domingo, 6 de junho de 2010

RECORDAÇÕES DE UM JURAMENTO




RECORDAÇÕES DE UM JURAMENTO


O texto abaixo é uma canalização!
Logo quando abri as portas não sabia onde estava e realmente não fazia a mínima idéia de como havia chegado àquele local. O sol era forte para os meus olhos! Aos poucos acostumei-me com aquela claridade toda e decidi colocar os pés naquilo que parecia ser um jardim composto de árvores (ou seria uma floresta?).
Assim que pisei na terra senti algo acontecer e ao me virar não haviam mais as portas. Eu estava só e num mundo imaginário. Seria sonho? Uma visão? Como sair dali?
De repente eu me vi correndo e sentia que era um índio e meus cabelos eram escorridos até quase os ombros, na testa havia uma tira de pano de cor vermelha, mas bem escuro era este vermelho. Não sabia como era possível isto, mas eu me via e sabia que era eu quem corria. Que loucura!
As árvores eram estranhas, pareciam ter um caule fino, eram longas, grandes, e quanto mais eu corria, mais parecia que eu me tornava como uma delas, me mimetizando nas suas cores, de repente era só rosto, ou só corpo, ou os pés, ou as mãos. Eu só sabia que eu corria e por mais que quisesse ver meu rosto, pouco me era possível ver, para ser sincero... Nada.
De repente já não corria, via umas estranhas formações semelhantes a cruzes. Uma delas chamou-me a atenção! Era eu pendurado numa delas, o mesmo índio, com a mesma tira de pano na testa, cabeça abaixada, rosto escondido pelos cabelos pendentes e os braços postos para trás. Eu não parecia preso na cruz, apenas parecia estar pendurado pelos braços. Eu fiquei rodando em torno de mim mesmo e de repente resolvi colocar meu corpo sobre meus ombros. Carreguei e de repente já não estava ali, estava diante de uma fogueira. O corpo que eu carregava agora se estendia deitado sobre o chão e eu preparava meu corpo com ervas. O fogo, as folhas, que segurava nas mãos, o aparecimento de outros seres ao redor da fogueira, como se fosse um conselho de curadores. Eu agitava minhas folhas sobre o corpo estendido. Mais uma vez eu estava me vendo e sabendo que aquele era eu, na verdade eu era, agora, o corpo estendido no chão, o feiticeiro e quem observava. Os outros seres permaneciam imóveis, mas pareciam gerar forças para aquela cerimônia e logo o feiticeiro sumiu. Ficou apenas o corpo estendido no chão, a fogueira era quase um facho de luz e acima parecia acontecer algo: luzes começavam a se formar a partir do céu. Deuses começavam a descer naquele local. Eles iam e vinham sem que se pudesse gravar quaisquer de suas formas. De uma hora para a outra eu sou novamente o homem estendido que agora está sentado com as pernas cruzadas. Seu rosto não me é visível. Ele está com a cabeça baixa. Algo acontece com ele, mas é interno.
De repente, uma figura alta, aparentemente feminina aparece. Ela vem vestida com uma roupa cheia de franjas nos braços. Ela dança uma dança frenética e rodopiante. Aquilo faz o meu corpo se arrepiar da cabeça aos pés. Ela dança como se dançasse dentro de meu corpo, dentro de cada parte do meu corpo. Em seguida ouço lobos uivando! Muitos! Sinto-os vindo em minha direção! Eles se jogam sobre meu corpo, me lambem, me acariciam com seus corpos, brigam entre si agarrados ao meu corpo, esfregam seus sexos em mim. Eles estão me curando tanto quanto a senhora rodopiante.
Tudo se esfumaça e já não há mais lobos. Meu corpo sente os respingos da chuva e ali, quieto e imóvel, eu sinto a chuva cair impiedosamente, vejo poças d’água formando-se e ouço o zunir dos ventos. Continuo imóvel e impassível. Lentamente ela passa e me vejo andando e correndo e muitas cenas se desenrolam céleres por minha mente. Vejo pessoas me abraçando, mulher, filhos, tendas, amigos, conselhos, danças do sol. Imaginação? Verdade? Não sei precisar, minha mente em nada se fixa.
Novo som de tempestade e agora estou dentro de uma caverna. Abrigado da chuva e aquecido por uma fogueira. Logo a chuva passa e já não estou dentro da caverna. Estou, quem sabe, em cima de uma montanha. O céu está estranho. Vozes ecoam pelos céus, não compreendo suas palavras. Mas sei o que são e neste instante eu percebo que estou diante de um fato marcante de minha vida: o dia em que eu jurei defender a Terra. Este dia aconteceu em alguma vida minha. Em alguma parte do planeta. Pode ser naquele local ou em outro. Mas aquela visão me fez recordar de meu juramento solene diante dos deuses e da Mãe Terra. Eu prometera defendê-la e ajudá-la! Eu precisava cumprir minha promessa!
Eu despertei!

Data da canalização: 01 de Janeiro de 2002

1 comentário:

Valter Montani disse...

Minha querida Analuz, texto muito bom para refletirmos sobre o nosso papel diante do que está ocorrendo com nosso planeta, espero que mais pessoas sejam sensibilizadas e acordem enquanto ainda há um pouco de tempo. bjs e boa semana!

