segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Por Nós



Tornaram-nos montros, quando somos Deuses,

impuseram-nos o medo como meio de viver, amedrontraram-nos com tudo
inventaram regras para seguir e punições para quem se rebela contra elas
inventaram doenças e guardaram a sete chaves os antidotos
deixando-nos morrer 
inventaram sistemas económicos para nos controlar
nos retirar, e lhes aumentar a ELES
incitaram-nos para o mal
fazendo-nos pensar que nos estão ofendendo quando a opinião dos outros é diferente da nossa
fizeram-nos pensar que só há uma opinião,
quando cada um tem a sua
fizeram-nos voltar uns contra os outros,
quando a maravilha da humanidade é vivermos como irmãos
retiraram-nos a nossa dignidade, sugando-nos
fazendo-nos trabalhar em massas apenas para ELES
e ainda, nos retirando o pão da boca, de nós, das nossas crianças
quando tanto trabalhamos para pô-lo na nossa mesa
eludiram-nos com filosofias, políticas, tecnologias
apenas para conseguirem retirar-nos o Poder, que é nosso, sempre foi
mas que fizeram tudo para o enterrarmos lá no fundo do inconsciente
para o esqueçErmos
e por isso existe tanto crime, tanto mal, tanta dor, tantos suicídios, Homocídios,
porque, no FUNDO, sabemos, inconscientemente, o sabemos e a nossa Alma nos grita
que não somos aquilo que sempre quiseram que fossemos
uns fracos, sem forças, Maus

e, assim, nos revoltamos, porque sabemos no íntimo que não somos assim
que nos sentimos MAL
sentirmo-nos controlados
sabendo que a escuridão não nos pertence
e, impotentes, a nossa raiva vai em direcção aos mais próximos
porque, apesar de sabermos que somos controlados
não sabemos onde eles estão, e isso revolta-nos
não sabemos como actuar, porque estamos fortemente condicionados,
no negativismo, que Não É Nosso, é deles, criado por eles
e deitado para cima de Nós

SOMOS, sim SOMOS

Criativos
Lutadores
Questionadores
carinhosos
amorosos
Entusiastas
Heróis
Alegres
Dançarinos
Inteligentes, Muitos Inteligentes
e muito mais ....

está na hora, de cada um, e Todos Juntos
lutarmos pelo que é nosso, sempre foi
as nossas Vidas, os nossos caminhos, de cada um
impôr o respeito, por cada mente
pela nossa
pela dos outros
acreditarmos em nós mesmos, e não em democracias impostas!!
acreditar no outro ao teu lado, mesmo que seja o contrário de Ti
deixá-lo Viver, a vida dele, o caminho dele, as escolhas dele,
e viveres a TUA dignamente, e em Alegria
impôr o respeito pelo que é Nosso
pelo que tanto lutámos para alcançar, direitos que agora nos são retirados
pela cobiça Deles, pelo Querer, DELES
gritar contra, lutar contra as imposições que nos puseram desde que nascemos
que só favoreceram a Eles, não a Nós que lutamos dia a dia
Unindo-nos TODOS
para que alcançemos tudo o que perdemos
tudo que temos direito
tudo que nos foi dado pelo espírito que nos Criou
e que agora, por causa DELES, que nos fazem acreditar isso
acreditarmos que quem nos criou é que é o Responsável
quando Ele apenas nos deu a Vida, a cada um, para caminhar
a nossa LUZ para Compartilhar
com todos,

e sim
devemos lutar por nós, pelas nossas crianças,
reaver aquilo que nos foi roubado
impôr a nossa Vontade, para que começemos a

VIVER com a dignidade que merecemos
SORRIR, todos os dias. sem medos


AFINAL, SOMOS NÓS que criamos o MUNDO

O Nosso MUNDO
e cada Um, o de Cada Um


Lutemos pela LIBERDADE da nossa ALMA

Analuz













quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Um Natal diferente







e, descansada, na minha cama, me indago, pensando, e escrevendo, registando, como todos os anos, o que vou dar a cada um que amo neste Natal??!!

e por tudo que este ano passei, vibrei dentro e senti, que este é diferente, afinal Natal, e agora percebi, assimilei, não é uma festa de prendas e comida buéé boa, mas e sim festejar com quem amamos, o nascimento daquele que nos veio ensinar que temos de ser amigos um dos outros, irmãos, todos, e compartilhar... sempre ...

e, por isso, nesta época, temos de compartilhar, de coração e alma, tudo o que somos e com gestos diferentes, não apenas com prendas ...

nesse caderno, que hoje escrevo, está alinhado abençoar Jesus, e para ele ficar orgulhoso, abençoar cada um deste mundo, com um desejar profundo de que todos encontremos a benção da Paz, da harmonia e alegria perdidas, e ainda, o que mais nos falta nos faz, reavivar, o que nos levou a enfrentarmos o que ora vivemos, a nossa falta de Fé, e acreditar, plenamente, e sem lugar a qualquer dúvida, que creendo (acreditando) na Alma que podemos, seja o que fôr, conseguiremos!!

afinal não disse ele:

"não fui eu que te curei, ma sim foi a tua Fé!"
"se tiverdes a Fé do tamanho de uma semente de mostarda e dizerdes áquela montanha, vinde até mim, ela virá!"

não estará na hora de, no intímo de cada um, tentar perceber e assimilar as suas palavras??
tão simples e esclarecedouras??

louvemos, então este Natal, a JESUS, que simplesmente nos veio recordar e reavivar, o que somos realmente, e que um dia esqueçemos, nosso Poder, que nos foi dado por nosso criador, seu também, nosso DEUS PAI.

Feliz Natal para todos!!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Relato de uma mãe que lutou contra o câncer de uma Filha

 
 
Por Patricia Moterani

Sempre quis ser mãe. Casei aos 17 anos e com essa idade já pensava em ter filhos. Engravidei e abortei espontaneamente quatro vezes em sete anos. Clinicamente, nem eu nem meu marido tínhamos problemas de fertilidade. Como nenhum médico conseguia explicar o motivo dos abortos, perdi a esperança de realizar meu sonho. Aos 24 anos, sofrendo de enjoos e desconfortos, mas menstruando normalmente, marquei uma consulta com um clínico geral. Saí do consultório com receitas para remédios contra gases, que tomei por três meses. Até que minha tia, desconfiada de uma gravidez, me levou a um ginecologista. Foi quando vi o que parecia impossível se realizar: eu estava grávida de cinco meses. Levei um grande susto, mas a alegria foi imensa.
Saí do hospital dando pulos de felicidade. Mas, ainda que o bebê estivesse bem, a gravidez era de risco por causa dos abortos anteriores. O médico que me acompanhou durante o pré-natal recomendou repouso absoluto. Eu tinha um restaurante e parei de trabalhar; passei a coordená-lo a distância. Minha intuição e meu desejo diziam que seria uma menina. Tive essa certeza 15 dias antes de a Maria Fernanda vir ao mundo. O parto não foi fácil. Ela nasceu muito roxinha porque demorou para sair da minha barriga. Estava com a cabeça para cima, e não para baixo, como deveria, e o cordão umbilical estava enrolado em seu pescoço. Como consequência, enquanto a maioria das mulheres leva até dez pontos em uma cesárea, eu levei 27. Apesar disso, tudo correu bem. Ela nasceu com 39 centímetros, cabeludinha, com 3,940 kg — uma criança linda.
Maria Fernanda é a minha única filha, minha obra perfeita. Aos 3 anos já sabia ler e escrever. Jamais foi uma criança retraída. Tinha muitos amigos e participava de todas as festinhas da escola, adorava se fantasiar e acreditou em Papai Noel até os 9 anos. Durante essa fase da sua infância, eu também estava bem profissionalmente. Tão bem que percebi que deveria fazer alguma coisa pelo próximo e passei a ajudar instituições de crianças com câncer — uma escolha aleatória, que nem sei explicar por que, já que o mais natural teria sido eu me aproximar de portadores de síndrome de Down, uma vez que tenho um irmão com essa síndrome.
Tudo correu muito bem até os oito anos e meio da minha filha. Em outubro de 1997, ao dar banho e lavar seus cabelos, senti um carocinho do tamanho de um feijão na cabeça dela. Meu coração apertou. Perguntei a ela se tinha caído e batido a cabeça em algum lugar da escola e ela me disse que não. Comentei com o meu marido, que não deu bola. Maria Fernanda também não ligou — sentia-se bem, sem nenhum sinal de que pudesse estar doente. Alimentava-se e brincava com o mesmo pique de sempre. Na verdade, ninguém da minha família ligou para o fato. Todos insistiam que eu estava fazendo drama, mas a famosa intuição de mãe não me deixava em paz. Eu chorava sozinha de preocupação.
Marquei consulta com um neurologista. Segundo ele, o carocinho era normal e não indicava problema. Não fiquei convencida. Fui a outro médico, que deu o mesmo diagnóstico do primeiro. Fui a um terceiro, que teve a mesma impressão dos primeiros, mesmo depois de tomografias e ressonâncias magnéticas. Foi assim com mais quatro médicos. Até que com o oitavo, que também dizia não ser nada, sugeri que tirássemos o carocinho alegando ser um caso de estética. Disse: ‘Doutor, ela faz natação, balé e usa touca, imagine isso aparecendo entre os amiguinhos; é provável que eles tirem sarro’. O caroço não tinha essa proporção, mas o médico, mais por cansaço do que por preocupação, topou fazer uma cirurgia para retirá-lo.
Antes da operação, saímos de férias. Lembro que, quando olhava para ela na praia, sentia algo dentro de mim doer, me escapar pelas mãos. Eu não compartilhava minha dor com ninguém. A cirurgia foi simples. Quando terminou, o médico me disse: ‘Mãe, vou mandar o carocinho para a biópsia porque é uma questão de protocolo, mas fique bem tranquila, isso não vai dar em nada. Se fosse alguma coisa, nós teríamos percebido agora’. Depois da cirurgia, relaxei. Dez dias depois, voltamos ao consultório para retirar os pontos. Na sala de espera, notei que o clima estava diferente. A secretária, que costumava ser brincalhona, não estava falando tão animadamente com a gente.
Quando entramos, o doutor estava sério. Enquanto ele tirava os pontos da cabeça dela, me perguntou quantas promessas eu havia feito para que não fosse nada. Respondi: muitas. Ele fechou os olhos. A minha espinha gelou. Ele pediu, então, que a Maria Fernanda saísse da sala, porque tinha uma coisa importante para conversar comigo e com o pai dela. Ele não teve coragem de falar. Apenas empurrou um papel para mim. Eu abri e, quando li neoplasia maligna: sarcoma de Ewing, apertei forte a mão do meu marido, meu coração e minha perna doeram, e disse, já chorando: ‘Imagine, doutor, vocês erraram feio, vocês me garantiram que não era nada’. O médico explicou que era um câncer raro, que costuma dar em braços e pernas e se manifesta no estágio final da doença. Graças a Deus, a doença estava no início, e depois de mandar repetir o exame da biópsia quatro vezes, porque eu me recusava a acreditar no diagnóstico, começamos uma corrida contra o tempo.
O tumor já havia começado a corroer a primeira calota craniana e, se eu não tivesse insistido tanto nessa investigação, a teria perdido em seis meses. Quando soube da doença, fiquei desesperada. Pensei em colocar a Maria Fernanda num carro e jogá-lo, comigo dentro, de um penhasco. Por causa do meu trabalho voluntário, sabia o que era passar por uma quimioterapia. Não suportava pensar na minha filha nessa situação. Jamais imaginei ser possível sentir tanta dor. Mas logo voltei a mim, percebi que não tinha esse direito, e decidi que lutaríamos juntas e vitoriosas.

