sábado, 14 de maio de 2011

ACREDITE ,,, VIVAMENTE ... O MUNDO QUE PERCEBE É UMA ILUSÃO

O mundo é uma ilusão, porque apesar das formas sólidas que toda a matéria requer na terceira dimensão, tudo é visto (e muda), de acordo com a nossa percepção. Não há uma visão padrão do mundo, pois ele pode ser visto como belo ou feio, triste ou alegre, temeroso ou amoroso, dependendo das crenças, gostos, sentimentos e pensamentos do espectador. Na verdade, cada um de nós vê cada aspecto do mundo da sua maneira exclusiva, porque o mundo é visualizado através dos nossos olhos e sentido através de nossas emoções. Não há outra maneira de “ver” ou de sentir o mundo que não seja a um nível individual e muito subjetivo.
O que chamamos de mundo “material” é realmente um continuum energético cuja forma parece ser física, sólida e real. E enquanto é físico, a partir de nossa perspectiva, é muito mais. Nosso relacionamento com o mundo é físico porque estamos conscientes e nos relacionamos, em nossa experiência humana, com a natureza física da realidade. Mas isto é somente uma perspectiva. Nosso verdadeiro relacionamento com o mundo é energético, porque o mundo é simplesmente um fluxo de energia.

A energia não é uma única frequência ou valor com uma variação definida. Ela é uma variação ilimitada de frequências a que estamos conectados, de acordo com a nossa própria vibração energética. Não há um nível de energia pré-estabelecido no mundo. Entretanto, há níveis que correspondem à vibração coletiva neste espaço. Podemos somente experienciar estas frequências que correspondem a nossa, que é porque nos sentimos deslocados e desconfortáveis em uma área geográfica ou perto de determinadas pessoas e completamente acolhidos e à vontade com outras.

O que precisamos saber sobre a energia do mundo e da vida é que ela nos encontra onde estamos energeticamente. Quando mudamos a nossa energia, o mundo nos encontra em outra frequência. Se quisermos controlar o mundo (e a nossa vida), precisamos saber como controlar a nossa própria energia. E fazemos isto compreendendo as nossas emoções porque é assim que nos conectamos com a energia da Terra.



 Nossa percepção do mundo nada mais é do que a interseção entre a energia da Terra e as nossas emoções. Pensem em um lugar onde vocês tenham memórias agradáveis e possam sentir a alegria e ver lá a beleza. Agora compartilhem esta percepção com alguém que tenha uma memória desagradável deste lugar e a sua experiência e sentimentos são muito diferentes. Onde vocês vêem a beleza, eles vêem a feiúra. Onde vocês se lembram da alegria, elas se lembram da dor. É ainda este mesmo local, mas com uma experiência energética diferente.

Esta é uma simples verdade sobre o mundo: nós somos seres energéticos e vivemos em um mundo energético. Acreditamos que o mundo está aqui para ser conquistado e superado, mas é simplesmente um fluxo de energia que não tem nenhum julgamento ou agenda conosco. A energia não se importa com o que é ou o que se torna; ela meramente responde ao que mostramos na forma de nossas emoções, crenças e pensamentos e se transforma para acomodá-las. Assim os desafios da vida não são mais do que transformações da energia em algo que podemos conhecer como um desafio, em resposta a nossa própria energia. E as alegrias da vida representam a transformação da energia em algo que sentimos como prazeroso. Tudo o que conhecemos do mundo é um reflexo de nossa energia e tudo no mundo muda quando mudamos a nossa energia.

Isto significa que temos a habilidade de criar o mundo naquilo que queremos que seja a nossa experiência dele. Isto é a criação de milagres, movimentando a energia de um espaço para o seguinte, mudando as nossas vibrações para permitir níveis mais elevados de frequência energética a serem expressos através de nós no mundo. Com este ponto de vista, podemos acreditar que qualquer coisa é possível, e é, para nós. Porque enquanto podemos mudar a nossa percepção do mundo e a nossa energia, não podemos fazer isto por ninguém. Cada pessoa tem o seu relacionamento exclusivo com esta energia baseado em seus sonhos, desejos, Karma, vibrações, contrato de alma, crenças, pensamentos, experiências passadas e lições de vida. Com tantos fatores diferentes afetando a energia, podemos estar na mesma página com alguém?

