sábado, 14 de maio de 2011

O que é ser Bruxa?

Que misterioso significado carrega essa tão fascinante palavra? Ser Bruxa é é necessariamente ser adepta do new age? É ter um caldeirão? É fazer feitiços? Andar de preto? Pendurar um pentagrama no pescoço? É carregar títulos, ter iniciação, prever o futuro, ter poderes paranormais, jogar pragas? O que é ser Bruxa volto a perguntar...
(...)
Em primeiro lugar, quero dizer que uma Bruxa não segue necessariamente a Bruxaria (Tradicional, Wicca e qualquer outra tradição), ela pode ser a humilde benzedeira, ela pode ser a católica, a camponesa, a cozinheira, a parteira e etc, etc... A verdade é que todos nós temos um poder guardado, e que foi se atrofiando com o tempo, e que podemos despertar e utilizar independente do caminho que decidimos tomar e isso prova que as Bruxas não são nem diferentes nem mais especiais que ninguém.

Ser Bruxa é colocar toda essa energia atrofiada para funcionar em nosso favor e ao favor do próximo, é praticar a filantropia, é ser universal, é entender e manipular o microcosmo em junção do macrocosmo para promover a cura, o amor e entendimento da alma. Quando sentimos o poder flui (não o poder egocêntrico), temos um olhar muito mais aguçado e muito mais poético, pois entendemos o mundo; muitas religiões gostam de afirmar que não somos desse mundo, pois ele é de pecado, não, não se enganem, não é o mundo que é mal, mas sim as pessoas que o tornam cruel, devemos fazer do mundo a nossa agradável morada, pois ele em si é uma manifestação de Deus/Deusa (ou como preferir ver a Divindade).

A verdadeira Bruxa quando observa o por do sol, fecha os olhos e sente a alma expandir, ela sente que é tudo, e que entende tudo e consegue traduzir o canto universal, esse misterioso chamado que nos proporciona tão grande bem estar e plenitude de ser. 
 
 
 Quando a Bruxa vê a lua, sente que entre elas existe uma ligação muito intima, pois ambas possuem ciclos, fases, ser Bruxa também é isso, é identificar as analogias entre a natureza e o 'Eu' e ver que o que está em cima é o que está embaixo. A Bruxa possui a sabedoria conseguida através da maturidade e das muitas experiências, sem contudo perder o coração doce da criança que descobre o mundo. 
 

 
De suas mãos brotam a Arte em todos os sentidos, ela tem amor por tudo que faz, tem o toque delicado que acaricia as flores, que tenta tocar as estrelas, que tenta tocar o infinito. Todas sabem que a natureza é uma Mãe sábia, ela nos dá, mas também tira, e que devemos ser sagazes, sermos fortes, e que um dia todos sem exceção, voltaremos para ela, para o grande Útero Universal.

Autor: Moon's tears

sexta-feira, 13 de maio de 2011

O princípio do fim da liberdade humana


A INQUISIÇÃO E AS MORTES EM NOME DE DEUS






Duas palavras que ficaram marcadas na história da humanidade, e que possuem sinonímias e características igualitárias. A inquisição deriva do latim inquisitione; pode ser também delineadas como inquirição e antigo tribunal eclesiástico instituído com o fim de investigar e punir crimes contra a fé católica; Santo Ofício.


A inquisição perseguia os hereges e fazia extermínios que requintes de perversidades, tudo em nome de “Deus”. Entre os séculos XI e XII, as penas de morte para os hereges não eram mais um fato inédito, mais a maioria do corpo eclesiástico ainda relutava em aceitar a situação. A Inquisição Ganhou mais relevo na época da Contra-Reforma com as crescentes suspeitas populares. Portanto, trata-se de um "inquirido", em assuntos de fé, evitando a condenação de alguém sem investigação prévia. Tecnicamente, Inquisição é confundida com "Tribunal do Santo Ofício". O segundo é uma entidade que tem por função fazer inquisições. Ao contrário do que é comum pensar, o "tribunal do Santo Oficio" é uma entidade jurídica e não tinha forma de executar penas. O resultado da inquisição, feita a um réu, era entregue ao poder régio, muitas vezes com o pedido de que não houvesse danos nem derramamento de sangue. Este tribunal era muito comum na Europa a pedido dos poderes régios, pois queriam evitar condenações por mão popular. Diz Oliveira Marques em “História de Portugal”, tomo I, página 393: “(...) A inquisição surge como uma instituição muito complexa, com objetivos ideológicos, econômicos e sociais, consciente e inconscientemente expressos”. A sua atividade, rigor e coerência variavam consoantes as épocas. O que seria heresia no entendimento do clero: palavra derivada do grego haíresis, 'escolha'; 'escola filosófica', 'seita religiosa', e do latim haeresis + -ia1; doutrina contrária ao que foi definida pela Igreja em matéria de fé; ato ou palavra ofensiva à religião; idéia ou teoria contrária a qualquer doutrina estabelecida e contra-senso, tolice.


Píer Damiani (1007-1072) afirmou orgulhosamente que os santos estão dispostos a sacrificar a própria vida pela fé, mas não matam hereges. As origens da Inquisição remontam a 1183, na averiguação dos cátaros de Albi, no sul de França por parte de delegados pontifícios, enviados pelo Papa. A instituição da Inquisição se deu no Concílio de Verona. No século IV, quando o Cristianismo se propagava, a Igreja Católica havia tomado santuários e templos sagrados de povos pagãos, para implantar sua religiosidade e erigir suas igrejas.

Nos primórdios do Catolicismo, acreditavam que os pagãos continuariam a freqüentar estes lugares sagrados para reverenciarem seus Deuses. Mas com o passar do tempo, assimilariam o cristianismo substituindo o paganismo, através da anulação. A inquisição também é entendida como o ato de inquirir, isto é, indagar, investigar, interrogar judicialmente. No caso da Santa Inquisição, significa "questionar judicialmente aqueles que, de uma forma ou de outra, se opõem aos preceitos da Igreja Católica". Dessa forma, a Santa Inquisição, também conhecida como Santo Ofício, foi um tribunal eclesiástico criado com a finalidade "oficial" de investigar e punir os crimes contra a fé católica. Na prática, os pagãos representavam uma constante ameaça à autoridade clerical e a Inquisição era um recurso para impor à força a supremacia católica, exterminando todos que não aceitavam o cristianismo nos padrões impostos pela Igreja.


Posteriormente, a Santa Inquisição passou a ser utilizada também como um meio de coação, de forma a manipular as autoridades como meio de obter vantagens políticas. Os hereges sofreram demais nas mãos do clero católico, mas também houve durante a inquisição uma caça cruel àquelas pessoas que a igreja classificava como “bruxas.



 Em 1486 foi publicado um livro chamado Malleus Maleficarum (Martelo das Bruxas) escrito por dois monges dominicanos, Heinrich Kramer e James Sprenger.
O Malleus Maleficarum é uma espécie de manual que ensina os inquisidores a reconhecerem as bruxas e seus disfarces, além de identificar seus supostos malefícios, investigá-las e condená-las legalmente. Além disso, também continha instruções detalhadas de como torturar os acusados de bruxaria para que confessassem seus supostos crimes, e uma série de formalidades para a execução dos condenados. Ainda, o tratado afirmava que as mulheres deveriam ser as mais visadas, pois são naturalmente propensas à feitiçaria. O livro foi amplamente usado por supostos "caçadores de bruxas" como uma forma de legitimar suas práticas. A inquisição predominava na Itália, na Espanha, na Inglaterra, na França e até mesmo no Brasil. Como sofreram esses povos vítimas da malfada inquisição eclesial, e os que mais se destacaram na inquisição e que ficarão na história negra da igreja Católica e no cristianismo foram: Bernardo de Chiaravalle; Papa Alexandre III; Inocêncio III; Papa Gregório IX; Inocêncio IV; Bonifácio III; Frederico - Barba-Ruiva; O imperador Frederico II; Tomás de Torquemada; Luis de Capone; Nicolau V; Xisto IV; Papa Paulo III; Papa Júlio III; Paulo IV; Pio IV; Gregório XIII; Xisto V; Gregório III; Alexandre IV; Karamer e Spengler; Tommaso Campela; Laurent Joubert e muitos entre eles os cúmplices. O próprio Lutero e o cientista Galileu Galilei escaparam por pouco da fogueira da inquisição. Uma pergunta merece uma boa resposta: por que a igreja católica esconde de seus fiéis todos os fatos hediondos praticados por integrantes do clero e adeptos?



 Alguns itens contidos no Malleus Maleficarum que tornavam as pessoas vulneráveis à ação da Santa Inquisição: Difamação notória por várias pessoas que afirmassem ser o acusado um Bruxo; Se um Bruxo desse testemunho de que o acusado também era Bruxo; Se o suspeito fosse filho, irmão, servo, amigo, vizinho ou antigo companheiro de um Bruxo. Se fosse encontrada a suposta marca do Diabo no suspeito. É triste, mas é pura realidade. Além da Europa, a Inquisição também fez vítimas no continente americano.

Em Cuba iniciou-se em 1516 sob o comando de dom Juan de Quevedo, bispo de Cuba, que eliminou setenta e cinco hereges. Em 1692, no povoado de Salem, Nova Inglaterra (atual EUA), dezenove pessoas foram enforcadas após uma histeria coletiva de acusações. No Brasil há notícias de que a Inquisição atuou no século XVIII. No período entre 1721 e 1777, cento e trinta e nove pessoas foram queimadas vivas. No século XVIII chega ao fim às perseguições aos pagãos, sendo que a lei da Inquisição permaneceu em vigor até meados do século XX, mesmo que teoricamente. Na Escócia, a lei foi abolida em 1736, na França em 1772, e na Espanha em 1834. O pesquisador Justine Glass afirma que cerca de nove milhões de pessoas foram acusadas e mortas, entre os séculos que durou a perseguição. (www.spectrumgothic.com.br).



As torturas era coisa de louco, atos desumanos e principalmente de pessoas que deveriam dar bom exemplo acontecia o contrário e aqui através de pesquisas conseguimos os mais bárbaros tipos de torturas da inquisição que vão desde a extirpação dos órgãos genitais, prego na língua, esquartejamento entre outros. Métodos de torturas da Inquisição: “Roda de despedaçamento” - Uma roda onde o acusado é amarrado na parte externa. Abaixo da roda há uma bandeja metálica na qual ficavam depositadas a brasas. À medida que a roda se movimentava em torno do próprio eixo, o acusado era queimado pelo calor produzido pelas brasas.



 Por vezes, as brasas eram substituídas por agulhas metálicas. Este método foi utilizado entre 1100 e 1700 em países como Inglaterra, Holanda e Alemanha. “Dama de Ferro”: a dama de Ferro é uma espécie de sarcófago com espinhos metálicos na face interna das portas. Estes espinhos não atingiam os órgãos vitais da vítima, mas feriam gravemente. Mesmo sendo um método de tortura, era comum que as vítimas fossem deixadas lá por vários dias, até que morressem. A primeira referência confiável de uma execução com a Dama de Ferro, data de 14 de Agosto de 1515. A vítima era um falsificador de moedas.
“Berço de Judas” - Peça metálica em forma de pirâmide sustentada por hastes. A vítima, sustentada por correntes, é colocada "sentada" sobre a ponta da pirâmide. O afrouxamento gradual ou brusco da corrente manejada pelo executor fazia com que o peso do corpo pressionasse e ferisse o ânus, a vagina, cóccix ou o saco escrotal. O Berço de Judas também é conhecido como Culla di Giuda (italiano), Judaswiege (alemão), Judas Cradle ou simplesmente Cradle (inglês) e La Veille (A Vigília, em francês). Garfo -  Haste metálica com duas pontas em cada extremidade semelhantes a um garfo. Presa por uma tira de couro ao pescoço da vítima, o garfo pressiona e perfura a região abaixo do maxilar e acima do tórax, limitando os movimentos.