Fomos ao melhor oncologista do país. Foi no consultório desse médico que ela soube o que estava acontecendo. Ele foi muito insensível. Usou as seguintes palavras: ‘Sua doença é muito grave, você vai perder seu cabelo e provavelmente os seus dentes, e eu não sei se você vai ter cura. Você vai vomitar bastante e passar muito mal’. Nós três começamos a chorar compulsivamente, e na minha cabeça só vinham imagens do nascimento dela, dos primeiros passos, da primeira vez em que ela me chamou de mãe, do primeiro dia na escola. Foi horrível. Eu olhava para ela e me perguntava até quando ela estaria ao meu lado, ao mesmo tempo em que não admitia perdê-la.
A primeira sessão de quimioterapia foi devastadora. Maria Fernanda teve reações fortes: perdeu momentaneamente os movimentos das pernas e sua mandíbula travou. Ela ficou nove dias internada e perdeu oito quilos. Foi muito impressionante vê-la passar por tudo aquilo, sendo que no dia anterior estava bem fisicamente. Ela tinha crises de vômito muito fortes e a enfermeira me dizia que não havia nada a ser feito, que dali em diante a coisa só pioraria. O meu marido entrou em desespero e foi embora do hospital. Decidi que trocaria de médico.
A pedido desse segundo doutor, um anjo que ficou conosco até o fim, comecei a abraçá-la e apalpá-la muito. Era um momento de carinho entre nós, claro, mas a cada abraço eu estava também procurando um possível novo tumor. Bloqueei qualquer pensamento que a excluísse do meu futuro. Continuava tentando adivinhar o que ela seria quando crescesse e cheguei a apostar que optaria pela medicina, tamanha foi sua imersão no entendimento da doença. Quando o cabelo dela começou a cair, me senti dilacerada. Engolia seco ao ver aquele punhado de fios se soltarem, mas, por incrível que pareça, ela manteve o bom humor e me disse que o lado bom seria a economia com xampu. Chegou a dizer também que estava careca de saber como seria o tratamento dela. Isso me fazia rir. Ao mesmo tempo, achava que ela estava mascarando sua dor. Durante todo o tempo, uma não quis mostrar à outra o que realmente sentia.
Meu casamento mudou. Maria Fernanda passou a dormir comigo na cama. Meu marido e eu não conversávamos sobre a dimensão de tudo aquilo. Tanto que só soube depois do fim do tratamento que ele não acreditava que ela sobreviveria. Eu o proibi de chorar na frente dela. Eu chorava sempre sozinha, em casa ou no carro, a caminho do hospital. Viajava de São Paulo para Suzano, onde ficava meu restaurante, todos os dias. Não larguei o trabalho porque não queria que nada faltasse à minha filha. Dormia de duas a três horas por noite — perdi para sempre o hábito de dormir. Ela continuou matriculada na escola e ia quando conseguia. Quando chegavam as festinhas, eu rezava para que a peruca não caísse ou se deslocasse da cabecinha dela.
Resolvi distraí-la dando novos brinquedos a cada sessão de quimioterapia. Enquanto as meninas da idade dela brincavam de Barbie, ela preferia a boneca Susi, pois dizia que seu cabelo não embaraçava. Durante os dois anos e meio de tratamento, comprei cerca de 140 bonecas e todos aqueles complementos que eram lançados, como casa da Susi, moto da Susi, etc. Às vezes ela ganhava até três bonecas por sessão. Sempre era uma alegria imensa: ela passava horas trocando as roupinhas e penteando os cabelos delas, com muito cuidado. As Susis acabaram virando um símbolo da nossa luta.
Nesse período, fazíamos exames a cada três meses para checar a eficiência dos remédios. A cada resultado, uma boa notícia. Aos poucos, ela foi vencendo o câncer. Minha memória mais emocionante é a do dia em que o médico me chamou e disse que precisávamos conversar. Falou que tinha uma boa e uma má notícia. A má era que não iríamos mais nos ver. Entrei em desespero achando que ele mudaria de hospital. Ele repetiu que não iríamos mais nos ver, e que essa era também a boa notícia. Demorei alguns segundos até entender que o sofrimento tinha acabado. Respirei fundo e comecei a chorar. Maria Fernanda estava curada. Não havia mais vestígios da doença nela. Minha vontade era pular no pescoço dele e abraçá-lo, gritar, ligar para toda a minha família, beijar os enfermeiros. Fiquei eufórica. Do mesmo jeito que jamais pensei que sentiria tanta dor, não achei que fosse possível sentir tamanha alegria. Corri para o quarto, onde estavam Maria Fernanda e meu marido, e gritando contei que a luta tinha chegado ao fim. Todo mundo chorou, a equipe médica aplaudiu e a minha filha saiu do hospital com buquês de flores.
O tipo de câncer dela, na calota craniana, foi o 11o a ter cura no mundo inteiro. A notícia foi uma tremenda surpresa. Pelo protocolo, ela teria de ter feito pelo menos 56 sessões de quimioterapia, mas se curou na 48a. Quando finalmente esse martírio chegou ao fim, Maria Fernanda tinha 11 anos. A doença não afetou seu desenvolvimento — quem faz quimioterapia pode ficar estéril e não crescer muito. Mas minha filha mede 1,68 m de altura e tem o aparelho reprodutor perfeito. Está noiva e cursa o quarto ano da faculdade de direito. As únicas sequelas são um problema na mandíbula, que ainda trava de vez em quando, e a visão, afetada por seis graus de miopia e hipermetropia.
Às vésperas do aniversário dela de 21 anos, no início deste ano, estávamos meio brigadas, uma coisa boba entre mãe e filha. Tive a ideia de fazer uma surpresa. Resolvi restaurar toda a coleção de Susis, que hoje conta com umas 180 bonecas, para dar de presente a ela. Liguei para a fabricante do brinquedo para saber onde isso poderia ser feito e acabei contando minha história. A empresa resolveu fazer uma homenagem e criou uma boneca especialmente para a Maria Fernanda. Mandei como exemplo uma foto dela em sua festa de 15 anos e a Susi batizada em seu nome usa a mesma roupa que minha filha usou nesta data. Juntei essa boneca ao restante da coleção restaurada, e Maria Fernanda chorou de emoção ao vê-las.
Eu mudei bastante depois dessa experiência. Meu casamento acabou há poucos meses. A doença da nossa filha fez com que começássemos a nos ver mais como amigos do que como um casal. Também sinto que sou menos fútil. Embora tivesse contato com esse tipo de tristeza, a dimensão exata dessa dor ficou palpável quando aconteceu comigo. Hoje sei que cada um de nós tem uma missão aqui. Continuo ajudando famílias de crianças com câncer e a Maria Fernanda entrou nessa comigo. Como minha dor durante essa luta foi silenciosa, minha válvula de escape foi escrever um diário. Ele virou um livro e vai ser distribuído nas instituições que ajudo. Quero que outras mães não deixem de acreditar que seus filhos podem sair vivos e saudáveis desse sofrimento.”

