domingo, 21 de agosto de 2011

PETER CADDY CONTA A SUA HISTÓRIA




Peter Caddy estava desempregado. Passara cinco anos na gerência do “Hotel Cluny Hill”, nas cercanias de Forbes (Escócia) e o seu excelente trabalho fizera crescer a avaliação do hotel de três para quatro estrelas.
Na sua equipe, além da sua esposa Eileen, Peter contava com a colaboração de Dorothy Maclean, professora universitária, mas muito eficiente também nos seus afazeres hoteleiros, quem se tornou amiga inseparável do casal Caddy e dos seus três filhos adolescentes.
Dorothy e Peter aprenderam a meditar com a famosa espiritualista Shena Govan desde os anos 40. Eileen fizera o mesmo bem mais tarde, nos anos 50. Peter creditava o sucesso obtido no Hotel Cluny às intuições recebidas pelos três durante suas meditações diárias. Mais tarde, quando Peter e sua equipe se viram desempregados, pois o proprietário resolvera dirigir a sua vida em outra direção,foi a guia recebida por Eileen nas suas meditações que os orientou na direção do local denominado “Findhorn Bay Caravan Park” e segundo Peter revelou, o último dos locais onde ele pensaria em construir quaisquer projetos e muito menos nele edificar um lar!
O casal e Dorothy não costumavam desobedecer suas inspirações, ou “insights”, recebidas de alguém que se revelara como sendo – “Uma Energia Radiante e Penetrante Origem da Vida”.
Realmente, se esta Energia Radiante e Penetrante se apresentou como sendo a Origem da Vida que tudo anima, está em toda a parte e a tudo e a todos penetra, de forma radiante, vital, sem dúvida alguma também personificaria AQUELE que a humanidade adorou, reverenciou e respeitou desde os seus primórdios sob a denominação – Deus.
E foi exatamente sob esta denominação – DEUS – talvez por ser mais familiar, patriarcal e maternal ao mesmo tempo, que esta Energia se apresentou à Eileen pela primeira vez num local sacralizado da Inglaterra, durante uma meditação.
Foi esta Energia Radiante e Penetrante Origem da Vida quem originou, também, este “Conto de Fadas” do século 20, quando indicou através de Eileen à pequena comunidade composta por três adultos e três adolescentes, o caminho em direção ao local “The Findhorn Bay Camping”, onde se estabeleceram para iniciar um projeto pioneiro: a construção de um jardim (horta/pomar); “Uma Nova Visão do Homem e da Natureza em Cooperação”, como sublinhou.

Bases da Construção do “Conto de Fadas” do século 20
“O treino espiritual árduo que Eileen, Dorothy e eu havíamos introduzido em nossas vidas nos habilitou a aceitarmos a nossa situação desastrosa. Acostumamo-nos a entregar tudo para Deus, inclusive os nossos desejos. Portanto, quando a Energia nos disse através de Eileen, que deveríamos nos estabelecer em Findhorn porque este fato seria de grande importância para o mundo, que existia um MODELO e um PLANO por detrás desta ordem, mesmo encarando as nossas circunstâncias adversas – nós aceitamos. Quando a guia nos disse que vivêssemos no momento presente, mas que deveríamos vive-lo com alegria e coragem, foi exatamente desta forma que nós procedemos”. Peter Caddy.
Mais tarde Peter reforçou esta informação com uma outra sugestão recebida, uma “lição chave”, segundo ele: - Amar o local onde eu estive, quem eu sou e o que eu estiver fazendo.
Em resumo, aquela situação de desemprego e de penúria foi encarada pelos três adultos como se fosse um DESAFIO OPORTUNO, para a aplicação de tudo o que haviam aprendido durante as suas jornadas espirituais.
No espaço de quatro anos o pequeno grupo foi sustentado por organizações sociais que lhes exigia, entretanto, que Peter continuasse procurando por um emprego e que os prováveis empregadores assinassem um documento provando que haviam sido procurados por Caddy e o motivo pelo qual não o empregaram.
Em uma dessas ocasiões aconteceu um fato decisivo. Peter foi chamado perante o comitê da organização social “Unemployed Benefit to National Assistence”, que os estava sustentando naquele momento. Havia surgido uma questão de caráter sério sobre possíveis abusos cometidos pelos dependentes destas organizações sociais, que os proviam semanalmente com algumas libras.
De posse do “curriculum vitae” excelente e da verificação da boa forma física do desempregado, apesar de terem examinado a pilha de documentos que provavam a sua busca ininterrupta por emprego e onde também, constatavam o porquê e as razões dessas negativas assinadas pelos empregadores, o comitê desconfiou de que Peter fazia “corpo mole”... devido a certos “zunzuns” ... um dos investigadores do comitê, ignorando a documentação e de forma irônica perguntou a Caddy: “-Você anda dizendo por aí que Deus é “quem não quer que você trabalhe, não é?”