Este instrumento era usado como penitência para o herege. Garras de gato -  Uma espécie de rastelo usado para açoitar a carne dos prisioneiros. Pêra - Instrumento metálico em formato semelhante à fruta. O instrumento era introduzido na boca, ânus ou vagina da vítima e expandia-se gradativamente. Era usada para punir, principalmente, os condenados por adultério, homossexualismo, incesto ou "relação sexual com Satã".



Máscaras - a máscara de metal era usada para punir delitos menores. As vítimas eram obrigadas a se exporem publicamente usando as máscaras. Neste caso, o incômodo físico era menor do que a humilhação pública. Cadeira - Uma cadeira coberta por pregos na qual a vítima era obrigada a sentar-se despida. Além do próprio peso do corpo, cintos de couro pressionavam a vítima contra os pregos intensificando o sofrimento. Em outras versões, a cadeira possuía uma bandeja na parte inferior, onde se depositava brasas.



 Assim, além da perfuração pelos pregos, a vítima também sofria com queimaduras provocadas pelo calor das brasas.


Cadeira das bruxas - Uma espécie de cadeira na qual a pessoa era presa de costas no acento e as pernas voltadas para cima, no encosto. Este recurso era usado para imobilizar a vítima e intimidá-la com outros métodos de tortura. Cavalete - A vítima era posicionada de modo que suas costas ficassem apoiadas sobre o fio cortante do bloco. Os braços eram presos aos furos da parte superior e os pés presos às correntes da outra extremidade. O peso do corpo pressionava as costas do condenado sobre o fio cortante. Dessa forma, o executor, através de um funil ou chifre oco introduzido na boca da vítima, obrigava-a ingerir água.
 O executor tapava o nariz da vítima impedindo o fluxo de ar e provocando o sufocamento. Ainda, há registros de que o executor golpeava o abdômen da vítima danificando os órgãos internos da vítima.



Esmaga cabeça - |Como um capacete, a parte superior deste mecanismo pressiona, através de uma rosca girada pelo executor, a cabeça da vítima, de encontro a uma base na qual se encaixa o maxilar. Apesar de ser um instrumento de tortura, há registros de vítimas fatais que tiveram os crânios, literalmente, esmagados por este processo. Neste caso, o maxilar, por ser menos resistente, é destruído primeiro; logo após, o crânio rompe-se deixando fluir a massa cerebral.


Quebrador de joelhos - aparelho simples composto por placas paralelas de madeira unidas por duas roscas. À medida que as roscas eram apertadas pelo executor, às placas, que podiam conter pequenos cones metálicos pontiagudos, pressionavam os joelhos progressivamente, até esmagar a carne, músculos e ossos. Esse tipo de tortura era usualmente feito por sessões. Após algumas horas, a vítima, já com os joelhos bastante debilitados, era submetida a novas sessões.



Mesa de evisceração - O condenado era preso sobre a mesa de modo que mãos e pés ficassem imobilizados. O carrasco, manualmente, produzia um corte sobre o abdômen da vítima. Através desta incisão, era inserido um pequeno gancho, preso a uma corrente no eixo. O gancho (como um anzol) extraía, aos poucos, os órgãos internos da vítima à medida que o carrasco girava o eixo. Pêndulo -  Um dos mecanismos mais simples e comuns na Idade Média. A vítima, com os braços para traz, tinha seus pulsos amarrados (como algemas) por uma corda que se estendia até uma roldana e um eixo. A corda puxada violentamente pelo torturador, através deste eixo, deslocava os ombros e provocava diversos ferimentos nas costas e braços do condenado.


Também era comum que o carrasco elevasse a vítima a certa altura e soltasse repentinamente, interrompendo a queda logo em seguida. Deste modo, o impacto produzido provocava ruptura das articulações e fraturas de ossos. Ainda, para que o suplício fosse intensificado, algumas vezes, amarravam-se pesos às pernas do condenado, provocando ferimentos também nos membros inferiores. O pêndulo era usado como uma "pré-tortura", antes do julgamento. Potro - Uma espécie de mesa com orifícios laterais. A vítima era deitada sobre a mesa e seus membros, (partes mais resistentes das pernas e braços, como panturrilha e antebraço), presos por cordas através dos orifícios. As cordas eram giradas como uma manivela, produzindo um efeito como um torniquete, pressionando progressivamente os membros do condenado. Na legislação espanhola, por exemplo, havia uma lei que regulamentava um número máximo de cinco voltas na manivela; para que caso a vítima fosse considerada inocente, não sofresse seqüelas irreversíveis.


 Mesmo assim, era comum que os carrascos, incitados pelos interrogadores, excedessem muito esse limite e a vítima tivesse a carne e os ossos esmagados. Métodos de Execução - Guilhotina - Inventada por Ignace Guillotine, a guilhotina é um dos mecanismos mais conhecidos e usados para execuções. A lâmina, presa por uma corda e apoiada entre dois troncos verticais, descia violentamente decapitando o condenado. O Serrote - Usada principalmente para punir homossexuais, o serrote era uma das formas mais cruéis de execução. Dois executores, cada um e uma extremidade do serrote, literalmente, partiam ao meio o condenado, que preso pelos pés com as pernas entreabertas e de cabeça para baixo, não tinha a menor possibilidade de reação. Devido à posição invertida que garantia a oxigenação do cérebro e continha o sangramento, era comum que a vítima perdesse a consciência apenas quando a lâmina atingia a altura do umbigo. Espada, machado e cepo - as decapitações eram formas mais comuns de execução medieval.




A decapitação pela espada, por exigir uma técnica apurada do executor e ser mais suave que outros métodos, eram, geralmente, reservados aos nobres. O executor, que apurava sua técnica em animais e espantalhos, ceifava a cabeça da vítima num único golpe horizontal atingindo o pescoço do condenado. O machado era usado apenas em conjunto com o cepo. A vítima era posta ajoelhada com a coluna curvada para frente e a cabeça apoiada no cepo. O executor, num único golpe de machado, atingia o pescoço da vítima decepando-a. Garrote - um tronco de madeira com uma tira de couro e um acento. A vítima era posicionada sentada na tábua horizontal de modo que sua coluna fique ereta em contato com o tronco. A tira de couro ficava na altura do pescoço e, à medida que era torcida pelo carrasco, asfixiava a vítima. Há ainda uma variação na qual, preso ao tronco na altura da nuca da vítima, encontrava-se uma punção de ferro. Esta punção perfurava as vértebras da vítima à medida que a faixa de couro era apertada. O condenado podia falecer tanto pela perfuração produzida pela punção quanto pela asfixia.




Gaiolas suspensas - Eram gaiolas pouco maiores que a própria vítima. Nela, o condenado, nu ou seminu, era confinado e a gaiola suspensa em postes de vias públicas. O condenado passava dias naquela condição e morria de inanição, ou frio em tempos de inverno. O cadáver ficava exposto até que se desintegrasse. Submersão - A submersão podia ser usada como uma técnica de interrogatório, tortura ou execução. Neste método, a vítima é amarrada pelos braços e suspensa por uma roldana sobre um caldeirão que continha água ou óleo fervente. O executor soltava a corda gradativamente e a vítima ia submergindo no líquido fervente. Empalação - Este método foi amplamente utilizado pelo célebre Vlad Tepes. A empalação consistia em inserir uma estaca no ânus, umbigo ou vagina da vítima, a golpes de marreta. Neste método, a vítima podia ser posta "sentada" sobre a estaca ou com a cabeça para baixo, de modo que a estaca penetrasse nas entranhas da vítima e, com o peso do próprio corpo, fosse lentamente perfurando os órgãos internos. Neste caso, dependendo da resistência física do condenado e do comprimento da estaca, a agonia se estendia por horas.



Cremação - Este é um dos métodos de execução mais conhecidos e utilizados durante a inquisição. Os condenados por bruxaria ou afronta à igreja católica eram amarrados em um tronco e queimados vivos. Para garantir que morresse queimada e não asfixiada pela fumaça, a vítima era vestida com uma camisola embebida em enxofre. Estiramento - a vítima era posicionada na mesa horizontal e seus membros presos às correntes que se fixavam num eixo. À medida que o eixo era girado, a corrente esticava os membros e os ossos e músculos do condenado desprendiam-se. Muitas vezes, a vítima agonizava por várias horas antes de morrer. Essa horrenda pesquisa que maltrata o coração de todos mostra o sofrimento que passaram os “hereges e as “bruxas”, aquelas pessoas contrárias ao ideal do cristianismo da maneira que era imposta pela Igreja Católica”.


Extraído de: Ad Tenebras; Mistérios Antigos; Occult Portal Medieval and Mythological Área; Adaptado por Spectrum. Pais perdoem-lhes, pois eles não sabiam o que faziam!

O PODER DA SUA DECISÃO




Há  milênios vivemos hipnotizados  pelo sistema,  por  nossas crenças, pelos ‘tenhos quê’, esquecidos  de que somos co-criadores com Deus!
Precisamos  adquirir urgentemente uma VISÃO  360º . Fomos  induzidos a ver para crer
E  isso é falso! 
Os  átomos não existem  até o momento  em que se decide olhar para eles.  O universo físico também  não existe sem os  nossos pensamentos sobre ele.

‘A física quântica nos ensina que mesmo o mundo material é criado por nós, momento a momento’.
  Amit Goswani  

“Somos energia pura!
  O mundo externo é apenas um reflexo do mundo interno, individual  e coletivo”.
  Einstein


 Mas  para alcançar a felicidade temos que  descobrir  e usar a RECEITA  DA  SOPA QUÂNTICA  mantida  em segredo por aqueles que querem controlar  a humanidade  através do medo.

Este é  o  processo  da  criação: O verdadeiro  trabalho está  em crer que não há nada que não  possamos fazer, ter e ser!   



 Desenvolvemos  nossos  pensamentos de acordo  com  o que creditamos ser verdadeiro,  e    o que sentimos é consequência do que pensamos.   
Precisamos  descobrir  ‘o quê’ está armazenado  em nossa  memória sub-consciente e estar dispostos a abrir mão de nossas verdades e certezas.

Do  contrário ficaremos vivendo  a repetição  das ações e reações,  prisioneiros das ilusões provocadas pelos sentidos.

Crença,  pensamento, emoção, ação  e reação 
Portanto  a chave está na CRENÇA!  
Falta  apenas questionar suas  certezas
 Afinal  para você, o que  é mais importante: 
Ter  razão ou ser feliz?  




O  PODER DA DECISÃO

Enquanto não  nos  comprometemos, há hesitação,  a  possibilidade de recuarmos,  e sempre  a ineficiência.
Existe  uma verdade elementar  para todos os atos  de iniciativa e criação:  a ignorância que acaba com inúmeros planos e idéias esplêndido, de que no momento em  que nos comprometemos  definitivamente, a  providência também se  põe em movimento .
Todo  o  tipo  de  coisas começam  a  acontecer para ajudar-nos, coisas  que de outra forma  jamais ocorreriam.
Toda uma  corrente  de  acontecimentos  emana  da  decisão,  trazendo em nosso  favor incidentes,  encontros  e  assistência  material  inesperados, com  os quais nenhum homem  jamais poderia ter sonhado.
Você  pode  dar  início a tudo que possa fazer ou sonhar:  A  audácia  tem  dentro  de si o gênio,  a força e a mágica. 
  

Comece agora!