A lei da Afinidade

CRISTINA CAIRO


Cristina Cairo - Editora Ediouro

Não é a idade que destrói o corpo e sim a forma de pensar.

Nada acontece na hora errada. Querer algo com ansiedade e pressa é como colher frutos verdes de uma árvore: não servem para nada.

Para acabar com os problemas cardíacos e a hipertensão, é necessário aprender a se soltar e a ser flexível diante das mudanças que a vida nos apresenta.

Você tem o comportamento apropriado para o que tanto quer realizar?

O universo enxerga você da mesma forma que as pessoas enxergam.

A lei do semelhante atrai semelhante funciona em todos os setores da vida, de maneira que só cruza nosso caminho quem está na mesma sintonia.

Da mesma forma que as moléculas do elemento água são influenciadas pelos pensamentos e pelas intenções das pessoas, sua freqüência vibracional também é influenciada por seus pensamentos e intenções.

Sempre acredite, mesmo quando em contato com pessoas desagradáveis ou diante de fatos cruéis e inesperados, que tudo isso é a Lei da Afinidade atuando sobre a sua vida.
Ao vivenciar um problema, mude o foco de sua atenção, reduza a importância do fato. Entenda que mesmo as dificuldades que vc enfrenta com seus filhos, seu marido ou sua esposa, seja com quem for, se devem à força que vc coloca nas emoções. A lei da Afinidade atua em todos os planos da vida, sejam eles bons ou ruins.

Mesmo que um homem seja sozinho em sua luta pela vida, é necessário estar em comunhão amistosa com alguma mulher, para equilibrar seu lado Yin. Pode ser sua mãe, esposa, namorada, irmã ou mesmo uma amiga.

E para a mulher, mesmo que se sinta auto-suficiente e racional para manter sua vida sozinha, é importante escutar as opiniões de algum homem de sua confiança, para absorver a lógica e a objetividade de seu raciocínio para facilitar suas decisões.

Mesmo que vc, homo ou heterossexual, esteja se sentindo feliz com suas finanças, saiba que, se estiver em harmonia com o sexo oposto, poderá ampliar muito mais a sua prosperidade.

O triangulo amoroso é uma das causas energéticas de perdas financeiras. (...) Quando digo isso estou longe de ser moralista, não tenho essa preocupação. Cada um sabe o que é mais gostoso para si. Mas tento esclarecer sobre o poder da harmonia das polaridades e suas conseqüências positivas e negativas.

Os sultões tinham (e muitos ainda têm) prosperidade porque todo seu harém vivia em harmonia e as regras eram respeitadas por todas as suas mulheres. Porém, não confunda as coisas. Trata-se de uma cultura diferente.
A primeira mulher do sultão sempre teve a liderança sobre as mulheres dele no harém, mas, se ela sentisse ciúme ou entrasse em desarmonia com os pensamentos dele, até o sultão perdia dinheiro, pois atraía situações inesperadas.

Normalmente, identifico mulheres que sentem atração por homens ausentes por seu culote. De acordo com a linguagem do corpo, essa parte lateral externa da coxa aumentada representa uma mulher que teve pai ausente, seja por ser alcoólatra, autoritário, viajante, doente, mulherengo, submisso à esposa. Pela bioenergética, o culote representa o pai.

Aceite-se, viva à sua maneira tranquilamente, pois sempre existirá alguém que se sentirá muito feliz ao seu lado.

Sei que falar “difícil” é bonito, mas não é eficaz na comunicação.

Tomar consciência de que é o seu próprio comportamento o responsável pela sorte é difícil para quem prefere se apoiar nos amuletos.

Quantas pessoas usam objetos, pedras, rituais, etc., e nada melhora em sua vida? Por outro lado, quantas nem sabem que existe amuleto e suas vidas estão ótimas?
Acredite que vc gera sua própria sorte com disciplina na mudança de seus focos de atenção.

Os cristais, o cobre e muitos outros minerais emitem ondas energéticas positivas que atuam sobre nossos corpos sutis e em nossos chacras. Movimentam nossa consciência para o caminho da expansão. São instrumentos magníficos para a nossa evolução, mas, se vc os usa para ter sorte, é porque não compreendeu que as suas vibrações só mudam efetivamente por meio da sua reforma interna.
Seus pensamentos são a chave para aumentar sua sorte.

Desenhe o que vc deseja (...) mas não mostre nem mesmo para sua alma gêmea; só divulgue quando ele se realizar, assim vc fará com que mais pessoas acreditem no poder dos pensamentos e na Lei da Afinidade.

Saiba esperar com alegria. Sem jamais duvidar.

Certas situações parecem magia, mas têm a ver com suas vibrações. Exemplos: um táxi no instante que seu carro quebra, uma carona quando seus pés estão doendo, um protetor quando vc está sofrendo alguma ameaça, etc. Enfim, quando visualizamos pessoas, acontecimentos, nosso corpo, nossas finanças, de forma harmoniosa e com a mente serena, sem ansiedade ou desconfiança, produzimos irradiações semelhantes.

Guarde segredo para acumular energias em sua antena interna. Cada vez que vc conta seus planos, seu chacra da garganta ou laríngeo se desconecta dos outros chacras e se desliga da força da concretização dos desejos. Pensamentos contrários aos seus só atrapalharão se vc estiver vibrando na freqüência do medo e da inveja.

Conte seus planos apenas a quem estiver trabalhando na mesma direção. Mesmo assim, faça um acordo de conversar pouco a respeito, preferindo a visualização silenciosa. O poder do silêncio aumenta as chances das realizações completas.
Para atrair a sorte, vc precisa alegrar seus pensamentos e acabar com a expectativa exacerbada. Brinque com cachorros e gatos, sem preconceito e com o coração de criança. Só assim vc entrará em sintonia com o amor do Universo.

Temos no centro da nossa cabeça uma glândula chamada pineal (...) ela carrega em seu interior uma quantidade muito grande de cristal de quartzo. (...) O cristal é responsável por ondas de transmissão e captação de freqüências vibracionais.

Pessoas que praticam diariamente a meditação aumentam gradativamente a fabricação de cristais na sua glândula pineal, no períneo e na corrente sangüínea. Isso as torna antenas humanas, e elas ganham vantagem de serem filtros de energias. Desenvolvem um escudo áurico, capaz de protegê-las contra toda espécie de ataque negativo, visível e invisível.

Se pessoas comuns, que não praticam nenhum tipo de exercício de interiorização, conseguem captar intenções e pensamentos de outras pessoas, imagine alguém que se dedica á quietude da meditação, ao controle da respiração e à mudança alimentar, reunindo muito mais elementos para trabalhar a intuição?

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

NADA ESTÁ ERRADO - compreenda ...






NADA estava errado. Os erros que você fez eram certos, tudo era estímulo, para aprender, para ver as grandes verdades. Você já pode ir pela inteligência, você já tem esse discernimento. E quem é que procura encrencas para o seu caminho? É o seu espírito. 

Por exemplo, coloca uma pessoa bem carrasca na sua vida para ver se você aprende. Não tem nada de karma, tem a necessidade de evolução de cada um. O dia que você entender isso, você vai aprender uma coisa que deixar a pessoa viver a ilusão dela. Eu não posso usar o seu e nem você o meu. O seu é o seu e só você sabe.  Podemos ter semelhança de experiências, conversar sobre elas, mas não é igual.  Compaixão não é piedade, é sim entender profundamente   condição alheia pela nossa inteligência. A vida trabalha todos nós. Não há como segurar as pessoas, elas são assim.