Peter, meio espantado com a pergunta feita à queima roupa, respondeu: “É verdade. Ele proverá o de que preciso é só ter FÉ”.
“Pois bem”, disse o homem do comitê, “então, presumivelmente, se nós cortarmos a sua soma semanal, Deus será obrigado a provê-la para você”.
Peter, impávido, encerrou este diálogo: “Sim... sim... e é isto o que Ele irá fazer!”
Cortado o pagamento, Peter e Eileen Caddy passaram a receber uma enxurrada de donativos. Eileen havia escrito as suas vivências num livro – God Spoke to Me (Deus falou Comigo) – e o colocou na mala direta do correio local – o livro tornou-se um grande sucesso!
O “Conto de Fadas” iniciava......
“Era uma vez um homem desempregado, chefe de uma família desempregada, mas confiante numa VOZ INTERIOR que lhe provia conselhos substanciosos durante as suas meditações diárias e de “canalizações” realizadas através de Eileen Caddy. Esta VOZ INTERIOR, de início, se identificou como DEUS. Seguindo à risca os “insights” que enriqueciam as meditações feitas diariamente pelos Caddy e Dorothy Maclean, nas quais a VOZ de Deus lhe prometia a sua ajuda, os Caddy e a professora Dorothy viam esta ajuda ser concretizada através de meios os mais singulares: fatos dignos de um “Conto de Fadas”.... Por exemplo: necessitando de alguns sacos de cimento para a construção do piso de um pátio ao redor da Caravan, onde residia aquela pequena comunidade, local onde podiam se sentar, conversar ou meditar, o grupo não contava com meios suficientes para comprar o cimento do qual necessitava para o piso.
Os três componentes desta comunidade incipiente confiaram então, que esta necessidade iria ser suprida por Deus, quem lhes dava a sua guia.
Alguns dias se passaram e um vizinho conversando com Peter contou-lhe, sem mais nem menos, que um caminhão havia tombado na estrada ali perto e que o carregamento de cimento da sua carroceria estava lá no local, abandonado como imprestável para o comércio. O pátio idealizado pelos Caddy e Maclean, então, foi “materializado” rapidamente!
De outra feita, em pleno trabalho de construção do “Jardim de Findhorn”, Peter necessitava, prementemente, de esterco e de palha para a feitura de um “composto” vital para iniciar o “Plano de Cooperação entre o Homem e a Natureza”, onde faria juntamente com o seu grupo, o papel de pioneiro no combate contra a fome no planeta Terra.
Certo dia, Peter ficou sabendo que alguns fardos de palha haviam caído da carroceria de um caminhão numa estradinha perto de Findhorn. Peter “voou” no seu carro em busca deste acontecimento providencial. No seu relato ele diz que se encontrou com um homem jovem que via sempre trafegando naquela estrada e ofereceu a ele uma “carona”, já que ele, desta vez, estava a pé. Peter conta que se sentiu um pouco “idiota” quando o tal caronista constatou que ele havia se suprido com uns fardos da palha tombada e desprezada na estradinha. Muito timidamente, Caddy explicou-lhe que estavam necessitando daquela palha, urgentemente, para fazer um “composto”.
“Bem, você conhece aquele campo no final desta estradinha, onde se criam cavalos?” Porque você não vai lá e pega o esterco para ajudar no seu composto?” Sugeriu o caronista.
Peter respondeu-lhe que não conhecia o proprietário daquele local.
Recebeu como resposta: “Eu sou o proprietário”!
As ajudas mais estranhas e inesperadas “caíam dos céus como o maná”, como se diz, e iam sendo encaminhadas para os três amigos, concretizando as suas idealizações. Nesta época, o procedimento mais adequado para o casal Caddy e para Dorothy, era o de se divertirem com o espanto manifestado pelo povo que vivia nos arredores, quando encontravam Peter, Eileen e Dorothy correndo pelos campos na colheita do esterco fresco dos cavalos para mistura-lo com palha na feitura das “camas quentes” para as plantinhas mais tenras, durante o inverno e outros procedimentos que se mostravam esquisitíssimos para os vizinhos.
O folclore criado em torno da pequena comunidade de Findhorn, na época da construção do Jardim, foi dos mais estranhos...
O que mais interessava os personagens deste folclore, entretanto, era a obediência às guias recebidas durante as suas meditações diárias. Peter relata que Eileen começou a se preocupar com a situação que estavam vivendo quando recebeu uma guia que foi compreendida pelos três como sendo um pedido para Peter se concentrar dali por diante, na composição do Jardim e do plano no qual o Jardim/horta/pomar representaria o papel de MODELO para erradicar a fome no mundo.
Peter definiu então, a primeira área a ser levada a sério. Até aquele momento, ele havia plantado para o seu próprio consumo, aleatoriamente. E o Jardim foi sendo composto com todo o critério e com a provação entusiasmada do proprietário do camping.