Podemos compartilhar uma série de vibrações energéticas com alguém, mas não podemos compartilhar uma visão do mundo, embora os nossos pontos de vista possam ser semelhantes. Na verdade, não podemos compartilhar qualquer aspecto de nossa experiência física do mundo com ninguém. Podemos respirar, comer, viver ou rir por alguém? Podemos nos sentir bem em relação a alguma coisa e então lhes dar a exata experiência? Se vocês estão com sede e eu tomo uma bebida, vocês ficam ainda sedentos? Naturalmente que ficam, porque eu não posso lhes dar a minha experiência física. Vocês têm que fazê-lo por si mesmos.

E é neste ponto que ficamos presos em nossos relacionamentos, porque queremos compartilhar a nossa jornada com outros para validar as nossas próprias experiências. Estamos à procura de um nível externo de conexão que sentimos falta em nosso mundo interior. Mas o que queremos realmente é alguém para criar uma vibração para nós do que acreditamos que podemos criar para nós mesmos. É frustrante e nunca funciona, porque estamos tentando compartilhar uma experiência emocional em um mundo físico que é a nossa interpretação única da energia. Nosso corpo emocional é o filtro que usamos para experienciar a energia da Terra, julgando cada experiência através de como nos sentimos sobre ela.

Imaginem estar perto de uma criança de 2 anos de idade, cujo humor muda constantemente. Um minuto ela está feliz e rindo e no minuto seguinte está chorando, gritando e jogando coisas por todos os lados. Ela é assim porque está sempre no modo de resposta e o seu humor muda de acordo com a energia que ela sente. E nós somos assim de muitas maneiras, porque permitimos que as nossas emoções ditem como experienciamos a energia da Terra. Desde que muitas vezes nós não estamos no controle de nossas emoções, como a criança de 2 anos, podemos acreditar que não estamos no controle da energia e não estamos, contanto que as nossas emoções estão intensamente envolvidas.






Com este ponto de vista, nós nunca estamos realmente no controle do nosso mundo, porque contamos com o sentimento da energia, como um participante, em vez de conhecermos a energia como um observador. Esta é a diferença entre estar no comando do fluxo de energia ou nos afogarmos nela. Muitas vezes, estamos afogados e incapazes de encontrar a nossa saída porque ficamos presos na experiência emocional da energia e nos esquecemos de que há outro nível, o da intenção.

Através da intenção, nos tornamos mestres da energia porque definimos a sua frequência ao invés de inconscientemente reagirmos a qualquer energia que esteja ao nosso redor, o que inclui a de outras pessoas. Muitos são sensitivos naturais, significando que estamos conscientes da energia dos outros, mas isto ocorre mais profundamente, pois estabelecemos a nossa frequência energética para se alinhar com a deles. Fazemos isto por várias razões, para transmutarmos ou mudarmos as energias menos elevadas, para ajudarmos os outros em sua jornada de cura, vivendo ao lado deles, para respondermos às necessidades da cura, sendo os servos, ao invés de estarmos em serviço, ou porque respondemos automaticamente aos outros, refletindo-lhes a sua cura. Deste modo, nós entregamos partes de nossa luz para compartilhá-la, em vez de brilharmos mais intensamente e aumentarmos a nossa frequência energética para lembrar aos outros de seu poder interior.





Temos muito a aprender sobre a energia, luz e poder e como ajudarmos aos outros em sua jornada. E tudo isto é parte da jornada de nossa mestria, compreendermos que não importa o que estejamos experienciando na Terra, trata-se de energia, de uma ilusão criada da interseção de nossas crenças, emoções, pensamentos e percepções e da energia da Terra. E como a areia na praia, a ilusão muda a cada mudança em nossa própria energia. A cada vez que mudamos a nossa energia, mudamos todas as nossas conexões com a energia da Terra, que também muda a ilusão e como a percebemos. E quando nos comprometemos a mudar as nossas vibrações para níveis mais elevados, temos um impacto em todo o espectro das energias da Terra e as mudamos também.

Quando nós compreendermos a verdade sobre a energia e os nossos relacionamentos com ela, como as emoções desempenham um papel tão importante e o que podemos fazer para mudá-las, não mais nos sentiremos como se estivéssemos nos afogando na energia, porque caminharemos na energia de nossa própria intenção e isto é o que criará o Céu na Terra.