“Todo mundo sempre briga comigo”, você diz. É preciso ver: para aprender o que? A se auto- valorizar, aí sim você vai lutar por você.  Nós precisamos de estímulo e renovação. Tudo vai mudar, não importa  se para melhor, se para pior. E não pior o que dizemos que é, esses são os estímulos para você perceber o que não  está vendo.
Quando começamos a agir pela inteligência, nós vamos por nós mesmos, a vida não tem mais que nos empurrar. Quanto mais aumenta a sua percepção, quanto mais controla a sua fantasia, mais fácil você vai. A ilusão que acha que os outros são nossos é a posse. O que interessa é o relacionamento do espírito. A experiência não é  o que você VIVEU e sim, O QUE VOCÊ DESENVOLVEU, quando estava passando por aquilo.

O que você passou não interessa, interessa o que você tem hoje de bagagem aí dentro. TUDO está certo, tudo, mesmo o mais errado, tudo está trabalhando pela nossa evolução. Pesando assim, acabam as mágoas, é a aceitação, e você começa a trabalhar em outra área, em outra direção, com bons resultados em sua vida.

trecho de: 
Consciência Espiritual Independente –  Gasparetto

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Significado da Chama das Velas


 Poucas  pessoas  sabem  que  a  chama  das  velas  nos  passam  mensagens , respostas , e até mesmo visualizações dependendo do grau  psíquico . 

 Chama Azulada : pede-se paciência , pois seu pedido esta sendo realizado .
 Chama  Amarela : sua felicidade esta proxima
 Chama Vermelha seu pedido esta sendo realizado
 Chama  Brilhanteseu pedido esta tendo exito
 Chama  que levanta e abaixase conscentre no seu pedido , pois  sua mente esta um pouco tumultuada
  Chama  que solta fagulhas no ar pode haver algum desapontamento ou aborrecimento antes do seu pedido for realizado .  O  elemental colocara alguém no seu caminho para te ajudar .
 Chama  que parece uma aspiral : seus pedidos serão alcançados .
 Chama Enfraquecida :é preciso reforçar o seu pedido .
 Chama que permanece   Baixaesta ainda não é a hora de seu pedido se realizar .
 Chama  que Vacilademostrações que seu pedido tera algumas transformações , antes de ser realizado .
 Pavio que se divide em Dois : demostra que o pedido  não foi feito com fé , faça o novamente . (  se a  chama  se apaga depois de acesa sem muito vento , ao redor , seu anjo fara a parte mais dificil , o resto é com você ).
 Quando a vela queima por inteiroseu pedido foi aceito
  Quando a vela forma uma escada de ladoseu pedido esta sendo realizado

 Quando sobra muita cera no prato o ideal ´e que se acenda outra vela , á forças negativas tentando lhe atrapalhar.
  Vela que não acende prontamente a energia ao seu redor pode estar poluida .
   Ponta do pavio Brilhante : você tera muita sorte e sucesso com a realização do seu pedido .
  Vela que Chorasignifica que você anda sem forças emocionais adequadas para superar algo .  Se  isso  acontecer  , o ideal  é que  você  peça proteção pra seu  anjo , santo , elemental ...ou seu eu superior mais  intimo .
 

sábado, 3 de dezembro de 2011

Perfeição


Deus fez tudo perfeito,
olhe a natureza, 
um simples pássaro, na sua liberdade
uma planta que cresce
a imensidão de um mar, 
suas marés, contínuas
o ar que respiramos, que  nos dá a Vida
o maravilhoso milagre que é o nosso corpo ...

nenhum deles se queixa, simplesmente é, e aceita isso
vive, e deixa viver ...

e achamo-nos nós superiores??

pense nisso!!

beijo na Alma

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Mais árvores de Natal



















Confie nos cristais

 Cristais para o Amor

O amor irradia de muitos cristais. Eles podem ajudar a atrair uma alma gêmea, ou colocar um "zing" de volta para os relacionamentos existentes. Tente qualquer um dos seguintes - dependendo do que você está procurando.

"Atrair relacionamentos positivos"



  • Turquesa




  • Turmalina verde




  • Opala




  • Rubi




  • Sugilite




  • Diamante




  • Sardônica





  • "Curando o coração"
  • Jade lavanda




  • Lágrimas Apache




  • Kunzita




  • Ágata




  • Quartzo Rosa





  • "Atrair um Soulmate"
  • Quartzo Rosa




  • Aventurine




  • Magnetita




  • Rodocrosita





  • "Atrair Paixão"
  • Carnelian




  • Granada




  • Turmalina verde







  • Cristais para entrar em contato com os Reinos Angélicos

    Muitas pessoas procuram o contato com os reinos angélicos, eles chegam ao seu anjo da guarda para orientação e proteção, ou aos anjos para orientação e inspiração. Existem cristais que nos ajudam a fazer isso:
  • Celestita




  • Angelite




  • Selenito




  • Moscovita




  • Apophyllite





  • Você pode colocá-los sob seu travesseiro à noite, ou apenas mantê-los em momentos de silêncio - o que parece certo para você. (Eu mantenho meu cluster celestita com Cartões de meu anjo em todos os momentos e tê-lo no meu colo quando estou fazendo as leituras cartão de anjo, por exemplo). Se o cristal tem uma "gateway" - uma abertura que se dirigem para o cristal - leva mais fundo no reino angélico.

    Cristais para a Abundância

    Abundância é mais do que riqueza, que é sobre amor e apoio e felicidade também. Aqui estão alguns cristais para ajudar você a atrair abundância em sua vida e casa:
  • Yellow Sapphire




  • Tigres Eye




  • Topázio




  • Carnelian




  • Ágata dendríticas




  • Citrina





  • Cristais para ajudar Condições Físicas

    Cristais são usados ​​para curar as condições físicas em uma variedade de maneiras. Vestindo ou carregando um cristal que auxilia na cura da doença pode ajudar a aliviar suavemente, ou cristais podem ser colocados na parte do corpo afetada ou sobre o órgão em causa. Alternativamente, pode ser colocado em seu banho. Aqui estão algumas doenças comuns físicas, juntamente com alguns dos cristais (s) disse para ajudá-los:
    "Artrite - ametista, ágata azul rendas, cornalina, fluorita, malaquita,
    Asma - âmbar, malaquita, ametista, quartzo rosa, azurita, tigres olho
    Dores nas costas - hematita, magnetita malaquita,
    Inchaço - jaspe verde
    Pressão arterial (alta) - chrysoprase, jadeite
    Pressão arterial (baixo) - sodalita, turmalina
    Bronquite - quartzo rutilado, pirolusita
    Burns - de quartzo claro
    Catarro - topázio
    Resfriados / febres - jet, emerald
    Tosse-âmbar, topázio
    Cramp - bloodstone
    Earache - âmbar, celestita, turmalina
    Eczema - safira
    Hayfever - rendas de ágata azul
    Dor de cabeça - âmbar, ametista, hematite esmeralda, lápis-lazúli, citrino, pedra da lua
    Azia - dioptásio, quartzo claro, peridoto
    Infecções - (ouvido, sinusite etc) - rodocrosita, opala
    Enxaqueca - lapis lazuli
    Náuseas - jaspe, esmeralda
    Reumatismo - ágata, âmbar, cornalina, fluorita, malaquita
    Dor ciática - turmalina, safira
    Dor de garganta - âmbar, água-marinha, berilo, lapis lazuli
    Dor de dente - âmbar, água-marinha, lápis-lazúli
    Enjôo - jasper
    NB: Todos os cristais aqui são ditas para ajudar as condições físicas em conjunto com um médico, se necessário, você deve sempre consultar seu médico em caso de doença graves

    Cristais para outros fins

    Criatividade ajudar - Chrysolite, Turmalina Verde, Azul Turquesa, Carnelian, Chrysoprase
    Anger aliviar - Ágata, Vermelho granada, Moonstone, Ametista
    Aura de Proteção - Amber, Fluorita, lágrimas Apache
    Confiança e auto-estima - Crisocola, olho Tigers, Hematita, turmalina verde
    Depressão - Amber, Jet, berilo, quartzo enfumaçado, Kunzita, Quartzo rosa
    Culpa - Crisocola, Rose Quartz
    Significado e propósito - Carnelian, quartzo, topázio, Selenita, Quartz
    O estresse mental - Amazonita, Ametista, Hematita Rodonita, Rodocrosita,
    Abertura da Intuição - Ametista, Lapis Lazuli, Apophyllite, Seletita, quartzo Smoky
    Proteção Space - Jet, Smoky Quartz, Ametista, quartzo rosa
    Vitalidade - Topaz, Ruby, Apophyllite, Ágata, Esmeralda

     

