quarta-feira, 2 de junho de 2010

Física Quântica: Explicando o espírito - Amit Goswami

Amit Goswami

Amit Goswami é um dos principais físicos da atualidade. Tornou-se mundialmente conhecido ao participar e expor suas idéias no filme Quem Somos Nós? ( What the Bleep do we Know!? )

É conferencista, consultor, pesquisador e professor emérito do departamento de Física da Universidade de Oregon, EUA. Obteve seu Ph.D. em física quântica pela Universidade de Calcutá, Índia. Há cerca de 20 anos está envolvido em estudos que buscam conciliar ciência e espiritualidade.Autor de inúmeros artigos científicos, publicados em revistas de física, economia e psicologia, escreveu também várias obras abordando a relação física/espiritualidade, entre as quais se destacam Deus Não Está Morto, Criatividade Quântica, A Física da Alma, O Universo Autoconsciente, O Médico Quântico e A Janela Visionária.







"A mecânica quântica é a parte da física que tem revelado ao mundo científico as antigas verdades espirituais."

É dentro do domínio da física quântica, estudando as partículas sub-atômicas, que a realidade não-material se revela aos olhos dos cientistas.

Para alguns, inclusive, as fronteiras estão cada vez menos nítidas. Amit Goswami é um desses.

Professor de física na Universidade do Oregon e doutor em residência no Instituto de Ciências Abstratas em Sausalito, CA, Goswami é um indiano radicado nos Estados Unidos que sustenta ser a consciência a criadora da realidade física.

Ou seja, algo só existe no plano material porque foi criado, primeiramente, em outros planos.

"Os corpos são criados a cada momento pelas escolhas que são feitas", afirma ele.

"Literalmente, seu dedão do pé não está lá até que você pense nele".

Pode parecer meio radical para os materialistas.

Mas Goswami está absolutamente convencido. A ponto de afirmar que a cura das doenças, de qualquer doença, é possível no plano da consciência. É o que ele chama de cura quântica.

Através desse mecanismo, um câncer pode ser curado pelo pensamento.

"Um câncer escondido no corpo não é ainda um fato concreto, material. Sendo assim, podemos cura-lo".

A idéia tem estreita relação com o princípio, por exemplo, da homeopatia ou dos florais de Bach.

Para essas disciplinas, a doença aparece muito antes de se manifestar no corpo físico.

A doença, como a entendemos, começaria no plano emocional, psicológico, nos corpos mais sutis do homem.

Sendo assim, nada nos impediria de curá-la antes mesmo que se manifeste fisicamente.

É como se existisse um corpo, que Goswami chama de vital, que formaria o mapa do corpo físico.

"Os chakras são os lugares onde as formas se criam. A física quântica está dizendo que podemos confiar na medicina dos chakras. É aí que a medicina oriental e a ocidental se encontram".

Goswami defende que a mente pode alterar a matéria, porque partem de uma mesma essência.

A consciência do observador é a mesma do objeto observado - e ambas são a mesma consciência que é a origem de tudo.

Lembram do filme The Matrix, quando o menino budista entortava a colher?

"Não existe colher", ele diz.

O que precisa ser entortado é a mente.

É mais ou menos isso que afirma Goswami.

O princípio da não-localidade é importante para entender as idéias expostas por Goswami.

A consciência não-local é aquela que permeia tudo, não está contida em lugar algum.

Através da consciência não-local é que se pode perceber a conexão entre todas as coisas do Universo.

É como se, por trás da realidade material que observamos, existisse uma matriz, um molde de tudo que é criado.

Esse molde permeia tudo que existe, e é através dele que tudo está conectado.

O pensamento de Goswami pode ser enquadrado na idéia do idealismo monístico, uma posição filosófica que já foi considerada pré-científica porque existia antes do advento do materialismo dualista - que representa o atual ponto de vista científico.

O materialismo dualista assume que a matéria é a realidade primária, e que a mente é separada dela, porém dependente ao mesmo tempo.

Nessa visão, a mente é algo secundário, um fenômeno que está presente apenas em cérebros.

O idealismo monístico inverte essa posição.

Por esse ponto de vista (que pode ser traçado a Platão, no ocidente, e ao hinduísmo e budismo no oriente), existe apenas uma mente - que é a realidade primária.

A matéria é uma expressão da mente, e não separada da mente: mente manifestada materialmente.

A visão expressada pelo místico Edgar Cayce é um exemplo perfeito de idealismo monístico. A fórmula de Cayce, por exemplo (O Espírito é a Vida, a Mente é o Construtor, a Matéria é o Resultado), confere à consciência um papel muito criativo na manifestação do mundo material".