“Minha própria guia, nesta época, tomou a forma de flashes intuitivos e inspirados – muitas vezes eu os recebia enquanto trabalhava – e me davam a convicção de que eu possuía um grande conhecimento interior a respeito do que estava fazendo. Este aspecto era confirmado às vezes, pela guia recebida por Eileen.”
Peter reconhecia que existia uma grande vantagem naquele trabalho grupal: as dúvidas a respeito das intuições recebidas por cada um podiam ser debatidas entre eles para separarem o “joio do trigo”, ou seja – o que lhes era sugerido pelo Eu menor (ego) ou pelo Eu maior (o Self – Deus). Quando debatiam as suas guias o conhecimento real vinha à tona com a concordância plena do que e como fazer o trabalho correto para o crescimento saudável do Jardim.
A Chegada dos Devas no Plano de Cooperação entre o Homem e a Natureza
Peter revelou que, dos três, Dorothy era a mais “linkada” com a Natureza.
Dois meses após o início dos trabalhos no Jardim, Dorothy recebeu uma mensagem muito importante. Através desta mensagem,. Recebida durante uma meditação, o trabalho na criação do Jardim entrou em uma fase incrível de desenvolvimento. Dorothy abriu os portais diretamente ligados à Natureza e aos “Contos de Fadas”, quando um Deva, um espírito do Reino das Plantas, precisamente o Deva da Pêra, contatou com ela! (Vide o arquivo – Os Devas, nesta série).
Peter Caddy já sabia que cada espécie de planta, como tudo o que existe na natureza, é possuidor de um desenho, ou molde arquetípico. Os Devas fazem parte daquela engrenagem do arsenal da Mãe Natureza, encarregada de dirigir a energia vital necessária para materializar a forma da planta ou da espécie, no plano físico. Peter acreditava que os Devas e os Elementais (forças da natureza: água, fogo, ar e terra) “são partes integrais dos processos criativos, são a FORÇA da vida personificada!”
Este Deva oferecia a sua cooperação aos novéis jardineiros. Peter exultou!
Secretamente, segundo confessou, desejava ardentemente a colaboração direta dos Devas e dos Elementais. “Pulei naquela chance, pensando: até que enfim! Agora podemos obter as respostas diretas, da boca do chefe, para todas as nossas dúvidas e questões relativas à jardinagem”.
De fato, posteriormente, Peter descobriu que várias questões a respeito de plantio, pragas, fertilidade, etc., recebiam respostas dos Devas muito diferentes e muito mais efetivas do que as encontradas nos livros e revistas de jardinagem lidas por ele, que entravam em desacordo a respeito de muitas práticas.
“Os Devas nos ensinaram as distâncias corretas entre as plantas, como adubá-las e rega-las, o que fazíamos erroneamente e o que fazer para corrigirmos os nossos erros. Estas e outras respostas todos os jardineiros almejam e precisam saber. O ponto principal é o de que nenhum de nós três sabíamos de nada a este respeito”.
Através de Dorothy, Eileen e Peter tomaram conhecimento de que este trabalho de cooperação com o homem promovido pela Energia Radiante da Natureza e da Vida era “pioneiro”, também, para os Devas e Elementais e que eles estavam exultantes e dispostos a colaborarem com os seres humanos. Uma dica para os “jardineiros” da internet, dada pelo Deva da Alface através de Dorothy: Peter palantava alfaces de acordo com os manuais de jardinagem e as alfacinhas morriam quando transplantadas ou cresciam sem o vigor esperado. Pediram ao Deva da alface uma explicação para este insucesso. Resposta: semear densamente cada “leira”, depois eliminar as mudas fracas ao invés de transplantar todas as mudas. Foi um sucesso!
Um Reino das Fadas acampado em Findhorn, surgira entre os comunitários Peter e Dorothy. Peter constatou um dia, que as belas mensagens divinas recebidas por eles, não tinham a mínima relação com o árduo trabalho no Jardim, mas reconheceu também que estas mensagens espirituais teriam que ser aplicadas às suas vidas diárias. Dorothy entretanto, relacionava-se constantemente com a luz diáfana do reino dos devas e Peter, mais “pé no chão” a incitava a “descer” das alturas e encarar mais o lado da praticidade da tarefa que ela mediava, ou seja, ir de forma direta no “como” agir em relação às plantas e ao Jardim. Houve um início de tensão na pequena comunidade, até que Peter e Dorothy chegaram a uma conclusão sábia – ambos os aspectos são essenciais – o espiritual e o prático. Para criarmos o céu na terra, como fomos mandados fazer, é necessário estarmos ligados, plantados mesmo nos dois mundos.
Neste sistema de cooperação que nos foi proposto, dois reinos ou níveis da Natureza trabalhavam como iguais e nenhum destes níveis, o dévico e o humano teve qualquer primazia, somente a igualdade. Cada um no seu mundo, com a sua tarefa específica, em cooperação mútua.