    ÁRVORES DE NATAL DIFERENTES do habitual



















    amei estas árvores de Natal e decidi postar
    para sair do habitual, pode tirar algumas idéias para a sua

    espero que gostem



    Tarot de OSHO clik

    Se gosta de ERVAS e ESPECIARIAS CLIK

    Se lhe interessa a NOVA ERA Clik

    segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

    Por Nós



    Tornaram-nos montros, quando somos Deuses,

    impuseram-nos o medo como meio de viver, amedrontraram-nos com tudo
    inventaram regras para seguir e punições para quem se rebela contra elas
    inventaram doenças e guardaram a sete chaves os antidotos
    deixando-nos morrer 
    inventaram sistemas económicos para nos controlar
    nos retirar, e lhes aumentar a ELES
    incitaram-nos para o mal
    fazendo-nos pensar que nos estão ofendendo quando a opinião dos outros é diferente da nossa
    fizeram-nos pensar que só há uma opinião,
    quando cada um tem a sua
    fizeram-nos voltar uns contra os outros,
    quando a maravilha da humanidade é vivermos como irmãos
    retiraram-nos a nossa dignidade, sugando-nos
    fazendo-nos trabalhar em massas apenas para ELES
    e ainda, nos retirando o pão da boca, de nós, das nossas crianças
    quando tanto trabalhamos para pô-lo na nossa mesa
    eludiram-nos com filosofias, políticas, tecnologias
    apenas para conseguirem retirar-nos o Poder, que é nosso, sempre foi
    mas que fizeram tudo para o enterrarmos lá no fundo do inconsciente
    para o esqueçErmos
    e por isso existe tanto crime, tanto mal, tanta dor, tantos suicídios, Homocídios,
    porque, no FUNDO, sabemos, inconscientemente, o sabemos e a nossa Alma nos grita
    que não somos aquilo que sempre quiseram que fossemos
    uns fracos, sem forças, Maus

    e, assim, nos revoltamos, porque sabemos no íntimo que não somos assim
    que nos sentimos MAL
    sentirmo-nos controlados
    sabendo que a escuridão não nos pertence
    e, impotentes, a nossa raiva vai em direcção aos mais próximos
    porque, apesar de sabermos que somos controlados
    não sabemos onde eles estão, e isso revolta-nos
    não sabemos como actuar, porque estamos fortemente condicionados,
    no negativismo, que Não É Nosso, é deles, criado por eles
    e deitado para cima de Nós

    SOMOS, sim SOMOS

    Criativos
    Lutadores
    Questionadores
    carinhosos
    amorosos
    Entusiastas
    Heróis
    Alegres
    Dançarinos
    Inteligentes, Muitos Inteligentes
    e muito mais ....

    está na hora, de cada um, e Todos Juntos
    lutarmos pelo que é nosso, sempre foi
    as nossas Vidas, os nossos caminhos, de cada um
    impôr o respeito, por cada mente
    pela nossa
    pela dos outros
    acreditarmos em nós mesmos, e não em democracias impostas!!
    acreditar no outro ao teu lado, mesmo que seja o contrário de Ti
    deixá-lo Viver, a vida dele, o caminho dele, as escolhas dele,
    e viveres a TUA dignamente, e em Alegria
    impôr o respeito pelo que é Nosso
    pelo que tanto lutámos para alcançar, direitos que agora nos são retirados
    pela cobiça Deles, pelo Querer, DELES
    gritar contra, lutar contra as imposições que nos puseram desde que nascemos
    que só favoreceram a Eles, não a Nós que lutamos dia a dia
    Unindo-nos TODOS
    para que alcançemos tudo o que perdemos
    tudo que temos direito
    tudo que nos foi dado pelo espírito que nos Criou
    e que agora, por causa DELES, que nos fazem acreditar isso
    acreditarmos que quem nos criou é que é o Responsável
    quando Ele apenas nos deu a Vida, a cada um, para caminhar
    a nossa LUZ para Compartilhar
    com todos,

    e sim
    devemos lutar por nós, pelas nossas crianças,
    reaver aquilo que nos foi roubado
    impôr a nossa Vontade, para que começemos a

    VIVER com a dignidade que merecemos
    SORRIR, todos os dias. sem medos


    AFINAL, SOMOS NÓS que criamos o MUNDO

    O Nosso MUNDO
    e cada Um, o de Cada Um


    Lutemos pela LIBERDADE da nossa ALMA

    Analuz













    quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

    Um Natal diferente







    e, descansada, na minha cama, me indago, pensando, e escrevendo, registando, como todos os anos, o que vou dar a cada um que amo neste Natal??!!

    e por tudo que este ano passei, vibrei dentro e senti, que este é diferente, afinal Natal, e agora percebi, assimilei, não é uma festa de prendas e comida buéé boa, mas e sim festejar com quem amamos, o nascimento daquele que nos veio ensinar que temos de ser amigos um dos outros, irmãos, todos, e compartilhar... sempre ...

    e, por isso, nesta época, temos de compartilhar, de coração e alma, tudo o que somos e com gestos diferentes, não apenas com prendas ...

    nesse caderno, que hoje escrevo, está alinhado abençoar Jesus, e para ele ficar orgulhoso, abençoar cada um deste mundo, com um desejar profundo de que todos encontremos a benção da Paz, da harmonia e alegria perdidas, e ainda, o que mais nos falta nos faz, reavivar, o que nos levou a enfrentarmos o que ora vivemos, a nossa falta de Fé, e acreditar, plenamente, e sem lugar a qualquer dúvida, que creendo (acreditando) na Alma que podemos, seja o que fôr, conseguiremos!!

    afinal não disse ele:

    "não fui eu que te curei, ma sim foi a tua Fé!"
    "se tiverdes a Fé do tamanho de uma semente de mostarda e dizerdes áquela montanha, vinde até mim, ela virá!"

    não estará na hora de, no intímo de cada um, tentar perceber e assimilar as suas palavras??
    tão simples e esclarecedouras??

    louvemos, então este Natal, a JESUS, que simplesmente nos veio recordar e reavivar, o que somos realmente, e que um dia esqueçemos, nosso Poder, que nos foi dado por nosso criador, seu também, nosso DEUS PAI.

    Feliz Natal para todos!!

    quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

    Relato de uma mãe que lutou contra o câncer de uma Filha

     
     
    Por Patricia Moterani

    Sempre quis ser mãe. Casei aos 17 anos e com essa idade já pensava em ter filhos. Engravidei e abortei espontaneamente quatro vezes em sete anos. Clinicamente, nem eu nem meu marido tínhamos problemas de fertilidade. Como nenhum médico conseguia explicar o motivo dos abortos, perdi a esperança de realizar meu sonho. Aos 24 anos, sofrendo de enjoos e desconfortos, mas menstruando normalmente, marquei uma consulta com um clínico geral. Saí do consultório com receitas para remédios contra gases, que tomei por três meses. Até que minha tia, desconfiada de uma gravidez, me levou a um ginecologista. Foi quando vi o que parecia impossível se realizar: eu estava grávida de cinco meses. Levei um grande susto, mas a alegria foi imensa.
    Saí do hospital dando pulos de felicidade. Mas, ainda que o bebê estivesse bem, a gravidez era de risco por causa dos abortos anteriores. O médico que me acompanhou durante o pré-natal recomendou repouso absoluto. Eu tinha um restaurante e parei de trabalhar; passei a coordená-lo a distância. Minha intuição e meu desejo diziam que seria uma menina. Tive essa certeza 15 dias antes de a Maria Fernanda vir ao mundo. O parto não foi fácil. Ela nasceu muito roxinha porque demorou para sair da minha barriga. Estava com a cabeça para cima, e não para baixo, como deveria, e o cordão umbilical estava enrolado em seu pescoço. Como consequência, enquanto a maioria das mulheres leva até dez pontos em uma cesárea, eu levei 27. Apesar disso, tudo correu bem. Ela nasceu com 39 centímetros, cabeludinha, com 3,940 kg — uma criança linda.
    Maria Fernanda é a minha única filha, minha obra perfeita. Aos 3 anos já sabia ler e escrever. Jamais foi uma criança retraída. Tinha muitos amigos e participava de todas as festinhas da escola, adorava se fantasiar e acreditou em Papai Noel até os 9 anos. Durante essa fase da sua infância, eu também estava bem profissionalmente. Tão bem que percebi que deveria fazer alguma coisa pelo próximo e passei a ajudar instituições de crianças com câncer — uma escolha aleatória, que nem sei explicar por que, já que o mais natural teria sido eu me aproximar de portadores de síndrome de Down, uma vez que tenho um irmão com essa síndrome.
    Tudo correu muito bem até os oito anos e meio da minha filha. Em outubro de 1997, ao dar banho e lavar seus cabelos, senti um carocinho do tamanho de um feijão na cabeça dela. Meu coração apertou. Perguntei a ela se tinha caído e batido a cabeça em algum lugar da escola e ela me disse que não. Comentei com o meu marido, que não deu bola. Maria Fernanda também não ligou — sentia-se bem, sem nenhum sinal de que pudesse estar doente. Alimentava-se e brincava com o mesmo pique de sempre. Na verdade, ninguém da minha família ligou para o fato. Todos insistiam que eu estava fazendo drama, mas a famosa intuição de mãe não me deixava em paz. Eu chorava sozinha de preocupação.
    Marquei consulta com um neurologista. Segundo ele, o carocinho era normal e não indicava problema. Não fiquei convencida. Fui a outro médico, que deu o mesmo diagnóstico do primeiro. Fui a um terceiro, que teve a mesma impressão dos primeiros, mesmo depois de tomografias e ressonâncias magnéticas. Foi assim com mais quatro médicos. Até que com o oitavo, que também dizia não ser nada, sugeri que tirássemos o carocinho alegando ser um caso de estética. Disse: ‘Doutor, ela faz natação, balé e usa touca, imagine isso aparecendo entre os amiguinhos; é provável que eles tirem sarro’. O caroço não tinha essa proporção, mas o médico, mais por cansaço do que por preocupação, topou fazer uma cirurgia para retirá-lo.
    Antes da operação, saímos de férias. Lembro que, quando olhava para ela na praia, sentia algo dentro de mim doer, me escapar pelas mãos. Eu não compartilhava minha dor com ninguém. A cirurgia foi simples. Quando terminou, o médico me disse: ‘Mãe, vou mandar o carocinho para a biópsia porque é uma questão de protocolo, mas fique bem tranquila, isso não vai dar em nada. Se fosse alguma coisa, nós teríamos percebido agora’. Depois da cirurgia, relaxei. Dez dias depois, voltamos ao consultório para retirar os pontos. Na sala de espera, notei que o clima estava diferente. A secretária, que costumava ser brincalhona, não estava falando tão animadamente com a gente.
    Quando entramos, o doutor estava sério. Enquanto ele tirava os pontos da cabeça dela, me perguntou quantas promessas eu havia feito para que não fosse nada. Respondi: muitas. Ele fechou os olhos. A minha espinha gelou. Ele pediu, então, que a Maria Fernanda saísse da sala, porque tinha uma coisa importante para conversar comigo e com o pai dela. Ele não teve coragem de falar. Apenas empurrou um papel para mim. Eu abri e, quando li neoplasia maligna: sarcoma de Ewing, apertei forte a mão do meu marido, meu coração e minha perna doeram, e disse, já chorando: ‘Imagine, doutor, vocês erraram feio, vocês me garantiram que não era nada’. O médico explicou que era um câncer raro, que costuma dar em braços e pernas e se manifesta no estágio final da doença. Graças a Deus, a doença estava no início, e depois de mandar repetir o exame da biópsia quatro vezes, porque eu me recusava a acreditar no diagnóstico, começamos uma corrida contra o tempo.
    O tumor já havia começado a corroer a primeira calota craniana e, se eu não tivesse insistido tanto nessa investigação, a teria perdido em seis meses. Quando soube da doença, fiquei desesperada. Pensei em colocar a Maria Fernanda num carro e jogá-lo, comigo dentro, de um penhasco. Por causa do meu trabalho voluntário, sabia o que era passar por uma quimioterapia. Não suportava pensar na minha filha nessa situação. Jamais imaginei ser possível sentir tanta dor. Mas logo voltei a mim, percebi que não tinha esse direito, e decidi que lutaríamos juntas e vitoriosas.

