domingo, 7 de março de 2010

FISICA QUÂNTICA - Teoria da relatividade e o poder da MENTE






A física quântica seria necessária para explicar a consciência? Para responder essa pergunta precisamos de pelo menos mais outras duas indagações: “o que é consciência?” e “o que é um fenômeno quântico?”.
Por definição, consciência é a capacidade que o homem tem de conhecer valores e mandamentos morais e aplicá-los nas diferentes situações (é conhecimento, basicamente). Já a física quântica é a teoria científica que descreve os objetos microscópicos, como átomos, e sua interação com a radiação (luz, etc.).
Pois bem, se um fenômeno microscópico é o mesmo que um fenômeno quântico, então o cérebro, que é constituído por entidades microscópicas, também pode ser considerado quântico. Isso faz com que seja pertinente, portanto, o estudo do cérebro pela física quântica.
O cérebro é composto por minúsculas células nervosas chamadas neurônios, que possuem ramificações microscópicas que se estendem e se unem a outros neurônios para formar uma rede neurônica.
Tudo que vemos ou presenciamos está associado a um pensamento ou lembrança. O cérebro, então, constrói todos seus conceitos pela Lei da Memória Associativa. Ou seja, nós construímos modelos de como vemos o mundo. Quanto mais informações temos, mais refinamos esse nosso modelo de um jeito ou de outro.
Portanto, o que fazemos é contar a nós mesmo uma historia a respeito de como é o mundo exterior. Qualquer informação que processamos ou assimilamos do ambiente vem sempre com as cores e sensações da experiência que tivemos e de uma reação emocional que temos àquilo que estamos incorporando.
A partir disso, podemos questionar o que, de fato, é a realidade, e a diferença entre o modo como vemos o mundo e o modo como ele realmente é.
Partindo para a teoria da relatividade, pegamos a famosa equação de Einstein:
E = mc² 

De um lado da equação temos massa, luz, e tudo que nós achamos possível. E isso tudo é igual a energia.
Ora, se tudo é formado por átomos, e átomos nada mais são que partículas de núcleos muito densos compostos de energia, então tudo é energia, certo?
Uma parede de concreto, por exemplo, não é sólida. Trata-se de uma massa de energia em uma velocidade de vibração muito alta. Parece sólida por conta da taxa de vibração em que suas moléculas se encontram.
Portanto, eu sou energia, você é energia e tudo que existe ao nosso redor é energia. Ou seja, nós somos energia e tudo que nós queremos é energia…
Mas como não sou físico, e como nem eles chegaram a uma conclusão sobre tudo isso, fica a pergunta: até onde, então, um “amontoado de energia” pode agir e ter influência sobre outro “amontoado de energia” qualquer? Lembrando que nós todos podemos nos considerar “amontoados de energia”, isso realmente faz alguma diferença?

Por Leonam Bernardo.

1 comentário:

Anónimo disse...

Provavelmente o espaço universal é energético ao ponto de fazer deslizar por ele sob a forma de ondas, todas as radiações electromagnéticas que viajam como quantas.

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domingo, 7 de março de 2010

FISICA QUÂNTICA - Teoria da relatividade e o poder da MENTE






A física quântica seria necessária para explicar a consciência? Para responder essa pergunta precisamos de pelo menos mais outras duas indagações: “o que é consciência?” e “o que é um fenômeno quântico?”.
Por definição, consciência é a capacidade que o homem tem de conhecer valores e mandamentos morais e aplicá-los nas diferentes situações (é conhecimento, basicamente). Já a física quântica é a teoria científica que descreve os objetos microscópicos, como átomos, e sua interação com a radiação (luz, etc.).
Pois bem, se um fenômeno microscópico é o mesmo que um fenômeno quântico, então o cérebro, que é constituído por entidades microscópicas, também pode ser considerado quântico. Isso faz com que seja pertinente, portanto, o estudo do cérebro pela física quântica.
O cérebro é composto por minúsculas células nervosas chamadas neurônios, que possuem ramificações microscópicas que se estendem e se unem a outros neurônios para formar uma rede neurônica.
Tudo que vemos ou presenciamos está associado a um pensamento ou lembrança. O cérebro, então, constrói todos seus conceitos pela Lei da Memória Associativa. Ou seja, nós construímos modelos de como vemos o mundo. Quanto mais informações temos, mais refinamos esse nosso modelo de um jeito ou de outro.
Portanto, o que fazemos é contar a nós mesmo uma historia a respeito de como é o mundo exterior. Qualquer informação que processamos ou assimilamos do ambiente vem sempre com as cores e sensações da experiência que tivemos e de uma reação emocional que temos àquilo que estamos incorporando.
A partir disso, podemos questionar o que, de fato, é a realidade, e a diferença entre o modo como vemos o mundo e o modo como ele realmente é.
Partindo para a teoria da relatividade, pegamos a famosa equação de Einstein:
E = mc² 

De um lado da equação temos massa, luz, e tudo que nós achamos possível. E isso tudo é igual a energia.
Ora, se tudo é formado por átomos, e átomos nada mais são que partículas de núcleos muito densos compostos de energia, então tudo é energia, certo?
Uma parede de concreto, por exemplo, não é sólida. Trata-se de uma massa de energia em uma velocidade de vibração muito alta. Parece sólida por conta da taxa de vibração em que suas moléculas se encontram.
Portanto, eu sou energia, você é energia e tudo que existe ao nosso redor é energia. Ou seja, nós somos energia e tudo que nós queremos é energia…
Mas como não sou físico, e como nem eles chegaram a uma conclusão sobre tudo isso, fica a pergunta: até onde, então, um “amontoado de energia” pode agir e ter influência sobre outro “amontoado de energia” qualquer? Lembrando que nós todos podemos nos considerar “amontoados de energia”, isso realmente faz alguma diferença?

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1 comentário:

Anónimo disse...

Provavelmente o espaço universal é energético ao ponto de fazer deslizar por ele sob a forma de ondas, todas as radiações electromagnéticas que viajam como quantas.

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