“Neste planeta a última palavra, todavia, pertence ao homem. A cooperação tem início quando há a percepção de que o homem, os Devas e os espíritos da natureza são partes da mesma Força Vital criando em conjunto: Peter deixa bem claro que apesar de aceitar as comunicações dos Devas, na sua área, ele, como representante da raça humana naquele Jardim, criava, tendo em vista a sua área, a área do ser humano, dentro do seu próprio tempo, dirigindo os seus colaboradores observando o clima e o material necessário, para o bom êxito da obra. Esta foi uma sociedade perfeita pois consciente, entre dois reinos da natureza.
Peter compreendia que estavam recebendo lições preciosas dos Devas, estas lições não diziam respeito só às necessidades das plantas, mas também, à percepção clara das suas verdadeiras naturezas. “Os Devas nos pediam que encarássemos o mundo ao nosso redor com outros olhos, reconhecendo nele a Força da Vida e a Energia oculta em outras formas”
Palavra dos Devas!
“No nosso mundo, mais íntimo do mundo das causas, percebemos que todas as coisas são manifestações da inteligência e que todos os acontecimentos são relacionados. Se você colocar o cavalo antes da carroça, todo o poder estará nas suas mãos e você trabalhará, então, no mundo das Forças como nós fazemos”.
Esta lição foi passada porque os pensamentos e os estados de ânimo dos três comunitários estavam começando a afetar o bom desenvolvimento do Jardim. Os praticantes da jardinagem têm a necessidade de saber que todos nós, seres humanos, colocamos radiações energéticas no solo de um jardim quando estamos cuidando dele. Existe também uma forma de AMOR que devemos às nossas plantinhas. Mais do que a emoção sentimental, a planta necessita da nossa plena consciência e habilidade em compreendê-la e ser sensível às suas necessidades materiais e, porque não? Espirituais!
O depoimento de Peter Caddy é longo e percebemos que ele foi o mais extrovertido dos três pioneiros. Portanto, vamos salientar, de agora em diante, os pontos que consideramos “chave”, do seu extenso e sincero depoimento. Nos tempos que estamos vivendo hoje, é importante conhecer mais profundamente, este projeto sui-generis de ecologia, ensinada pela própria Natureza através dos seus Devas, espíritos e elementais. Existirá uma fonte de sabedoria melhor do que esta? Peter recebeu uma mensagem que dizia respeito ao pioneirismo daquele empreendimento – o Jardim de Findhorn – realizado em cooperação primeira entre o homem ocidental do século 20, trabalhando “mano a mano” e conscientemente com os aspectos espirituais dos reinos da Natureza.
À noite Eileen recebeu uma comunicação complementar, que finalmente o que Peter recebera pela manhã e acrescentando que finalmente o homem estava encontrando a necessária harmonia com os outros reinos da natureza e que esta seria a maneira mais correta de reconstrução ou recriação do mundo.
“Vocês estão aprendendo o segredo da criação em seus vários aspectos”.
Conclusão:
Peter Caddy desvendou mais tarde o porquê de todas as vicissitudes vividas pelo grupo, quando todos eles ficaram desempregados.
Este longo período passado à custa de organizações sociais e de portas se fechando na busca de um emprego...
Este período foi um período preparatório para a entrada de todos eles um novo nível de consciência. Um nível onde é possível para o homem criar o seu próprio mundo, para o bem do TODO.
O que foi feito por estes pioneiros, devido às circunstâncias altamente adversas do local que foi escolhido como MODELO, exigiria uma fortuna para se obter um mínimo de sucesso. Os três pioneiros não tinham um só “tostão furado” e nem podiam contar com a ajuda de um banco.Eles representaram o seu próprio capital!
Um rico capital de pensamentos positivos, fé em Deus – fonte de todos os suprimentos e abundância – e o conhecimento real de que o mundo deve ser visto e experienciado: mais termos de causas do que efeitos!
“Este é o segredo da criação. O que você pensa você cria”.
“Tudo neste mundo é uma possibilidade”.
“É lógico que nós cometemos enganos, mas sempre estes enganos me ensinaram alguma coisa”.
“Muito cedo passei a distinguir quando respondia à verdadeira intuição, ou meramente aos desejos da minha personalidade separativa. Gradualmente, aprendi o processo de distinção entre a personalidade e o Eu Superior (ego e SELF)”.
“Muito foi demonstrado, em Findhorn, do que pode ser feito em espírito de cooperação com a natureza e sob a guia do nosso Deus interior... ainda há muito o que fazer... Muitas diretrizes recebidas apresentam grandes desafios, mas reconhecemos que devemos caminhar passo a passo, na crença de que estamos revelando a UNIDADE de toda a VIDA.... e o Jardim cresceu!”


Bibliografia:
- The Findhorn Garden – Pioneering a New Vision of Man Nature in Cooperation – By The Findhorn Communbity.