    Fomos ao melhor oncologista do país. Foi no consultório desse médico que ela soube o que estava acontecendo. Ele foi muito insensível. Usou as seguintes palavras: ‘Sua doença é muito grave, você vai perder seu cabelo e provavelmente os seus dentes, e eu não sei se você vai ter cura. Você vai vomitar bastante e passar muito mal’. Nós três começamos a chorar compulsivamente, e na minha cabeça só vinham imagens do nascimento dela, dos primeiros passos, da primeira vez em que ela me chamou de mãe, do primeiro dia na escola. Foi horrível. Eu olhava para ela e me perguntava até quando ela estaria ao meu lado, ao mesmo tempo em que não admitia perdê-la.
    A primeira sessão de quimioterapia foi devastadora. Maria Fernanda teve reações fortes: perdeu momentaneamente os movimentos das pernas e sua mandíbula travou. Ela ficou nove dias internada e perdeu oito quilos. Foi muito impressionante vê-la passar por tudo aquilo, sendo que no dia anterior estava bem fisicamente. Ela tinha crises de vômito muito fortes e a enfermeira me dizia que não havia nada a ser feito, que dali em diante a coisa só pioraria. O meu marido entrou em desespero e foi embora do hospital. Decidi que trocaria de médico.
    A pedido desse segundo doutor, um anjo que ficou conosco até o fim, comecei a abraçá-la e apalpá-la muito. Era um momento de carinho entre nós, claro, mas a cada abraço eu estava também procurando um possível novo tumor. Bloqueei qualquer pensamento que a excluísse do meu futuro. Continuava tentando adivinhar o que ela seria quando crescesse e cheguei a apostar que optaria pela medicina, tamanha foi sua imersão no entendimento da doença. Quando o cabelo dela começou a cair, me senti dilacerada. Engolia seco ao ver aquele punhado de fios se soltarem, mas, por incrível que pareça, ela manteve o bom humor e me disse que o lado bom seria a economia com xampu. Chegou a dizer também que estava careca de saber como seria o tratamento dela. Isso me fazia rir. Ao mesmo tempo, achava que ela estava mascarando sua dor. Durante todo o tempo, uma não quis mostrar à outra o que realmente sentia.
    Meu casamento mudou. Maria Fernanda passou a dormir comigo na cama. Meu marido e eu não conversávamos sobre a dimensão de tudo aquilo. Tanto que só soube depois do fim do tratamento que ele não acreditava que ela sobreviveria. Eu o proibi de chorar na frente dela. Eu chorava sempre sozinha, em casa ou no carro, a caminho do hospital. Viajava de São Paulo para Suzano, onde ficava meu restaurante, todos os dias. Não larguei o trabalho porque não queria que nada faltasse à minha filha. Dormia de duas a três horas por noite — perdi para sempre o hábito de dormir. Ela continuou matriculada na escola e ia quando conseguia. Quando chegavam as festinhas, eu rezava para que a peruca não caísse ou se deslocasse da cabecinha dela.
    Resolvi distraí-la dando novos brinquedos a cada sessão de quimioterapia. Enquanto as meninas da idade dela brincavam de Barbie, ela preferia a boneca Susi, pois dizia que seu cabelo não embaraçava. Durante os dois anos e meio de tratamento, comprei cerca de 140 bonecas e todos aqueles complementos que eram lançados, como casa da Susi, moto da Susi, etc. Às vezes ela ganhava até três bonecas por sessão. Sempre era uma alegria imensa: ela passava horas trocando as roupinhas e penteando os cabelos delas, com muito cuidado. As Susis acabaram virando um símbolo da nossa luta.
    Nesse período, fazíamos exames a cada três meses para checar a eficiência dos remédios. A cada resultado, uma boa notícia. Aos poucos, ela foi vencendo o câncer. Minha memória mais emocionante é a do dia em que o médico me chamou e disse que precisávamos conversar. Falou que tinha uma boa e uma má notícia. A má era que não iríamos mais nos ver. Entrei em desespero achando que ele mudaria de hospital. Ele repetiu que não iríamos mais nos ver, e que essa era também a boa notícia. Demorei alguns segundos até entender que o sofrimento tinha acabado. Respirei fundo e comecei a chorar. Maria Fernanda estava curada. Não havia mais vestígios da doença nela. Minha vontade era pular no pescoço dele e abraçá-lo, gritar, ligar para toda a minha família, beijar os enfermeiros. Fiquei eufórica. Do mesmo jeito que jamais pensei que sentiria tanta dor, não achei que fosse possível sentir tamanha alegria. Corri para o quarto, onde estavam Maria Fernanda e meu marido, e gritando contei que a luta tinha chegado ao fim. Todo mundo chorou, a equipe médica aplaudiu e a minha filha saiu do hospital com buquês de flores.
    O tipo de câncer dela, na calota craniana, foi o 11o a ter cura no mundo inteiro. A notícia foi uma tremenda surpresa. Pelo protocolo, ela teria de ter feito pelo menos 56 sessões de quimioterapia, mas se curou na 48a. Quando finalmente esse martírio chegou ao fim, Maria Fernanda tinha 11 anos. A doença não afetou seu desenvolvimento — quem faz quimioterapia pode ficar estéril e não crescer muito. Mas minha filha mede 1,68 m de altura e tem o aparelho reprodutor perfeito. Está noiva e cursa o quarto ano da faculdade de direito. As únicas sequelas são um problema na mandíbula, que ainda trava de vez em quando, e a visão, afetada por seis graus de miopia e hipermetropia.
    Às vésperas do aniversário dela de 21 anos, no início deste ano, estávamos meio brigadas, uma coisa boba entre mãe e filha. Tive a ideia de fazer uma surpresa. Resolvi restaurar toda a coleção de Susis, que hoje conta com umas 180 bonecas, para dar de presente a ela. Liguei para a fabricante do brinquedo para saber onde isso poderia ser feito e acabei contando minha história. A empresa resolveu fazer uma homenagem e criou uma boneca especialmente para a Maria Fernanda. Mandei como exemplo uma foto dela em sua festa de 15 anos e a Susi batizada em seu nome usa a mesma roupa que minha filha usou nesta data. Juntei essa boneca ao restante da coleção restaurada, e Maria Fernanda chorou de emoção ao vê-las.
    Eu mudei bastante depois dessa experiência. Meu casamento acabou há poucos meses. A doença da nossa filha fez com que começássemos a nos ver mais como amigos do que como um casal. Também sinto que sou menos fútil. Embora tivesse contato com esse tipo de tristeza, a dimensão exata dessa dor ficou palpável quando aconteceu comigo. Hoje sei que cada um de nós tem uma missão aqui. Continuo ajudando famílias de crianças com câncer e a Maria Fernanda entrou nessa comigo. Como minha dor durante essa luta foi silenciosa, minha válvula de escape foi escrever um diário. Ele virou um livro e vai ser distribuído nas instituições que ajudo. Quero que outras mães não deixem de acreditar que seus filhos podem sair vivos e saudáveis desse sofrimento.”