Tradução de
Regina Drumond

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sábado, 14 de maio de 2011

ACREDITE ,,, VIVAMENTE ... O MUNDO QUE PERCEBE É UMA ILUSÃO

O mundo é uma ilusão, porque apesar das formas sólidas que toda a matéria requer na terceira dimensão, tudo é visto (e muda), de acordo com a nossa percepção. Não há uma visão padrão do mundo, pois ele pode ser visto como belo ou feio, triste ou alegre, temeroso ou amoroso, dependendo das crenças, gostos, sentimentos e pensamentos do espectador. Na verdade, cada um de nós vê cada aspecto do mundo da sua maneira exclusiva, porque o mundo é visualizado através dos nossos olhos e sentido através de nossas emoções. Não há outra maneira de “ver” ou de sentir o mundo que não seja a um nível individual e muito subjetivo.
O que chamamos de mundo “material” é realmente um continuum energético cuja forma parece ser física, sólida e real. E enquanto é físico, a partir de nossa perspectiva, é muito mais. Nosso relacionamento com o mundo é físico porque estamos conscientes e nos relacionamos, em nossa experiência humana, com a natureza física da realidade. Mas isto é somente uma perspectiva. Nosso verdadeiro relacionamento com o mundo é energético, porque o mundo é simplesmente um fluxo de energia.

A energia não é uma única frequência ou valor com uma variação definida. Ela é uma variação ilimitada de frequências a que estamos conectados, de acordo com a nossa própria vibração energética. Não há um nível de energia pré-estabelecido no mundo. Entretanto, há níveis que correspondem à vibração coletiva neste espaço. Podemos somente experienciar estas frequências que correspondem a nossa, que é porque nos sentimos deslocados e desconfortáveis em uma área geográfica ou perto de determinadas pessoas e completamente acolhidos e à vontade com outras.

O que precisamos saber sobre a energia do mundo e da vida é que ela nos encontra onde estamos energeticamente. Quando mudamos a nossa energia, o mundo nos encontra em outra frequência. Se quisermos controlar o mundo (e a nossa vida), precisamos saber como controlar a nossa própria energia. E fazemos isto compreendendo as nossas emoções porque é assim que nos conectamos com a energia da Terra.



 Nossa percepção do mundo nada mais é do que a interseção entre a energia da Terra e as nossas emoções. Pensem em um lugar onde vocês tenham memórias agradáveis e possam sentir a alegria e ver lá a beleza. Agora compartilhem esta percepção com alguém que tenha uma memória desagradável deste lugar e a sua experiência e sentimentos são muito diferentes. Onde vocês vêem a beleza, eles vêem a feiúra. Onde vocês se lembram da alegria, elas se lembram da dor. É ainda este mesmo local, mas com uma experiência energética diferente.

Esta é uma simples verdade sobre o mundo: nós somos seres energéticos e vivemos em um mundo energético. Acreditamos que o mundo está aqui para ser conquistado e superado, mas é simplesmente um fluxo de energia que não tem nenhum julgamento ou agenda conosco. A energia não se importa com o que é ou o que se torna; ela meramente responde ao que mostramos na forma de nossas emoções, crenças e pensamentos e se transforma para acomodá-las. Assim os desafios da vida não são mais do que transformações da energia em algo que podemos conhecer como um desafio, em resposta a nossa própria energia. E as alegrias da vida representam a transformação da energia em algo que sentimos como prazeroso. Tudo o que conhecemos do mundo é um reflexo de nossa energia e tudo no mundo muda quando mudamos a nossa energia.

Isto significa que temos a habilidade de criar o mundo naquilo que queremos que seja a nossa experiência dele. Isto é a criação de milagres, movimentando a energia de um espaço para o seguinte, mudando as nossas vibrações para permitir níveis mais elevados de frequência energética a serem expressos através de nós no mundo. Com este ponto de vista, podemos acreditar que qualquer coisa é possível, e é, para nós. Porque enquanto podemos mudar a nossa percepção do mundo e a nossa energia, não podemos fazer isto por ninguém. Cada pessoa tem o seu relacionamento exclusivo com esta energia baseado em seus sonhos, desejos, Karma, vibrações, contrato de alma, crenças, pensamentos, experiências passadas e lições de vida. Com tantos fatores diferentes afetando a energia, podemos estar na mesma página com alguém?