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domingo, 21 de agosto de 2011

PETER CADDY CONTA A SUA HISTÓRIA




Peter Caddy estava desempregado. Passara cinco anos na gerência do “Hotel Cluny Hill”, nas cercanias de Forbes (Escócia) e o seu excelente trabalho fizera crescer a avaliação do hotel de três para quatro estrelas.
Na sua equipe, além da sua esposa Eileen, Peter contava com a colaboração de Dorothy Maclean, professora universitária, mas muito eficiente também nos seus afazeres hoteleiros, quem se tornou amiga inseparável do casal Caddy e dos seus três filhos adolescentes.
Dorothy e Peter aprenderam a meditar com a famosa espiritualista Shena Govan desde os anos 40. Eileen fizera o mesmo bem mais tarde, nos anos 50. Peter creditava o sucesso obtido no Hotel Cluny às intuições recebidas pelos três durante suas meditações diárias. Mais tarde, quando Peter e sua equipe se viram desempregados, pois o proprietário resolvera dirigir a sua vida em outra direção,foi a guia recebida por Eileen nas suas meditações que os orientou na direção do local denominado “Findhorn Bay Caravan Park” e segundo Peter revelou, o último dos locais onde ele pensaria em construir quaisquer projetos e muito menos nele edificar um lar!
O casal e Dorothy não costumavam desobedecer suas inspirações, ou “insights”, recebidas de alguém que se revelara como sendo – “Uma Energia Radiante e Penetrante Origem da Vida”.
Realmente, se esta Energia Radiante e Penetrante se apresentou como sendo a Origem da Vida que tudo anima, está em toda a parte e a tudo e a todos penetra, de forma radiante, vital, sem dúvida alguma também personificaria AQUELE que a humanidade adorou, reverenciou e respeitou desde os seus primórdios sob a denominação – Deus.
E foi exatamente sob esta denominação – DEUS – talvez por ser mais familiar, patriarcal e maternal ao mesmo tempo, que esta Energia se apresentou à Eileen pela primeira vez num local sacralizado da Inglaterra, durante uma meditação.
Foi esta Energia Radiante e Penetrante Origem da Vida quem originou, também, este “Conto de Fadas” do século 20, quando indicou através de Eileen à pequena comunidade composta por três adultos e três adolescentes, o caminho em direção ao local “The Findhorn Bay Camping”, onde se estabeleceram para iniciar um projeto pioneiro: a construção de um jardim (horta/pomar); “Uma Nova Visão do Homem e da Natureza em Cooperação”, como sublinhou.

Bases da Construção do “Conto de Fadas” do século 20
“O treino espiritual árduo que Eileen, Dorothy e eu havíamos introduzido em nossas vidas nos habilitou a aceitarmos a nossa situação desastrosa. Acostumamo-nos a entregar tudo para Deus, inclusive os nossos desejos. Portanto, quando a Energia nos disse através de Eileen, que deveríamos nos estabelecer em Findhorn porque este fato seria de grande importância para o mundo, que existia um MODELO e um PLANO por detrás desta ordem, mesmo encarando as nossas circunstâncias adversas – nós aceitamos. Quando a guia nos disse que vivêssemos no momento presente, mas que deveríamos vive-lo com alegria e coragem, foi exatamente desta forma que nós procedemos”. Peter Caddy.
Mais tarde Peter reforçou esta informação com uma outra sugestão recebida, uma “lição chave”, segundo ele: - Amar o local onde eu estive, quem eu sou e o que eu estiver fazendo.
Em resumo, aquela situação de desemprego e de penúria foi encarada pelos três adultos como se fosse um DESAFIO OPORTUNO, para a aplicação de tudo o que haviam aprendido durante as suas jornadas espirituais.
No espaço de quatro anos o pequeno grupo foi sustentado por organizações sociais que lhes exigia, entretanto, que Peter continuasse procurando por um emprego e que os prováveis empregadores assinassem um documento provando que haviam sido procurados por Caddy e o motivo pelo qual não o empregaram.
Em uma dessas ocasiões aconteceu um fato decisivo. Peter foi chamado perante o comitê da organização social “Unemployed Benefit to National Assistence”, que os estava sustentando naquele momento. Havia surgido uma questão de caráter sério sobre possíveis abusos cometidos pelos dependentes destas organizações sociais, que os proviam semanalmente com algumas libras.
De posse do “curriculum vitae” excelente e da verificação da boa forma física do desempregado, apesar de terem examinado a pilha de documentos que provavam a sua busca ininterrupta por emprego e onde também, constatavam o porquê e as razões dessas negativas assinadas pelos empregadores, o comitê desconfiou de que Peter fazia “corpo mole”... devido a certos “zunzuns” ... um dos investigadores do comitê, ignorando a documentação e de forma irônica perguntou a Caddy: “-Você anda dizendo por aí que Deus é “quem não quer que você trabalhe, não é?”
