia, no nosso planeta, quando temos a mesa cheia, e não queremos mais?




as guerras, em nome de !DEUS??, de um bocado de terra mais, de um adicionar de poder ?? e a dor dos inocentes, que enganados, em nome da Pátria, sofrem? 




não vê, não lhe toca a alma sua, as atrocidades inflingidas aos amimais, outros seres que diferem de nós mas que apenas querem viver,  apenas isso e nada mais ?




os mendigos, sem rumo, sem esperança, de uma mão amiga e familiar, esmurecendo e morrendo aos poucos??





Os "viciados", que são marginalizados por todos os "bons e correctos"??, que apenas conseguiram fugir da sua dor interna dessa maneira?



a dor infringida ao "sexo Fraco", sem piedade nem rancor, pelos seres denominados "sexo forte"??, numa tentativa cobarde de demostração de "superioridade"??????





agora, compreendo a dor que sinto dentro, que me mata, é a dor deles mesmos, junta, que se  incorpora, que clama chorando por um momento de paz apenas, um momento de amor e união, num grito de desesperança onde o seu sonho maior, perdido e frustrado, era apenas saber e sentir que não veio aqui a este mundo para perder...

Analuz

ancorada



ancorada, nas horas que passam, intermináveis

sentindo-me perdida, no tempo que passa

o tempo que sinto irreal, como uma massa permanente carregando para baixo

cada vez mais baixo, fazendo-me tocar a escuridão mais imunda, que reconheço dentro em mim

e fico aguardando,

dando passos largos, mas que percebo, apenas me recuam

neste mar enebriado e tortuoso que sinto a vida minha

e procuro, alvitro, demando,

uma nova chance de retornar ao que sempre fui

alma livre, subtil, e incontornável ...

e apenas, encontro, uma roda, que roda e roda e roda e não me faz sair do que sinto

o que me mata, segundo a segundo, milésimas de segundo,

e o que mais dói

não conseguir reconhecer, o que me mata dentro ....

não há caminhos, reconheço, e a escuridão da noite se faz no dia, de luz

luz que não consigo alcançar, nem quando me olho no espelho, nos meus olhos, luz da alma...

e procuro, e grito, a quem me ouça, mas não me ouve, mais uma chance

de conseguir viver, conviver

comigo mesma ....


ANALUZ


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