J  .Göethe 

 
Anna  Sharp
Trechos  do livro - A  VIDA TENDE A DAR  CERTO – Edit.  Rocco E  do seminário VISÃO 360º










 

Oração Karuna de Perdão



 
Esta oração pode ser feita por aqueles que desejam perdoar aos outros e a si próprios.
Possui uma energia poderosa de liberação e paz.
Fale-a, de preferência, em voz alta, e repita-a quantas vezes for necessário.
Buscando eliminar todos os bloqueios que atrapalham minha evolução, dedicarei alguns minutos para perdoar.



ORAÇÃO

A partir deste momento, eu perdôo todas as pessoas que de alguma forma me ofenderam, injuriaram, prejudicaram ou causaram dificuldades desnecessárias.

Perdôo, sinceramente, quem me rejeitou, odiou, abandonou, traiu, ridicularizou, humilhou, amedrontou, iludiu.

Perdôo, especialmente, quem me provocou até que eu perdesse a paciência e reagisse violentamente, para depois me fazer sentir vergonha, remorso e culpa inadequados.

Reconheço, que também fui responsável pelas agressões que recebi, pois várias vezes confiei em indivíduos negativos, permiti que me fizessem de bobo (a) e descarregassem sobre mim seu mau caráter.

Por longos anos suportei maus tratos, humilhações, perdendo tempo e energia, na tentativa inútil de conseguir um bom relacionamento com essas criaturas.

Já estou livre da necessidade compulsiva de sofrer, e livre da obrigação de conviver com indivíduos e ambientes tóxicos.

Iniciei agora uma nova etapa de minha vida, em companhia de gente amiga, sadia e competente: quero compartilhar sentimentos nobres, enquanto trabalhamos pelo progresso de todos nós.

Jamais voltarei a me queixar, falando sobre mágoas e pessoas negativas. Se por acaso pensar nelas, lembrarei que já estão perdoadas e descartadas de minha vida íntima definitivamente.

Agradeço pelas dificuldades que essas pessoas me causaram, que me ajudaram a evoluir, do nível humano comum ao espiritualizado, em que estou agora.

Quando me lembrar das pessoas que me fizeram sofrer, procurarei valorizar suas boas qualidades e pedirei ao Criador ( ou a DEUS ) que as perdoe também, evitando que sejam castigadas pela lei da causa e efeito, nesta vida ou em outras futuras.

Dou razão a todas às pessoas que rejeitaram o meu amor e minhas boas intenções, pois reconheço que é um direito que assiste a cada um me repelir, não me corresponder e me afastar de suas vidas.

(Fazer uma pausa, respirar profundamente algumas vezes, para acúmulo de energia).

Agora, sinceramente, peço perdão a todas as pessoas a quem, de alguma forma, consciente e inconscientemente, eu ofendi, injuriei, prejudiquei ou desagradei.

Analisando e fazendo julgamento de tudo que realizei ao longo de toda a minha vida, vejo que o valor das minhas boas ações é suficiente para pagar todas as minhas dívidas e resgatar todas as minhas culpas, deixando um saldo positivo a meu favor.

Sinto-me em paz com minha consciência e de cabeça erguida respiro profundamente, prendo o ar e me concentro para enviar uma corrente de energia destinada ao meu Eu Superior. Ao relaxar, minhas sensações revelam, que este contato foi estabelecido.

Agora, dirijo uma mensagem de fé ao meu Eu Superior pedindo orientação, em ritmo acelerado, de um projeto muito importante que estou mentalizando e para o qual já estou trabalhando com dedicação e amor.

Agradeço, de todo o coração, a todas as pessoas que me ajudaram e comprometo-me a retribuir trabalhando para o meu bem e do próximo, atuando como agente catalisador do entusiasmo, prosperidade e auto realização.

Tudo farei em harmonia com as leis da natureza e com a permissão de DEUS Pai Criador, eterno, infinito, indescritível que eu, intuitivamente, sinto como o único poder real, atuante dentro e fora de mim.

Assim seja, assim é e assim será.

Nota 1: Esta oração também pode ser gravada e ouvida com os olhos fechados, em meditação, com sentimento, enquanto estivermos aguardando algo ou em alguma condução, conforme sugere o amado Mestre J.D.Stone. ( J.Antônio)

Nota 2: Mais do que parece, a ação ou efeito do perdão, tem um notável alcance para o desembaraço de nossa vida, resolvendo, magicamente, uma série de situações que antes pareciam insolúveis,abrindo novos horizontes para a realização dos nossos sonhos. Por isto devemos insistir nesta prática que não é tão fácil como parece e, em muitas vezes, nos exigem transformações profundas na nossa maneira de ser e de nos relacionarmos com as pessoas em geral e com nossos parentes em particular. ( J.D.Stone)

Você tem poder usando a palavra


 
 
 
 
Brad Hunter


A palavra, junto com o poder da vibração, é capaz de criar, curar e também destruir.

A teoria indica que, quando focalizamos nossa mente em algo, e a isto somamos o sentimento e a emoção, para finalmente expressá-lo, estamos exteriorizando e materializando um poder que estará afetando os reinados da matéria.

O QUE DIZES A TEU SEMELHANTE, DIZES A TI MESMO

Se cada um de nós estivesse consciente de que a energia liberada em cada palavra afeta não só a quem a dirigimos, mas também a nós mesmos e ao mundo que nos rodeia, começaríamos a cuidar mais o que dizemos.

Os antigos essênios sabiam da existência de um enorme poder contido na oração, no verbo e na palavra. Os antigos alfabetos, como o sânscrito, o aramaico e a linguagem hebraica são fontes de poder em si mesmas. Os essênios utilizaram a energia que canaliza a linguagem - que era a manifestação final do pensamento, da emoção e do sentimento - para manifestar na realidade a qualidade de vida que desejavam experimentar neste mundo. Nas culturas do antigo Oriente eram utilizados os mantras, as rezas, os cânticos e as orações com intenção predeterminada, como técnicas para materializar estados internos e programar, de uma forma ignorada por nós na atualidade, realidades pensadas, desejadas e afirmadas previamente.

Os estudos realizados por físicos quânticos começam a redescobrir e validar o enorme conhecimento esquecido de antigas culturas ancestrais. Um conhecimento que se encontra ainda escondido e esquecido e que nos traria o poder de mudar nosso mundo.

AS PALAVRAS PODEM PROGRAMAR O ADN

A mais recente investigação científica russa indica que o DNA pode ser influenciado e reprogramado por palavras e freqüências, sem seccionar e nem substituir genes individuais. Só 10% de nosso DNA é utilizado para construir proteínas, e este pequeno percentual do total que compõe o DNA é o que estudam os investigadores ocidentais. Os outros 90% é considerado “DNA sucata”. Entretanto, os investigadores russos, convencidos de que a natureza não é tola, reuniram lingüistas e geneticistas - em um estudo sem precedentes -, para explorar esses 90% de “DNA sucata”.

Os resultados levaram a conclusões impensadas: segundo os estudos, nosso DNA não só é o responsável pela construção de nosso corpo, mas também serve como armazém de informação e para a comunicação a toda escala da biologia. Os lingüistas russos descobriram que o código genético, especialmente no aparentemente inútil 90%, segue as mesmas regras de todas as nossas linguagens humanas. Compararam as regras de sintaxe (a forma em que se colocam juntas as palavras para formar frases e orações), a semântica (o estudo do significado da linguagem) e as regras gramaticais básicas e assim descobriram que os alcalinos de nosso DNA seguem uma gramática regular e têm regras fixas, tal como nossos idiomas.

Portanto, as linguagens humanas não apareceram coincidentemente, mas são um reflexo de nosso DNA inerente. O biofísico e biólogo molecular russo Pjotr Garjajev e seus colegas também exploraram o comportamento vibratório do DNA. “Os cromossomas vivos funcionam como computadores solitônicos/holográficos usando a radiação laser do DNA endógeno”. Isso significa que alguém pode, simplesmente, usar palavras e orações da linguagem humana para influir sobre o DNA ou reprogramá-lo.

Os mestres espirituais e religiosos da antiguidade souberam, há milhares de anos, que nosso corpo pode ser programado por meio da linguagem, das palavras e do pensamento. Agora isso foi provado e explicado cientificamente. A surpresa maior foi descobrir a maneira como os 90% do “DNA Sucata” armazena a informação. “Imaginemos uma biblioteca que, em lugar de arquivar milhares de livros, só guarda o alfabeto comum a todos os livros. Então, quando alguém solicita a informação de um determinado livro, o alfabeto reúne todo o conteúdo em suas páginas e coloca a nossa disposição”, esclareceu Garjajev. Isto nos abre as portas a um mistério ainda maior: que a verdadeira “biblioteca” estaria fora de nossos corpos em algum lugar desconhecido do cosmos e que o DNA estaria em comunicação permanente com este reservatório universal de conhecimento.

A EVIDÊNCIA INESPERADA

O investigador Dan Winter, que desenvolveu um programa de computação para estudar as ondas sinusoidais que emite o coração sob respostas emocionais, em uma fase da investigação com seus colegas, Fred Wolf y Carlos Suárez, analisou as vibrações da linguagem hebraica com um espectrograma. O que descobriram foi que os pictogramas que representam os símbolos do alfabeto hebraico se correspondiam exatamente com a figura que forma a longitude de onda do som de cada palavra.

Isso significa que a forma de cada letra era a exata figura que formava a referida longitude de onda a ser vocalizada. Também comprovaram que os símbolos que formam o alfabeto são representações geométricas. No caso do alfabeto hebraico, os 22 gráficos utilizados como letras são 22 nomes próprios originalmente usados para designar diferentes estados ou estruturas de uma única energia cósmica sagrada, que é a essência e semelhança de tudo o que é. O livro do Gênesis está escrito nesta linguagem.

As letras dos antigos alfabetos são formas estruturadas de energia vibracional que projetam forças próprias da estrutura geométrica da criação. Desta maneira, com a linguagem se pode tanto criar como destruir. O ser humano potencializa o poder contido nos alfabetos ao somar-lhe o poder de sua própria intenção. Isso nos converte em responsáveis diretos dos processos criativos ou destrutivos na vida. E somente com a palavra!

O PODER CURATIVO DA PALAVRA

Existe uma capacidade demonstrada de quanto a palavra pode afetar a programação do DNA. A saúde poderia conservar-se indefinidamente se nos orientamos em pensamentos, sentimentos, emoções e palavras criativas e, sobretudo, bem intencionadas.

Os estudos do Instituto Heart Math nos abrem um novo panorama para a cura, não só dos humanos enfermos, mas também para a cura planetária. O instituto crê na existência do que eles chamam “hiper-comunicação”, uma espécie de rede de Internet sob a qual todos os organismos vivos estariam conectados e comunicados permitindo a existência da chamada “consciência coletiva”.

O Hearth Math declara que se todos os seres humanos fossem conscientes da existência desta matriz de comunicação entre os seres vivos, e trabalhassem na unificação de pensamentos com objetivos mancomunados, seríamos capazes de logros impensados, como a reversão repentina de processos climáticos adversos.

O poder das rezas, orações e pedidos, tal como nos legaram os antigos essênios - potencializado por milhares de pessoas -, nos outorgaria um poder que superaria ao de qualquer potência militar que quisesse nos impor sua vontade pela força.

Este poder foi demonstrado em espécies animais como os golfinhos, que trabalham unificados em objetivos comuns. Os golfinhos utilizam padrões geométricos de hiper-comunicação, ultra-som e ressonâncias que lhes servem para interagir com as redes energéticas do planeta. Estes animais possuem a capacidade de produzir estruturas sônicas geométricas e harmônicas sob a água. Poderíamos afirmar que os golfinhos ajudam mais a manter o equilíbrio planetário do que os humanos.