Peter, meio espantado com a pergunta feita à queima roupa, respondeu: “É verdade. Ele proverá o de que preciso é só ter FÉ”.
“Pois bem”, disse o homem do comitê, “então, presumivelmente, se nós cortarmos a sua soma semanal, Deus será obrigado a provê-la para você”.
Peter, impávido, encerrou este diálogo: “Sim... sim... e é isto o que Ele irá fazer!”
Cortado o pagamento, Peter e Eileen Caddy passaram a receber uma enxurrada de donativos. Eileen havia escrito as suas vivências num livro – God Spoke to Me (Deus falou Comigo) – e o colocou na mala direta do correio local – o livro tornou-se um grande sucesso!
O “Conto de Fadas” iniciava......
“Era uma vez um homem desempregado, chefe de uma família desempregada, mas confiante numa VOZ INTERIOR que lhe provia conselhos substanciosos durante as suas meditações diárias e de “canalizações” realizadas através de Eileen Caddy. Esta VOZ INTERIOR, de início, se identificou como DEUS. Seguindo à risca os “insights” que enriqueciam as meditações feitas diariamente pelos Caddy e Dorothy Maclean, nas quais a VOZ de Deus lhe prometia a sua ajuda, os Caddy e a professora Dorothy viam esta ajuda ser concretizada através de meios os mais singulares: fatos dignos de um “Conto de Fadas”.... Por exemplo: necessitando de alguns sacos de cimento para a construção do piso de um pátio ao redor da Caravan, onde residia aquela pequena comunidade, local onde podiam se sentar, conversar ou meditar, o grupo não contava com meios suficientes para comprar o cimento do qual necessitava para o piso.
Os três componentes desta comunidade incipiente confiaram então, que esta necessidade iria ser suprida por Deus, quem lhes dava a sua guia.
Alguns dias se passaram e um vizinho conversando com Peter contou-lhe, sem mais nem menos, que um caminhão havia tombado na estrada ali perto e que o carregamento de cimento da sua carroceria estava lá no local, abandonado como imprestável para o comércio. O pátio idealizado pelos Caddy e Maclean, então, foi “materializado” rapidamente!
De outra feita, em pleno trabalho de construção do “Jardim de Findhorn”, Peter necessitava, prementemente, de esterco e de palha para a feitura de um “composto” vital para iniciar o “Plano de Cooperação entre o Homem e a Natureza”, onde faria juntamente com o seu grupo, o papel de pioneiro no combate contra a fome no planeta Terra.
Certo dia, Peter ficou sabendo que alguns fardos de palha haviam caído da carroceria de um caminhão numa estradinha perto de Findhorn. Peter “voou” no seu carro em busca deste acontecimento providencial. No seu relato ele diz que se encontrou com um homem jovem que via sempre trafegando naquela estrada e ofereceu a ele uma “carona”, já que ele, desta vez, estava a pé. Peter conta que se sentiu um pouco “idiota” quando o tal caronista constatou que ele havia se suprido com uns fardos da palha tombada e desprezada na estradinha. Muito timidamente, Caddy explicou-lhe que estavam necessitando daquela palha, urgentemente, para fazer um “composto”.
“Bem, você conhece aquele campo no final desta estradinha, onde se criam cavalos?” Porque você não vai lá e pega o esterco para ajudar no seu composto?” Sugeriu o caronista.
Peter respondeu-lhe que não conhecia o proprietário daquele local.
Recebeu como resposta: “Eu sou o proprietário”!
As ajudas mais estranhas e inesperadas “caíam dos céus como o maná”, como se diz, e iam sendo encaminhadas para os três amigos, concretizando as suas idealizações. Nesta época, o procedimento mais adequado para o casal Caddy e para Dorothy, era o de se divertirem com o espanto manifestado pelo povo que vivia nos arredores, quando encontravam Peter, Eileen e Dorothy correndo pelos campos na colheita do esterco fresco dos cavalos para mistura-lo com palha na feitura das “camas quentes” para as plantinhas mais tenras, durante o inverno e outros procedimentos que se mostravam esquisitíssimos para os vizinhos.
O folclore criado em torno da pequena comunidade de Findhorn, na época da construção do Jardim, foi dos mais estranhos...
O que mais interessava os personagens deste folclore, entretanto, era a obediência às guias recebidas durante as suas meditações diárias. Peter relata que Eileen começou a se preocupar com a situação que estavam vivendo quando recebeu uma guia que foi compreendida pelos três como sendo um pedido para Peter se concentrar dali por diante, na composição do Jardim e do plano no qual o Jardim/horta/pomar representaria o papel de MODELO para erradicar a fome no mundo.
Peter definiu então, a primeira área a ser levada a sério. Até aquele momento, ele havia plantado para o seu próprio consumo, aleatoriamente. E o Jardim foi sendo composto com todo o critério e com a provação entusiasmada do proprietário do camping.
