terça-feira, 24 de maio de 2011

A minha busca maior




Somos partículas de Deus, filhos de Deus, bocadinhos de DEUS, pedaçinhos de Deus, que ele soltou no Universo, dizem... para evolução, trilhar caminhos... caminho... e passar por experiências, para aprender tudo o que É, tudo que existe no mundo, neste mundo e que conhecemos, ou não, ainda, experimentar o mal e o bem, a dor e a alegria, a luz e a escuridão, o frio e o quente, o medo e a segurança, a leveza e peso, a desilusão e a confiança, a inveja e a solicitude, o ódio e o Amor, a luxúria e pureza, a desesperança e a felicidade, o pesadelo e o sonho, a arrogância e a inocência, a fartura e a carência, a solidão e o companheirismo, e muito mais... buscando encontrará na sua vida, e a de todos, os antagonismos que ela, Deus, nos apresenta, dia a dia, para superar?? ultrapassar?? para escolher entre um pólo e outro!!

e, só,  pelo escolher da experiência do lado bom, virtuoso, que, iremos escalando a escada da evolução,  mas que, e só, é alcançado através do passar pelo pólo negativo e ansiar dirigirnos para o pólo positivo que a evolução se dá!!

e, neste enredo, de Deus, que aqui nos colocou,  neste jogo de escolhas da Vida, vamos encontrando, queda a queda, desilusão a desilusão, dor a dor, amargura e angústia, o caminho da luz, mesmo revoltados e sem compreender, por muito que busquemos respostas, solicitemos respostas, gritemos respostas, para a nossa dor quando a sentimos dentro, dentro da nossa alma e nos sentimos abandonados... sózinhos...

o caminho da luz que um dia, depois de vivenciar em todos os poros da nossa pele, da nossa alma a dor encrustada em nós, que, finalmente vislumbramos uma luz, ténue ao fim do túnel, uma esperança. um frenesim interior nunca sentido, um sentido, muito estranho e invulgar, como que estejamos sendo ouvidos, vigiados, acompanhados, em momentos da nossa contínua e diária vivência!!

uns momentos apenas, e sentimos que somos algo importante, que somos ouvidos e vistos de cima (ou de baixo, de lado, ou de outro ângulo qualquer), e que, por pequenas mas grandes, ocorrências no dia a dia, nos é mostrado que, afinal, não estamos sózinhos e que, se estivermos atentos, as coisas, por muitas vezes infímas, se nos revelam como que vivências de outro mundo, outra compreensão que não a nossa, outra realidade, e que, podemos nombrar , apenas, como sendo Deus, seja de que forma fôr que o imaginemos, ou se nos manifeste, ou seja sentido ou imaginado por si, a actuar, incompreensível, inesperada, inimaginada, inacreditada, e explendorosamente na nossa Vida!!

e é que assim tenho sentido, desde que me lembre da minha caminhada, nessa vida inicíada aqui, desde 1967, ano humano, que vim ao mundo, e que começei a sentir a dor... e que, por diversas vezes, num arrepio, num sentir caloroso interior, numa lágrima (muitas), num vislumbrar instântaneo e fugaz, deveras fugaz, sinto, senti Deus presente em MIM!

mas que até hoje, passados longos anos de existência e depois de muito bradar e solicitar, e rogar, a ele, que me indique o caminho que ele, ou eu escolhi para mim, nesta vivência, com o seu avar, que se me monstre como ele é, e porquê é, e porque sou, aqui e agora, assim... como sou!!

e não recebo respostas, as que eu quero, claro, e lógicamente, e revolto-me, com ele, comigo, porque só quero entender, aqui e agora, o que sou, o que ele é, o que aqui fazemos e porque me sinto abandonada e afastada de casa, a nossa casa, a dele, junto Dele, apenas Deus!!

mas, e sinto e vou compreendendo que sou, pequena, grande, e que, aqui, onde estou, não me é permitido respostas directas, concretas, apenas e sim, me é permitido buscar dentro de mim, aquilo que sempre ansiei, mais que tudo, que as questões que sempre quiz ver respondidas, gritei para fora,  vão ser respondidas dentro do meu interior, no meu silêncio, e que, não agora, porque não o consigo fazer, entregar-me ao silêncio em mim, mas como sinto na alma, minha alma, conseguirei ouvir e compreender, um dia, antes de morrer, o que sempre questionei, interroguei, implorei, a DEUS!


que, se sou sua partícula, filha, bocadinho, pedaçinho, dele, me faça sentir isso, na Alma antes de partir, deste mundo, para que me sinta com orgulho de partir tendo realizado aqui o que ele para mim pretendia!!