Se Deus nos outorgou o poder, significa que quer que nós, uma vez alcançado um nível de consciência determinado, ajudemos com respeito à vida, sendo co-criadores de sua obra.

terça-feira, 10 de maio de 2011

INCERTEZA


O maior fardo que DEUS nos deus foi a incerteza ....

e com ela teremos de viver até morrer...

em tudo que se nos cruza

em todas as coisas

com todas as pessoas 

nos pensamentos

nossos...
dos outros

nas decisões

em cada acto
em cada saída

no próximo segundo ...

restando-nos apenas aguardar ...



AnaLuz

O MANTRA DA DEUSA DA FORTUNA




A Pronúncia -
OM CHRIMMM MARRAH, LAKCHMIÊ ZZVAAAARRAA

O Significado do Mantra -
"Eu Saúdo" ou "Eu Recebo" a Grande Abundância vinda de Lakshmie (3x),

Este mantra é dedicado à Vishnu e sua consorte, a Deusa da Fortuna, Lakshmie. Sabendo que Vishnu e Lakshmie atuam para manter a criação, entendemos o por que, de Lakshmie ser a deusa da fortuna. Ela é aquela que tem o poder divino de manifestar todas as nossas necessidades para que possamos manifestar nosso plano divino.

Faça uma invocação antes do mantra : Pelo poder da Chama Trina em meu coração e do EU SOU O QUE EU SOU, amado Vishnu, amada Lakshmie, em nome do meu Eu Superior e da Mãe Divina; eu peço por direção, suprimento, confiança e alegria em minha vida. Elevem minha consciência e supram-me de tudo o que preciso para minha evolução e a conclusão do meu plano divino.

Mantra para limpar memórias em todos os nossos corpos sutis e não sutis






Eu sou um ser de Luz, agora, libero todas as memórias, contidas em todos os meus corpos, para posterior alinhamento e anscensão

domingo, 8 de maio de 2011


 


Lobisomem significa homem-lobo, tal como em inglês “werewolf”, vindo do inglês antigo: wer (homem) e wolf (lobo). Vistas assim, essas palavras pouco revelam sobre a terrível maldição que elas representam.
As lendas sobre lobisomens tiveram muito provavelmente início na França, no século XV. Nessas épocas remotas, a Europa vivia infestada de lobos e logo começaram a surgir relatos de criaturas meio-homem meio-lobo que vagueavam nas noites de lua cheia caçando e matando vítimas, geralmente humanas. Os relatos tinham mais força porque se afirmava que essas criaturas eram humanos que, por vontade própria ou talvez por sede de poder, buscavam a transformação. A lenda estava ligava às crenças e seitas ancestrais de adoração da lua, daí a maior frequência das aparições em fases de lua cheia.
 




A fascinação da Humanidade pelos lobisomens vem desde tempos imemoriais e, como veremos, tem muitas formas e boas razões para existir. "Werewolf" para os anglo-saxões, "Loup-Garou" na França, "Likantropos" para os antigos gregos, "Versipellium" para os romanos, "Berserker" para os antigos nórdicos, o lobisomem habita os sonhos mais antigos da própria humanidade.
 



Diz a lenda que os lobisomens são aqueles que ao serem banhados pela luz da lua cheia, assumem uma forma meia humana e meio lobo. Qualquer pessoa atacada por um lobisomem irá transformar-se num e só poderá voltar ao normal se o lobisomem que a mordeu for morto.
Os grandes culpados culpados por esta terrível fama dos lobisomens, são a Igreja Cristã e seus seguidores. Por meio das inquisições, torturas e escrituras, a igreja tem forçado, a acreditar que o Lobisomem é um ser demoníaco.
 



Durante a Inquisição na Europa medieval, havia muitos casos de lobisomens, especialmente na Alemanha. A princípio existia a crença de que eles seriam sacerdotes de cultos pagãos que se metamorfoseavam em animais para matar os inimigos. Portanto, nos séculos XV e XVI, os licantropos (lobisomens), como as bruxas, foram caçados pela Inquisição, pois se dizia que eles tinham um pacto com o Diabo, e que teriam vendido a alma em troca de poder.
Existem vários casos nos autos da Inquisição, e um dos mais famosos é o de Peter Stubb, que se passou perto de Colónia, em 1573. Sua confissão foi obtida sob tortura, e o acusado declarou ser um lobisomem desde os 12 anos. Stubb afirmou ainda que se transformava em um grande lobo por obra de um cinto recebido das mãos do próprio Diabo. Durante 25 anos ele aterrorizou as estradas e fazendas, alimentando-se de animais domésticos, além de matar e comer treze crianças e duas mulheres grávidas, das quais teria arrancado os fetos do útero para os devorar. Ele escapou de armadilhas ao longo dos anos, até que alguns caçadores seguiram as suas pegadas de lobo e o capturaram quando o cinto se soltou e ele voltou à sua forma humana. A sua filha e uma amante foram julgadas como cúmplices, sendo espancadas, decapitadas e queimadas numa fogueira.
 


Outro caso ocorreu em Dôle, na França, também no ano de 1573. Um recluso de nome Gilles Garnier confessou espontaneamente que matara várias crianças cujos corpos foram encontrados por pastores. Estes afirmaram que viram um lobo gigantesco perto do local, e esse animal teria os traços de Garnier na face. Em Novembro daquele ano, as autoridades deram ao povo a permissão para caçar e matar a fera. Um grupo de aldeões foi atraído pelos gritos desesperados de uma jovem e encontraram-na viva, embora muito ferida, nas garras de um lobo que atendia a descrição anterior. Embora o animal escapasse dos caçadores, Gilles Garnier e sua esposa foram presos alguns dias depois quando um garoto de 10 anos desapareceu nas vizinhanças de sua propriedade. Garnier confessou a autoria de algumas das mortes e que alguns dos pedaços das vítimas eram levados para sua casa e comidos por ele e sua esposa. Ambos foram queimados em Janeiro de 1574.
A transformação do homem em lobo pode ser feita de várias maneiras, entre a quais por exemplo,
por própria maldição, resulta o que é chamado de lobisomem Alpha, que pode ser visto como o primeiro lobisomem de uma grande família. O desafortunado indivíduo ganha a perversa maldição por ter desafiado ou destruído um poderoso mago. Ele irá perceber que está amaldiçoado na primeira noite de lua cheia, depois do encantamento. A primeira metamorfose é a mais traumática e uma completa surpresa.
Por transmissão hereditária devido ao facto da criança do lobisomem obter a mesma maldição que o seu pai ou mãe. É exactamente o mesmo resultado de ser mordido por um lobisomem. Se um lobisomem decidir transmitir a maldição para outra pessoa, é suficiente que ele a morda.
Sobreviver a um ataque, se alguém for mordido e sobreviver, ele vai dormir bastante nas próximas semanas enquanto a doença se propaga pelo seu corpo. Com a primeira lua cheia, a vítima vai descobrir o seu novo e maléfico potencial e um incontrolável desejo de sangue.
Um método discutível para se tornar um lobisomem é ser mordido por um lobo que decide amaldiçoar um homem, por qualquer razão.

Conforme em alguns relatos, mesmo na sua forma de lobo, o licantropo conserva suficiente discernimento para ajudá-lo na caça, no reconhecimento das armadilhas e das vítimas. Dizem que para se matar um lobisomem é preciso uma bala de prata, que essa prata venha de um objecto sacro derretido, ou ainda que a bala tenha sido banhada por cera de uma vela de altar onde se tenha celebrado três missas da noite de Natal. Fala-se também que ele poderá ser morto por qualquer coisa que atinja gravemente o coração ou a cabeça.
 

 

Na sua forma humana, o lobisomem tem uma aparência doentia, magro, além de sofrer de insónia e cansaço. Em muitos casos, a personalidade tornar-se violenta. A ciência médica, também tenta justificar a lenda do lobisomem, existe uma doença mental chamada "licantropia", que faz com que a pessoa pense ser um animal, mais especificamente um lobo, sente o pelo no corpo e os dentes afiados, mesmo não tendo nada disto, podendo mesmo ver-se essa pessoa como uma pessoa normal, mas o doente acredita ser um lobo comportando-se como tal, uivando para a lua, andando de quatro, comendo carne crua e atacando pessoas com as unhas e presas.
 

 
Científicos americanos e mexicanos anunciaram recentemente que tinham descoberto um gene cuja mutação, produz a denominada "hipertricosis" o síndrome do "lobisomem". Este gene causa um crescimento anormal do pelo por todo o corpo excepto nas palmas das mãos e plantas dos pés.


sexta-feira, 6 de maio de 2011

ORAÇÃO PARA A LUZ DIVINA E ATUANTE



Amada Presença de Deus, Expande a LUZ no meu coração e na minha cabeça, libertando meu corpo e a minha mente para que Eu possa trabalhar em prol da LUZ e em total comunhão com a LUZ.



EU SOU uma criança da LUZ, EU amo a LUZ, EU sirvo a Luz, EU vivo na LUZ,


EU estou protegido, iluminado, suprido, curado e sustentado pela LUZ,


Eu Sou LUZ, LUZ, LUZ e EU abençôo a LUZ.


EU SOU o que medito SER Aqui e Agora,


LUZ, LUZ, LUZ na minha mente,


LUZ, LUZ, LUZ no meu coração,


LUZ, LUZ, LUZ no meu sustento,


LUZ, LUZ, LUZ é minha Vida, energia e suprimento.




LUZ para minha família,


LUZ para Minha Chama Gêmea,


LUZ para minha mãe,


LUZ para meu pai,


LUZ para ..........(diga aqui o nome de seus entes queridos e daqueles a quem você deseja enviar luz).


LUZ, LUZ, LUZ para todos os filhos da LUZ deste Planeta.


LUZ, LUZ, LUZ, atua, atua, atua e transforma a todos nós na Verdade da Unidade Divina, Elevando a nossa consciência a Deus.


EU Comando a LUZ para atuar sobre nós, para a elevação da nossa consciência nas qualidades da Mente de Deus.


Que a LUZ Atue agora com toda sua inteligência e discernimento: venha Luz, vem atuar em nossa vida ;Luz, vem atuar em nossos corpos, em nossas mentes, em nossa vida financeira, em nossa saúde . . .(descreva onde quer que a LUZ de Deus atue agora) . . .


Venha Luz, venha para corrigir a todos os erros e ilusões.


LUZ, LUZ, LUZ, Poder Divino,


LUZ, LUZ, LUZ, Amor Divino,


LUZ, LUZ, LUZ, Mestria Divina,


LUZ, LUZ, LUZ, Controle Divino,


LUZ, LUZ, LUZ, Obediência Divina,


LUZ, LUZ, LUZ, Sabedoria Divina,


LUZ, LUZ, LUZ, Harmonia Divina,


LUZ, LUZ, LUZ, Gratidão Divina,


LUZ, LUZ, LUZ, Justiça Divina,


LUZ, LUZ, LUZ, Realidade Divina,


LUZ, LUZ, LUZ, Visão Divina,


LUZ, LUZ, LUZ, Vitória Divina.


EU comando a LUZ do coração de DEUS Pai e Mãe para atuar aqui e agora trazendo justiça e conforto para a humanidade.


Selamento - Que a Poderosa Presença EU SOU em mim, sele toda energia agora magnetizada, para que seja utilizada de acordo com a vontade de Deus e somente a vontade de Deus. Assim seja, em nome do Pai, da Mãe, do Filho e do Espírito Santo. Amén.



http://www.grandefraternidadebranca.com.br/luz_divina.htm



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sábado, 14 de maio de 2011

O que é ser Bruxa?