2 comentários:

Joaquim Santos Albino disse...

Olá Analuz.
Desta feita, para variar estou no papel de comentador, de crítico da razão, do avaliador que procura explorar os pontos fracos desta exposição na perspectiva de contribuir para a análise desta matéria observando a questão por pontos de vista diferentes daqueles que aqui estão expostos.
Com isto quero dizer, que poderia perfeitamente corroborar com aquilo que aqui está escrito, mas nada seria mais desinteressante para o desenvolver do pensamento.
Pode ser que sim, que as coisas sejam conforme são descritas aqui. É uma probabilidade cuja lógica está assente em evidências empíricas e portanto com boas possibilidades assertivas.
Mas é perfeitamente possível criar inúmeras outras hipóteses fundamentadas exactamente os mesmos pressupostos, e assim, não sendo universal esta teoria é também potencialmente falsa.
Por outro lado, estas ideias são formuladas através de sistemas eles próprios de natureza quântica, as partículas que constituem o cérebro que sustenta esta teoria têm elas mesmas um comportamento quântico, não estão acima da dualidade partícula-onda, ou seja, segundo a concepção aqui descrita somente estão localizadas quando são percepcionadas e assim, a própria teoria é fruto de uma mente quântica, produto de um cérebro quântico.
Como pode o Homem se está contido neste sistema, explicar uma realidade que se encontra para aquém e/ou para além dele próprio?

ANALUZ disse...

Amigo Joaquim

Agradeço tua oponião, que e como a minha, não se detem na busca da essencialidade de quem somos! Desde tempos imemoriais que o ser humano busca uma resposta para tal e têm sido tantas as #hipóteses# que quem busca a "verdade" acaba por se encontar numa mar revolto tentando sobreviver e perdendo a esperança de não conseguir salvar-se! Este texto é mais uma expressão de alguém que busca a tal essência como nós, e ele apenas supõe que seja assim como descrito.
Para xplicar a realidade que está para "além" de nós é necessário primeiro que tenhamos a certeza que ela existe separada de cada um, uma entidade à parte, uma mundo exterior que se movimenta independentemente de nós, coisa que, cada vez mais, me parece inexistir!

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quarta-feira, 2 de junho de 2010

Física Quântica: Explicando o espírito - Amit Goswami

Amit Goswami

Amit Goswami é um dos principais físicos da atualidade. Tornou-se mundialmente conhecido ao participar e expor suas idéias no filme Quem Somos Nós? ( What the Bleep do we Know!? )

É conferencista, consultor, pesquisador e professor emérito do departamento de Física da Universidade de Oregon, EUA. Obteve seu Ph.D. em física quântica pela Universidade de Calcutá, Índia. Há cerca de 20 anos está envolvido em estudos que buscam conciliar ciência e espiritualidade.Autor de inúmeros artigos científicos, publicados em revistas de física, economia e psicologia, escreveu também várias obras abordando a relação física/espiritualidade, entre as quais se destacam Deus Não Está Morto, Criatividade Quântica, A Física da Alma, O Universo Autoconsciente, O Médico Quântico e A Janela Visionária.







"A mecânica quântica é a parte da física que tem revelado ao mundo científico as antigas verdades espirituais."

É dentro do domínio da física quântica, estudando as partículas sub-atômicas, que a realidade não-material se revela aos olhos dos cientistas.

Para alguns, inclusive, as fronteiras estão cada vez menos nítidas. Amit Goswami é um desses.

Professor de física na Universidade do Oregon e doutor em residência no Instituto de Ciências Abstratas em Sausalito, CA, Goswami é um indiano radicado nos Estados Unidos que sustenta ser a consciência a criadora da realidade física.

Ou seja, algo só existe no plano material porque foi criado, primeiramente, em outros planos.

"Os corpos são criados a cada momento pelas escolhas que são feitas", afirma ele.

"Literalmente, seu dedão do pé não está lá até que você pense nele".

Pode parecer meio radical para os materialistas.

Mas Goswami está absolutamente convencido. A ponto de afirmar que a cura das doenças, de qualquer doença, é possível no plano da consciência. É o que ele chama de cura quântica.

Através desse mecanismo, um câncer pode ser curado pelo pensamento.

"Um câncer escondido no corpo não é ainda um fato concreto, material. Sendo assim, podemos cura-lo".

A idéia tem estreita relação com o princípio, por exemplo, da homeopatia ou dos florais de Bach.