ANALUZ


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terça-feira, 24 de maio de 2011

A minha busca maior




Somos partículas de Deus, filhos de Deus, bocadinhos de DEUS, pedaçinhos de Deus, que ele soltou no Universo, dizem... para evolução, trilhar caminhos... caminho... e passar por experiências, para aprender tudo o que É, tudo que existe no mundo, neste mundo e que conhecemos, ou não, ainda, experimentar o mal e o bem, a dor e a alegria, a luz e a escuridão, o frio e o quente, o medo e a segurança, a leveza e peso, a desilusão e a confiança, a inveja e a solicitude, o ódio e o Amor, a luxúria e pureza, a desesperança e a felicidade, o pesadelo e o sonho, a arrogância e a inocência, a fartura e a carência, a solidão e o companheirismo, e muito mais... buscando encontrará na sua vida, e a de todos, os antagonismos que ela, Deus, nos apresenta, dia a dia, para superar?? ultrapassar?? para escolher entre um pólo e outro!!

e, só,  pelo escolher da experiência do lado bom, virtuoso, que, iremos escalando a escada da evolução,  mas que, e só, é alcançado através do passar pelo pólo negativo e ansiar dirigirnos para o pólo positivo que a evolução se dá!!

e, neste enredo, de Deus, que aqui nos colocou,  neste jogo de escolhas da Vida, vamos encontrando, queda a queda, desilusão a desilusão, dor a dor, amargura e angústia, o caminho da luz, mesmo revoltados e sem compreender, por muito que busquemos respostas, solicitemos respostas, gritemos respostas, para a nossa dor quando a sentimos dentro, dentro da nossa alma e nos sentimos abandonados... sózinhos...

o caminho da luz que um dia, depois de vivenciar em todos os poros da nossa pele, da nossa alma a dor encrustada em nós, que, finalmente vislumbramos uma luz, ténue ao fim do túnel, uma esperança. um frenesim interior nunca sentido, um sentido, muito estranho e invulgar, como que estejamos sendo ouvidos, vigiados, acompanhados, em momentos da nossa contínua e diária vivência!!

uns momentos apenas, e sentimos que somos algo importante, que somos ouvidos e vistos de cima (ou de baixo, de lado, ou de outro ângulo qualquer), e que, por pequenas mas grandes, ocorrências no dia a dia, nos é mostrado que, afinal, não estamos sózinhos e que, se estivermos atentos, as coisas, por muitas vezes infímas, se nos revelam como que vivências de outro mundo, outra compreensão que não a nossa, outra realidade, e que, podemos nombrar , apenas, como sendo Deus, seja de que forma fôr que o imaginemos, ou se nos manifeste, ou seja sentido ou imaginado por si, a actuar, incompreensível, inesperada, inimaginada, inacreditada, e explendorosamente na nossa Vida!!

e é que assim tenho sentido, desde que me lembre da minha caminhada, nessa vida inicíada aqui, desde 1967, ano humano, que vim ao mundo, e que começei a sentir a dor... e que, por diversas vezes, num arrepio, num sentir caloroso interior, numa lágrima (muitas), num vislumbrar instântaneo e fugaz, deveras fugaz, sinto, senti Deus presente em MIM!

mas que até hoje, passados longos anos de existência e depois de muito bradar e solicitar, e rogar, a ele, que me indique o caminho que ele, ou eu escolhi para mim, nesta vivência, com o seu avar, que se me monstre como ele é, e porquê é, e porque sou, aqui e agora, assim... como sou!!

e não recebo respostas, as que eu quero, claro, e lógicamente, e revolto-me, com ele, comigo, porque só quero entender, aqui e agora, o que sou, o que ele é, o que aqui fazemos e porque me sinto abandonada e afastada de casa, a nossa casa, a dele, junto Dele, apenas Deus!!

mas, e sinto e vou compreendendo que sou, pequena, grande, e que, aqui, onde estou, não me é permitido respostas directas, concretas, apenas e sim, me é permitido buscar dentro de mim, aquilo que sempre ansiei, mais que tudo, que as questões que sempre quiz ver respondidas, gritei para fora,  vão ser respondidas dentro do meu interior, no meu silêncio, e que, não agora, porque não o consigo fazer, entregar-me ao silêncio em mim, mas como sinto na alma, minha alma, conseguirei ouvir e compreender, um dia, antes de morrer, o que sempre questionei, interroguei, implorei, a DEUS!


que, se sou sua partícula, filha, bocadinho, pedaçinho, dele, me faça sentir isso, na Alma antes de partir, deste mundo, para que me sinta com orgulho de partir tendo realizado aqui o que ele para mim pretendia!!


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