Que misterioso significado carrega essa tão fascinante palavra? Ser Bruxa é é necessariamente ser adepta do new age? É ter um caldeirão? É fazer feitiços? Andar de preto? Pendurar um pentagrama no pescoço? É carregar títulos, ter iniciação, prever o futuro, ter poderes paranormais, jogar pragas? O que é ser Bruxa volto a perguntar...
(...)
Em primeiro lugar, quero dizer que uma Bruxa não segue necessariamente a Bruxaria (Tradicional, Wicca e qualquer outra tradição), ela pode ser a humilde benzedeira, ela pode ser a católica, a camponesa, a cozinheira, a parteira e etc, etc... A verdade é que todos nós temos um poder guardado, e que foi se atrofiando com o tempo, e que podemos despertar e utilizar independente do caminho que decidimos tomar e isso prova que as Bruxas não são nem diferentes nem mais especiais que ninguém.

Ser Bruxa é colocar toda essa energia atrofiada para funcionar em nosso favor e ao favor do próximo, é praticar a filantropia, é ser universal, é entender e manipular o microcosmo em junção do macrocosmo para promover a cura, o amor e entendimento da alma. Quando sentimos o poder flui (não o poder egocêntrico), temos um olhar muito mais aguçado e muito mais poético, pois entendemos o mundo; muitas religiões gostam de afirmar que não somos desse mundo, pois ele é de pecado, não, não se enganem, não é o mundo que é mal, mas sim as pessoas que o tornam cruel, devemos fazer do mundo a nossa agradável morada, pois ele em si é uma manifestação de Deus/Deusa (ou como preferir ver a Divindade).

A verdadeira Bruxa quando observa o por do sol, fecha os olhos e sente a alma expandir, ela sente que é tudo, e que entende tudo e consegue traduzir o canto universal, esse misterioso chamado que nos proporciona tão grande bem estar e plenitude de ser. 
 
 
 Quando a Bruxa vê a lua, sente que entre elas existe uma ligação muito intima, pois ambas possuem ciclos, fases, ser Bruxa também é isso, é identificar as analogias entre a natureza e o 'Eu' e ver que o que está em cima é o que está embaixo. A Bruxa possui a sabedoria conseguida através da maturidade e das muitas experiências, sem contudo perder o coração doce da criança que descobre o mundo. 
 

 
De suas mãos brotam a Arte em todos os sentidos, ela tem amor por tudo que faz, tem o toque delicado que acaricia as flores, que tenta tocar as estrelas, que tenta tocar o infinito. Todas sabem que a natureza é uma Mãe sábia, ela nos dá, mas também tira, e que devemos ser sagazes, sermos fortes, e que um dia todos sem exceção, voltaremos para ela, para o grande Útero Universal.

Autor: Moon's tears

sexta-feira, 13 de maio de 2011

O princípio do fim da liberdade humana


A INQUISIÇÃO E AS MORTES EM NOME DE DEUS






Duas palavras que ficaram marcadas na história da humanidade, e que possuem sinonímias e características igualitárias. A inquisição deriva do latim inquisitione; pode ser também delineadas como inquirição e antigo tribunal eclesiástico instituído com o fim de investigar e punir crimes contra a fé católica; Santo Ofício.


A inquisição perseguia os hereges e fazia extermínios que requintes de perversidades, tudo em nome de “Deus”. Entre os séculos XI e XII, as penas de morte para os hereges não eram mais um fato inédito, mais a maioria do corpo eclesiástico ainda relutava em aceitar a situação. A Inquisição Ganhou mais relevo na época da Contra-Reforma com as crescentes suspeitas populares. Portanto, trata-se de um "inquirido", em assuntos de fé, evitando a condenação de alguém sem investigação prévia. Tecnicamente, Inquisição é confundida com "Tribunal do Santo Ofício". O segundo é uma entidade que tem por função fazer inquisições. Ao contrário do que é comum pensar, o "tribunal do Santo Oficio" é uma entidade jurídica e não tinha forma de executar penas. O resultado da inquisição, feita a um réu, era entregue ao poder régio, muitas vezes com o pedido de que não houvesse danos nem derramamento de sangue. Este tribunal era muito comum na Europa a pedido dos poderes régios, pois queriam evitar condenações por mão popular. Diz Oliveira Marques em “História de Portugal”, tomo I, página 393: “(...) A inquisição surge como uma instituição muito complexa, com objetivos ideológicos, econômicos e sociais, consciente e inconscientemente expressos”. A sua atividade, rigor e coerência variavam consoantes as épocas. O que seria heresia no entendimento do clero: palavra derivada do grego haíresis, 'escolha'; 'escola filosófica', 'seita religiosa', e do latim haeresis + -ia1; doutrina contrária ao que foi definida pela Igreja em matéria de fé; ato ou palavra ofensiva à religião; idéia ou teoria contrária a qualquer doutrina estabelecida e contra-senso, tolice.


Píer Damiani (1007-1072) afirmou orgulhosamente que os santos estão dispostos a sacrificar a própria vida pela fé, mas não matam hereges. As origens da Inquisição remontam a 1183, na averiguação dos cátaros de Albi, no sul de França por parte de delegados pontifícios, enviados pelo Papa. A instituição da Inquisição se deu no Concílio de Verona. No século IV, quando o Cristianismo se propagava, a Igreja Católica havia tomado santuários e templos sagrados de povos pagãos, para implantar sua religiosidade e erigir suas igrejas.

Nos primórdios do Catolicismo, acreditavam que os pagãos continuariam a freqüentar estes lugares sagrados para reverenciarem seus Deuses. Mas com o passar do tempo, assimilariam o cristianismo substituindo o paganismo, através da anulação. A inquisição também é entendida como o ato de inquirir, isto é, indagar, investigar, interrogar judicialmente. No caso da Santa Inquisição, significa "questionar judicialmente aqueles que, de uma forma ou de outra, se opõem aos preceitos da Igreja Católica". Dessa forma, a Santa Inquisição, também conhecida como Santo Ofício, foi um tribunal eclesiástico criado com a finalidade "oficial" de investigar e punir os crimes contra a fé católica. Na prática, os pagãos representavam uma constante ameaça à autoridade clerical e a Inquisição era um recurso para impor à força a supremacia católica, exterminando todos que não aceitavam o cristianismo nos padrões impostos pela Igreja.


Posteriormente, a Santa Inquisição passou a ser utilizada também como um meio de coação, de forma a manipular as autoridades como meio de obter vantagens políticas. Os hereges sofreram demais nas mãos do clero católico, mas também houve durante a inquisição uma caça cruel àquelas pessoas que a igreja classificava como “bruxas.



 Em 1486 foi publicado um livro chamado Malleus Maleficarum (Martelo das Bruxas) escrito por dois monges dominicanos, Heinrich Kramer e James Sprenger.
O Malleus Maleficarum é uma espécie de manual que ensina os inquisidores a reconhecerem as bruxas e seus disfarces, além de identificar seus supostos malefícios, investigá-las e condená-las legalmente. Além disso, também continha instruções detalhadas de como torturar os acusados de bruxaria para que confessassem seus supostos crimes, e uma série de formalidades para a execução dos condenados. Ainda, o tratado afirmava que as mulheres deveriam ser as mais visadas, pois são naturalmente propensas à feitiçaria. O livro foi amplamente usado por supostos "caçadores de bruxas" como uma forma de legitimar suas práticas. A inquisição predominava na Itália, na Espanha, na Inglaterra, na França e até mesmo no Brasil. Como sofreram esses povos vítimas da malfada inquisição eclesial, e os que mais se destacaram na inquisição e que ficarão na história negra da igreja Católica e no cristianismo foram: Bernardo de Chiaravalle; Papa Alexandre III; Inocêncio III; Papa Gregório IX; Inocêncio IV; Bonifácio III; Frederico - Barba-Ruiva; O imperador Frederico II; Tomás de Torquemada; Luis de Capone; Nicolau V; Xisto IV; Papa Paulo III; Papa Júlio III; Paulo IV; Pio IV; Gregório XIII; Xisto V; Gregório III; Alexandre IV; Karamer e Spengler; Tommaso Campela; Laurent Joubert e muitos entre eles os cúmplices. O próprio Lutero e o cientista Galileu Galilei escaparam por pouco da fogueira da inquisição. Uma pergunta merece uma boa resposta: por que a igreja católica esconde de seus fiéis todos os fatos hediondos praticados por integrantes do clero e adeptos?



 Alguns itens contidos no Malleus Maleficarum que tornavam as pessoas vulneráveis à ação da Santa Inquisição: Difamação notória por várias pessoas que afirmassem ser o acusado um Bruxo; Se um Bruxo desse testemunho de que o acusado também era Bruxo; Se o suspeito fosse filho, irmão, servo, amigo, vizinho ou antigo companheiro de um Bruxo. Se fosse encontrada a suposta marca do Diabo no suspeito. É triste, mas é pura realidade. Além da Europa, a Inquisição também fez vítimas no continente americano.

Em Cuba iniciou-se em 1516 sob o comando de dom Juan de Quevedo, bispo de Cuba, que eliminou setenta e cinco hereges. Em 1692, no povoado de Salem, Nova Inglaterra (atual EUA), dezenove pessoas foram enforcadas após uma histeria coletiva de acusações. No Brasil há notícias de que a Inquisição atuou no século XVIII. No período entre 1721 e 1777, cento e trinta e nove pessoas foram queimadas vivas. No século XVIII chega ao fim às perseguições aos pagãos, sendo que a lei da Inquisição permaneceu em vigor até meados do século XX, mesmo que teoricamente. Na Escócia, a lei foi abolida em 1736, na França em 1772, e na Espanha em 1834. O pesquisador Justine Glass afirma que cerca de nove milhões de pessoas foram acusadas e mortas, entre os séculos que durou a perseguição. (www.spectrumgothic.com.br).



As torturas era coisa de louco, atos desumanos e principalmente de pessoas que deveriam dar bom exemplo acontecia o contrário e aqui através de pesquisas conseguimos os mais bárbaros tipos de torturas da inquisição que vão desde a extirpação dos órgãos genitais, prego na língua, esquartejamento entre outros. Métodos de torturas da Inquisição: “Roda de despedaçamento” - Uma roda onde o acusado é amarrado na parte externa. Abaixo da roda há uma bandeja metálica na qual ficavam depositadas a brasas. À medida que a roda se movimentava em torno do próprio eixo, o acusado era queimado pelo calor produzido pelas brasas.



 Por vezes, as brasas eram substituídas por agulhas metálicas. Este método foi utilizado entre 1100 e 1700 em países como Inglaterra, Holanda e Alemanha. “Dama de Ferro”: a dama de Ferro é uma espécie de sarcófago com espinhos metálicos na face interna das portas. Estes espinhos não atingiam os órgãos vitais da vítima, mas feriam gravemente. Mesmo sendo um método de tortura, era comum que as vítimas fossem deixadas lá por vários dias, até que morressem. A primeira referência confiável de uma execução com a Dama de Ferro, data de 14 de Agosto de 1515. A vítima era um falsificador de moedas.
“Berço de Judas” - Peça metálica em forma de pirâmide sustentada por hastes. A vítima, sustentada por correntes, é colocada "sentada" sobre a ponta da pirâmide. O afrouxamento gradual ou brusco da corrente manejada pelo executor fazia com que o peso do corpo pressionasse e ferisse o ânus, a vagina, cóccix ou o saco escrotal. O Berço de Judas também é conhecido como Culla di Giuda (italiano), Judaswiege (alemão), Judas Cradle ou simplesmente Cradle (inglês) e La Veille (A Vigília, em francês). Garfo -  Haste metálica com duas pontas em cada extremidade semelhantes a um garfo. Presa por uma tira de couro ao pescoço da vítima, o garfo pressiona e perfura a região abaixo do maxilar e acima do tórax, limitando os movimentos.



