quinta-feira, 20 de maio de 2010

Divagação - Essência infinita



Coloco uma questão que me vai na alma:

Será que você já se imaginou a não exisitir?

Todos temos a nossa hora, e sabemos que a morte nos espera, mas já se colocou alguma vez essa questão?

Eu, por muitas voltas que lhe dê, não me imagino a deixar de existir! o eu, minha essência, aquilo que sou, desaparecerá aquando da minha morte?  a minha intuição, o que sinto dentro faz-me sentir infindável sem lugar à instinção. Será a minha mente, imaginação humana que me prega partidas? eu sei que não sou a minha mente, tanto que lhe chamo "minha", em consequência me pertence, faz parte de mim, mas não sou eu! usua erradamente, porque assim me ensinararm, apesar de ter quase a certeza de que ela só serve para ser usada como resolutiva de problemas aquando necessário. No entanto chego a maioria das vezes a identificar-me com ela. Por vezes, a maioria, ela chega-me a controlar. Será que é a minha mente que se sente viva, com personalidade própria que a leva a acreditar que é infindável? e em consequência eu sinto que não deixarei de existir após morte?

ou serei "eu", não ela, que sente isso, quando sou eu a sentir e não ela? sentirei eu sem ela?

Ora, e usando a mente, como resolutiva de problemas, e agora sim é necessária e faço bom uso dela, penso que se não sou ela, e existo fora dela, tenho uma hipótese de ser infindável porque tal foge à razão, e ela só é razão!

2 comentários:

Joaquim Santos Albino disse...

Somos simpáticos na forma de sentir a vida. Queria dizer-te isto aqui em tua "casa". :o)
Mas isso não significa a certeza inequívoca da nossa natureza imortal e o pior é que a fé é também ela um produto mental... :o(

Valter Montani disse...

A morte é a unica certeza, e nos é inevitável, mas prefiro não pensar nela, e viver a vida, pois, ela é adorável.



Passei para lhe desejar um excelente fium de semana, bjs

Alquimia

O que dá vida a um sentimento?
Não é muito difícil de explicar,
É necessário despir-se dos medos
Deixando toda sensibilidade aflorar.

Mas é preciso também um motivo
Uma musa para ter boa inspiração
Tem que se sentir afetuosa química
Que domine mente, corpo e coração.

Mulher é poesia divina em movimento,
Esculpida na matéria-prima do desejo.
Quando interajo com tão mística criatura
E libertados são meus cinco sentidos.

Então viajo pelo mundo louco da magia
Transgrido todas regras e convenções
Aí acontece o milagre da materialização
Transformando em versos meu pensamento,
...........Assim nasce a poesia

© Valter Montani

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quinta-feira, 20 de maio de 2010

Divagação - Essência infinita



Coloco uma questão que me vai na alma:

Será que você já se imaginou a não exisitir?

Todos temos a nossa hora, e sabemos que a morte nos espera, mas já se colocou alguma vez essa questão?

Eu, por muitas voltas que lhe dê, não me imagino a deixar de existir! o eu, minha essência, aquilo que sou, desaparecerá aquando da minha morte?  a minha intuição, o que sinto dentro faz-me sentir infindável sem lugar à instinção. Será a minha mente, imaginação humana que me prega partidas? eu sei que não sou a minha mente, tanto que lhe chamo "minha", em consequência me pertence, faz parte de mim, mas não sou eu! usua erradamente, porque assim me ensinararm, apesar de ter quase a certeza de que ela só serve para ser usada como resolutiva de problemas aquando necessário. No entanto chego a maioria das vezes a identificar-me com ela. Por vezes, a maioria, ela chega-me a controlar. Será que é a minha mente que se sente viva, com personalidade própria que a leva a acreditar que é infindável? e em consequência eu sinto que não deixarei de existir após morte?

ou serei "eu", não ela, que sente isso, quando sou eu a sentir e não ela? sentirei eu sem ela?

Ora, e usando a mente, como resolutiva de problemas, e agora sim é necessária e faço bom uso dela, penso que se não sou ela, e existo fora dela, tenho uma hipótese de ser infindável porque tal foge à razão, e ela só é razão!

2 comentários:

Joaquim Santos Albino disse...

Somos simpáticos na forma de sentir a vida. Queria dizer-te isto aqui em tua "casa". :o)
Mas isso não significa a certeza inequívoca da nossa natureza imortal e o pior é que a fé é também ela um produto mental... :o(

Valter Montani disse...

A morte é a unica certeza, e nos é inevitável, mas prefiro não pensar nela, e viver a vida, pois, ela é adorável.



Passei para lhe desejar um excelente fium de semana, bjs

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O que dá vida a um sentimento?
Não é muito difícil de explicar,
É necessário despir-se dos medos
Deixando toda sensibilidade aflorar.

Mas é preciso também um motivo
Uma musa para ter boa inspiração
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Que domine mente, corpo e coração.

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