Podemos compartilhar uma série de vibrações energéticas com alguém, mas não podemos compartilhar uma visão do mundo, embora os nossos pontos de vista possam ser semelhantes. Na verdade, não podemos compartilhar qualquer aspecto de nossa experiência física do mundo com ninguém. Podemos respirar, comer, viver ou rir por alguém? Podemos nos sentir bem em relação a alguma coisa e então lhes dar a exata experiência? Se vocês estão com sede e eu tomo uma bebida, vocês ficam ainda sedentos? Naturalmente que ficam, porque eu não posso lhes dar a minha experiência física. Vocês têm que fazê-lo por si mesmos.

E é neste ponto que ficamos presos em nossos relacionamentos, porque queremos compartilhar a nossa jornada com outros para validar as nossas próprias experiências. Estamos à procura de um nível externo de conexão que sentimos falta em nosso mundo interior. Mas o que queremos realmente é alguém para criar uma vibração para nós do que acreditamos que podemos criar para nós mesmos. É frustrante e nunca funciona, porque estamos tentando compartilhar uma experiência emocional em um mundo físico que é a nossa interpretação única da energia. Nosso corpo emocional é o filtro que usamos para experienciar a energia da Terra, julgando cada experiência através de como nos sentimos sobre ela.

Imaginem estar perto de uma criança de 2 anos de idade, cujo humor muda constantemente. Um minuto ela está feliz e rindo e no minuto seguinte está chorando, gritando e jogando coisas por todos os lados. Ela é assim porque está sempre no modo de resposta e o seu humor muda de acordo com a energia que ela sente. E nós somos assim de muitas maneiras, porque permitimos que as nossas emoções ditem como experienciamos a energia da Terra. Desde que muitas vezes nós não estamos no controle de nossas emoções, como a criança de 2 anos, podemos acreditar que não estamos no controle da energia e não estamos, contanto que as nossas emoções estão intensamente envolvidas.






Com este ponto de vista, nós nunca estamos realmente no controle do nosso mundo, porque contamos com o sentimento da energia, como um participante, em vez de conhecermos a energia como um observador. Esta é a diferença entre estar no comando do fluxo de energia ou nos afogarmos nela. Muitas vezes, estamos afogados e incapazes de encontrar a nossa saída porque ficamos presos na experiência emocional da energia e nos esquecemos de que há outro nível, o da intenção.

Através da intenção, nos tornamos mestres da energia porque definimos a sua frequência ao invés de inconscientemente reagirmos a qualquer energia que esteja ao nosso redor, o que inclui a de outras pessoas. Muitos são sensitivos naturais, significando que estamos conscientes da energia dos outros, mas isto ocorre mais profundamente, pois estabelecemos a nossa frequência energética para se alinhar com a deles. Fazemos isto por várias razões, para transmutarmos ou mudarmos as energias menos elevadas, para ajudarmos os outros em sua jornada de cura, vivendo ao lado deles, para respondermos às necessidades da cura, sendo os servos, ao invés de estarmos em serviço, ou porque respondemos automaticamente aos outros, refletindo-lhes a sua cura. Deste modo, nós entregamos partes de nossa luz para compartilhá-la, em vez de brilharmos mais intensamente e aumentarmos a nossa frequência energética para lembrar aos outros de seu poder interior.





Temos muito a aprender sobre a energia, luz e poder e como ajudarmos aos outros em sua jornada. E tudo isto é parte da jornada de nossa mestria, compreendermos que não importa o que estejamos experienciando na Terra, trata-se de energia, de uma ilusão criada da interseção de nossas crenças, emoções, pensamentos e percepções e da energia da Terra. E como a areia na praia, a ilusão muda a cada mudança em nossa própria energia. A cada vez que mudamos a nossa energia, mudamos todas as nossas conexões com a energia da Terra, que também muda a ilusão e como a percebemos. E quando nos comprometemos a mudar as nossas vibrações para níveis mais elevados, temos um impacto em todo o espectro das energias da Terra e as mudamos também.

Quando nós compreendermos a verdade sobre a energia e os nossos relacionamentos com ela, como as emoções desempenham um papel tão importante e o que podemos fazer para mudá-las, não mais nos sentiremos como se estivéssemos nos afogando na energia, porque caminharemos na energia de nossa própria intenção e isto é o que criará o Céu na Terra.




Tradução de
Regina Drumond

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