Este instrumento era usado como penitência para o herege. Garras de gato -  Uma espécie de rastelo usado para açoitar a carne dos prisioneiros. Pêra - Instrumento metálico em formato semelhante à fruta. O instrumento era introduzido na boca, ânus ou vagina da vítima e expandia-se gradativamente. Era usada para punir, principalmente, os condenados por adultério, homossexualismo, incesto ou "relação sexual com Satã".



Máscaras - a máscara de metal era usada para punir delitos menores. As vítimas eram obrigadas a se exporem publicamente usando as máscaras. Neste caso, o incômodo físico era menor do que a humilhação pública. Cadeira - Uma cadeira coberta por pregos na qual a vítima era obrigada a sentar-se despida. Além do próprio peso do corpo, cintos de couro pressionavam a vítima contra os pregos intensificando o sofrimento. Em outras versões, a cadeira possuía uma bandeja na parte inferior, onde se depositava brasas.



 Assim, além da perfuração pelos pregos, a vítima também sofria com queimaduras provocadas pelo calor das brasas.


Cadeira das bruxas - Uma espécie de cadeira na qual a pessoa era presa de costas no acento e as pernas voltadas para cima, no encosto. Este recurso era usado para imobilizar a vítima e intimidá-la com outros métodos de tortura. Cavalete - A vítima era posicionada de modo que suas costas ficassem apoiadas sobre o fio cortante do bloco. Os braços eram presos aos furos da parte superior e os pés presos às correntes da outra extremidade. O peso do corpo pressionava as costas do condenado sobre o fio cortante. Dessa forma, o executor, através de um funil ou chifre oco introduzido na boca da vítima, obrigava-a ingerir água.
 O executor tapava o nariz da vítima impedindo o fluxo de ar e provocando o sufocamento. Ainda, há registros de que o executor golpeava o abdômen da vítima danificando os órgãos internos da vítima.



Esmaga cabeça - |Como um capacete, a parte superior deste mecanismo pressiona, através de uma rosca girada pelo executor, a cabeça da vítima, de encontro a uma base na qual se encaixa o maxilar. Apesar de ser um instrumento de tortura, há registros de vítimas fatais que tiveram os crânios, literalmente, esmagados por este processo. Neste caso, o maxilar, por ser menos resistente, é destruído primeiro; logo após, o crânio rompe-se deixando fluir a massa cerebral.


Quebrador de joelhos - aparelho simples composto por placas paralelas de madeira unidas por duas roscas. À medida que as roscas eram apertadas pelo executor, às placas, que podiam conter pequenos cones metálicos pontiagudos, pressionavam os joelhos progressivamente, até esmagar a carne, músculos e ossos. Esse tipo de tortura era usualmente feito por sessões. Após algumas horas, a vítima, já com os joelhos bastante debilitados, era submetida a novas sessões.



Mesa de evisceração - O condenado era preso sobre a mesa de modo que mãos e pés ficassem imobilizados. O carrasco, manualmente, produzia um corte sobre o abdômen da vítima. Através desta incisão, era inserido um pequeno gancho, preso a uma corrente no eixo. O gancho (como um anzol) extraía, aos poucos, os órgãos internos da vítima à medida que o carrasco girava o eixo. Pêndulo -  Um dos mecanismos mais simples e comuns na Idade Média. A vítima, com os braços para traz, tinha seus pulsos amarrados (como algemas) por uma corda que se estendia até uma roldana e um eixo. A corda puxada violentamente pelo torturador, através deste eixo, deslocava os ombros e provocava diversos ferimentos nas costas e braços do condenado.


Também era comum que o carrasco elevasse a vítima a certa altura e soltasse repentinamente, interrompendo a queda logo em seguida. Deste modo, o impacto produzido provocava ruptura das articulações e fraturas de ossos. Ainda, para que o suplício fosse intensificado, algumas vezes, amarravam-se pesos às pernas do condenado, provocando ferimentos também nos membros inferiores. O pêndulo era usado como uma "pré-tortura", antes do julgamento. Potro - Uma espécie de mesa com orifícios laterais. A vítima era deitada sobre a mesa e seus membros, (partes mais resistentes das pernas e braços, como panturrilha e antebraço), presos por cordas através dos orifícios. As cordas eram giradas como uma manivela, produzindo um efeito como um torniquete, pressionando progressivamente os membros do condenado. Na legislação espanhola, por exemplo, havia uma lei que regulamentava um número máximo de cinco voltas na manivela; para que caso a vítima fosse considerada inocente, não sofresse seqüelas irreversíveis.


 Mesmo assim, era comum que os carrascos, incitados pelos interrogadores, excedessem muito esse limite e a vítima tivesse a carne e os ossos esmagados. Métodos de Execução - Guilhotina - Inventada por Ignace Guillotine, a guilhotina é um dos mecanismos mais conhecidos e usados para execuções. A lâmina, presa por uma corda e apoiada entre dois troncos verticais, descia violentamente decapitando o condenado. O Serrote - Usada principalmente para punir homossexuais, o serrote era uma das formas mais cruéis de execução. Dois executores, cada um e uma extremidade do serrote, literalmente, partiam ao meio o condenado, que preso pelos pés com as pernas entreabertas e de cabeça para baixo, não tinha a menor possibilidade de reação. Devido à posição invertida que garantia a oxigenação do cérebro e continha o sangramento, era comum que a vítima perdesse a consciência apenas quando a lâmina atingia a altura do umbigo. Espada, machado e cepo - as decapitações eram formas mais comuns de execução medieval.




A decapitação pela espada, por exigir uma técnica apurada do executor e ser mais suave que outros métodos, eram, geralmente, reservados aos nobres. O executor, que apurava sua técnica em animais e espantalhos, ceifava a cabeça da vítima num único golpe horizontal atingindo o pescoço do condenado. O machado era usado apenas em conjunto com o cepo. A vítima era posta ajoelhada com a coluna curvada para frente e a cabeça apoiada no cepo. O executor, num único golpe de machado, atingia o pescoço da vítima decepando-a. Garrote - um tronco de madeira com uma tira de couro e um acento. A vítima era posicionada sentada na tábua horizontal de modo que sua coluna fique ereta em contato com o tronco. A tira de couro ficava na altura do pescoço e, à medida que era torcida pelo carrasco, asfixiava a vítima. Há ainda uma variação na qual, preso ao tronco na altura da nuca da vítima, encontrava-se uma punção de ferro. Esta punção perfurava as vértebras da vítima à medida que a faixa de couro era apertada. O condenado podia falecer tanto pela perfuração produzida pela punção quanto pela asfixia.




Gaiolas suspensas - Eram gaiolas pouco maiores que a própria vítima. Nela, o condenado, nu ou seminu, era confinado e a gaiola suspensa em postes de vias públicas. O condenado passava dias naquela condição e morria de inanição, ou frio em tempos de inverno. O cadáver ficava exposto até que se desintegrasse. Submersão - A submersão podia ser usada como uma técnica de interrogatório, tortura ou execução. Neste método, a vítima é amarrada pelos braços e suspensa por uma roldana sobre um caldeirão que continha água ou óleo fervente. O executor soltava a corda gradativamente e a vítima ia submergindo no líquido fervente. Empalação - Este método foi amplamente utilizado pelo célebre Vlad Tepes. A empalação consistia em inserir uma estaca no ânus, umbigo ou vagina da vítima, a golpes de marreta. Neste método, a vítima podia ser posta "sentada" sobre a estaca ou com a cabeça para baixo, de modo que a estaca penetrasse nas entranhas da vítima e, com o peso do próprio corpo, fosse lentamente perfurando os órgãos internos. Neste caso, dependendo da resistência física do condenado e do comprimento da estaca, a agonia se estendia por horas.



Cremação - Este é um dos métodos de execução mais conhecidos e utilizados durante a inquisição. Os condenados por bruxaria ou afronta à igreja católica eram amarrados em um tronco e queimados vivos. Para garantir que morresse queimada e não asfixiada pela fumaça, a vítima era vestida com uma camisola embebida em enxofre. Estiramento - a vítima era posicionada na mesa horizontal e seus membros presos às correntes que se fixavam num eixo. À medida que o eixo era girado, a corrente esticava os membros e os ossos e músculos do condenado desprendiam-se. Muitas vezes, a vítima agonizava por várias horas antes de morrer. Essa horrenda pesquisa que maltrata o coração de todos mostra o sofrimento que passaram os “hereges e as “bruxas”, aquelas pessoas contrárias ao ideal do cristianismo da maneira que era imposta pela Igreja Católica”.


Extraído de: Ad Tenebras; Mistérios Antigos; Occult Portal Medieval and Mythological Área; Adaptado por Spectrum. Pais perdoem-lhes, pois eles não sabiam o que faziam!

O PODER DA SUA DECISÃO




Há  milênios vivemos hipnotizados  pelo sistema,  por  nossas crenças, pelos ‘tenhos quê’, esquecidos  de que somos co-criadores com Deus!
Precisamos  adquirir urgentemente uma VISÃO  360º . Fomos  induzidos a ver para crer
E  isso é falso! 
Os  átomos não existem  até o momento  em que se decide olhar para eles.  O universo físico também  não existe sem os  nossos pensamentos sobre ele.

‘A física quântica nos ensina que mesmo o mundo material é criado por nós, momento a momento’.
  Amit Goswani  

“Somos energia pura!
  O mundo externo é apenas um reflexo do mundo interno, individual  e coletivo”.
  Einstein


 Mas  para alcançar a felicidade temos que  descobrir  e usar a RECEITA  DA  SOPA QUÂNTICA  mantida  em segredo por aqueles que querem controlar  a humanidade  através do medo.

Este é  o  processo  da  criação: O verdadeiro  trabalho está  em crer que não há nada que não  possamos fazer, ter e ser!   



 Desenvolvemos  nossos  pensamentos de acordo  com  o que creditamos ser verdadeiro,  e    o que sentimos é consequência do que pensamos.   
Precisamos  descobrir  ‘o quê’ está armazenado  em nossa  memória sub-consciente e estar dispostos a abrir mão de nossas verdades e certezas.

Do  contrário ficaremos vivendo  a repetição  das ações e reações,  prisioneiros das ilusões provocadas pelos sentidos.

Crença,  pensamento, emoção, ação  e reação 
Portanto  a chave está na CRENÇA!  
Falta  apenas questionar suas  certezas
 Afinal  para você, o que  é mais importante: 
Ter  razão ou ser feliz?  




O  PODER DA DECISÃO

Enquanto não  nos  comprometemos, há hesitação,  a  possibilidade de recuarmos,  e sempre  a ineficiência.
Existe  uma verdade elementar  para todos os atos  de iniciativa e criação:  a ignorância que acaba com inúmeros planos e idéias esplêndido, de que no momento em  que nos comprometemos  definitivamente, a  providência também se  põe em movimento .
Todo  o  tipo  de  coisas começam  a  acontecer para ajudar-nos, coisas  que de outra forma  jamais ocorreriam.
Toda uma  corrente  de  acontecimentos  emana  da  decisão,  trazendo em nosso  favor incidentes,  encontros  e  assistência  material  inesperados, com  os quais nenhum homem  jamais poderia ter sonhado.
Você  pode  dar  início a tudo que possa fazer ou sonhar:  A  audácia  tem  dentro  de si o gênio,  a força e a mágica. 
  

Comece agora!

