sexta-feira, 1 de julho de 2011

presa ...



SINTO, como sinto, Deus meu, como sinto,


sinto que os dias que vivi, até ora


pouco me ofereceram, pouco me deram, me entregaram,


a mim, 


sinto, e busco dentro, o porque de sentir o que sinto, porque nada me resplandece


porque, desde que acordo até que me deito


a vida segue igual, sempre


busco, e não sei como fazer,


não entendo o mundo onde estou


suas regras, injustas, doridas


e aqui me sinto presa, sempre...


e no sentir


com regras, e por vezes,


sem regras, sem rumo...


sem perceber porque aqui vim


porque me sinto castigada, por algo que nem sei o porquê

que nem sei o que fiz

para merecer, ser obrigada, 


a sentir, e vivenciar, na pele, dentro


a dor, mental, a do espírito, a que mais dói

a que mais me doeu, até ora, 

e tudo que me magoa, segue magoando,


desde que me sinto gente e tenho memória, de mim..

todos os dias, iguais, mesmo que uns doiam mais que os outros, 


todos doiem, e vão me matando,


retirando-me a ilusão da liberdade


liberdade que sempre sonhei, sempre almejei


e que nunca alcançei, aqui

e porque a sinto, a reconheço, sinto atrozmente falta dela

sei que já a vivi, dentro de mim


não sei onde nem em que instantes 


por isso, sei,  

a liberdade que procuro, que me faz falta para respirar e viver


não é deste mundo!!

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sexta-feira, 1 de julho de 2011

presa ...



SINTO, como sinto, Deus meu, como sinto,


sinto que os dias que vivi, até ora


pouco me ofereceram, pouco me deram, me entregaram,


a mim, 


sinto, e busco dentro, o porque de sentir o que sinto, porque nada me resplandece


porque, desde que acordo até que me deito


a vida segue igual, sempre


busco, e não sei como fazer,


não entendo o mundo onde estou


suas regras, injustas, doridas


e aqui me sinto presa, sempre...


e no sentir


com regras, e por vezes,


sem regras, sem rumo...


sem perceber porque aqui vim


porque me sinto castigada, por algo que nem sei o porquê

que nem sei o que fiz

para merecer, ser obrigada, 


a sentir, e vivenciar, na pele, dentro


a dor, mental, a do espírito, a que mais dói

a que mais me doeu, até ora, 

e tudo que me magoa, segue magoando,


desde que me sinto gente e tenho memória, de mim..

todos os dias, iguais, mesmo que uns doiam mais que os outros, 


todos doiem, e vão me matando,


retirando-me a ilusão da liberdade


liberdade que sempre sonhei, sempre almejei


e que nunca alcançei, aqui

e porque a sinto, a reconheço, sinto atrozmente falta dela

sei que já a vivi, dentro de mim


não sei onde nem em que instantes 


por isso, sei,  

a liberdade que procuro, que me faz falta para respirar e viver


não é deste mundo!!

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