“Minha própria guia, nesta época, tomou a forma de flashes intuitivos e inspirados – muitas vezes eu os recebia enquanto trabalhava – e me davam a convicção de que eu possuía um grande conhecimento interior a respeito do que estava fazendo. Este aspecto era confirmado às vezes, pela guia recebida por Eileen.”
Peter reconhecia que existia uma grande vantagem naquele trabalho grupal: as dúvidas a respeito das intuições recebidas por cada um podiam ser debatidas entre eles para separarem o “joio do trigo”, ou seja – o que lhes era sugerido pelo Eu menor (ego) ou pelo Eu maior (o Self – Deus). Quando debatiam as suas guias o conhecimento real vinha à tona com a concordância plena do que e como fazer o trabalho correto para o crescimento saudável do Jardim.
A Chegada dos Devas no Plano de Cooperação entre o Homem e a Natureza
Peter revelou que, dos três, Dorothy era a mais “linkada” com a Natureza.
Dois meses após o início dos trabalhos no Jardim, Dorothy recebeu uma mensagem muito importante. Através desta mensagem,. Recebida durante uma meditação, o trabalho na criação do Jardim entrou em uma fase incrível de desenvolvimento. Dorothy abriu os portais diretamente ligados à Natureza e aos “Contos de Fadas”, quando um Deva, um espírito do Reino das Plantas, precisamente o Deva da Pêra, contatou com ela! (Vide o arquivo – Os Devas, nesta série).
Peter Caddy já sabia que cada espécie de planta, como tudo o que existe na natureza, é possuidor de um desenho, ou molde arquetípico. Os Devas fazem parte daquela engrenagem do arsenal da Mãe Natureza, encarregada de dirigir a energia vital necessária para materializar a forma da planta ou da espécie, no plano físico. Peter acreditava que os Devas e os Elementais (forças da natureza: água, fogo, ar e terra) “são partes integrais dos processos criativos, são a FORÇA da vida personificada!”
Este Deva oferecia a sua cooperação aos novéis jardineiros. Peter exultou!
Secretamente, segundo confessou, desejava ardentemente a colaboração direta dos Devas e dos Elementais. “Pulei naquela chance, pensando: até que enfim! Agora podemos obter as respostas diretas, da boca do chefe, para todas as nossas dúvidas e questões relativas à jardinagem”.
De fato, posteriormente, Peter descobriu que várias questões a respeito de plantio, pragas, fertilidade, etc., recebiam respostas dos Devas muito diferentes e muito mais efetivas do que as encontradas nos livros e revistas de jardinagem lidas por ele, que entravam em desacordo a respeito de muitas práticas.
“Os Devas nos ensinaram as distâncias corretas entre as plantas, como adubá-las e rega-las, o que fazíamos erroneamente e o que fazer para corrigirmos os nossos erros. Estas e outras respostas todos os jardineiros almejam e precisam saber. O ponto principal é o de que nenhum de nós três sabíamos de nada a este respeito”.
Através de Dorothy, Eileen e Peter tomaram conhecimento de que este trabalho de cooperação com o homem promovido pela Energia Radiante da Natureza e da Vida era “pioneiro”, também, para os Devas e Elementais e que eles estavam exultantes e dispostos a colaborarem com os seres humanos. Uma dica para os “jardineiros” da internet, dada pelo Deva da Alface através de Dorothy: Peter palantava alfaces de acordo com os manuais de jardinagem e as alfacinhas morriam quando transplantadas ou cresciam sem o vigor esperado. Pediram ao Deva da alface uma explicação para este insucesso. Resposta: semear densamente cada “leira”, depois eliminar as mudas fracas ao invés de transplantar todas as mudas. Foi um sucesso!
Um Reino das Fadas acampado em Findhorn, surgira entre os comunitários Peter e Dorothy. Peter constatou um dia, que as belas mensagens divinas recebidas por eles, não tinham a mínima relação com o árduo trabalho no Jardim, mas reconheceu também que estas mensagens espirituais teriam que ser aplicadas às suas vidas diárias. Dorothy entretanto, relacionava-se constantemente com a luz diáfana do reino dos devas e Peter, mais “pé no chão” a incitava a “descer” das alturas e encarar mais o lado da praticidade da tarefa que ela mediava, ou seja, ir de forma direta no “como” agir em relação às plantas e ao Jardim. Houve um início de tensão na pequena comunidade, até que Peter e Dorothy chegaram a uma conclusão sábia – ambos os aspectos são essenciais – o espiritual e o prático. Para criarmos o céu na terra, como fomos mandados fazer, é necessário estarmos ligados, plantados mesmo nos dois mundos.
Neste sistema de cooperação que nos foi proposto, dois reinos ou níveis da Natureza trabalhavam como iguais e nenhum destes níveis, o dévico e o humano teve qualquer primazia, somente a igualdade. Cada um no seu mundo, com a sua tarefa específica, em cooperação mútua.