    A lei da Afinidade

    CRISTINA CAIRO


    Cristina Cairo - Editora Ediouro

    Não é a idade que destrói o corpo e sim a forma de pensar.

    Nada acontece na hora errada. Querer algo com ansiedade e pressa é como colher frutos verdes de uma árvore: não servem para nada.

    Para acabar com os problemas cardíacos e a hipertensão, é necessário aprender a se soltar e a ser flexível diante das mudanças que a vida nos apresenta.

    Você tem o comportamento apropriado para o que tanto quer realizar?

    O universo enxerga você da mesma forma que as pessoas enxergam.

    A lei do semelhante atrai semelhante funciona em todos os setores da vida, de maneira que só cruza nosso caminho quem está na mesma sintonia.

    Da mesma forma que as moléculas do elemento água são influenciadas pelos pensamentos e pelas intenções das pessoas, sua freqüência vibracional também é influenciada por seus pensamentos e intenções.

    Sempre acredite, mesmo quando em contato com pessoas desagradáveis ou diante de fatos cruéis e inesperados, que tudo isso é a Lei da Afinidade atuando sobre a sua vida.
    Ao vivenciar um problema, mude o foco de sua atenção, reduza a importância do fato. Entenda que mesmo as dificuldades que vc enfrenta com seus filhos, seu marido ou sua esposa, seja com quem for, se devem à força que vc coloca nas emoções. A lei da Afinidade atua em todos os planos da vida, sejam eles bons ou ruins.

    Mesmo que um homem seja sozinho em sua luta pela vida, é necessário estar em comunhão amistosa com alguma mulher, para equilibrar seu lado Yin. Pode ser sua mãe, esposa, namorada, irmã ou mesmo uma amiga.

    E para a mulher, mesmo que se sinta auto-suficiente e racional para manter sua vida sozinha, é importante escutar as opiniões de algum homem de sua confiança, para absorver a lógica e a objetividade de seu raciocínio para facilitar suas decisões.

    Mesmo que vc, homo ou heterossexual, esteja se sentindo feliz com suas finanças, saiba que, se estiver em harmonia com o sexo oposto, poderá ampliar muito mais a sua prosperidade.

    O triangulo amoroso é uma das causas energéticas de perdas financeiras. (...) Quando digo isso estou longe de ser moralista, não tenho essa preocupação. Cada um sabe o que é mais gostoso para si. Mas tento esclarecer sobre o poder da harmonia das polaridades e suas conseqüências positivas e negativas.

    Os sultões tinham (e muitos ainda têm) prosperidade porque todo seu harém vivia em harmonia e as regras eram respeitadas por todas as suas mulheres. Porém, não confunda as coisas. Trata-se de uma cultura diferente.
    A primeira mulher do sultão sempre teve a liderança sobre as mulheres dele no harém, mas, se ela sentisse ciúme ou entrasse em desarmonia com os pensamentos dele, até o sultão perdia dinheiro, pois atraía situações inesperadas.

    Normalmente, identifico mulheres que sentem atração por homens ausentes por seu culote. De acordo com a linguagem do corpo, essa parte lateral externa da coxa aumentada representa uma mulher que teve pai ausente, seja por ser alcoólatra, autoritário, viajante, doente, mulherengo, submisso à esposa. Pela bioenergética, o culote representa o pai.

    Aceite-se, viva à sua maneira tranquilamente, pois sempre existirá alguém que se sentirá muito feliz ao seu lado.

    Sei que falar “difícil” é bonito, mas não é eficaz na comunicação.

    Tomar consciência de que é o seu próprio comportamento o responsável pela sorte é difícil para quem prefere se apoiar nos amuletos.

    Quantas pessoas usam objetos, pedras, rituais, etc., e nada melhora em sua vida? Por outro lado, quantas nem sabem que existe amuleto e suas vidas estão ótimas?
    Acredite que vc gera sua própria sorte com disciplina na mudança de seus focos de atenção.

    Os cristais, o cobre e muitos outros minerais emitem ondas energéticas positivas que atuam sobre nossos corpos sutis e em nossos chacras. Movimentam nossa consciência para o caminho da expansão. São instrumentos magníficos para a nossa evolução, mas, se vc os usa para ter sorte, é porque não compreendeu que as suas vibrações só mudam efetivamente por meio da sua reforma interna.
    Seus pensamentos são a chave para aumentar sua sorte.

    Desenhe o que vc deseja (...) mas não mostre nem mesmo para sua alma gêmea; só divulgue quando ele se realizar, assim vc fará com que mais pessoas acreditem no poder dos pensamentos e na Lei da Afinidade.

    Saiba esperar com alegria. Sem jamais duvidar.

    Certas situações parecem magia, mas têm a ver com suas vibrações. Exemplos: um táxi no instante que seu carro quebra, uma carona quando seus pés estão doendo, um protetor quando vc está sofrendo alguma ameaça, etc. Enfim, quando visualizamos pessoas, acontecimentos, nosso corpo, nossas finanças, de forma harmoniosa e com a mente serena, sem ansiedade ou desconfiança, produzimos irradiações semelhantes.

    Guarde segredo para acumular energias em sua antena interna. Cada vez que vc conta seus planos, seu chacra da garganta ou laríngeo se desconecta dos outros chacras e se desliga da força da concretização dos desejos. Pensamentos contrários aos seus só atrapalharão se vc estiver vibrando na freqüência do medo e da inveja.

    Conte seus planos apenas a quem estiver trabalhando na mesma direção. Mesmo assim, faça um acordo de conversar pouco a respeito, preferindo a visualização silenciosa. O poder do silêncio aumenta as chances das realizações completas.
    Para atrair a sorte, vc precisa alegrar seus pensamentos e acabar com a expectativa exacerbada. Brinque com cachorros e gatos, sem preconceito e com o coração de criança. Só assim vc entrará em sintonia com o amor do Universo.

    Temos no centro da nossa cabeça uma glândula chamada pineal (...) ela carrega em seu interior uma quantidade muito grande de cristal de quartzo. (...) O cristal é responsável por ondas de transmissão e captação de freqüências vibracionais.

    Pessoas que praticam diariamente a meditação aumentam gradativamente a fabricação de cristais na sua glândula pineal, no períneo e na corrente sangüínea. Isso as torna antenas humanas, e elas ganham vantagem de serem filtros de energias. Desenvolvem um escudo áurico, capaz de protegê-las contra toda espécie de ataque negativo, visível e invisível.

    Se pessoas comuns, que não praticam nenhum tipo de exercício de interiorização, conseguem captar intenções e pensamentos de outras pessoas, imagine alguém que se dedica á quietude da meditação, ao controle da respiração e à mudança alimentar, reunindo muito mais elementos para trabalhar a intuição?

    terça-feira, 6 de dezembro de 2011

    NADA ESTÁ ERRADO - compreenda ...






    NADA estava errado. Os erros que você fez eram certos, tudo era estímulo, para aprender, para ver as grandes verdades. Você já pode ir pela inteligência, você já tem esse discernimento. E quem é que procura encrencas para o seu caminho? É o seu espírito. 

    Por exemplo, coloca uma pessoa bem carrasca na sua vida para ver se você aprende. Não tem nada de karma, tem a necessidade de evolução de cada um. O dia que você entender isso, você vai aprender uma coisa que deixar a pessoa viver a ilusão dela. Eu não posso usar o seu e nem você o meu. O seu é o seu e só você sabe.  Podemos ter semelhança de experiências, conversar sobre elas, mas não é igual.  Compaixão não é piedade, é sim entender profundamente   condição alheia pela nossa inteligência. A vida trabalha todos nós. Não há como segurar as pessoas, elas são assim.