J  .Göethe 

 
Anna  Sharp
Trechos  do livro - A  VIDA TENDE A DAR  CERTO – Edit.  Rocco E  do seminário VISÃO 360º










 

Oração Karuna de Perdão



 
Esta oração pode ser feita por aqueles que desejam perdoar aos outros e a si próprios.
Possui uma energia poderosa de liberação e paz.
Fale-a, de preferência, em voz alta, e repita-a quantas vezes for necessário.
Buscando eliminar todos os bloqueios que atrapalham minha evolução, dedicarei alguns minutos para perdoar.



ORAÇÃO

A partir deste momento, eu perdôo todas as pessoas que de alguma forma me ofenderam, injuriaram, prejudicaram ou causaram dificuldades desnecessárias.

Perdôo, sinceramente, quem me rejeitou, odiou, abandonou, traiu, ridicularizou, humilhou, amedrontou, iludiu.

Perdôo, especialmente, quem me provocou até que eu perdesse a paciência e reagisse violentamente, para depois me fazer sentir vergonha, remorso e culpa inadequados.

Reconheço, que também fui responsável pelas agressões que recebi, pois várias vezes confiei em indivíduos negativos, permiti que me fizessem de bobo (a) e descarregassem sobre mim seu mau caráter.

Por longos anos suportei maus tratos, humilhações, perdendo tempo e energia, na tentativa inútil de conseguir um bom relacionamento com essas criaturas.

Já estou livre da necessidade compulsiva de sofrer, e livre da obrigação de conviver com indivíduos e ambientes tóxicos.

Iniciei agora uma nova etapa de minha vida, em companhia de gente amiga, sadia e competente: quero compartilhar sentimentos nobres, enquanto trabalhamos pelo progresso de todos nós.

Jamais voltarei a me queixar, falando sobre mágoas e pessoas negativas. Se por acaso pensar nelas, lembrarei que já estão perdoadas e descartadas de minha vida íntima definitivamente.

Agradeço pelas dificuldades que essas pessoas me causaram, que me ajudaram a evoluir, do nível humano comum ao espiritualizado, em que estou agora.

Quando me lembrar das pessoas que me fizeram sofrer, procurarei valorizar suas boas qualidades e pedirei ao Criador ( ou a DEUS ) que as perdoe também, evitando que sejam castigadas pela lei da causa e efeito, nesta vida ou em outras futuras.

Dou razão a todas às pessoas que rejeitaram o meu amor e minhas boas intenções, pois reconheço que é um direito que assiste a cada um me repelir, não me corresponder e me afastar de suas vidas.

(Fazer uma pausa, respirar profundamente algumas vezes, para acúmulo de energia).

Agora, sinceramente, peço perdão a todas as pessoas a quem, de alguma forma, consciente e inconscientemente, eu ofendi, injuriei, prejudiquei ou desagradei.

Analisando e fazendo julgamento de tudo que realizei ao longo de toda a minha vida, vejo que o valor das minhas boas ações é suficiente para pagar todas as minhas dívidas e resgatar todas as minhas culpas, deixando um saldo positivo a meu favor.

Sinto-me em paz com minha consciência e de cabeça erguida respiro profundamente, prendo o ar e me concentro para enviar uma corrente de energia destinada ao meu Eu Superior. Ao relaxar, minhas sensações revelam, que este contato foi estabelecido.

Agora, dirijo uma mensagem de fé ao meu Eu Superior pedindo orientação, em ritmo acelerado, de um projeto muito importante que estou mentalizando e para o qual já estou trabalhando com dedicação e amor.

Agradeço, de todo o coração, a todas as pessoas que me ajudaram e comprometo-me a retribuir trabalhando para o meu bem e do próximo, atuando como agente catalisador do entusiasmo, prosperidade e auto realização.

Tudo farei em harmonia com as leis da natureza e com a permissão de DEUS Pai Criador, eterno, infinito, indescritível que eu, intuitivamente, sinto como o único poder real, atuante dentro e fora de mim.

Assim seja, assim é e assim será.

Nota 1: Esta oração também pode ser gravada e ouvida com os olhos fechados, em meditação, com sentimento, enquanto estivermos aguardando algo ou em alguma condução, conforme sugere o amado Mestre J.D.Stone. ( J.Antônio)

Nota 2: Mais do que parece, a ação ou efeito do perdão, tem um notável alcance para o desembaraço de nossa vida, resolvendo, magicamente, uma série de situações que antes pareciam insolúveis,abrindo novos horizontes para a realização dos nossos sonhos. Por isto devemos insistir nesta prática que não é tão fácil como parece e, em muitas vezes, nos exigem transformações profundas na nossa maneira de ser e de nos relacionarmos com as pessoas em geral e com nossos parentes em particular. ( J.D.Stone)

Você tem poder usando a palavra


 
 
 
 
Brad Hunter


A palavra, junto com o poder da vibração, é capaz de criar, curar e também destruir.

A teoria indica que, quando focalizamos nossa mente em algo, e a isto somamos o sentimento e a emoção, para finalmente expressá-lo, estamos exteriorizando e materializando um poder que estará afetando os reinados da matéria.

O QUE DIZES A TEU SEMELHANTE, DIZES A TI MESMO

Se cada um de nós estivesse consciente de que a energia liberada em cada palavra afeta não só a quem a dirigimos, mas também a nós mesmos e ao mundo que nos rodeia, começaríamos a cuidar mais o que dizemos.

Os antigos essênios sabiam da existência de um enorme poder contido na oração, no verbo e na palavra. Os antigos alfabetos, como o sânscrito, o aramaico e a linguagem hebraica são fontes de poder em si mesmas. Os essênios utilizaram a energia que canaliza a linguagem - que era a manifestação final do pensamento, da emoção e do sentimento - para manifestar na realidade a qualidade de vida que desejavam experimentar neste mundo. Nas culturas do antigo Oriente eram utilizados os mantras, as rezas, os cânticos e as orações com intenção predeterminada, como técnicas para materializar estados internos e programar, de uma forma ignorada por nós na atualidade, realidades pensadas, desejadas e afirmadas previamente.

Os estudos realizados por físicos quânticos começam a redescobrir e validar o enorme conhecimento esquecido de antigas culturas ancestrais. Um conhecimento que se encontra ainda escondido e esquecido e que nos traria o poder de mudar nosso mundo.

AS PALAVRAS PODEM PROGRAMAR O ADN

A mais recente investigação científica russa indica que o DNA pode ser influenciado e reprogramado por palavras e freqüências, sem seccionar e nem substituir genes individuais. Só 10% de nosso DNA é utilizado para construir proteínas, e este pequeno percentual do total que compõe o DNA é o que estudam os investigadores ocidentais. Os outros 90% é considerado “DNA sucata”. Entretanto, os investigadores russos, convencidos de que a natureza não é tola, reuniram lingüistas e geneticistas - em um estudo sem precedentes -, para explorar esses 90% de “DNA sucata”.

Os resultados levaram a conclusões impensadas: segundo os estudos, nosso DNA não só é o responsável pela construção de nosso corpo, mas também serve como armazém de informação e para a comunicação a toda escala da biologia. Os lingüistas russos descobriram que o código genético, especialmente no aparentemente inútil 90%, segue as mesmas regras de todas as nossas linguagens humanas. Compararam as regras de sintaxe (a forma em que se colocam juntas as palavras para formar frases e orações), a semântica (o estudo do significado da linguagem) e as regras gramaticais básicas e assim descobriram que os alcalinos de nosso DNA seguem uma gramática regular e têm regras fixas, tal como nossos idiomas.

Portanto, as linguagens humanas não apareceram coincidentemente, mas são um reflexo de nosso DNA inerente. O biofísico e biólogo molecular russo Pjotr Garjajev e seus colegas também exploraram o comportamento vibratório do DNA. “Os cromossomas vivos funcionam como computadores solitônicos/holográficos usando a radiação laser do DNA endógeno”. Isso significa que alguém pode, simplesmente, usar palavras e orações da linguagem humana para influir sobre o DNA ou reprogramá-lo.

Os mestres espirituais e religiosos da antiguidade souberam, há milhares de anos, que nosso corpo pode ser programado por meio da linguagem, das palavras e do pensamento. Agora isso foi provado e explicado cientificamente. A surpresa maior foi descobrir a maneira como os 90% do “DNA Sucata” armazena a informação. “Imaginemos uma biblioteca que, em lugar de arquivar milhares de livros, só guarda o alfabeto comum a todos os livros. Então, quando alguém solicita a informação de um determinado livro, o alfabeto reúne todo o conteúdo em suas páginas e coloca a nossa disposição”, esclareceu Garjajev. Isto nos abre as portas a um mistério ainda maior: que a verdadeira “biblioteca” estaria fora de nossos corpos em algum lugar desconhecido do cosmos e que o DNA estaria em comunicação permanente com este reservatório universal de conhecimento.

A EVIDÊNCIA INESPERADA

O investigador Dan Winter, que desenvolveu um programa de computação para estudar as ondas sinusoidais que emite o coração sob respostas emocionais, em uma fase da investigação com seus colegas, Fred Wolf y Carlos Suárez, analisou as vibrações da linguagem hebraica com um espectrograma. O que descobriram foi que os pictogramas que representam os símbolos do alfabeto hebraico se correspondiam exatamente com a figura que forma a longitude de onda do som de cada palavra.

Isso significa que a forma de cada letra era a exata figura que formava a referida longitude de onda a ser vocalizada. Também comprovaram que os símbolos que formam o alfabeto são representações geométricas. No caso do alfabeto hebraico, os 22 gráficos utilizados como letras são 22 nomes próprios originalmente usados para designar diferentes estados ou estruturas de uma única energia cósmica sagrada, que é a essência e semelhança de tudo o que é. O livro do Gênesis está escrito nesta linguagem.

As letras dos antigos alfabetos são formas estruturadas de energia vibracional que projetam forças próprias da estrutura geométrica da criação. Desta maneira, com a linguagem se pode tanto criar como destruir. O ser humano potencializa o poder contido nos alfabetos ao somar-lhe o poder de sua própria intenção. Isso nos converte em responsáveis diretos dos processos criativos ou destrutivos na vida. E somente com a palavra!

O PODER CURATIVO DA PALAVRA

Existe uma capacidade demonstrada de quanto a palavra pode afetar a programação do DNA. A saúde poderia conservar-se indefinidamente se nos orientamos em pensamentos, sentimentos, emoções e palavras criativas e, sobretudo, bem intencionadas.

Os estudos do Instituto Heart Math nos abrem um novo panorama para a cura, não só dos humanos enfermos, mas também para a cura planetária. O instituto crê na existência do que eles chamam “hiper-comunicação”, uma espécie de rede de Internet sob a qual todos os organismos vivos estariam conectados e comunicados permitindo a existência da chamada “consciência coletiva”.

O Hearth Math declara que se todos os seres humanos fossem conscientes da existência desta matriz de comunicação entre os seres vivos, e trabalhassem na unificação de pensamentos com objetivos mancomunados, seríamos capazes de logros impensados, como a reversão repentina de processos climáticos adversos.

O poder das rezas, orações e pedidos, tal como nos legaram os antigos essênios - potencializado por milhares de pessoas -, nos outorgaria um poder que superaria ao de qualquer potência militar que quisesse nos impor sua vontade pela força.

Este poder foi demonstrado em espécies animais como os golfinhos, que trabalham unificados em objetivos comuns. Os golfinhos utilizam padrões geométricos de hiper-comunicação, ultra-som e ressonâncias que lhes servem para interagir com as redes energéticas do planeta. Estes animais possuem a capacidade de produzir estruturas sônicas geométricas e harmônicas sob a água. Poderíamos afirmar que os golfinhos ajudam mais a manter o equilíbrio planetário do que os humanos.