Para essas disciplinas, a doença aparece muito antes de se manifestar no corpo físico.

A doença, como a entendemos, começaria no plano emocional, psicológico, nos corpos mais sutis do homem.

Sendo assim, nada nos impediria de curá-la antes mesmo que se manifeste fisicamente.

É como se existisse um corpo, que Goswami chama de vital, que formaria o mapa do corpo físico.

"Os chakras são os lugares onde as formas se criam. A física quântica está dizendo que podemos confiar na medicina dos chakras. É aí que a medicina oriental e a ocidental se encontram".

Goswami defende que a mente pode alterar a matéria, porque partem de uma mesma essência.

A consciência do observador é a mesma do objeto observado - e ambas são a mesma consciência que é a origem de tudo.

Lembram do filme The Matrix, quando o menino budista entortava a colher?

"Não existe colher", ele diz.

O que precisa ser entortado é a mente.

É mais ou menos isso que afirma Goswami.

O princípio da não-localidade é importante para entender as idéias expostas por Goswami.

A consciência não-local é aquela que permeia tudo, não está contida em lugar algum.

Através da consciência não-local é que se pode perceber a conexão entre todas as coisas do Universo.

É como se, por trás da realidade material que observamos, existisse uma matriz, um molde de tudo que é criado.

Esse molde permeia tudo que existe, e é através dele que tudo está conectado.

O pensamento de Goswami pode ser enquadrado na idéia do idealismo monístico, uma posição filosófica que já foi considerada pré-científica porque existia antes do advento do materialismo dualista - que representa o atual ponto de vista científico.

O materialismo dualista assume que a matéria é a realidade primária, e que a mente é separada dela, porém dependente ao mesmo tempo.

Nessa visão, a mente é algo secundário, um fenômeno que está presente apenas em cérebros.

O idealismo monístico inverte essa posição.

Por esse ponto de vista (que pode ser traçado a Platão, no ocidente, e ao hinduísmo e budismo no oriente), existe apenas uma mente - que é a realidade primária.

A matéria é uma expressão da mente, e não separada da mente: mente manifestada materialmente.

A visão expressada pelo místico Edgar Cayce é um exemplo perfeito de idealismo monístico. A fórmula de Cayce, por exemplo (O Espírito é a Vida, a Mente é o Construtor, a Matéria é o Resultado), confere à consciência um papel muito criativo na manifestação do mundo material".

2 comentários:

Joaquim Santos Albino disse...

Olá Analuz.
Desta feita, para variar estou no papel de comentador, de crítico da razão, do avaliador que procura explorar os pontos fracos desta exposição na perspectiva de contribuir para a análise desta matéria observando a questão por pontos de vista diferentes daqueles que aqui estão expostos.
Com isto quero dizer, que poderia perfeitamente corroborar com aquilo que aqui está escrito, mas nada seria mais desinteressante para o desenvolver do pensamento.
Pode ser que sim, que as coisas sejam conforme são descritas aqui. É uma probabilidade cuja lógica está assente em evidências empíricas e portanto com boas possibilidades assertivas.
Mas é perfeitamente possível criar inúmeras outras hipóteses fundamentadas exactamente os mesmos pressupostos, e assim, não sendo universal esta teoria é também potencialmente falsa.
Por outro lado, estas ideias são formuladas através de sistemas eles próprios de natureza quântica, as partículas que constituem o cérebro que sustenta esta teoria têm elas mesmas um comportamento quântico, não estão acima da dualidade partícula-onda, ou seja, segundo a concepção aqui descrita somente estão localizadas quando são percepcionadas e assim, a própria teoria é fruto de uma mente quântica, produto de um cérebro quântico.
Como pode o Homem se está contido neste sistema, explicar uma realidade que se encontra para aquém e/ou para além dele próprio?

ANALUZ disse...

Amigo Joaquim

Agradeço tua oponião, que e como a minha, não se detem na busca da essencialidade de quem somos! Desde tempos imemoriais que o ser humano busca uma resposta para tal e têm sido tantas as #hipóteses# que quem busca a "verdade" acaba por se encontar numa mar revolto tentando sobreviver e perdendo a esperança de não conseguir salvar-se! Este texto é mais uma expressão de alguém que busca a tal essência como nós, e ele apenas supõe que seja assim como descrito.
Para xplicar a realidade que está para "além" de nós é necessário primeiro que tenhamos a certeza que ela existe separada de cada um, uma entidade à parte, uma mundo exterior que se movimenta independentemente de nós, coisa que, cada vez mais, me parece inexistir!

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