    “Todo mundo sempre briga comigo”, você diz. É preciso ver: para aprender o que? A se auto- valorizar, aí sim você vai lutar por você.  Nós precisamos de estímulo e renovação. Tudo vai mudar, não importa  se para melhor, se para pior. E não pior o que dizemos que é, esses são os estímulos para você perceber o que não  está vendo.
    Quando começamos a agir pela inteligência, nós vamos por nós mesmos, a vida não tem mais que nos empurrar. Quanto mais aumenta a sua percepção, quanto mais controla a sua fantasia, mais fácil você vai. A ilusão que acha que os outros são nossos é a posse. O que interessa é o relacionamento do espírito. A experiência não é  o que você VIVEU e sim, O QUE VOCÊ DESENVOLVEU, quando estava passando por aquilo.

    O que você passou não interessa, interessa o que você tem hoje de bagagem aí dentro. TUDO está certo, tudo, mesmo o mais errado, tudo está trabalhando pela nossa evolução. Pesando assim, acabam as mágoas, é a aceitação, e você começa a trabalhar em outra área, em outra direção, com bons resultados em sua vida.

    trecho de: 
    Consciência Espiritual Independente –  Gasparetto

    segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

    Significado da Chama das Velas


     Poucas  pessoas  sabem  que  a  chama  das  velas  nos  passam  mensagens , respostas , e até mesmo visualizações dependendo do grau  psíquico . 

     Chama Azulada : pede-se paciência , pois seu pedido esta sendo realizado .
     Chama  Amarela : sua felicidade esta proxima
     Chama Vermelha seu pedido esta sendo realizado
     Chama  Brilhanteseu pedido esta tendo exito
     Chama  que levanta e abaixase conscentre no seu pedido , pois  sua mente esta um pouco tumultuada
      Chama  que solta fagulhas no ar pode haver algum desapontamento ou aborrecimento antes do seu pedido for realizado .  O  elemental colocara alguém no seu caminho para te ajudar .
     Chama  que parece uma aspiral : seus pedidos serão alcançados .
     Chama Enfraquecida :é preciso reforçar o seu pedido .
     Chama que permanece   Baixaesta ainda não é a hora de seu pedido se realizar .
     Chama  que Vacilademostrações que seu pedido tera algumas transformações , antes de ser realizado .
     Pavio que se divide em Dois : demostra que o pedido  não foi feito com fé , faça o novamente . (  se a  chama  se apaga depois de acesa sem muito vento , ao redor , seu anjo fara a parte mais dificil , o resto é com você ).
     Quando a vela queima por inteiroseu pedido foi aceito
      Quando a vela forma uma escada de ladoseu pedido esta sendo realizado

     Quando sobra muita cera no prato o ideal ´e que se acenda outra vela , á forças negativas tentando lhe atrapalhar.
      Vela que não acende prontamente a energia ao seu redor pode estar poluida .
       Ponta do pavio Brilhante : você tera muita sorte e sucesso com a realização do seu pedido .
      Vela que Chorasignifica que você anda sem forças emocionais adequadas para superar algo .  Se  isso  acontecer  , o ideal  é que  você  peça proteção pra seu  anjo , santo , elemental ...ou seu eu superior mais  intimo .
     

    sábado, 3 de dezembro de 2011

    Perfeição


    Deus fez tudo perfeito,
    olhe a natureza, 
    um simples pássaro, na sua liberdade
    uma planta que cresce
    a imensidão de um mar, 
    suas marés, contínuas
    o ar que respiramos, que  nos dá a Vida
    o maravilhoso milagre que é o nosso corpo ...

    nenhum deles se queixa, simplesmente é, e aceita isso
    vive, e deixa viver ...

    e achamo-nos nós superiores??

    pense nisso!!

    beijo na Alma

    sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

    Mais árvores de Natal



















    Confie nos cristais

     Cristais para o Amor

    O amor irradia de muitos cristais. Eles podem ajudar a atrair uma alma gêmea, ou colocar um "zing" de volta para os relacionamentos existentes. Tente qualquer um dos seguintes - dependendo do que você está procurando.

    "Atrair relacionamentos positivos"



  • Turquesa




  • Turmalina verde




  • Opala




  • Rubi




  • Sugilite




  • Diamante




  • Sardônica





  • "Curando o coração"
  • Jade lavanda




  • Lágrimas Apache




  • Kunzita




  • Ágata




  • Quartzo Rosa





  • "Atrair um Soulmate"
  • Quartzo Rosa




  • Aventurine




  • Magnetita




  • Rodocrosita





  • "Atrair Paixão"
  • Carnelian




  • Granada




  • Turmalina verde







  • Cristais para entrar em contato com os Reinos Angélicos

    Muitas pessoas procuram o contato com os reinos angélicos, eles chegam ao seu anjo da guarda para orientação e proteção, ou aos anjos para orientação e inspiração. Existem cristais que nos ajudam a fazer isso:
  • Celestita




  • Angelite




  • Selenito




  • Moscovita




  • Apophyllite





  • Você pode colocá-los sob seu travesseiro à noite, ou apenas mantê-los em momentos de silêncio - o que parece certo para você. (Eu mantenho meu cluster celestita com Cartões de meu anjo em todos os momentos e tê-lo no meu colo quando estou fazendo as leituras cartão de anjo, por exemplo). Se o cristal tem uma "gateway" - uma abertura que se dirigem para o cristal - leva mais fundo no reino angélico.

    Cristais para a Abundância

    Abundância é mais do que riqueza, que é sobre amor e apoio e felicidade também. Aqui estão alguns cristais para ajudar você a atrair abundância em sua vida e casa:
  • Yellow Sapphire




  • Tigres Eye




  • Topázio




  • Carnelian




  • Ágata dendríticas




  • Citrina





  • Cristais para ajudar Condições Físicas

    Cristais são usados ​​para curar as condições físicas em uma variedade de maneiras. Vestindo ou carregando um cristal que auxilia na cura da doença pode ajudar a aliviar suavemente, ou cristais podem ser colocados na parte do corpo afetada ou sobre o órgão em causa. Alternativamente, pode ser colocado em seu banho. Aqui estão algumas doenças comuns físicas, juntamente com alguns dos cristais (s) disse para ajudá-los:
    "Artrite - ametista, ágata azul rendas, cornalina, fluorita, malaquita,
    Asma - âmbar, malaquita, ametista, quartzo rosa, azurita, tigres olho
    Dores nas costas - hematita, magnetita malaquita,
    Inchaço - jaspe verde
    Pressão arterial (alta) - chrysoprase, jadeite
    Pressão arterial (baixo) - sodalita, turmalina
    Bronquite - quartzo rutilado, pirolusita
    Burns - de quartzo claro
    Catarro - topázio
    Resfriados / febres - jet, emerald
    Tosse-âmbar, topázio
    Cramp - bloodstone
    Earache - âmbar, celestita, turmalina
    Eczema - safira
    Hayfever - rendas de ágata azul
    Dor de cabeça - âmbar, ametista, hematite esmeralda, lápis-lazúli, citrino, pedra da lua
    Azia - dioptásio, quartzo claro, peridoto
    Infecções - (ouvido, sinusite etc) - rodocrosita, opala
    Enxaqueca - lapis lazuli
    Náuseas - jaspe, esmeralda
    Reumatismo - ágata, âmbar, cornalina, fluorita, malaquita
    Dor ciática - turmalina, safira
    Dor de garganta - âmbar, água-marinha, berilo, lapis lazuli
    Dor de dente - âmbar, água-marinha, lápis-lazúli
    Enjôo - jasper
    NB: Todos os cristais aqui são ditas para ajudar as condições físicas em conjunto com um médico, se necessário, você deve sempre consultar seu médico em caso de doença graves

    Cristais para outros fins

    Criatividade ajudar - Chrysolite, Turmalina Verde, Azul Turquesa, Carnelian, Chrysoprase
    Anger aliviar - Ágata, Vermelho granada, Moonstone, Ametista
    Aura de Proteção - Amber, Fluorita, lágrimas Apache
    Confiança e auto-estima - Crisocola, olho Tigers, Hematita, turmalina verde
    Depressão - Amber, Jet, berilo, quartzo enfumaçado, Kunzita, Quartzo rosa
    Culpa - Crisocola, Rose Quartz
    Significado e propósito - Carnelian, quartzo, topázio, Selenita, Quartz
    O estresse mental - Amazonita, Ametista, Hematita Rodonita, Rodocrosita,
    Abertura da Intuição - Ametista, Lapis Lazuli, Apophyllite, Seletita, quartzo Smoky
    Proteção Space - Jet, Smoky Quartz, Ametista, quartzo rosa
    Vitalidade - Topaz, Ruby, Apophyllite, Ágata, Esmeralda

     

    ÁRVORES DE NATAL DIFERENTES do habitual



















    amei estas árvores de Natal e decidi postar
    para sair do habitual, pode tirar algumas idéias para a sua

    espero que gostem



    Caclule seu bioritmo - CLICK

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