Se Deus nos outorgou o poder, significa que quer que nós, uma vez alcançado um nível de consciência determinado, ajudemos com respeito à vida, sendo co-criadores de sua obra.

terça-feira, 10 de maio de 2011

INCERTEZA


O maior fardo que DEUS nos deus foi a incerteza ....

e com ela teremos de viver até morrer...

em tudo que se nos cruza

em todas as coisas

com todas as pessoas 

nos pensamentos

nossos...
dos outros

nas decisões

em cada acto
em cada saída

no próximo segundo ...

restando-nos apenas aguardar ...



AnaLuz

O MANTRA DA DEUSA DA FORTUNA




A Pronúncia -
OM CHRIMMM MARRAH, LAKCHMIÊ ZZVAAAARRAA

O Significado do Mantra -
"Eu Saúdo" ou "Eu Recebo" a Grande Abundância vinda de Lakshmie (3x),

Este mantra é dedicado à Vishnu e sua consorte, a Deusa da Fortuna, Lakshmie. Sabendo que Vishnu e Lakshmie atuam para manter a criação, entendemos o por que, de Lakshmie ser a deusa da fortuna. Ela é aquela que tem o poder divino de manifestar todas as nossas necessidades para que possamos manifestar nosso plano divino.

Faça uma invocação antes do mantra : Pelo poder da Chama Trina em meu coração e do EU SOU O QUE EU SOU, amado Vishnu, amada Lakshmie, em nome do meu Eu Superior e da Mãe Divina; eu peço por direção, suprimento, confiança e alegria em minha vida. Elevem minha consciência e supram-me de tudo o que preciso para minha evolução e a conclusão do meu plano divino.

Mantra para limpar memórias em todos os nossos corpos sutis e não sutis






Eu sou um ser de Luz, agora, libero todas as memórias, contidas em todos os meus corpos, para posterior alinhamento e anscensão

domingo, 8 de maio de 2011


 


Lobisomem significa homem-lobo, tal como em inglês “werewolf”, vindo do inglês antigo: wer (homem) e wolf (lobo). Vistas assim, essas palavras pouco revelam sobre a terrível maldição que elas representam.
As lendas sobre lobisomens tiveram muito provavelmente início na França, no século XV. Nessas épocas remotas, a Europa vivia infestada de lobos e logo começaram a surgir relatos de criaturas meio-homem meio-lobo que vagueavam nas noites de lua cheia caçando e matando vítimas, geralmente humanas. Os relatos tinham mais força porque se afirmava que essas criaturas eram humanos que, por vontade própria ou talvez por sede de poder, buscavam a transformação. A lenda estava ligava às crenças e seitas ancestrais de adoração da lua, daí a maior frequência das aparições em fases de lua cheia.
 




A fascinação da Humanidade pelos lobisomens vem desde tempos imemoriais e, como veremos, tem muitas formas e boas razões para existir. "Werewolf" para os anglo-saxões, "Loup-Garou" na França, "Likantropos" para os antigos gregos, "Versipellium" para os romanos, "Berserker" para os antigos nórdicos, o lobisomem habita os sonhos mais antigos da própria humanidade.
 



Diz a lenda que os lobisomens são aqueles que ao serem banhados pela luz da lua cheia, assumem uma forma meia humana e meio lobo. Qualquer pessoa atacada por um lobisomem irá transformar-se num e só poderá voltar ao normal se o lobisomem que a mordeu for morto.
Os grandes culpados culpados por esta terrível fama dos lobisomens, são a Igreja Cristã e seus seguidores. Por meio das inquisições, torturas e escrituras, a igreja tem forçado, a acreditar que o Lobisomem é um ser demoníaco.
 



Durante a Inquisição na Europa medieval, havia muitos casos de lobisomens, especialmente na Alemanha. A princípio existia a crença de que eles seriam sacerdotes de cultos pagãos que se metamorfoseavam em animais para matar os inimigos. Portanto, nos séculos XV e XVI, os licantropos (lobisomens), como as bruxas, foram caçados pela Inquisição, pois se dizia que eles tinham um pacto com o Diabo, e que teriam vendido a alma em troca de poder.
Existem vários casos nos autos da Inquisição, e um dos mais famosos é o de Peter Stubb, que se passou perto de Colónia, em 1573. Sua confissão foi obtida sob tortura, e o acusado declarou ser um lobisomem desde os 12 anos. Stubb afirmou ainda que se transformava em um grande lobo por obra de um cinto recebido das mãos do próprio Diabo. Durante 25 anos ele aterrorizou as estradas e fazendas, alimentando-se de animais domésticos, além de matar e comer treze crianças e duas mulheres grávidas, das quais teria arrancado os fetos do útero para os devorar. Ele escapou de armadilhas ao longo dos anos, até que alguns caçadores seguiram as suas pegadas de lobo e o capturaram quando o cinto se soltou e ele voltou à sua forma humana. A sua filha e uma amante foram julgadas como cúmplices, sendo espancadas, decapitadas e queimadas numa fogueira.
 


Outro caso ocorreu em Dôle, na França, também no ano de 1573. Um recluso de nome Gilles Garnier confessou espontaneamente que matara várias crianças cujos corpos foram encontrados por pastores. Estes afirmaram que viram um lobo gigantesco perto do local, e esse animal teria os traços de Garnier na face. Em Novembro daquele ano, as autoridades deram ao povo a permissão para caçar e matar a fera. Um grupo de aldeões foi atraído pelos gritos desesperados de uma jovem e encontraram-na viva, embora muito ferida, nas garras de um lobo que atendia a descrição anterior. Embora o animal escapasse dos caçadores, Gilles Garnier e sua esposa foram presos alguns dias depois quando um garoto de 10 anos desapareceu nas vizinhanças de sua propriedade. Garnier confessou a autoria de algumas das mortes e que alguns dos pedaços das vítimas eram levados para sua casa e comidos por ele e sua esposa. Ambos foram queimados em Janeiro de 1574.
A transformação do homem em lobo pode ser feita de várias maneiras, entre a quais por exemplo,
por própria maldição, resulta o que é chamado de lobisomem Alpha, que pode ser visto como o primeiro lobisomem de uma grande família. O desafortunado indivíduo ganha a perversa maldição por ter desafiado ou destruído um poderoso mago. Ele irá perceber que está amaldiçoado na primeira noite de lua cheia, depois do encantamento. A primeira metamorfose é a mais traumática e uma completa surpresa.
Por transmissão hereditária devido ao facto da criança do lobisomem obter a mesma maldição que o seu pai ou mãe. É exactamente o mesmo resultado de ser mordido por um lobisomem. Se um lobisomem decidir transmitir a maldição para outra pessoa, é suficiente que ele a morda.
Sobreviver a um ataque, se alguém for mordido e sobreviver, ele vai dormir bastante nas próximas semanas enquanto a doença se propaga pelo seu corpo. Com a primeira lua cheia, a vítima vai descobrir o seu novo e maléfico potencial e um incontrolável desejo de sangue.
Um método discutível para se tornar um lobisomem é ser mordido por um lobo que decide amaldiçoar um homem, por qualquer razão.

Conforme em alguns relatos, mesmo na sua forma de lobo, o licantropo conserva suficiente discernimento para ajudá-lo na caça, no reconhecimento das armadilhas e das vítimas. Dizem que para se matar um lobisomem é preciso uma bala de prata, que essa prata venha de um objecto sacro derretido, ou ainda que a bala tenha sido banhada por cera de uma vela de altar onde se tenha celebrado três missas da noite de Natal. Fala-se também que ele poderá ser morto por qualquer coisa que atinja gravemente o coração ou a cabeça.
 

 

Na sua forma humana, o lobisomem tem uma aparência doentia, magro, além de sofrer de insónia e cansaço. Em muitos casos, a personalidade tornar-se violenta. A ciência médica, também tenta justificar a lenda do lobisomem, existe uma doença mental chamada "licantropia", que faz com que a pessoa pense ser um animal, mais especificamente um lobo, sente o pelo no corpo e os dentes afiados, mesmo não tendo nada disto, podendo mesmo ver-se essa pessoa como uma pessoa normal, mas o doente acredita ser um lobo comportando-se como tal, uivando para a lua, andando de quatro, comendo carne crua e atacando pessoas com as unhas e presas.
 

 
Científicos americanos e mexicanos anunciaram recentemente que tinham descoberto um gene cuja mutação, produz a denominada "hipertricosis" o síndrome do "lobisomem". Este gene causa um crescimento anormal do pelo por todo o corpo excepto nas palmas das mãos e plantas dos pés.


sexta-feira, 6 de maio de 2011

ORAÇÃO PARA A LUZ DIVINA E ATUANTE



Amada Presença de Deus, Expande a LUZ no meu coração e na minha cabeça, libertando meu corpo e a minha mente para que Eu possa trabalhar em prol da LUZ e em total comunhão com a LUZ.



EU SOU uma criança da LUZ, EU amo a LUZ, EU sirvo a Luz, EU vivo na LUZ,


EU estou protegido, iluminado, suprido, curado e sustentado pela LUZ,


Eu Sou LUZ, LUZ, LUZ e EU abençôo a LUZ.


EU SOU o que medito SER Aqui e Agora,


LUZ, LUZ, LUZ na minha mente,


LUZ, LUZ, LUZ no meu coração,


LUZ, LUZ, LUZ no meu sustento,


LUZ, LUZ, LUZ é minha Vida, energia e suprimento.




LUZ para minha família,


LUZ para Minha Chama Gêmea,


LUZ para minha mãe,


LUZ para meu pai,


LUZ para ..........(diga aqui o nome de seus entes queridos e daqueles a quem você deseja enviar luz).


LUZ, LUZ, LUZ para todos os filhos da LUZ deste Planeta.


LUZ, LUZ, LUZ, atua, atua, atua e transforma a todos nós na Verdade da Unidade Divina, Elevando a nossa consciência a Deus.


EU Comando a LUZ para atuar sobre nós, para a elevação da nossa consciência nas qualidades da Mente de Deus.


Que a LUZ Atue agora com toda sua inteligência e discernimento: venha Luz, vem atuar em nossa vida ;Luz, vem atuar em nossos corpos, em nossas mentes, em nossa vida financeira, em nossa saúde . . .(descreva onde quer que a LUZ de Deus atue agora) . . .


Venha Luz, venha para corrigir a todos os erros e ilusões.


LUZ, LUZ, LUZ, Poder Divino,


LUZ, LUZ, LUZ, Amor Divino,


LUZ, LUZ, LUZ, Mestria Divina,


LUZ, LUZ, LUZ, Controle Divino,


LUZ, LUZ, LUZ, Obediência Divina,


LUZ, LUZ, LUZ, Sabedoria Divina,


LUZ, LUZ, LUZ, Harmonia Divina,


LUZ, LUZ, LUZ, Gratidão Divina,


LUZ, LUZ, LUZ, Justiça Divina,


LUZ, LUZ, LUZ, Realidade Divina,


LUZ, LUZ, LUZ, Visão Divina,


LUZ, LUZ, LUZ, Vitória Divina.


EU comando a LUZ do coração de DEUS Pai e Mãe para atuar aqui e agora trazendo justiça e conforto para a humanidade.


Selamento - Que a Poderosa Presença EU SOU em mim, sele toda energia agora magnetizada, para que seja utilizada de acordo com a vontade de Deus e somente a vontade de Deus. Assim seja, em nome do Pai, da Mãe, do Filho e do Espírito Santo. Amén.



http://www.grandefraternidadebranca.com.br/luz_divina.htm



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