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domingo, 6 de junho de 2010

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Logo quando abri as portas não sabia onde estava e realmente não fazia a mínima idéia de como havia chegado àquele local. O sol era forte para os meus olhos! Aos poucos acostumei-me com aquela claridade toda e decidi colocar os pés naquilo que parecia ser um jardim composto de árvores (ou seria uma floresta?).
Assim que pisei na terra senti algo acontecer e ao me virar não haviam mais as portas. Eu estava só e num mundo imaginário. Seria sonho? Uma visão? Como sair dali?
De repente eu me vi correndo e sentia que era um índio e meus cabelos eram escorridos até quase os ombros, na testa havia uma tira de pano de cor vermelha, mas bem escuro era este vermelho. Não sabia como era possível isto, mas eu me via e sabia que era eu quem corria. Que loucura!
As árvores eram estranhas, pareciam ter um caule fino, eram longas, grandes, e quanto mais eu corria, mais parecia que eu me tornava como uma delas, me mimetizando nas suas cores, de repente era só rosto, ou só corpo, ou os pés, ou as mãos. Eu só sabia que eu corria e por mais que quisesse ver meu rosto, pouco me era possível ver, para ser sincero... Nada.
De repente já não corria, via umas estranhas formações semelhantes a cruzes. Uma delas chamou-me a atenção! Era eu pendurado numa delas, o mesmo índio, com a mesma tira de pano na testa, cabeça abaixada, rosto escondido pelos cabelos pendentes e os braços postos para trás. Eu não parecia preso na cruz, apenas parecia estar pendurado pelos braços. Eu fiquei rodando em torno de mim mesmo e de repente resolvi colocar meu corpo sobre meus ombros. Carreguei e de repente já não estava ali, estava diante de uma fogueira. O corpo que eu carregava agora se estendia deitado sobre o chão e eu preparava meu corpo com ervas. O fogo, as folhas, que segurava nas mãos, o aparecimento de outros seres ao redor da fogueira, como se fosse um conselho de curadores. Eu agitava minhas folhas sobre o corpo estendido. Mais uma vez eu estava me vendo e sabendo que aquele era eu, na verdade eu era, agora, o corpo estendido no chão, o feiticeiro e quem observava. Os outros seres permaneciam imóveis, mas pareciam gerar forças para aquela cerimônia e logo o feiticeiro sumiu. Ficou apenas o corpo estendido no chão, a fogueira era quase um facho de luz e acima parecia acontecer algo: luzes começavam a se formar a partir do céu. Deuses começavam a descer naquele local. Eles iam e vinham sem que se pudesse gravar quaisquer de suas formas. De uma hora para a outra eu sou novamente o homem estendido que agora está sentado com as pernas cruzadas. Seu rosto não me é visível. Ele está com a cabeça baixa. Algo acontece com ele, mas é interno.
De repente, uma figura alta, aparentemente feminina aparece. Ela vem vestida com uma roupa cheia de franjas nos braços. Ela dança uma dança frenética e rodopiante. Aquilo faz o meu corpo se arrepiar da cabeça aos pés. Ela dança como se dançasse dentro de meu corpo, dentro de cada parte do meu corpo. Em seguida ouço lobos uivando! Muitos! Sinto-os vindo em minha direção! Eles se jogam sobre meu corpo, me lambem, me acariciam com seus corpos, brigam entre si agarrados ao meu corpo, esfregam seus sexos em mim. Eles estão me curando tanto quanto a senhora rodopiante.
Tudo se esfumaça e já não há mais lobos. Meu corpo sente os respingos da chuva e ali, quieto e imóvel, eu sinto a chuva cair impiedosamente, vejo poças d’água formando-se e ouço o zunir dos ventos. Continuo imóvel e impassível. Lentamente ela passa e me vejo andando e correndo e muitas cenas se desenrolam céleres por minha mente. Vejo pessoas me abraçando, mulher, filhos, tendas, amigos, conselhos, danças do sol. Imaginação? Verdade? Não sei precisar, minha mente em nada se fixa.
Novo som de tempestade e agora estou dentro de uma caverna. Abrigado da chuva e aquecido por uma fogueira. Logo a chuva passa e já não estou dentro da caverna. Estou, quem sabe, em cima de uma montanha. O céu está estranho. Vozes ecoam pelos céus, não compreendo suas palavras. Mas sei o que são e neste instante eu percebo que estou diante de um fato marcante de minha vida: o dia em que eu jurei defender a Terra. Este dia aconteceu em alguma vida minha. Em alguma parte do planeta. Pode ser naquele local ou em outro. Mas aquela visão me fez recordar de meu juramento solene diante dos deuses e da Mãe Terra. Eu prometera defendê-la e ajudá-la! Eu precisava cumprir minha promessa!
Eu despertei!

Data da canalização: 01 de Janeiro de 2002

1 comentário:

Valter Montani disse...

Minha querida Analuz, texto muito bom para refletirmos sobre o nosso papel diante do que está ocorrendo com nosso planeta, espero que mais pessoas sejam sensibilizadas e acordem enquanto ainda há um pouco de tempo. bjs e boa semana!

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