“Neste planeta a última palavra, todavia, pertence ao homem. A cooperação tem início quando há a percepção de que o homem, os Devas e os espíritos da natureza são partes da mesma Força Vital criando em conjunto: Peter deixa bem claro que apesar de aceitar as comunicações dos Devas, na sua área, ele, como representante da raça humana naquele Jardim, criava, tendo em vista a sua área, a área do ser humano, dentro do seu próprio tempo, dirigindo os seus colaboradores observando o clima e o material necessário, para o bom êxito da obra. Esta foi uma sociedade perfeita pois consciente, entre dois reinos da natureza.
Peter compreendia que estavam recebendo lições preciosas dos Devas, estas lições não diziam respeito só às necessidades das plantas, mas também, à percepção clara das suas verdadeiras naturezas. “Os Devas nos pediam que encarássemos o mundo ao nosso redor com outros olhos, reconhecendo nele a Força da Vida e a Energia oculta em outras formas”
Palavra dos Devas!
“No nosso mundo, mais íntimo do mundo das causas, percebemos que todas as coisas são manifestações da inteligência e que todos os acontecimentos são relacionados. Se você colocar o cavalo antes da carroça, todo o poder estará nas suas mãos e você trabalhará, então, no mundo das Forças como nós fazemos”.
Esta lição foi passada porque os pensamentos e os estados de ânimo dos três comunitários estavam começando a afetar o bom desenvolvimento do Jardim. Os praticantes da jardinagem têm a necessidade de saber que todos nós, seres humanos, colocamos radiações energéticas no solo de um jardim quando estamos cuidando dele. Existe também uma forma de AMOR que devemos às nossas plantinhas. Mais do que a emoção sentimental, a planta necessita da nossa plena consciência e habilidade em compreendê-la e ser sensível às suas necessidades materiais e, porque não? Espirituais!
O depoimento de Peter Caddy é longo e percebemos que ele foi o mais extrovertido dos três pioneiros. Portanto, vamos salientar, de agora em diante, os pontos que consideramos “chave”, do seu extenso e sincero depoimento. Nos tempos que estamos vivendo hoje, é importante conhecer mais profundamente, este projeto sui-generis de ecologia, ensinada pela própria Natureza através dos seus Devas, espíritos e elementais. Existirá uma fonte de sabedoria melhor do que esta? Peter recebeu uma mensagem que dizia respeito ao pioneirismo daquele empreendimento – o Jardim de Findhorn – realizado em cooperação primeira entre o homem ocidental do século 20, trabalhando “mano a mano” e conscientemente com os aspectos espirituais dos reinos da Natureza.
À noite Eileen recebeu uma comunicação complementar, que finalmente o que Peter recebera pela manhã e acrescentando que finalmente o homem estava encontrando a necessária harmonia com os outros reinos da natureza e que esta seria a maneira mais correta de reconstrução ou recriação do mundo.
“Vocês estão aprendendo o segredo da criação em seus vários aspectos”.
Conclusão:
Peter Caddy desvendou mais tarde o porquê de todas as vicissitudes vividas pelo grupo, quando todos eles ficaram desempregados.
Este longo período passado à custa de organizações sociais e de portas se fechando na busca de um emprego...
Este período foi um período preparatório para a entrada de todos eles um novo nível de consciência. Um nível onde é possível para o homem criar o seu próprio mundo, para o bem do TODO.
O que foi feito por estes pioneiros, devido às circunstâncias altamente adversas do local que foi escolhido como MODELO, exigiria uma fortuna para se obter um mínimo de sucesso. Os três pioneiros não tinham um só “tostão furado” e nem podiam contar com a ajuda de um banco.Eles representaram o seu próprio capital!
Um rico capital de pensamentos positivos, fé em Deus – fonte de todos os suprimentos e abundância – e o conhecimento real de que o mundo deve ser visto e experienciado: mais termos de causas do que efeitos!
“Este é o segredo da criação. O que você pensa você cria”.
“Tudo neste mundo é uma possibilidade”.
“É lógico que nós cometemos enganos, mas sempre estes enganos me ensinaram alguma coisa”.
“Muito cedo passei a distinguir quando respondia à verdadeira intuição, ou meramente aos desejos da minha personalidade separativa. Gradualmente, aprendi o processo de distinção entre a personalidade e o Eu Superior (ego e SELF)”.
“Muito foi demonstrado, em Findhorn, do que pode ser feito em espírito de cooperação com a natureza e sob a guia do nosso Deus interior... ainda há muito o que fazer... Muitas diretrizes recebidas apresentam grandes desafios, mas reconhecemos que devemos caminhar passo a passo, na crença de que estamos revelando a UNIDADE de toda a VIDA.... e o Jardim cresceu!”


Bibliografia:
- The Findhorn Garden – Pioneering a New Vision of Man Nature in Cooperation – By The Findhorn Communbity.

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